Rip Curl WSL Finals 2021 – As previsões indicam ótimas condições nos próximos dias.

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Aumentam as expectativas para as decisões dos títulos mundiais de 2021 no Rip Curl WSL Finals. A próxima chamada as 7h30 de segunda-feira nos EUA, 11h30 no Brasil. As previsões indicam ótimas condições nos próximos dias.

Lower Trestles, San Clemente, Califórnia. Foto: Thiago Diz – WSL

As previsões vão se confirmando e a expectativa é de que a decisão dos títulos mundiais de 2021 no Rip Curl WSL Finals aconteça nos próximos dias em San Clemente, na Califórnia, Estados Unidos. O swell com direção de sul-sudoeste,(Que são as melhores condições em Lower Trestles), já encostou neste domingo e o “Yellow Alert” está acionado para a batalha entre os top-5 e as top-5 do ranking que serão travadas provavelmente nesta segunda, terça ou quarta-feira, com ótimas ondas de 02 metros. Neste fim de semana, as ondas continuaram pequenas como nos primeiros dias da janela do evento, que vai até 17 de setembro em San Clemente, na Califórnia, Estados Unidos.

Line Up em Trestles. Foto: Sean Rowland – WSL

“A chamada está OFF hoje (domingo), não teremos competição, mas acionamos o Yellow Alert para o Rip Curl WSL Finals acontecer possivelmente amanhã (segunda-feira)”, disse a vice-presidente de circuitos e competições da World Surf League, Jessi Miley-Dyer. “Estava ansiosa em dar essa notícia e estou muito feliz. O Yellow Alert é o aviso, com 24 horas de antecedência, para todos ficarem preparados para um possível início do evento. Então, basicamente, estamos anunciando que é grande a probabilidade de a competição rolar amanhã”.

“É muito legal estar de volta a Trestles após 4 anos e as ondas aqui são incríveis”, “É uma onda de alta performance e todos os atletas também estão felizes em estarem aqui nessa decisão dos títulos mundiais”. A previsão está fantástica, teremos ótimas condições e tudo indica que faremos o evento na segunda ou na terça-feira”.

Line Up em Trestles. Foto: Sean Rowland – WSL

Na disputa pelo título masculino, os brasileiros são favoritos para conquistar o pentacampeonato nos Estados Unidos, com um igualmente inédito tricampeonato consecutivo. Os dois últimos foram vencidos por Italo Ferreira em 2019 e Gabriel Medina, que ganhou em 2018 e foi o primeiro brasileiro a ser campeão mundial em 2014. O outro título foi o do Adriano de Souza em 2015. Já Filipe Toledo e Tatiana Weston-Webb, tentam entrar nessa Galeria de Campeões Mundiais da World Surf League esse ano.

Os brasileiros fizeram uma grande temporada esse ano, chegando nas finais de todas as sete etapas do WSL Championship Tour 2021 e ganhando cinco delas, incluindo as quatro da Austrália. O domínio se refletiu no ranking, com Medina ficando em primeiro lugar, Italo em segundo e Filipe em terceiro. Eles igualaram um feito que não acontecia desde 2009, com três surfistas de um mesmo país ocupando o topo do ranking final, com os australianos Mick Fanning, Joel Parkinson e Bede Durbidge.

Os brasileiros são favoritos para conseguir o pentacampeonato mundial na estreia deste novo formato para definir os campeões da temporada, que está sendo inaugurado pela World Surf League no Rip Curl WSL Finals. Gabriel Medina, Italo Ferreira e Filipe Toledo encabeçam o ranking e os três tentam feitos inéditos para as suas carreiras. O do Medina é entrar no seleto grupo de apenas cinco surfistas que conquistaram três títulos mundiais, Kelly Slater com seus 11 troféus de número 1 do mundo, Mark Richards, Tom Curren, Andy Irons (in memoriam) e Mick Fanning.

Gabriel Medina em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Gabriel Medina entrou no CT em 2011, já anunciado como um novo fenômeno no esporte e tem comprovado isso ao longo dos anos. Em 2013 conquistou seu primeiro título mundial, na categoria Pro Junior. No ano seguinte, já se tornou o primeiro brasileiro a ser campeão do Championship Tour. Ele está em sua décima temporada na elite e desde seu primeiro título em 2014, termina entre os top-3 do ranking, sendo campeão de novo em 2018 e vice em 2017 e 2019.

No México, Medina completou 100 etapas do CT disputadas desde 2011, chegando em 29 finais e festejando vitórias em 16 delas. As duas últimas na “perna australiana” deste ano, em Sidney e Rottnest Island. Ele também já ganhou 16 notas 10 na carreira, em tubos sensacionais, em ondas só com manobras de borda e com seus incríveis aéreos. No total, foram 414 baterias disputadas, vencendo 67,1% ou 278 delas.

Seu maior adversário nestes 10 anos é Kelly Slater, com quem mais competiu e conseguiu mais vitórias, 14 das 20 baterias que se enfrentaram em 16 etapas. Gabriel agora está a apenas duas baterias de conseguir seu terceiro título mundial, para sacramentar o pentacampeonato do Brasil com um igualmente inédito tricampeonato consecutivo. Até agora foram dois bicampeonatos, com seu primeiro título seguido pelo do Adriano de Souza em 2015 e o segundo por Italo Ferreira em 2019.

O desafio de Italo Ferreira é ser o primeiro brasileiro bicampeão mundial consecutivo. O potiguar também pode conseguir mais um feito inédito na sua carreira de apenas 6 anos na elite do esporte. Ele começou a surfar em uma tampa de isopor em Baía Formosa e agora está no topo do mundo. após a conquista da primeira medalha de ouro da história do surfe nas Olimpíadas. Italo pode ser o primeiro campeão olímpico a ganhar o título mundial no mesmo ano, o que só será possível acontecer a cada 4 anos.

Italo Ferreira em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Seu primeiro título mundial foi conquistado com um marco igualmente histórico, com a decisão brasileira contra Gabriel Medina no Billabong Pipe Masters de 2019, registrando a maior audiência na transmissão ao vivo pela internet em todos os tempos da World Surf League. Este foi até um dos motivos para a WSL implantar este formato para definir os campeões mundiais em um único dia, que será inaugurado no Rip Curl WSL Finals.

Italo entrou na elite em 2015 e seu maior adversário nestes 6 anos é justamente Gabriel Medina. O potiguar é um dos apenas 9 surfistas, entre os 110 que o bicampeão mundial enfrentou, a ter vantagem em baterias contra ele no CT. Medina é o surfista que Italo mais disputou baterias, de quem mais venceu e para quem mais perdeu também, ganhando 10 dos 18 confrontos entre eles. Os dois já se encontraram em três finais, com Gabriel ganhando a primeira em Jeffreys Bay e Italo vencendo a que decidiu o título mundial de 2019 em Pipeline e a da etapa de Newcastle, agora em 2021 na Austrália.

Em 6 anos na divisão de elite do esporte, Italo Ferreira disputou 217 baterias contra 75 surfistas em 59 etapas, chegando nas finais em dez delas e festejando vitórias em sete. A primeira foi enigmática, badalando o sino do troféu do Rip Curl Pro Bells Beach de 2018, vencendo a final que marcou a despedida do tricampeão mundial Mick Fanning na casa dele. Italo tem três notas 10 em etapas do CT e a última foi nas ondas de Supertubos, quando conquistou o bicampeonato consecutivo no MEO Rip Curl Pro Portugal em 2019.

O desafio de Filipe Toledo é conseguir seu primeiro título. Dos três, Filipe é o que possui o melhor retrospecto nas ondas de Lower Trestles. Ele mora em San Clemente e conhece muito bem as diferentes condições do mar desta praia. Filipe ganhou as últimas etapas da World Surf League disputadas em Trestles. A do Championship Tour em 2017 terminou em uma dobradinha brasileira com Silvana Lima, depois de ficar nas semifinais em 2016 e 2015. E neste ano de 2015, tinha vencido a última etapa do WSL Qualifying Series lá realizada, com status QS 10000.

Filipe Toledo em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Filipe é filho do bicampeão brasileiro Ricardo Toledo, que conquistou os títulos nos anos que seus filhos nasceram, o Matheus em 1991 e o Filipe em 1995. Em suas veias corre sangue de campeão e Filipe é quase imbatível em finais. Ele ganhou 10 das 13 que disputou, com uma incrível invencibilidade nas sete primeiras, três em 2015, duas em 2017 e duas em 2018, quando foi bicampeão do Oi Rio Pro no Brasil e na etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul. Mas, neste ano de 2018, perdeu a invencibilidade para Gabriel Medina, na estreia do Surf Ranch no calendário do WSL Championship Tour.

Em 2019, perdeu a decisão do Rip Curl Pro Bells Beach para John John Florence na Austrália e voltou a ser derrotado por Medina no Surf Ranch, mas festejou o tricampeonato no Oi Rio Pro com uma campanha impressionante desde que a etapa mudou para Saquarema. Em três anos na “Capital Nacional do Surf”, só perdeu uma bateria na Praia de Itaúna, mas venceu todas as 13 disputadas nas ondas da Barrinha, onde conseguiu a última das 12 notas 10 da sua carreira no CT. Se em Saquarema, ele venceu 93% das baterias, em Lower Trestles o índice é igualmente impressionante, 73% ganhando 16 das 22 disputadas em 5 participações no CT de San Clemente.

Agora em 2021, Filipe voltou a mostrar seu apetite por vitórias em finais e ganhou as duas que disputou, em Margaret River numa dobradinha brasileira com Tatiana Weston-Webb na Austrália e, finalmente, derrotou Gabriel Medina no Surf Ranch, na terceira final entre eles nas melhores ondas artificiais do mundo. Esta vitória lhe garantiu o terceiro lugar no ranking, mas Medina continua sendo seu pior adversário desde que entrou no CT em 2013, só superando o bicampeão mundial em 3 dos 10 confrontos que se enfrentaram.

Ele terá que repetir o que fez no Surf Ranch para conseguir o tão desejado título mundial esse ano. Para chegar na decisão do Rip Curl WSL Finals, Filipe Toledo primeiro terá que passar pelo vencedor do duelo entre o quarto e quinto do ranking, o californiano Conner Coffin e o australiano Morgan Cibilic. Depois, pelo atual campeão mundial e primeiro medalhista de ouro da história do surfe nas Olimpíadas, Italo Ferreira. Por ser o líder do ranking, Gabriel Medina só entra na decisão do título, que será disputada em uma melhor de três baterias.

A expectativa é grande para esta inédita decisão dos títulos mundiais, que está sendo inaugurada no Rip Curl WSL Finals, com os top-5 e as top-5 do ranking do World Surf League Championship Tour se enfrentando em sistema de baterias mata-mata. Em 45 anos de história, esta é a primeira vez que os títulos mundiais serão decididos neste formato. Para os líderes, Gabriel Medina e Carissa Moore, foi preservada uma maior vantagem, com eles disputando uma melhor de três baterias, enquanto os demais só terão uma chance de avançar.

Carissa Moore em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

A batalha começa com quem ficou na quarta e quinta posições dos rankings. As mulheres abrem o Rip Curl WSL Finals, com Stephanie Gilmore enfrentando Johanne Defay e a disputa seguinte será entre Conner Coffin e Morgan Cibilic. Quem passar por estes primeiros confrontos, pegam os terceiros dos rankings, Sally Fitzgibbons e Filipe Toledo.

Sally Fitzgibbons em ação. Foto: Cait Meirs – WSL

Depois, os vencedores encaram os vice-líderes, Tatiana Weston-Webb e Italo Ferreira, nos duelos que definirão as decisões dos títulos contra Carissa Moore e Gabriel Medina. A havaiana busca seu quinto título, enquanto Medina vai tentar entrar em um seleto grupo de apenas cinco surfistas que foram campeões três vezes, desde o início do Circuito Mundial em 1976

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Keoki Saguibo – WSL

É grande a expectativa para Tatiana Weston-Webb conseguir um primeiro título do Brasil na categoria feminina. Com 25 anos de idade, ela é a mais jovem entre as cinco finalistas e foi a última a entrar no CT, em 2015, mesmo ano do campeão mundial Italo Ferreira.

Nascida em Porto Alegre, filha de uma ex-bodyboarder profissional e de um inglês, a gaúcha sempre morou no Havaí, onde aprendeu a surfar. Começou a competir como havaiana, mas decidiu passar a representar o Brasil quando o esporte entrou no ciclo olímpico. Em 2021, faz a melhor temporada da sua carreira, pela primeira vez terminando em segundo no ranking. A última brasileira a conseguir isso foi Silvana Lima, vice-campeã mundial em 2008 e 2009. Os melhores anos da Tatiana tinham sido 2016 e 2018, quando ficou em quarto lugar no ranking final da temporada

Agora em 2021, ela chegou na decisão do título em duas etapas da “perna australiana” do World Surf League Championship Tour. No Rip Curl Narrabeen Classic em Sidney, amargou sua sétima derrota em finais, para a vice-campeã mundial de 2019, Caroline Marks. Mas, já no evento seguinte, festejou sua segunda vitória no CT em alto estilo, derrotando a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore no Boost Mobile Margaret River Pro, com uma dobradinha brasileira no pódio com Filipe Toledo.

Tatiana já havia começado bem a temporada, fazendo a segunda maior somatória do ano entre as mulheres, 18,20 pontos de 20 possíveis, nas oitavas de final do Maui Pro em Honolua Bay. Depois, venceu a primeira bateria feminina da história do CT em Pipeline, onde se jogou nos tubos e começou 2021 em terceiro lugar. Tati repetiu esse resultado no Jeep Surf Ranch Pro e computou no ranking, 69,4% dos pontos disputados nas sete etapas.

No total, Tatiana disputou 221 baterias e venceu 107, contra 29 surfistas diferentes em 60 etapas, completadas no México. Tem uma nota 10 na carreira, recebida num tubaço surfado em Hossegor, na primeira fase do Roxy Pro France de 2015, quando entrou no grupo das 17 melhores do mundo. As surfistas que ela mais venceu foram a norte-americana Sage Erickson e a havaiana Alessa Quizon, em 12 das 15 baterias que disputaram. Já a que mais enfrentou no CT foi Sally Fitzgibbons, com quem brigou pela vice-liderança do ranking esse ano e tem 12 vitórias, contra 13 da australiana.

Para conseguir o primeiro título mundial feminino do Brasil no Rip Curl WSL Finals, Tatiana Weston-Webb terá que se superar, pois suas quatro concorrentes têm vantagem sobre ela em confrontos diretos no CT. A líder do ranking, Carissa Moore, ganhou 11 das 16 baterias que disputaram. Contra Sally Fitzgibbons, o placar está 13 a 12. A vitória sobre Stephanie Gilmore na final em Margaret River, foi a oitava da brasileira, contra dez da heptacampeã mundial. Já a disputa com Johanne Defay está mais acirrada, 9 a 8 para a francesa.

TRANSMISSÃO AO VIVO: A janela de realização do Rip Curl WSL Finals começa nesta quinta-feira e vai até o dia 17 de setembro. A decisão dos títulos mundiais de 2021 acontecerá em um único dia, no que tiver as melhores ondas em Lower Trestles no período do evento, que será transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo YouTube e aplicativo da World Surf League e pelos canais da ESPN Brasil.

COVID-19: A saúde e segurança dos atletas, do staff da WSL e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League, que tem trabalhado em estreita colaboração com as autoridades locais, para implementar um robusto protocolo, com testes constantes de todos, mantendo distanciamento físico e com limitação de pessoas no local do evento.

PARCEIROS DO RIP CURL WSL FINALS FAZEM ATIVAÇÕES EM TRESTLES:

A Rip Curl é a principal apoiadora deste novo formato implantado pela WSL, para coroar os campeões mundiais em um evento especial a ser disputado em único dia. Em parceria com a Tilly´s, a Rip Curl promoveu um sorteio para alguns sortudos viajarem para assistir a decisão dos títulos mundiais em Trestles, com todas as despesas pagas. A Rip Curl também realizará uma série de ativações para a comunidade de San Clemente durante a janela do evento, incluindo alguns trabalhos com a Surfrider e WSL PURE na limpeza da praia, o Lineup Live, podendo participar da pintura de um mural ao vivo com a Equipe Rip Curl, além de sessões de surfe com jovens surfistas locais e até com Bethany Hamilton.

Também farão ativações em Lower Trestles, alguns parceiros de longa data da WSL, como a Jeep e a Red Bull. A Jeep apresentará o novo Jeep Wrangler 4xe, com os fãs podendo ver de perto os carros e até aprender sobre a potência da eletrificação. Já a Red Bull construirá o Red Bull Athlete Zone na praia, com um belo vestiário isolado e área de aquecimento e preparação dos competidores, além de um espaço para receber amigos e familiares dos atletas para relaxar e assistir o evento. A Red Bull também presenteou cada finalista com bicicletas elétricas Super73 customizadas, para eles usarem nos intervalos da competição.

Ainda para celebrar o primeiro Rip Curl WSL Finals da história, a Oakley disponibilizará óculos especiais para seus embaixadores e quem estiver fazendo a segurança na água, a Michelob ULTRA Pure Gold estará disponível em todo o espaço VIP do evento, a Waterloo manterá os fãs hidratados oferecendo água com gás premium e a DraftKings, casa de apostas que estreia como patrocinador da WSL, vai oferecer um bolão especial que aumentará os prêmios de 1.000 para 10.000 dólares.

A IKEA é outro patrocinador que fará uma ativação especial em San Clemente, apresentando produtos da sua nova linha de produtos Kaseberga, que foi projetada para surfistas em colaboração com a World Surf League. Os produtos Kaseberga estarão disponíveis para venda ao público em geral a partir de abril de 2022 nas lojas IKEA.

O Rip Curl WSL Finals está fechando a temporada 2021 do World Surf League Championship Tour com o patrocínio da Rip Curl, Jeep, Red Bull, Super 73, Shiseido, Oakley, DraftKings, Michelob ULTRA, IKEA, Expedia, Sambazon, Flying Embers e Waterloo.

Troféus. Foto: Pat Nolan – WSL

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: João Carvalho – WSL Latin América

Edição: Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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