Surf confirmado nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024 – Assistam aos Vídeos.

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O Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou a permanência do surf no programa dos Jogos Olímpicos em 2024. Os organizadores esperam atrair um público mais jovem para o grande evento esportivo.

Teahupoo em ação. Foto: Divulgação – WSL

As ondas de Teahupoo, no Tahiti, que fica a quase 15 mil quilômetros distante da capital francesa e é conhecida como uma das ondas mais perigosas do mundo foram também mantidas como o local das disputas. O pedido de inclusão havia sido realizado em 2019 pelo próprio Comitê Organizador dos Jogos de Paris.

Teahupoo em ação. Foto: Kelly Cestari – WSL

Com mais um ciclo olímpico assegurado, a Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) reafirma o compromisso de fortalecer a preparação dos surfistas brasileiros. A estreia do surf nas Olimpíadas está marcada para os Jogos de Tóquio adiados para o período de 23 de julho a 8 de agosto de 2021 por conta da pandemia (Covid-19).

O Tahiti, localizada na Polinésia Francesa, é considerado uma região da França, os habitantes são cidadãos franceses, bem como a língua francesa é a oficial. Uma das ondas mais pesadas do mundo foi oficialmente confirmada como sede olímpica. Teahupoo, no Tahiti, será o cenário ideal para os melhores surfistas do mundo buscarem o ouro nos Jogos de Paris 2024.

Teahupoo foi incluída na lista das ’10 Ondas Mortais’ da “Transworld Surf”, revista especializada na modalidade, e é comumente referida como a “onda mais pesada do mundo”. O nome Teahupoo é traduzido livremente como “cortar a cabeça” ou “lugar de crânios” e faz parte do Circuito Mundial da WSL. Gabriel Medina já faturou a etapa tahitiana duas vezes (2014 e 2018)

Gabriel Medina em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

“Estamos muito satisfeitos que o COI tenha aprovado oficialmente a inclusão do surfe nas Olimpíadas de Paris 2024 e gostaríamos de reconhecer o trabalho árduo da ISA (International Surfing Association) por seu compromisso e trabalho para o esporte global do surfe”, disse o CEO da WSL, Erik Logan .

“É uma oportunidade incrível para o nosso esporte e principalmente para os nossos atletas, que são realmente os melhores surfistas do mundo. Tóquio e Paris serão uma plataforma incrível para eles mostrarem o esporte e aumentarem seus perfis no cenário mundial”, finalizou Logan.

A GRANDE POLÊMICA – O COI tinha algumas preocupações com a competição de surfe serem realizadas tão longe de Paris a cidade-sede. Quatro outras cidades francesas estavam na disputa, incluindo Hossegor e Biarritz, mas a atração na Polinésia Francesa provou-se irresistível tamanho o apelo do lugar. Os surfistas vão competir durante a primeira semana dos Jogos de Paris-2024, depois terão a oportunidade de curtir a segunda semana na Vila Olímpica, além de caminharem na Cerimônia de Encerramento.

MUDANÇAS NO COI – Com as mudanças que o COI vem implementando nos últimos anos, cada sede dos Jogos Olímpicos pode acrescentar até cinco modalidades em seu programa, a partir da Olimpíada de Tóquio. A organização de Paris-2024 optou por apenas quatro modalidades, deixando de fora caratê, beisebol/softball e parkour.

Como caratê e beisebol/softball estarão em Tóquio, no próximo ano, a Olimpíada de Paris terá uma redução de eventos e atletas em disputa. Serão 329 eventos, dez a menos que os Jogos de Tóquio, e 10.500 competidores, contra pouco mais de 11 mil que estarão na capital japonesa.

“Com esta programa, estamos tornando os Jogos de Paris-2024 mais adequados ao mundo pós-coronavírus. Além disso, estamos reduzindo os custos e a complexidade para sediar uma Olimpíada. Temos também um forte foco na juventude”, disse o presidente do COI, Thomas Bach.

Thomas Bach, presidente do COI. Foto: Divulgação – COI

Com o número de 10.500 atletas em Paris-2024, o COI alcançará marca idêntica de esportistas masculinos e femininos. Pela primeira vez na história das Olimpíadas, a divisão por gênero ficará em 50% contra 50%.

ASSISTAM AOS VÍDEOS NOS PLAYERS ABAIXO:

Owen Wright’s vs. Gabriel Medina – FINAL Hurley Tahiti Pro 2019:

Owen Wright vs. Gabriel Medina – FINAL – Billabong Tahiti Pro 2018:

Gabriel Medina vs. Julian Wilson – FINAL – Billabong Pro Tahiti 2017:

Kelly Slater vs. John John Florence – FINAL – Billabong Pro Tahiti 2016:

Reportagem: Edson “Adrena” Andrade (Fonte: COI e WSL)

Edição: Edson “Adrena” Andrade

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