Rip Curl Narraben Classic apresentado pela Corona – Brazucas, continuam se destacando na Austrália.

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Os campeões mundiais Ítalo Ferreira e Gabriel Medina foram as maiores atrações do domingo de praia lotada em North Narrabeen, Sidney, Austrália.

Ítalo Ferreira em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

Os dois receberam grande apoio da torcida nas baterias com os australianos Mick Fanning e Dylan Moffat, respectivamente. Além deles, Filipe Toledo, Caio Ibelli, Jadson André e Tatiana Weston-Webb, já passaram para as oitavas de final do Rip Curl Narrabeen Classic apresentado pela Corona. E mais quatro surfistas da seleção brasileira ainda vão disputar classificação na terceira fase. As quatro últimas baterias ficaram para abrir a segunda-feira e a primeira chamada será as 6h45 na Austrália, 17h45 do domingo no Brasil.

Filipe Toledo em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

Ítalo Ferreira e Gabriel Medina disputaram a lycra amarela de número 1 da World Surf League na final da primeira etapa da “perna australiana” do Championship Tour, encerrada no sábado da semana passada em Newcastle. Italo ganhou e os dois podem decidir a liderança do ranking de novo agora em Sidney. Medina foi o primeiro a se classificar, controlando toda a bateria contra um dos convidados do Rip Curl Narrabeen Classic, o jovem Dylan Moffat.

Gabriel Medina em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

“Esse está sendo o meu melhor ano desde 2014 e estou feliz por estar nesse momento tão bom” disse Gabriel Medina, sobre esse início de temporada chegando na final das duas primeiras etapas, no Havaí e em Newcastle. “As minhas pranchas estão muito boas, as ondas também e são lugares (Newcastle e Narrabeen) que eu não conhecia. Estou gostando bastante, então tem um pouco de tudo dando certo e meu foco é chegar em mais uma final. É legal ter a galera toda na praia torcendo, gritando seu nome. Isso motiva a gente, então falta de torcida não vai ser. Espero que as ondas apareçam e eu faça o meu melhor”.

Ítalo Ferreira competiu quatro baterias depois com outro convidado desta etapa, o tricampeão mundial Mick Fanning, que ele há havia enfrentado na primeira fase. O australiano passou pela repescagem, que abriu o domingo, para voltar a encontrar o surfista que o derrotou na bateria da sua despedida do Circuito Mundial, a grande final do Rip Curl Pro Bells Beach de 2018. Foi quando Ítalo festejou sua primeira vitória da carreira em etapas do CT.

Mick abriu a bateria, mas Ítalo já voou na primeira onda dele, fazendo a rotação completa no ar para largar na frente com nota 6,50. Logo ele pega mais uma esquerda e repete o aéreo rodando de frontside para receber outro 6,50 dos juízes. A torcida vibrou com as manobras do potiguar, que continuou arriscando os aéreos, mas sem completar. Fanning tentou verticalizar suas manobras e o máximo que conseguiu foi 5,50. Depois, não entraram mais ondas boas e Ítalo seguiu para as oitavas de final por 13,00 a 9,33.

“Foi muito especial surfar com o Mick (Fanning) mais uma vez”, disse Ítalo Ferreira. “Eu sei que é sempre um grande desafio competir contra ele, então fiquei aliviado por pegar duas ondas boas no início da bateria. Eu procuro não pensar muito nos adversários que estou enfrentando. Apenas tento fazer o meu trabalho, pegar minhas ondas. Estou me sentindo superconfiante agora, então só quero continuar fazendo o meu melhor nas próximas baterias”.

BRIGA PELA LIDERANÇA – Com a classificação para as oitavas de final do Rip Curl Narrabeen Classic, apenas dois surfistas podem tirar a lycra amarela de Ítalo Ferreira nesta terceira etapa do World Surf League Championship Tour 2021. A batalha contra Gabriel Medina é fase a fase e a liderança do ranking pode ser decidida até na grande final em Sidney. O outro concorrente é o ex-líder, John John Florence, mas o havaiano já precisa vencer o campeonato para superar os 19.405 pontos que o Ítalo Ferreira garantiu no ranking.

O potiguar entra no mar depois deles, na quinta oitava de final com o californiano Conner Coffin. John John enfrenta o australiano Morgan Cibilic na quarta bateria. Na terceira, Gabriel Medina faz um duelo verde-amarelo com Caio Ibelli. Medina tem vantagem neste confronto em etapas do CT, ganhando seis das oito baterias que disputaram. A rivalidade esquentou em 2019, quando Caio venceu duas seguidas, a segunda em Portugal com uma interferência de Medina, que deu o troco na mesma moeda em Pipeline.

SELEÇÃO BRASILEIRA – A seleção brasileira chegou com força máxima na terceira fase do Rip Curl Narrabeen Classic. O próprio Caio Ibelli e Alex Ribeiro e Tatiana Weston-Webb, que ficaram em último nas suas estreias no sábado, aproveitaram a segunda chance de classificação na repescagem que abriu o domingo. Caio e Alex venceram suas baterias e Tatiana passou em segundo lugar na dela, junto com a bicampeã mundial Tyler Wright.

Caio Ibelli em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

Depois dessas primeiras rodadas eliminatórias, foi iniciada a terceira fase dos homens e Filipe Toledo ganhou a disputa pela primeira vaga nas oitavas de final do australiano Mikey Wright. Ele abriu a bateria já tentando voar de backside, mas a prancha fugiu dos seus pés. Depois pegou outra esquerda e atacou forte com três manobras de borda bem executadas com pressão e velocidade, para largar na frente com nota 5,83.

As ondas estavam demorando a entrar e o australiano preferiu esperar por uma melhor, enquanto Filipe ia pegando as que ele deixava passar para ir trocando notas. Mikey já tinha enfrentado Filipe cinco vezes em baterias no CT e perdido todas, então sabia que precisava fazer algo diferente. Mas, esperou demais. Ele só pegou sua primeira onda quando restavam 5 minutos para o término da bateria e Filipe venceu de novo, por 9,63 a 4,33 pontos.

“O mar estava difícil e fui abençoado com aquela onda no início que fiz três manobras. O Mikey é um ótimo surfista e acho que ele ficou na dúvida se ficava lá fora ou mais no inside, então sinto que minha estratégia funcionou”, disse Filipe Toledo, que comentou sobre vencer com notas baixas e a união da seleção brasileira em Sidney. “Estamos todos juntos aqui, treinando juntos, brincando e está sendo bem legal. Sobre a bateria, vitória é vitória. Não importa se é por 16 pontos ou 9, tanto faz porque meu trabalho é vencer as baterias”.

SÉRIE DE VITÓRIAS – Após Filipe ganhar a bateria que abriu a terceira fase, tiveram duas só com surfistas de outros países, antes da seleção brasileira voltar a se apresentar e conquistar mais três vitórias seguidas. A primeira foi de Jadson André sobre o australiano Jack Freestone, que tinha tirado a maior nota do evento, 8,17, com um aéreo na repescagem. Jadson começou bem com nota 6,33 e somou um 5,33 para derrota-lo por 11,66 a 10,07 pontos.

Nas disputas seguintes, Gabriel Medina superou outro australiano, Dylan Moffat, por 11,17 a 8,57 e Caio Ibelli despachou o havaiano Seth Moniz também por 11,17 pontos, graças a nota 6,57 que recebeu na última onda que surfou. A série de vitórias brasileiras foi encerrada pelo bicampeão mundial John John Florence, que barrou Miguel Pupo por 11,10 a 9,56 pontos.

Miguel Pupo em ação. Foto: Cait Miers – WSL

Duas baterias depois, Ítalo Ferreira deu o seu show de aéreos contra Mick Fanning, mas o domingo terminou com outra eliminação brasileira. Deivid Silva perdeu por pouco, 11,46 a 11,20, para o japonês Kanoa Igarashi. Deivid e Miguel terminaram em 17.o lugar no Rip Curl Narrabeen Classic, marcando apenas 1.330 pontos no ranking da World Surf League.

Deivid Silva em ação. Foto: Cait Miers – WSL

A seleção brasileira começou bem no Rip Curl Narrabeen Classic apresentado pela Corona iniciado neste sábado em Sidney, na Austrália. O atual campeão mundial Italo Ferreira fez os recordes do dia e Filipe Toledo passou junto com Adriano de Souza com o segundo maior placar da primeira fase.

O bicampeão mundial Gabriel Medina e Jadson André também fizeram uma dobradinha e Deivid Silva, Yago Dora, Peterson Crisanto e Miguel Pupo, foram os outros brasileiros que triunfaram na abertura da terceira etapa do World Surf League Champioship Tour 2021. Apenas Caio Ibelli, Alex Ribeiro e Tatiana Weston-Webb, terão que disputar a repescagem, que pode começar as 7h00 do domingo na Austrália, 18h00 do sábado no Brasil.

Peterson Crisanto em ação. Foto: Cait Miers – WSL

O catarinense Yago Dora conquistou a primeira vitória verde-amarela, logo após a gaúcha Tatiana Weston-Webb ficar em último lugar na bateria contra a norte-americana Courtney Conlogue e a australiana Bronte Macaulay. A única surfista da seleção brasileira do CT terá outra chance de classificação na repescagem, mas a parada será duríssima contra a bicampeã mundial Tyler Wright e a também australiana Laura Enever, convidada desta etapa.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

A categoria feminina abriu o sábado de ondas de 3-4 pés em North Narrabeen, mas as condições estavam difíceis para competir, porque as séries estavam muito espaçadas e poucas entravam nas baterias. Yago Dora teve sorte em pegar uma boa esquerda no início para mandar um belo aéreo em sua primeira onda, que valeu nota 6,83. Com ela, liderou praticamente toda a disputa pelas duas primeiras vagas diretas para a terceira fase. Ele só surfou mais uma e a nota 3,90 foi suficiente para vencer por 10,73 pontos, contra 9,97 do japonês Kanoa Igarashi e 9,60 do australiano Connor O´Leary.

Yago Dora em ação. Foto: Cait Miers – WSL

“É a primeira vez que eu venho aqui para Narrabeen e estou adorando”, disse Yago Dora. “De fora, parece que o mar está bom, mas na verdade está bem difícil. As ondas estão fechando rápido e a direção do swell (ondulação) não é a ideal para essa bancada. Acho que tem que ter sorte porque não vem muitas ondas boas nas baterias. Fiquei bem feliz por pegar uma boa logo no início e depois tive que ter calma para controlar a vantagem até terminar a bateria”.

No confronto seguinte, o paulista Alex Ribeiro também estava se classificando até os segundos finais, quando o bicampeão mundial John John Florence conseguiu pegar uma onda para mandar um aéreo e lhe tirar a segunda posição na disputa vencida pelo português Frederico Morais. Na terceira bateria, a situação se repetiu para outro campeão mundial, Adriano de Souza, que nos últimos segundos pegou uma direita abrindo a parede para fazer várias manobras. Com a nota 4,40 recebida, superou o australiano Mikey Wright e confirmou a primeira dobradinha brasileira em Sidney.

Alex Ribeiro em ação. Foto: Cait Miers – WSL

Filipe Toledo já tinha começado bem, fazendo o maior placar do dia até ali, 13,34 pontos somando duas notas 6,67 das primeiras ondas que surfou. Começou numa esquerda que acertou um rasgadão e uma batida muito fortes de backside. A outra foi uma direita que mandou uma manobra e um aéreo rodando na junção. Depois parou de entrar ondas na maré já muito cheia em North Narrabeen, mas Mineirinho achou uma no final para se classificar.

“Sem dúvidas, está bem difícil o mar lá fora, com as ondas fechando e bastante backwash”, disse Filipe Toledo. “Mas, eu entrei bem confiante e consegui pegar umas ondas boas no início. Fiquei feliz em acertar as manobras e fazer aquele aéreo. Minha prancha está incrível e o astral está lá em cima. Eu testei algumas pranchas nos últimos dias, tenho me divertido bastante e é muito bom estar de volta as competições”.

SEGUNDA DOBRADINHA – Duas baterias depois, aconteceu outra classificação dupla, com o camisa 10 da seleção brasileira, Gabriel Medina, estreando com vitória na segunda etapa seguida da “perna australiana” do CT 2021. Foi outra bateria fraca de ondas e com notas mais baixas. O potiguar Jadson André abriu com nota 3,00, Medina com 3,90 e o australiano Dylan Moffat largou na frente com 4,50. Medina logo assume a ponta com nota 5,60 em um aéreo reverse de backside bem executado numa direita.

Jadson André em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

O australiano ficou trocando de posição com Jadson a cada onda surfada, mas a segunda dobradinha verde-amarela foi confirmada no último minuto. O potiguar já tinha recuperado o segundo lugar, só que Moffat precisava de pouco. Ele tentou pegar uma onda, mas a prioridade de escolha era dos brasileiros e Jadson foi na esquerda que rendeu até um belo tubo. Ainda surgiu outra onda e Medina entrou na direita que armou a rampa para voar muito alto numa rotação completa no ar, para confirmar a vitória com nota 6,07.

“Está sendo ótimo ter essa sequência de eventos, então quero aproveitar esse momento”, disse Gabriel Medina. “Estou tentando não desperdiçar nenhuma oportunidade de surfar e estou feliz por ter passado a bateria. No final, o Jadson também se deu bem e foi legal ver tanta torcida aqui na praia. Tem bastante brasileiros na areia e foi engraçado que dei um autógrafo numa maçã (risos). Foi bem diferente e é incrível estar num lugar como esse”.

RECORDES DO DIA – Medina saiu do mar e Ítalo Ferreira entrou de cabelo amarelo combinando com a lycra amarela de número 1 do ranking, que voltou a vestir depois da vitória no Rip Curl Newcastle Cup no último sábado. O potiguar enfrentou duas gerações do surfe australiano, Morgan Cibilic e o tricampeão mundial Mick Fanning. Cibilic está estreando na elite do CT e foi a grande surpresa da etapa passada em Newcastle, só parando na semifinal contra Medina. E Fanning encerrou sua carreira em 2018, na final do Rip Curl Pro Bells Beach contra o mesmo Italo Ferreira. E se despediu com derrota, com o potiguar festejando seu primeiro título em etapas do CT.

O atual campeão mundial imprimiu o seu ritmo frenético logo na primeira onda boa que surfou, uma direita que já mandou um rasgadão de backside, seguido por um floater animal despencando no buraco e um batidão muito forte, combinando mais algumas manobras até o inside para ganhar a maior nota do dia, 7,33. Depois, voou num aéreo rodando em outra direita que valeu 6,83 para fazer o maior placar, 14,13 pontos. Enquanto isso, Fanning falhava nas suas ondas, errando as manobras. Cibilic também não conseguiu repetir as atuações de Newcastle, mas passou em segundo e Mick caiu para a repescagem.

“Tenho grandes lembranças daquela final com o Mick (Fanning) em Bells e estava muito empolgado para essa bateria”, disse Italo Ferreira. “Eu fiz tudo o que podia para avançar e acelerei até o limite (risos). Está difícil o mar lá fora, a direção da ondulação não está boa e as ondas estão fechando, mas aparecem umas boas ainda. A minha prancha funcionou bem nessa condição de mar e estou pronto para a próxima bateria”.

MAIS VITÓRIAS – Depois das vitórias dos líderes do ranking 2021 da World Surf League, a seleção brasileira do CT só voltou a se apresentar no fim do dia, nas três baterias que fecharam a primeira fase do Rip Curl Narrabeen Classic apresentado pela Corona em Sidney. Miguel Pupo e Deivid Silva também saíram do mar em primeiro lugar, derrotando seus adversários, mas Caio Ibelli foi superado pelo australiano Jack Robinson e o americano Griffin Colapinto.

TRANSMISSÃO AO VIVO – O Rip Curl Narrabeen Classic apresentado pela Corona está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis da World Surf League e pelos canais da ESPN Brasil. A primeira chamada para as repescagens masculina e feminina foi marcada para as 6h45 do domingo na Austrália, 17h45 do sábado no Brasil.

PERNA AUSTRALIANA – As quatro etapas da nova “perna australiana” são apresentadas pela Corona. O Rip Curl Newcastle Cup terminou no sábado com Italo Ferreira ganhando a disputa pela liderança do ranking na final com Gabriel Medina. A segunda é o Rip Curl Narrabeen Classic, que começou na sexta-feira com prazo até 26 de abril para ser encerrado em Sidney, também em New South Wales. As outras serão na região de West Australia, o Boost Mobile Margaret River Pro de 02 a 12 de maio em Margaret River e o Rip Curl Rottnest Search de 16 a 26 de maio em Rottnest Island.

RESULTADOS DO DOMINGO NO RIP CURL NARRABEEN CLASSIC:

SEGUNDA FASE – 1.o e 2.o=Terceira Fase / 3.o=33.o lugar com 265 pontos:

1.a: 1-Jeremy Flores (FRA)=10.84, 2-Mick Fanning (AUS)=10.27, 3-Connor O`Leary (AUS)=4.60
2.a: 1-Jack Freestone (AUS)=12.24, 2-Dylan Moffat (AUS)=11.90, 3-Leonardo Fioravanti (ITA)=9.57
3.a: 1-Caio Ibelli (BRA)=9.97, 2-Mikey Wright (AUS)=9.94, 3-Matthew McGillivray (AFR)=7.70
4.a: 1-Alex Ribeiro (BRA)=10.66, 2-Conner Coffin (EUA)=8.60, 3-Adrian Buchan (AUS)=5.20

SEGUNDA FASE – 1.a e 2.a=Oitavas de Final / 3.a=17.o lugar com 1.045 pontos:

1.a: 1-Tyler Wright (AUS)=9.10, 2-Tatiana Weston-Webb (BRA)=8.96, 3-Laura Enever (AUS)=8.94
2.a: 1-Johanne Defay (FRA)=16.66, 2-Brisa Hennessy (CRI)=9.87, 3-Isabella Nichols (AUS)=8.70

TERCEIRA FASE – 1.o=Oitavas de Final / 2.o=17.o lugar com 1.330 pontos:

1.a: Filipe Toledo (BRA) 9.63 x 4.33 Mikey Wright (AUS)
2.a: Frederico Morais (PRT) 9.83 x 6.94 Michel Bourez (TAH)
3.a: Ethan Ewing (AUS) 13.10 x 11.83 Owen Wright (AUS)
4.a: Jadson André (BRA) 11.66 x 10.07 Jack Freestone (AUS)
5.a: Gabriel Medina (BRA) 11.17 x 8.57 Dylan Moffat (AUS)
6.a: Caio Ibelli (BRA) 11.17 x 9.60 Seth Moniz (HAV)
7.a: John John Florence (HAV) 11.10 x 9.56 Miguel Pupo (BRA)
8.a: Morgan Cibilic (AUS) 10.67 x 7.43 Julian Wilson (AUS)
9.a: Ítalo Ferreira (BRA) 13.00 x 9.33 Mick Fanning (AUS)
10.a: Conner Coffin (EUA) 9.60 x 9.43 Wade Carmichael (AUS)
11.a: Jack Robinson (AUS) 9.93 x 9.34 Jeremy Flores (FRA)
12.a: Kanoa Igarashi (JPN) 11.46 x 11.20 Deivid Silva (BRA)

Ficaram para abrir o próximo dia:

13.a: Jordy Smith (AFR) x Alex Ribeiro (BRA)
14.a: Yago Dora (BRA) x Peterson Crisanto (BRA)
15.a: Griffin Colapinto (EUA) x Adriano de Souza (BRA)
16.a: Ryan Callinan (AUS) x Reef Heazlewood (AUS)

OITAVAS DE FINAL – Derrota=9.o lugar com 3.320 pontos:

1.a: Filipe Toledo (BRA) x Frederico Morais (PRT)
2.a: Jadson André (BRA) x Ethan Ewing (AUS)
3.a: Gabriel Medina (BRA) x Caio Ibelli (BRA)
4.a: John John Florence (HAV) x Morgan Cibilic (AUS)
5.a: Ítalo Ferreira (BRA) x Conner Coffin (EUA)
6.a: Kanoa Igarashi (JPN) x Jack Robinson (AUS)
7.a: vencedores da 13.a e 14.a baterias da Terceira Fase
8.a: vencedores da 15.a e 16.a baterias da Terceira Fase

OITAVAS DE FINAL – Derrota=9.o lugar com 2.610 pontos:

1.a: Carissa Moore (HAV) x Brisa Hennessy (CRI)
2.a: Malia Manuel (HAV) x Keely Andrew (AUS)
3.a: Sally Fitzgibbons (AUS) x Macy Callaghan (AUS)
4.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) x Nikki Van Dijk (AUS)
5.a: Caroline Marks (EUA) x Amuro Tsuzuki (JPN)
6.a: Johanne Defay (FRA) x Tyler Wright (AUS)
7.a: Stephanie Gilmore (AUS) x Sage Erickson (EUA)
8.a: Courtney Conlogue (EUA) x Bronte Macaulay (AUS)

RESULTADOS DO SÁBADO NO RIP CURL NARRABEEN CLASSIC:

CATEGORIA MASCULINA – 1.o e 2.o=Terceira Fase / 3.o=Repescagem:

1.a: 1-Yago Dora (BRA)=10.73, 2-Kanoa Igarashi (JPN)=9.97, 3-Connor O´Leary (AUS)=9.60
2.a: 1-Frederico Morais (PRT)=10.93, 2-John John Florence (HAV)=9.37, 3-Alex Ribeiro (BRA)=7.30
3.a: 1-Filipe Toledo (BRA)=13.34, 2-Adriano de Souza (BRA)=7.47, 3-Mikey Wright (AUS)=5.80
4.a: 1-Reef Heazlewood (AUS)=8.94, 2-Jordy Smith (AFR)=8.43, 3-Adrian Buchan (AUS)=8.10
5.a: 1-Gabriel Medina (BRA)=11.67, 2-Jadson André (BRA)=9,96, 3-Dylan Moffat (AUS)=9,73
6.a: 1-Italo Ferreira (BRA)=14.16, 2-Morgan Cibilic (AUS)=10.33, 3-Mick Fanning (AUS)=5.60
7.a: 1-Ethan Ewing (AUS)=9.80, 2-Peterson Crisanto (BRA)=6.17, 3-Jeremy Flores (FRA)=6.14
8.a: 1-Ryan Callinan (AUS)=11.67, 2-Michel Bourez (TAH)=9.37, 3-Leonardo Fioravanti (ITA)=8.23
9.a: 1-Owen Wright (AUS)=10.17, 2-Seth Moniz (HAV)=9.00, 3-Matthew McGillivray (AFR)=7.87
10.a: 1-Miguel Pupo (BRA)=10.84, 2-Julian Wilson (AUS)=7.20, 3-Conner Coffin (EUA)=6.96
11.a: 1-Deivid Silva (BRA)=10.03, 2-Wade Carmichael (AUS)=9.60, 3-Jack Freestone (AUS)=8.30
12.a: 1-Jack Robinson (AUS)=12.56, 2-Griffin Colapinto (EUA)=12.44, 3-Caio Ibelli (BRA)=5.44

CATEGORIA FEMININA – 1.a e 2.a=Oitavas de Final / 3.a=Segunda Fase:

1.a: 1-Malia Manuel (HAV)=8.40, 2-Stephanie Gilmore (AUS)=8.03, 3-Brisa Hennessy (CRI)=5.40
2.a: 1-Caroline Marks (EUA)=9.14, 2-Macy Callaghan (AUS)=8.43, 3-Tyler Wright (AUS)=8.20
3.a: 1-Nikki Van Dijk (AUS)=8.57, 2-Carissa Moore (HAV)=8.50, 3-Laura Enever (AUS)=4.60
4.a: 1-Sally Fitzgibbons (AUS)=10.67, 2-Sage Erickson (EUA)=7.40, 3-Johanne Defay (FRA)=6.60
5.a: 1-Keely Andrew (AUS)=9.07, 2-Amuro Tsuzuki (JPN)=8.60, 3-Isabella Nichols (AUS)=7.46
6.a: 1-Courtney Conlogue (EUA)=9.10, 2-Bronte Macaulay (AUS)=8.87, 3-Tatiana Weston-Webb (BRA)=7.90

PERNA AUSTRALIANA – O Rip Curl Narrabeen Classic, que começou nesta sexta-feira com prazo até 26 de abril para ser encerrado em Narrabeen Beach, em Sydney, também em New South Wales. As outras serão na região de West Australia, o Boost Mobile Margaret River Pro de 02 a 12 de maio em Margaret River e o Rip Curl Rottnest Search de 16 a 26 de maio em Rottnest Island.

• Rip Curl Narrabeen Classic apresentado pela Corona: 16-26 de abril
• Boost Mobile Margaret River Pro apresentado pela Corona: 02-12 de maio
• Rip Curl Rottnest Search apresentado pela Corona: 16-26 de maio

Perna australiana do WSL Championship Tour 2021*:

*Todas as etapas e datas estão sujeitas a alterações devido às restrições aplicáveis relacionadas ao COVID-19, incluindo restrições globais de viagens.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

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Reportagem: João Carvalho – WSL Latin America

Edição Texto e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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