Rip Curl Pro Playa Grande – Sábado decisivo pelo QS na Argentina – Assistam aos vídeos!

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Depois de 03 dias de baterias disputadas nas ondas de Mar del Plata, o Rip Curl Pro Playa Grande decide neste sábado, os títulos da 8ª edição da etapa do WSL Qualifying Series. Acessem aos links abaixo com os vídeos dos melhores momentos.

Alejo Muniz em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

ASSISTAM AOS VÍDEOS COM OS MELHORES MOMENTOS, CLICANDO NOS PLAYERS ABAIXO:

Melhores Momentos: Rip Curl Pro Playa Grande – Dia 03:

Melhores Momentos: Rip Curl Pro Playa Grande – Dia 02:

Melhores Momentos: Rip Curl Pro Playa Grande – Dia 01:

TRANSMISSÃO AO VIVO: O sábado decisivo, está programado para iniciar às 8h00, ao vivo de Mar de Plata pelo WorldSurfLeague.com

Na sexta-feira, foram definidas as semifinais das duas categorias, as vitórias valem a liderança nos primeiros rankings regionais da temporada 2022/2023 da WSL Latin America, classificatórios para o Challenger Series de 2023.

Karol Ribeiro em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

O último dia começa com dois duelos Peru x Brasil definindo as finalistas da quarta etapa feminina nos 7 anos de história do Rip Curl Pro Playa Grande. As duas peruanas classificadas para o Challenger Series 2022, que começa em maio na Austrália, enfrentarão duas brasileiras que nunca tinham chegado nas semifinais em etapas do WSL Qualifying Series. A primeira será entre Arena Rodriguez Vargas e Karol Ribeiro. E na outra, Daniella Rosas defende o título desta etapa contra Kiany Hyakutake, que barrou a grande favorita, Dominic Barona.

Kiany Hyakutake em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

Na categoria masculina, Santiago Muniz é a esperança de uma primeira vitória argentina em Mar del Plata e ele foi o melhor da sexta-feira nas ondas de Biologia na Playa Grande. O peruano Alonso Correa será o seu adversário na primeira semifinal. Na segunda, está Gabriel André com o irmão de Santiago e ex-top do CT, Alejo Muniz, que nasceu em Mar del Plata também, mas sempre representou o Brasil no Circuito Mundial. Os brasileiros ganharam todas as sete edições do Rip Curl Pro Playa Grande, realizadas desde 2013 até 2019.

Alonso Correa em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

Os irmãos Muniz fizeram as melhores apresentações nas boas esquerdas e direitas da sexta-feira em Mar del Plata. Na primeira rodada do dia, Alejo Muniz tirou a maior nota, 8,25, para ganhar a terceira bateria. Santiago Muniz tinha passado em segundo lugar no confronto vencido pelo seu adversário nas semifinais, Alonso Correa. Depois, fez o segundo maior placar do ano na Playa Grande, 15,80 pontos, somando notas 8,00 e 7,80 na vitória sobre o chileno Noel De La Torre. O recorde continua sendo os 15,90 dos aéreos de Cauã Costa no primeiro dia.

Santiago Muniz em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

“Graças a Deus, ainda tem umas ondas boas e eu pude aproveitá-las”, disse Santiago Muniz, que vai representar a Argentina no Challenger Series 2022. “Era uma bateria com um surfista que eu não conhecia bem, então estou contente por avançar mais uma. A verdade é que Biologia sempre tem boas ondinhas, esse ano desde o primeiro dia, então agradeço a Deus por estar me mandando boas ondas para surfar nas baterias”.

Santiago agora terá um confronto direto com Alonso Correa. Os dois passaram juntos na bateria que abriu a sexta-feira e foi vencida pelo peruano. Na segunda semifinal, seu irmão enfrenta Gabriel André, que conquistou a classificação por uma pequena vantagem de 13,70 a 13,50 pontos, num duelo decidido onda a onda até o último minuto com Heitor Mueller. Já Alejo Muniz, derrotou o vice-campeão da última edição do Rip Curl Pro Playa Grande em 2019, Lucas Vicente, nas duas últimas que surfou e valeram notas 6,25 e 7,10.

Gabriel André em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

“Estou me sentindo muito bem. Pela manhã eu fiz uma bateria muito boa, agora o meu irmão arrebentou tudo antes de mim, então estou muito feliz pelas boas vibrações que estão rolando aqui”, disse Alejo Muniz, que pode fazer uma final inédita com seu irmão na Argentina. “Estou tranquilo e aproveitando bastante Mar del Plata, onde eu nasci. Fazia muitos anos que eu não vinha pra cá, mas tenho um amor muito grande por esta cidade. Estou passeando, vendo os amigos do meu pai, comendo bastante e treinando bastante também”.

BRASIL X PERU: As semifinais masculinas estão previstas para começar às 9h00, depois das femininas, todas com 30 minutos de duração. Os duelos Brasil x Peru que vão abrir o sábado, já aconteceram nas três primeiras baterias das quartas de final, que fecharam a sexta-feira. Karol Ribeiro ganhou a primeira da experiente Melanie Giunta, vice-campeã na estreia da etapa feminina em Mar del Plata em 2017. A surfista de Cabo Frio (RJ), escolheu as esquerdas para vencer a peruana por 10,60 a 9,65 pontos.

“Estou muito feliz por avançar mais uma fase e agora vamos com tudo para as semifinais amanhã”, disse Karol Ribeiro. “O mar mudou bastante, mas ainda tem umas esquerdas muito boas. Eu fiquei observando bastante as ondas antes da bateria e consegui pegar as que eu queria. Estou muito confiante no meu surfe, treinei muito para isso e as ondas estão bem parecidas com as de onde eu moro, então vamos com tudo amanhã”.

A adversária de Karol Ribeiro na primeira semifinal, será Arena Rodriguez Vargas, que também está estreando no Rip Curl Pro Playa Grande. A peruana passou pela brasileira Yanca Costa, que participou das três edições anteriores do QS de Mar del Plata. Arena fez novos recordes femininos na sua primeira atuação na sexta-feira. Ela venceu a bateria que eliminou a campeã sul-americana de 2021/2022, Sophia Medina, por 14,25 pontos, com a nota 7,75 da melhor onda surfada pelas meninas esse ano na Playa Grande.

Arena Rodriguez Vargas em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

DEFENSORA DO TÍTULO: Na categoria masculina, um novo campeão será conhecido na oitava edição do Rip Curl Pro Playa Grande neste sábado. Já na feminina, a peruana Daniella Rosas pode igualar o bicampeonato da equatoriana Dominic Barona, nas duas primeiras etapas femininas em 2017 e 2018. Daniella ganhou a de 2019 sem perder nenhuma bateria e a invencibilidade está mantida esse ano. Mas, ela teve trabalho para superar a brasileira Taina Hinckel, por uma pequena vantagem de 12,40 a 11,10 pontos.

Daniella Rosas em ação. Foto: Mariano Antúnez – Rip Curl Pro

“Na verdade, a Tainá surfa sempre muito forte que me encanta e eu sabia que seria uma bateria superdifícil. Mas, Graças a Deus eu encontrei uma esquerda que pude fazer uma boa nota (6,90) para seguir adiante”, disse Daniella Rosas. “Estou superfeliz e bastante motivada para amanhã. As ondas me impressionaram bastante esse ano, porque na minha primeira vez aqui (em 2019), elas estavam muito pequenas. As previsões são de que amanhã estarão ainda melhores, então espero conseguir outro bom resultado aqui”.

A expectativa era de que o duelo das campeãs em Mar del Plata nas semifinais de 2019, acontecesse novamente esse ano. Mas, a jovem catarinense Kiany Hyakutake surpreendeu a favorita bicampeã do Rip Curl Pro Playa Grande e recordista absoluta de nota, pontos e vitórias em baterias disputadas na história desta etapa da Argentina. A equatoriana Dominic Barona chegou a ficar na frente, mas Kiany garantiu a classificação com o 5,85 recebido em sua última onda. Foi a maior nota do confronto, encerrado em 11,60 a 9,55 pontos.

SEMIFINAIS DO RIP CURL PRO PLAYA GRANDE:

8h00: CATEGORIA FEMININA – 3.o lugar com US$ 550 e 650 pontos:

1.a: Arena Rodriguez Vargas (PER) x Karol Ribeiro (BRA)
2.a: Daniella Rosas (PER) x Kiany Hyakutake (BRA)

9h00: CATEGORIA MASCULINA – 3.o lugar com US$ 550 e 650 pontos:

1.a: Santiago Muniz (ARG) x Alonso Correa (PER)
2.a: Alejo Muniz (BRA) x Gabriel André (BRA)

RESULTADOS DA SEXTA-FEIRA NA PLAYA GRANDE:

QUARTA FASE – 3.o=9.o lugar (350 pts) e 4.o=13.o lugar (295 pts):

1.a: 1-Alonso Correa (PER), 2-Santiago Muniz (ARG), 3-Ryan Kainalo (BRA), 4-Sebastian Olarte (URU)
2.a: 1-Noel De La Torre (CHL), 2-Leo Casal (BRA), 3-Leandro Usuna (ARG), 4-Rodrigo Saldanha (BRA)
3.a: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Heitor Mueller (BRA), 3-Krystian Kymerson (BRA), 4-José Gundesen (ARG)
4.a: 1-Gabriel André (BRA), 2-Lucas Vicente (BRA), 3-Marcos Correa (BRA), 4-Tomas Lopez Moreno (ARG)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 250 e 500 pontos:

1.a: Alonso Correa (PER) 14,00 x 10,15 Leo Casal (BRA)
2.a: Santiago Muniz (ARG) 15,80 x 6,75 Noel De La Torre (CHL)
3.a: Alejo Muniz (BRA) 13,35 x 10,90 Lucas Vicente (BRA)
4.a: Gabriel André (BRA) 13,70 x 13,50 Heitor Mueller (BRA)

SEGUNDA FASE – 3.a=9.o lugar (350 pts) e 4.a=13.o lugar (295 pts):

1.a: 1-Karol Ribeiro (BRA), 2-Yanca Costa (BRA), 3-Naire Marquez (BRA), 4-Kalea Gervasi (PER)
2.a: 1-Arena Rodriguez (PER), 2-Melanie Giunta (PER), 3-Sophia Medina (BRA), 4-Lucia Indurain (ARG)
3.a: 1-Daniella Rosas (PER), 2-Dominic Barona (ECU), 3-Coco Cianciarulo (ARG), 4-Ornella Pellizzari (ARG)
4.a: 1-Kiany Hyakutake (BRA), 2-Taina Hinckel (BRA), 3-Summer Macedo (BRA), 4-Sophia Gonçalves (BRA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 250 e 500 pontos:

1.a: Karol Ribeiro (BRA) 10,60 x 9,65 Melanie Giunta (PER)
2.a: Arena Rodriguez (PER) 10,90 x 8,45 Yanca Costa (BRA)
3.a: Daniella Rosas (PER) 12,40 x 11,10 Taina Hinckel (BRA)
4.a: Kiany Hyakutake (BRA) 11,60 x 9,55 Dominic Barona (ECU)

O sábado decisivo, está programado para iniciar às 8h00, ao vivo de Mar de Plata pelo WorldSurfLeague.com

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

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Reportagem: João Carvalho – World Surf League

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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