Rip Curl Rottnest Search – Semis com 02 brazucas, ficaram para a terça-feira na Austrália, segunda-feira no Brasil

Publicado por AdrenaNews 0

As previsões se confirmaram. A próxima chamada para as semifinais com 02 brasucas pelo Rip Curl Rottnest Search apresentado pela Corona, já foi marcada para as 7h15 da terça-feira na Austrália, 20h15 da segunda-feira no Brasil.

Gabriel Medina em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Odomingo amanheceu com mar “stormy” e ventos muito fortes em Strickland Bay. As condições adversas devem continuar na segunda-feira. O prazo desta quinta etapa do World Surf League Championship 2021, ainda vai até quarta-feira na paradisíaca ilha Rottnest, na região da Austrália Ocidental.

Uma decisão Brasil x Austrália vai definir o campeão desta etapa que fecha a “perna australiana”. A primeira vaga na final será disputada por Morgan Cibilic e Liam O´Brien. Quem passar, enfrentará o vencedor do duelo de campeões mundiais, entre Gabriel Medina e Ítalo Ferreira, que lideram o ranking da temporada 2021 da World Surf League. A primeira semifinal feminina também será australiana, entre Tyler Wright e Sally Fitzgibbons. Na outra, estão a havaiana Carissa Moore e a francesa Johanne Defay.

Ítalo Ferreira em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Os dois últimos campeões mundiais já disputaram 17 baterias em etapas do CT e o placar está 10 a 7 para Ítalo Ferreira. Os cinco últimos confrontos aconteceram em fases decisivas. Esta série começou com o potiguar derrotando Gabriel Medina nas semifinais da etapa de Portugal em 2018. No ano seguinte, eles se encontraram em duas finais. O bicampeão mundial de 2014 e 2018 ganhou a da África do Sul em Jeffreys Bay, mas Italo venceu a do Billabong Pipe Masters, que decidiu o título mundial de 2019 no Havaí.

A temporada 2021 foi iniciada nos mesmos tubos de Pipeline, com Medina carimbando a faixa do campeão nas semifinais. Mas, Ítalo voltou a derrota-lo em outra final que valia a liderança do ranking, no Rip Curl Newcastle Cup que abriu a perna australiana. Só deu Brasil também nas outras duas etapas, com Medina tirando a lycra amarela de número 1 do ranking do Italo com a vitória sobre Conner Coffin no Rip Curl Narrabeen Classic, em sua quarta final seguida em etapas do CT, igualando um recorde de Kelly Slater em 2010.

No Boost Mobile Margaret River Pro em Western Australia, deu dobradinha brasileira no alto do pódio, com Filipe Toledo e Tatiana Weston-Webb ganhando a etapa encerrada na segunda-feira da semana passada. Com este resultado, pela primeira vez na história de todas as modalidades esportivas individuais, o Brasil ocupou as três primeiras posições no ranking mundial, com Gabriel Medina, Italo Ferreira e Filipe Toledo.

Já a gaúcha Tatiana Weston-Webb, que bateu a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore na final em Margaret River, assumiu a vice-liderança no ranking. Mas, ela e Filipe acabaram perdendo nas primeiras fases do Rip Curl Rottnest Search. Tatiana permanece em segundo lugar ainda, mas Filipe já perdeu o terceiro posto para o sul-africano Jordy Smith. As duas australianas que se enfrentam nas semifinais, podem tirar a vice-liderança da brasileira. Tyler Wright se passar para a final e Sally Fitzgibbons se ganhar o evento.

“O vento ainda está soprando de terral esta manhã, mas o mar está muito grande e mexido lá fora”, disse a vice-presidente sênior de circuitos da WSL, Jessi Miley-Dyer, que atua como diretora de prova. “Essas condições devem durar por cerca de 36 horas, então faremos nossa próxima chamada só na terça-feira de manhã, quando as condições mudam e parecem realmente promissoras. Faltam apenas seis baterias para fechar a perna australiana e certamente queremos terminar nas melhores ondas possíveis”.

Uma final Brasil x Austrália vai definir o campeão do Rip Curl Rottnest Search apresentado pela Corona, que está fechando a “perna australiana” do World Surf League Championship Tour 2021. Os brasileiros ganharam as outras três etapas e esta será a primeira decisão contra um australiano. Morgan Cibilic e Liam O´Brien vão disputar uma semifinal e a outra é um duelo de campeões mundiais, entre o líder e vice-líder do ranking, Gabriel Medina e Ítalo Ferreira, que barrou o recordista do dia, Yago Dora, na quarta de final brasileira que fechou o sábado de ondas excelentes de 6-8 pés em Strickland Bay, na paradisíaca ilha de Rottnest.

A seleção brasileira da WSL comandou o espetáculo desde o primeiro confronto do dia, com Miguel Pupo fazendo uma apresentação fantástica, surfando dois tubaços incríveis e usando a força nas manobras de borda, além de completar um belo aéreo. Com este repertório completo, despachou o taitiano Michel Bourez na quarta bateria das oitavas de final. Depois, surfou bem de novo, mas o australiano Liam O´Brien, algoz do ex-número 3 do ranking, Filipe Toledo, virou o placar nos minutos finais e não entrou mais ondas para Pupo tentar a vitória.

Miguel Pupo em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Mesmo assim, Miguel saltou do 25.o para o 15.o lugar na classificação geral das cinco etapas completadas na Austrália, entrando no grupo dos 20 que permanecem na elite para 2022. As quartas de final até começaram com ótimas ondas no duelo australiano entre Morgan Cibilic e Julian Wilson. O novato no CT 2021, Morgan, mostrou toda a verticalidade do seu backside para derrotar seu oponente bem mais experiente, por 15,70 a 14,16 pontos. A semifinal australiana foi confirmada com a vitória de Liam O´Brien sobre Miguel Pupo.

Nos outros dois confrontos das quartas de final, só deu Brasil. O bicampeão mundial Gabriel Medina ganhou as duas reedições de decisões de títulos que disputou no sábado. A primeira contra Owen Wright, com quem fez a final das duas últimas etapas nos temidos tubos de Teahupoo, no Tahiti. Medina venceu a de 2018 e o australiano deu o troco em 2019. Na ilha de Rottnest, Gabriel iniciou o ataque da “Força Aérea Brasileira” nas ondas de Strickland Bay, voando alto e fazendo a rotação completa no ar. A nota 8,33 recebida foi decisiva para confirmar a vitória por 14,50 a 11,00 pontos do australiano.

Nas quartas de final, o adversário foi o americano Conner Coffin, que o brasileiro derrotou com o maior placar do ano no CT, 18,77 pontos, com seus aéreos na decisão do Rip Curl Narrabeen Classic apresentado pela Corona em Sidney. Dessa vez, o californiano começou melhor com 6,83 e Medina só surfa sua primeira onda aos 15 minutos da bateria. Ele escolhe uma boa esquerda, acelera e voa num alley-oop caindo na base, já emendando um layback e mais um ataque incrível na junção, para ganhar 7,00 dos juízes. Conner responde com 6,77. Mas, Medina destrói outra esquerda com uma série de manobras progressivas e inovadoras que valem 6,80 e definem a vitória por uma pequena vantagem de 13,80 a 13,60 pontos.

“Eu sabia que não ia ter muitas ondas nessa bateria, porque o vento deu uma apertada e dificultou o surfe, então tentei ser mais seletivo na escolha das melhores”, disse Gabriel Medina. “Mas, foi uma boa bateria com o Conner (Coffin) e estou feliz por ter passado para as semifinais mais uma vez. Eu estava analisando o mar junto com o Andy (King, seu técnico) e deu muita onda na bateria anterior, então era um sinal que a minha ia ser meio lenta. Hoje tava assim, uma bateria com muitas ondas e outra com poucas. Mas, estou bem focado e o trabalho com o Andy está bem legal. Ele tem me dado bastante confiança para estar pronto para qualquer coisa. Também estou com a minha esposa na praia, então estou me sentindo superbem em tudo”.

DUELO DE CAMPEÕES – Agora, Gabriel Medina vai fazer outro duelo de campeões mundiais com Italo Ferreira. Os dois já se enfrentaram em 17 baterias no CT e o placar está em 10 a 7 para o potiguar. As cinco últimas foram em fases decisivas, começando nas semifinais em Portugal em 2018 que Italo venceu. Em 2019 foram duas finais, com Medina ganhando a da África do Sul e Italo vencendo a que decidiu o título mundial em Pipeline no Havaí. Na abertura da temporada 2021, novamente em Pipeline, Medina deu o troco nas semifinais, mas voltou a perder outra final no Rip Curl Newcastle Cup.

Nesta etapa que abriu a “perna australiana”, foi decidida a liderança do ranking, que Gabriel tirou do Italo na etapa seguinte, o Rip Curl Narrabeen Classic que ele venceu em Sidney. Desde então, Medina está competindo com a lycra amarela da World Surf League e já garantiu a primeira posição com a classificação para as semifinais do Rip Curl Rottnest Search. Os dois ficaram na mesma chave e vão se enfrentar, porque Ítalo perdeu sua bateria da primeira fase, mas já derrotou dois brasileiros no sábado em Strickland Bay.

CONFRONTOS BRASILEIROS – O primeiro foi o também campeão mundial e capitão da seleção brasileira, Adriano de Souza, que está encerrando sua carreira nesta sua 15.a temporada na divisão de elite do esporte. Os dois fizeram uma das melhores baterias do dia, mas os aéreos do potiguar garantiram a vitória por uma pequena diferença de 14,70 a 14,27 pontos. Eles já tinham estreado juntos em Rottnest Island e Mineirinho venceu a bateria mais fraca de ondas da primeira fase, com Italo se classificando em segundo lugar.

Adriano de Souza em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

“O Adriano sempre foi uma inspiração pra mim e fizemos uma ótima bateria”, disse Ítalo Ferreira. “Eu estava até nervoso no início. Tentei fazer uns aéreos grandes que não completei, mas depois acertei um bom e fiz umas manobras boas, então fico feliz porque a minha última bateria com ele foi no Taiti e ele ganhou de mim na última onda”.

Depois, Ítalo teve outro confronto muito difícil com Yago Dora, que fez uma apresentação impressionante nas oitavas de final, contra o australiano Connor O´Leary. Todos esperavam mais um show da Força Aérea Brasileira na ilha Rottnest, mas as ondas já não estavam formando as rampas perfeitas para voar como pela manhã. Então, o combate foi com as manobras de borda mais progressivas e inovadoras. O golpe fatal foi na onda que Ítalo surfou no último minuto, atacando os pontos críticos com batidas e rasgadas que valeram a maior nota da bateria, 7,17. Com ela, selou a vitória por 13,94 a 11,97 pontos.

Yago Dora em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

“É muito difícil surfar contra o Yago (Dora). Eu tentei mandar uns aéreos grandes e acabei caindo, mas usei minha estratégia para colocar uma pressão nele no final”, disse Ítalo Ferreira. “Quando o mar fica mais lento, tem que mudar o surfe, fazer umas batidas para ganhar umas notas boas. Mas, quando tem bastante ondas, aí você se solta e tenta uns aéreos maiores. Nós tivemos chances de fazer notas mais altas e, quando tem alguém desse calibre na água, me dá mais motivação. Todos os dias, somos os primeiros a entrar na água pra treinar e é bom ter esse tipo de atleta no circuito, para estender nossos limites”.

RECORDES DO DIA – Apesar da eliminação em quinto lugar, Yago Dora foi o grande destaque do sábado nas ótimas ondas de Strickland Bay. Ele tinha feito os recordes do dia na bateria com Connor O´Leary, que fechou as oitavas de final. Começou numa esquerda perfeita, fazendo dois longos arcos e atacando a junção com um aéreo rodando muito alto para receber nota 9,10.

Quando o australiano fez sua melhor onda, Yago pega a de trás e voa num aéreo enorme com rotação perfeita e aterrisagem com segurança na base. Os juízes dão 9,57 e o catarinense faz o segundo maior placar do CT 2021, com os 18,67 pontos só ficando abaixo dos 18,77 do Gabriel Medina na final do Rip Curl Narrabeen Classic. Yago quase se torna o recordista absoluto do Rip Curl Rottnest Search, com os 18,67 pontos e o 9,57 chegando bem perto do 9,63 do tubo do taitiano Michel Bourez no primeiro dia.

“Quando você é um grommets, você sonha com uma bateria dessas. Se divertir numa bateria, como se fosse um freesurf, é a melhor sensação”, disse Yago Dora, após a melhor apresentação da sua carreira no CT. “Eu fui na onda sem muitas expectativas e surgiu uma rampa inesperada que rendeu uma nota boa. Na outra onda, fiz o meu surfe de borda que tenho trabalhado muito. Antes só focava nos aéreos e agora me concentro também em manter a prancha na água, mas mando um aéreo sempre quando dá”.

DO INÍCIO AO FIM – O Brasil comandou o show de surfe nas melhores ondas do Rip Curl Rottnest Search, desde o início até o fim do dia. Começou com Miguel Pupo mostrando suas armas contra Michel Bourez. O taitiano ainda é o recordista de nota, com o 9,63 do primeiro dia, mas dessa vez quem surfou os tubos de Strickland Bay foi o brasileiro. Pupo já iniciou voando num giro completo no ar para receber 7,50 dos juízes. Depois, some num tubaço e sai limpo com nota 7,27 e ainda surfa outro tubo incrível, mas não fica tão profundo. Mesmo assim, a vitória é confirmada por 14,77 a 13,07 pontos.

“Fiz um aéreo e depois peguei um tubo, então acabou sendo um pouco de tudo (risos)”, disse Miguel Pupo, muito feliz pelo seu desempenho. “A onda do tubo eu sabia que ia ser uma das maiores da série e tentei ficar mais profundo possível. Foi uma bateria divertida pra mim, mas infelizmente foi contra meu bom amigo, Michel (Bourez). Adoro ele, mas tive quer fazer o meu melhor. Como está rolando boas esquerdas, eu sabia que ia ter boas oportunidades pra mim e estou feliz, mas sinto que ainda tem muita coisa para conquistar”.

SEMIFINAIS FEMININAS – Entre as oitavas de final e as quartas de final masculinas, foram definidas as semifinalistas da categoria feminina. As favoritas venceram suas baterias. Sally Fitzgibbons surfou um belo tubo para vencer fácil a havaiana Malia Manuel, por 15,10 a 9,47 pontos. Com a classificação, Sally entrou no grupo das top-5 do ranking, tirando a californiana Caroline Marks. Ela vai fazer um duelo australiano com Tyler Wright, valendo a primeira vaga na grande final do Rip Curl Rottnest Search.

Sally Fitzgibbons em ação. Foto: Cait Miers – WSL

A outra será disputada pela havaiana Carissa Moore e a francesa Johanne Defay. Carissa deu mais um show nas ondas de Strickland Bay. Ela igualou a nota 9,50 que ganhou na primeira fase e aumentou seu recorde de pontos de 16,16 para 16,53, contra a novata na elite deste ano, Isabella Nichols, que venceu pela terceira vez na perna australiana. Já Johanne Defay derrotou a surpresa dessa etapa, a japonesa Amuro Tsuzuki, por 13,60 a 9,80 pontos.

Carissa Moore em ação. Foto: Cait Miers – WSL

PRÓXIMA CHAMADA – O Rip Curl Rottnest Search apresentado pela Corona tem prazo até a quarta-feira e a próxima chamada para as semifinais será as 7h15 da terça-feira na Austrália, 20h15 da segunda-feira no Brasil. Esta quinta etapa do World Surf League Championship Tour 2021 fecha a perna australiana e está sendo transmitida ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo Youtube e aplicativo da WSL e pelos canais da ESPN Brasil.

SEMIFINAIS DO RIP CURL ROTTNEST SEARCH:

CATEGORIA MASCULINA – 3.o lugar com 6.085 pontos:

1.a: Morgan Cibilic (AUS) x Liam O´Brien (AUS)
2.a: Gabriel Medina (BRA) x Ítalo Ferreira (BRA)

CATEGORIA FEMININA – 3.o lugar com 6.085 pontos:

1.a: Tyler Wright (AUS) x Sally Fitzgibbons (AUS)
2.a: Carissa Moore (EUA) x Johanne Defay (FRA)

RESULTADOS DO SÁBADO EM STRICKLAND BAY:

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 4.745 pontos:

1.a: Morgan Cibilic (AUS) 15.70 x 14.16 Julian Wilson (AUS)
2.a: Liam O´Brien (AUS) 13.23 x 12.83 Miguel Pupo (BRA)
3.a: Gabriel Medina (BRA) 13.80 x 13.60 Conner Coffin (EUA)
4.a: Ítalo Ferreira (BRA) 13.94 x 11.97 Yago Dora (BRA)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com 3.320 pontos:

Baterias que abriram o sábado:

4.a: Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 13.07 Michel Bourez (FRA)
5.a: Gabriel Medina (BRA) 14.50 x 11.00 Owen Wright (AUS)
6.a: Conner Coffin (EUA) 15.23 x 13.50 Mikey Wright (AUS)
7.a: Ítalo Ferreira (BRA) 14.70 x 14.27 Adriano de Souza (BRA)
8.a: Yago Dora (BRA) 18.67 x 12.83 Connor O´Leary (AUS)

Resultados da sexta-feira:

1.a: Julian Wilson (AUS) 13.00 x 11.20 Jordy Smith (AFR)
2.a: Morgan Cibilic (AUS) 12.50 x 10.77 Leonardo Fioravanti (ITA)
3.a: Liam O´Brien (AUS) 10.83 x 8.10 Seth Moniz (EUA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 4.745 pontos:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 15.10 x 9.47 Malia Manuel (EUA)
2.a: Tyler Wright (AUS) 12.50 x 11.43 Nikki Van Dijk (AUS)
3.a: Carissa Moore (EUA) 16.53 x 14.43 Isabella Nichols (AUS)
4.a: Johanne Defay (FRA) 13.60 x 9.80 Amuro Tsuzuki (JPN)

SEMIFINAIS DO RIP CURL ROTTNEST SEARCH:

CATEGORIA MASCULINA – 3.o lugar com 6.085 pontos:

1.a: Morgan Cibilic (AUS) x Liam O´Brien (AUS)
2.a: Gabriel Medina (BRA) x Ítalo Ferreira (BRA)

CATEGORIA FEMININA – 3.o lugar com 6.085 pontos:

1.a: Tyler Wright (AUS) x Sally Fitzgibbons (AUS)
2.a: Carissa Moore (EUA) x Johanne Defay (FRA)

RESULTADOS DO SÁBADO EM STRICKLAND BAY:

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 4.745 pontos:

1.a: Morgan Cibilic (AUS) 15.70 x 14.16 Julian Wilson (AUS)
2.a: Liam O´Brien (AUS) 13.23 x 12.83 Miguel Pupo (BRA)
3.a: Gabriel Medina (BRA) 13.80 x 13.60 Conner Coffin (EUA)
4.a: Ítalo Ferreira (BRA) 13.94 x 11.97 Yago Dora (BRA)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com 3.320 pontos:

Baterias que abriram o sábado:

4.a: Miguel Pupo (BRA) 14.77 x 13.07 Michel Bourez (FRA)
5.a: Gabriel Medina (BRA) 14.50 x 11.00 Owen Wright (AUS)
6.a: Conner Coffin (EUA) 15.23 x 13.50 Mikey Wright (AUS)
7.a: Ítalo Ferreira (BRA) 14.70 x 14.27 Adriano de Souza (BRA)
8.a: Yago Dora (BRA) 18.67 x 12.83 Connor O´Leary (AUS)

Resultados da sexta-feira:

1.a: Julian Wilson (AUS) 13.00 x 11.20 Jordy Smith (AFR)
2.a: Morgan Cibilic (AUS) 12.50 x 10.77 Leonardo Fioravanti (ITA)
3.a: Liam O´Brien (AUS) 10.83 x 8.10 Seth Moniz (EUA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com 4.745 pontos:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 15.10 x 9.47 Malia Manuel (EUA)
2.a: Tyler Wright (AUS) 12.50 x 11.43 Nikki Van Dijk (AUS)
3.a: Carissa Moore (EUA) 16.53 x 14.43 Isabella Nichols (AUS)
4.a: Johanne Defay (FRA) 13.60 x 9.80 Amuro Tsuzuki (JPN)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

O Rip Curl Rottnest Search apresentado pela Corona é orgulhosamente apoiado por nossos parceiros: Rip Curl, Tourism Western Australia, Corona, Red Bull, Oakley, Hydro Flask, Boost Mobile, Harvey Norman, Bonsoy, Dometic Outdoor, Bond University, Oakberry, Rottnest Island Authority e Rottnest Express. 

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com

Reportagens: Edson “Adrena” Andrade e João Carvalho – WSL Latin America

Edição: Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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