Vans US Open of Surfing e Vans Duct Tape Invitational – Boas ondas em Huntington Beach – Assistam aos vídeos!

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Antes do Vans Duct Tape Invitational abrir a segunda etapa do WSL Longboard Tour na quinta-feira, aconteceram as quatro baterias restantes das oitavas de final femininas do Vans US Open of Surfing em Huntington Beach. Acessem aos links abaixo com os vídeos dos melhores momentos.

Line up Huntington Beach, Califórnia. Foto: Kenny Morris – World Surf League

ASSISTAM AO VÍDEO COM OS MELHORES MOMENTOS, CLICANDO NO PLAYER ABAIXO:

Vans US Open – Highlights Day 6:

Vans US Open – Highlights Day 5:

As surfistas mais bem colocadas no ranking do WSL Challenger Series, confirmaram o favoritismo. A australiana Bronte Macaulay ganhou o duelo de ex-tops do CT com Sage Erickson. A havaiana Bettylou Sakura Johnson, que saiu da elite no novo corte no meio da temporada esse ano, derrotou outra norte-americana, Sawyer Lindblad.

Bronte Macaulay em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

Depois, a australiana Sophie McCulloch passou pela francesa Vahine Fierro e a líder do ranking, Caitlin Simmers, campeã do Vans US Open em 2021, eliminou a espanhola Nadia Erostarbe.

Caitlin Simmers em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

A carioca Chloé Calmon conquistou a única vitória sul-americana na quinta-feira em Huntington Beach, passando direto para as oitavas de final na abertura do Vans Duct Tape Invitational na Califórnia, Estados Unidos. A peruana Maria Fernanda Reyes também avançou em segundo lugar na sua bateria, mas Phil Rajzman, Jefson Silva e o peruano Lucas Garrido Lecca, ficaram em último nas deles e vão se enfrentar na repescagem.

Chloe Calmon em ação. Foto: Cait Miers – World Surf League

“A primeira vez que eu vim para a Califórnia foi 12 anos atrás e minha introdução na cultura californiana do Longboard foi aqui em Huntington”, disse Chloé Calmon. “Esse lugar é muito especial pra mim e essa é a primeira vez que participo do US Open. Eu nunca competi na frente de tanta gente assim e é um pouco assustador, mas é um sonho sendo realizado. Fiquei um pouco nervosa, mas consegui pegar umas ondas boas para vencer. Tive um momento um pouco tenso perto do píer, mas no final deu tudo certo e estou feliz pela classificação”.

Chloé Calmon já foi vice-campeã mundial três vezes, em 2016, 2017, 2019 e segue na busca por um primeiro título do Brasil na categoria feminina. Na abertura da temporada 2022 do WSL Longboard Tour na Austrália, a carioca se destacou com a melhor apresentação nas ondas de Manly Beach, quando atingiu imbatíveis 17,63 pontos somando a maior nota do evento, 9,23. Ela só perdeu uma bateria, a grande final para a mesma havaiana Honolua Blomfield que a impediu de ser campeã mundial em 2017 e em 2019.

As duas estrearam com vitórias no Vans Duct Tape Invitational, iniciado na quinta-feira de boas ondas para os pranchões em Huntington Beach. A vice-líder no ranking 2022, Chloé Calmon, competiu primeiro e fez o suficiente para derrotar as norte-americanas Lindsay Steinreide e Karina Rozunko por 11,27 pontos, das notas 5,77 e 5,50 que recebeu nas melhores ondas que surfou. A líder, Honolua Blomfield, entrou na bateria seguinte e superou a também havaiana Sally Cohen e a japonesa Hiroka Yoshikawa por 10,67 pontos.

Antes de Chloé Calmon, a peruana Maria Fernanda Reyes já havia confirmado a América do Sul nas oitavas de final do Vans Duct Tape Invitational. Ela disputou a primeira bateria da segunda fase e avançou em segundo lugar no confronto vencido pela francesa Alice Lemoigne. As duas mandaram a havaiana Sophia Culhane para a repescagem. A outra participante do Brasil, Jasmim Avelino, não passou pela primeira fase e terminou em 20.o lugar no evento.

Já na categoria masculina, os três representantes da América do Sul, os brasileiros Phil Rajzman e Jefson Silva e o peruano Lucas Garrido Lecca, ficaram em último nas suas estreias na segunda fase. O pior é que eles acabaram escalados na mesma bateria da repescagem. Ou seja, um deles será eliminado em 17.o lugar no Vans Duct Tape Invitational, pois apenas os dois melhores seguirão para as oitavas de final.

Phil Rajzman em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

O peruano Lucas Garrido Lecca competiu na bateria que abriu a segunda fase e foi derrotado pelo havaiano Kai Sallas e o norte-americano Kaimana Takayama. O paulista Jefson Silva, quinto colocado na abertura do WSL Longboard Tour na Austrália, perdeu no confronto seguinte, vencido pelo inglês Ben Skinner com o californiano Tosh Tudor passando em segundo lugar. E o bicampeão mundial Phil Rajzman foi superado na quarta bateria, pelo havaiano Kaniela Stewart e o americano Cole Robbins.

As quartas de final masculinas e femininas do Vans US Open of Surfing, só serão realizadas no sábado, pois a sexta-feira ficará reservada para a continuação do Mundial de Longboard em Huntington Beach. Dois surfistas da América do Sul seguem na briga do título da quarta etapa do WSL Challenger Series. O peruano Lucca Mesinas está na segunda bateria das quartas de final com o norte-americano Eithan Osborne e o brasileiro João Chianca disputará a última vaga para as semifinais com o australiano Ryan Callinan.

QUARTA-FEIRA: Na quarta-feira o brasileiro João Chianca e o peruano Lucca Mesinas foram os únicos sul-americanos que passaram para as quartas de final do Vans US Open of Surfing na quarta-feira de ondas desafiadoras na Califórnia, Estados Unidos.

Joao Chianca em ação. Foto: Kenny Morris – World Surf League

As ondas baixaram um pouco, mas o mar continuou desafiador, com forte correnteza e boas ondas de 3-4 pés para definir as quartas de final da etapa norte-americana do WSL Challenger Series. O primeiro sul-americano a competir nas oitavas de final foi Lucca Mesinas. O peruano começou bem, numa esquerda que abriu o paredão para combinar duas manobras potentes de backside. Os juízes deram nota 8,0 e na onda seguinte conseguiu 5,97, que garantiu a vitória sobre o norte-americano Cole Houshmand, por 13,97 a 11,16 pontos.

Lucca Mesinas em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

“O importante era classificar, então estou feliz pela vitória e quero manter o foco para continuar avançando”, disse Lucca Mesinas. “As condições do mar continuam difíceis hoje, mas se achar uma onda que abra um pouco, para soltar uma manobra grande, você consegue uma nota boa. Foi isso o que aconteceu. Mas, às vezes, você consegue uma nota alta também com apenas uma manobra. Então, é preciso ficar atento, para entender as notas dos juízes”.

O peruano chegou na Califórnia em 44.o no ranking e já subiu para o 19.o lugar, com a passagem para as quartas de final. Seu próximo adversário é Eithan Osborne, que eliminou o brasileiro Willian Cardoso com a maior nota do ano no WSL Challenger Series 2022. O norte-americano acertou um aéreo incrível de backside, voando muito alto, fazendo a rotação completa e aterrissando com perfeição, para ganhar 9,67 dos juízes. O recorde era 9,57 do havaiano Ezekiel Lau, recebido na primeira etapa na Gold Coast, Austrália.

Eithan Osborne em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

Assim como Willian Cardoso, o também catarinense Alejo Muniz terminou em nono lugar no Vans US Open of Surfing, marcando 3.320 pontos. Alejo já tinha assumido a quarta posição no ranking com a classificação para as oitavas de final, eliminando um concorrente direto por vaga no G-10, o americano Nolan Rapoza. Depois desse confronto que abriu a quarta-feira, Alejo não conseguiu achar boas ondas contra o jovem Joel Vaughan. O australiano pegou as melhores para vencer, por 14,43 a 8,20 pontos, a sexta vaga para as quartas de final.

DOBRADINHA BRASILEIRA: No duelo seguinte, João Chianca salvou a pátria brasileira, ao derrotar Ramzi Boukhiam por uma pequena vantagem de 12,20 a 11,93 pontos. No terceiro confronto do dia, Chumbinho venceu uma dobradinha brasileira com Edgard Groggia, na onda que surfou no minuto final da bateria. Agora, o marroquino foi quem quase conseguiu a virada na última onda, mas felizmente para o brasileiro, a nota saiu 5,43 e ele precisava de 5,70.

“Eu saí da água e vim correndo pro palanque, para ver as notas. Eu passei o ano inteiro competindo em baterias bem acirradas no CT, que acabava perdendo por pouco no final”, disse João Chianca. “Foi uma bateria bem especial, sou bem amigo do Ramzi (Boukhiam) e fico feliz por conseguir surfar o meu melhor. Eu não comecei bem a bateria e tive que remar muito contra a correnteza no píer, sempre correndo atrás sem parar. Já passei por muitos altos e baixos esse ano, foi muito aprendizado, às vezes bem doloroso, mas sinto que esse segundo semestre vai ser importante e estou focado em fazer o meu melhor”.

O marroquino Ramzi Boukhiam já havia entrado na zona de classificação para o CT 2023, quando conseguiu a última vaga para as oitavas de final na quarta bateria do dia. Já Chumbinho, segue correndo atrás e ainda precisa chegar na final do Vans US Open para entrar no G-10, mas já subiu da 62.a para a 25.a posição no ranking. O australiano Ryan Callinan, que ele vai enfrentar nas quartas de final, já está garantido na elite de 2023 e impediu que outro brasileiro continuasse lutando por vaga no G-10, Edgard Groggia.

Ryan Callinan em ação. Foto: Kenny Morris – World Surf League

VAGAS NO G-10: Essa batalha aconteceu em várias baterias durante a quarta-feira. O primeiro a entrar no grupo dos dez indicados pelo ranking do WSL Challenger Series, foi o marroquino Ramzi Boukhiam, no último confronto da terceira fase. Ele tirou o francês Maxime Huscenot da lista. Na disputa seguinte, que abriu as oitavas de final, o australiano Liam O´Brien derrotou o havaiano Imaikalani Devault e tirou outro francês do G-10, Gatien Delahaye.

Ramzi Boukhiam em ação. Foto: Kenny Morris – World Surf League

Só que no duelo seguinte, o havaiano Ezekiel Lau deu o troco eliminando o australiano Chris Zaffis e pegando a vaga de Liam O´Brien. Os dois agora terão um confronto direto na abertura das quartas de final. Se Liam O´Brien vencer, tira um compatriota da lista, Sheldon Simkus. O próximo ameaçado é Mateus Herdy, que retornou para a penúltima posição no G-10 e pode ser ultrapassado por todos os classificados para as quartas de final que estão abaixo dele.

OITAVAS FEMININAS: Depois das oitavas de final masculinas, foi iniciada as da categoria feminina, com as quatro primeiras baterias fechando a quarta-feira em Huntington Beach. Amuro Tsuzuki ganhou o duelo japonês com Minami Nonaka e vai disputar a primeira quarta de final do Vans US Open of Surfing com Macy Callaghan, que venceu o confronto australiano com Philippa Anderson. Na sequência, a vice-líder do ranking, Molly Picklum, derrotou a convidada Bella Kenworthy.

Molly Picklum em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

A americana top do CT, Caroline Marks, confirmou o favoritismo contra Leilani McGonagle. A australiana e a californiana formaram o segundo duelo das quartas de final.

Caroline Marks em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

TRANSMISSÃO AO VIVO: Esta segunda etapa do World Surf League (WSL) Longboard Tour prossegue na sexta-feira a partir das 7h30 na Califórnia, 11h30 no Brasil, ao vivo pelo, WorldSurfLeague.com e Aplicativo YouTube da WSL

RESULTADOS DA QUINTA-FEIRA EM HUNTINGTON BEACH:

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 2.750 e 3.320 pontos:

——–baterias que abriram a quinta-feira:

5.a: Bronte Macaulay (AUS) 11,07 x 8,96 Sage Erickson (EUA)
6.a: Bettylou Sakura Johnson (HAV) 13,50 x 11,47 Sawyer Lindblad (EUA)
7.a: Sophie McCulloch (AUS) 12,07 x 11,67 Vahine Fierro (FRA)
8.a: Caitlin Simmers (EUA) 11,94 x 8,40 Nadia Erostarbe (ESP)

VANS DUCT TAPE INVITATIONAL – WSL LONGBOARD TOUR:

PRIMEIRA FASE – 1.a e 2.a=Segunda Fase / 3.a=19.o lugar e 4.a=20.o lugar:

1-Karina Rozunko (EUA), 2-Hiroka Yoshikawa (JPN), 3-Victoria Vergara (FRA), 4-Jasmim Avelino (BRA)

SEGUNDA FASE – 1.a e 2.a=Oitavas de Final / 3.a=Terceira Fase:

1.a: 1-Alice Lemoigne (FRA)=12.84, 2-Maria Fernanda Reyes (PER)=11.07, 3-Sophia Culhane (HAV)=8.00
2.a: 1-Chloé Calmon (BRA)=11.27, 2-Lindsay Steinriede (EUA)=9.50, 3-Karina Rozunko (EUA)=5.83
3.a: 1-Honolua Blomfield (HAV)=10.67, 2-Hiroka Yoshikawa (JPN)=10.27, 3-Sally Cohen (HAV)=7.23
4.a: 1-Soleil Errico (EUA)=9.50, 2-Kaitlin Mikkelsen (EUA)=9.47, 3-Tully White (AUS)=7.36
5.a: 1-Natsumi Taoka (JPN)=10.60, 2-Mason Schremmer (EUA)=9.26, 3-Zoe Grospiron (FRA)=5.57
6.a: 1-Rachael Tilly (EUA)=14.83, 2-Kelis Kaleopaa (HAV)=8.33, 3-Avalon Gall (EUA)=6.93

PRIMEIRA FASE – 1.o e 2.o=Segunda Fase / 3.o=19.o lugar e 4.o=20.o lugar:

1-Tosh Tudor (EUA), 2-João Dantas (PRT), 3-Keoki Saguibo (HAV), 4-Jules Lepecheux (FRA)

SEGUNDA FASE – 1.o e 2.o=Oitavas de Final / 3.o=Terceira Fase:

1.a: 1-Kai Sallas (HAV)=11.00, 2-Kaimana Takayama (EUA)=10.87, 3-Lucas Garrido Lecca (PER)=8.13
2.a: 1-Ben Skinner (ING)=13.33, 2-Tosh Tudor (EUA)=10.70, 3-Jefson Silva (BRA)=9.73
3.a: 1-Harrison Roach (AUS)=15.66, 2-Declan Wyton (AUS)=10.57, 3-João Dantas (PRT)=8.50
4.a: 1-Kaniela Stewart (HAV)=14.44, 2-Cole Robbins (EUA)=11.23, 3-Phil Rajzman (BRA)=8.84
5.a: 1-Justin Quintal (EUA)=15.67, 2-Steven Sawyer (AFR)=13.60, Tony Silvagni (EUA)=11.20
6.a: 1-Taylor Jensen (EUA)=12.60, 2-Kevin Skvarna (EUA)=12.24, 3-Taka Inoue (JPN)=12.17

RESULTADOS DA QUARTA-FEIRA EM HUNTINGTON BEACH:

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 2.750 e 3.320 pontos:

Baterias que fecharam a quarta-feira:

1.a: Amuro Tsuzuki (JPN) 11,47 x 9,17 Minami Nonaka (JPN)
2.a: Macy Callaghan (AUS) 10,54 x 9,50 Philippa Anderson (AUS)
3.a: Molly Picklum (AUS) 15,00 x 12,77 Bella Kenworthy (EUA)
4.a: Caroline Marks (EUA) 14,40 x 12,00 Leilani McGonagle (CRI)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 2.750 e 3.320 pontos:

1.a: Liam O´Brien (AUS) 13,26 x 13,20 Imaikalani Devault (HAV)
2.a: Ezekiel Lau (HAV) 11,00 x 10,67 Chris Zaffis (AUS)
3.a: Lucca Mesinas (PER) 13,97 x 11,16 Cole Houshmand (EUA)
4.a: Eithan Osborne (EUA) 15,00 x 9,20 Willian Cardoso (BRA)
5.a: Evan Geiselman (EUA) 12,84 x 7,40 Ian Gentil (HAV)
6.a: Joel Vaughan (AUS) 14,43 x 8,20 Alejo Muniz (BRA)
7.a: João Chianca (BRA) 12,20 x 11,93 Ramzi Boukhiam (MAR)
8.a: Ryan Callinan (AUS) 14,66 x 12,87 Edgard Groggia (BRA)

TERCEIRA FASE – 1.o e 2.o=Oitavas de Final / 3.o=17.o lugar (US$ 2.000 e 1.900 pts):

Baterias que abriram a quarta-feira:

5.a: 1-Ian Gentil (HAV)=12.23, 2-Alejo Muniz (BRA)=11.83, 3-Nolan Rapoza (EUA)=4.73
6.a: 1-Joel Vaughan (AUS)=12.84, 2-Evan Geiselman (EUA)=10.47, 3-Jadson André (BRA)=9.06
7.a: 1-João Chianca (BRA)=12.37, 2-Edgard Groggia (BRA)=11.50, 3-Taichi Wakita (JPN)=9.34
8.a: 1-Ryan Callinan (AUS)=14.27, 2-Ramzi Boukhiam (MAR)=13.87, 3-Jacob Willcox (AUS)=7.57

Baterias que fecharam a terça-feira:

1.a: 1-Imaikalani Devault (HAV)=15.74, 2-Ezekiel Lau (HAV)=11.90, 3-Mateus Herdy (BRA)=11.67
2.a: 1-Chris Zaffis (AUS)=11.84, 2-Liam O´Brien (AUS)=10.00, 3-Jessé Mendes (ITA)=6.90
3.a: 1-Lucca Mesinas (PER)=11.60, 2-Eithan Osborne (EUA)=10.50, 3-Tristan Guilbaud (FRA)=10.33
4.a: 1-Willian Cardoso (BRA)=12.90, 2-Cole Houshmand (EUA)=11.20, 3-Shane Sykes (AFR)=9.40

PROGRAMADAS PARA SEXTA-FEIRA:

VANS DUCT TAPE INVITATIONAL – WSL LONGBOARD TOUR:

baterias que vão abrir a sexta-feira na Califórnia:

SEGUNDA FASE – 1.o e 2.o=Oitavas de Final / 3.o=17.o lugar com 800 pts:

1.a: Tony Silvagni (EUA), Taka Inoue (JPN), João Dantas (PRT)
2.a: Lucas Garrido Lecca (PER), Jefson Silva (BRA), Phil Rajzman (BRA)

SEGUNDA FASE – 1.a e 2.a=Oitavas de Final / 3.a=17.o lugar com 800 pts:

1.a: Avalon Gall (EUA), Sophia Culhane (HAV), Karina Rozunko (EUA)
2.a: Zoe Grospiron (FRA), Tully White (AUS), Sally Cohen (HAV)

BATERIAS DO VANS US OPEN OF SURFING NO SÁBADO:

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 3.500 e 4.745 pontos:

1.a: Ezekiel Lau (HAV) x Liam O´Brien (AUS)
2.a: Lucca Mesinas (PER) x Eithan Osborne (EUA)
3.a: Evan Geiselman (EUA) x Joel Vaughan (AUS)
4.a: Ryan Callinan (AUS) x João Chianca (BRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 3.500 e 4.745 pontos:

1.a: Macy Callaghan (AUS) x Amuro Tsuzuki (JPN)
2.a: Caroline Marks (EUA) x Molly Picklum (AUS)
3.a: Bettylou Sakura Johnson (HAV) x Bronte Macaulay (AUS)
4.a: Caitlin Simmers (EUA) x Sophie McCulloch (AUS)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o www.worldsurfleague.com A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

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Reportagem: João Carvalho – World Surf League (WSL)

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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