Quiksilver/Roxy Pro France – 09 Brazucas classificados para o 3º round – Assistam ao Vídeo!

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09 brazucas classificados para o 3º round na quarta-feira de maratonas de baterias nas boas ondas de Hossegor. Assistam ao Vídeo!

Mateus Herdy em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Quinta-feira sem competições em Hossegor pelo Quiksilver/Roxy Pro France. A primeira chamada para as duas categorias, será as 8h00 na França, 3h00 da manhã de sexta-feira no Brasil, ao vivo pelo: www.worldsurfleague.com

“As condições estão bastantes turbulentas nesta manhã”, disse Travis Logie, Gerente Sênior da WSL. “A previsão se confirmaram e eram bastante óbvia, mas sempre há uma chance de que o swell ou os ventos não façam exatamente o que deveriam, então queríamos ver por nós mesmos. A previsão melhora um pouco para sexta-feira, então esperamos retornar amanhã. “

Enquanto o Roxy Pro France já decidiu as competidoras para as  quartas de final, o Quiksilver Pro France, ainda tem 24 surfistas competindo pelos preciosos pontos de classificação para a qualificação para o WSL Championship Tour 2022. A quarta-feira foi mais um dia de maratona de baterias pela terceira etapa do WSL Challenger Series 2021, com 39 baterias acontecendo simultaneamente em dois locais da praia de Les Culs Nus, em Hossegor.

Yago Dora em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Foram completadas as duas primeiras fases e nove brasileiros e um peruano estão entre os 24 classificados para disputar vagas para as oitavas de final do Quiksilver Pro France. Samuel Pupo se destacou com um aéreo incrível, que arrancou a maior nota do evento, 9,43. Mas, no Roxy Pro não sobrou nenhuma sul-americana nas quartas de final já definidas.

Samuel Pupo em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

São tantos brasileiros que continuam na disputa do título do Quiksilver Pro France, que uma bateria da terceira fase ficou 100% verde-amarela, com os paulistas Jessé Mendes, Marcos Correa e Edgard Groggia, disputando duas vagas para as oitavas de final. Outras duas terão participação dupla. Na quinta, estão Yago Dora e Lucas Silveira, com Carlos Munoz, da Costa Rica. Na seguinte, entram João Chianca e Mateus Herdy com o espanhol Aritz Aranburu. Samuel Pupo está sozinho na sétima bateria, assim como Alex Ribeiro na primeira e o peruano Lucca Mesinas na quarta das oito baterias que definirão os duelos das oitavas de final.

A maratona da quarta-feira também esquentou a batalha pelas vagas no grupo dos 12 surfistas que o ranking do Challenger Series classifica para a elite do World Surf League Championship Tour 2022. Dos que chegaram na França dentro do G-12, restaram apenas dois, o brasileiro João Chianca e o australiano Callum Robson. Então, a porta está aberta e sete surfistas podem entrar na zona de classificação para o CT 2022, se passarem para as oitavas de final do Quiksilver Pro, os brasileiros Samuel Pupo e Lucas Silveira, o peruano Lucca Mesinas, os australianos Dylan Moffat, Jacob Willcox, Jordan Lawler e o costa-ricense Carlos Munoz.

O atual campeão sul-americano da WSL Latin America, João Chianca, completou uma dobradinha brasileira vencida por Mateus Herdy, na bateria que abriu a quarta-feira em Hossegor. Os dois já barraram um integrante do G-12 nessa, o americano Cole Houshmand, além do japonês Shuji Nishi. O líder Ezekiel Lau, do Havaí, campeão da etapa de Portugal no domingo passado, bem como o número 4 do ranking, Nat Young, dos Estados Unidos, também perderam nessas baterias da primeira fase ainda.

João Chianca em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Na segunda rodada caíram mais quatro. O primeiro foi o americano Nolan Rapoza, na bateria vencida por Alex Ribeiro. O havaiano dono da única nota 10 do ano no WSL Challenger Series, Imaikalani Devault, ficou em último no confronto que Jessé Mendes se classificou em segundo lugar. Os outros dois foram barrados em duas dobradinhas brasileiras, o norte-americano vice-líder do ranking, Jake Marshall, na do Yago Dora com Mateus Herdy, e o australiano Liam O´Brien, na disputa vencida por João Chianca com Lucas Silveira passando em segundo lugar.

“Hoje foi um dia desafiador, bem longo de competição. Acordei muito cedo para surfar na primeira bateria do dia e avancei junto com o Mateus (Herdy). Então, nessa tentei buscar o máximo de oportunidades para vencer, que é um ótimo jeito de terminar o dia”, disse João Chianca, que foi perguntado sobre a vaga no CT. “Não gosto de falar muito sobre isso. Tento ficar focado no presente e nem estou pensando muito em ranking, só mesmo em bateria por bateria, buscando um bom resultado aqui em Hossegor. Depois tem Haleiwa e o Havaí é o meu lugar preferido no mundo, então seria um sonho conseguir minha vaga lá”.

VAGAS NO G-12: Quatro surfistas entrariam no G-12 se passassem suas baterias desta segunda fase, que fechou a longa quarta-feira em Hossegor. No entanto, o único que conseguiu foi o australiano Dylan Moffat, no confronto vencido pelo brasileiro Edgard Groggia. Os outros eram o norte-americano Michael Dunphy e os brasileiros Thiago Camarão e Alejo Muniz. Mas, a porta do G-12 continua escancarada e Samuel Pupo é um dos brasileiros com chances de entrar se avançar para as oitavas de final do Quiksilver Pro France.

Alejo Muniz em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Ele ganhou as duas baterias que disputou na quarta-feira, sempre usando os aéreos como arma mortal para liquidar seus oponentes. Na primeira, o peruano Alonso Correa estava bem perto do G-12 e acabou eliminado pelo havaiano Eli Hanneman. Depois, Samuca competiu na penúltima bateria do dia e achou uma boa direita que formou a rampa para ele voar muito alto, fazer o giro completo no ar sem botar as mãos na prancha e aterrissar com perfeição na base da onda. Os juízes premiaram o alto risco do seu aéreo com a maior nota do Quiksilver Pro France, 9,43.

“Realmente, esse aéreo foi muito bom, mas, apesar de ter sido bem alto, eu não sabia como ele seria julgado, então fiquei muito feliz pela nota que eu recebi”, disse Samuel Pupo, que nunca tinha competido em Hossegor. “Eu já vim aqui algumas vezes para surfar, então sei como a onda funciona e estava até parecido com as que eu surfo em casa (Maresias-SP). As condições mudam muito rápido aqui, mas deu boas ondas nas minhas baterias, estou feliz por ter passado e já estou pronto para a próxima”.

E a próxima já pode colocar seu nome na zona de classificação para o CT 2022. Samuel Pupo vai enfrentar um concorrente direto por vaga no G-12, Jordan Lawler, além do também australiano Wade Carmichael, que fez parte da elite esse ano e tenta garantir sua permanência pelo ranking do WSL Qualifying Series. É a mesma situação do paulista Alex Ribeiro, que vai abrir a batalha por vagas nas oitavas de final do Quiksilver Pro France com um integrante do G-12, Callum Robson, da Austrália, e com Beyrick De Vries, da Holanda.

MAIORIA BRASILEIRA: A maioria brasileira no WSL Challenger Series da França permanece. O Brasil já formava o maior pelotão entre os 96 participantes de 19 países no Quiksilver Pro France, com 21 inscritos. Na segunda fase, ficaram 16 nações e a maioria foi do Brasil, com 13 surfistas vencendo seis baterias, três passando em segundo lugar e apenas quatro sendo eliminados. A grande surpresa da quarta-feira, foi que não sobrou nenhum havaiano e nenhum norte-americano, entre os classificados para a terceira fase.

Então, o caneco de campeão do Quiksilver Pro France irá para um país diferente das outras duas etapas do WSL Challenger Series 2021. No US Open of Surfing, as vitórias foram norte-americanas de Griffin Colapinto e Caitlin Simmers. E em Portugal, só deu Havaí no pódio, com Ezekiel Lau e Luana Silva levando os títulos do MEO Vissla Pro Ericeira. Na França, nove dos 24 que seguem na briga são do Brasil, contra seis da Austrália, dois da França e mais sete países têm um surfista cada, o Peru, Japão, Portugal, Espanha, Holanda, Taiti e Costa Rica.

RECORDISTA DE PONTOS: Um forte candidato ao título do Quiksilver Pro France é o top do CT 2021, que já está garantido na “seleção brasileira da WSL” em 2022, Yago Dora. O catarinense estreou na terça-feira fazendo o maior placar do evento e ninguém superou os 15,57 pontos que ele atingiu com seus aéreos nas esquerdas de Les Culs Nus. Na quarta-feira, Yago participou de uma bateria com participação tripla do Brasil e dessa vez voou nas direitas para manter a invencibilidade. Mateus Herdy passou junto com ele, eliminando Weslley Dantas e o vice-líder do ranking, Jake Marshall, dos Estados Unidos.

Weslley Dantas em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

“Eu fiquei triste por esse evento não estar fazendo parte do CT e eu gosto muito de vir para cá. Gosto da vibe das pessoas, do lugar e das ondas daqui. Eu queria muito que tivesse essas bancadas perfeitas onde eu moro no Brasil e estou feliz por estar passando as baterias, pois assim posso surfar mais vezes aqui”, disse Yago Dora. “O nível de talentos nessa minha bateria hoje é absurdo. É por isso que eu vim competir aqui, pois serve como preparação para a próxima temporada. Também fico feliz pelo Mateus (Herdy) ter passado junto comigo. Ele é tipo um irmãozinho pra mim, então vamos pra próxima”.

ROXY PRO FRANCE: No Roxy Pro France, foram realizadas duas rodadas completas na quarta-feira, já definindo as quartas de final dessa terceira etapa do WSL Challenger Series 2021. As três sul-americanas que tinham passado para a segunda fase na terça-feira, foram eliminadas. A peruana Daniella Rosas terminou em 17.o lugar no evento, marcando 2.000 pontos no ranking, enquanto a brasileira Summer Macedo e a equatoriana Dominic Barona, ficaram empatadas em 25.o lugar, recebendo 1.800 pontos.

Caitlin Simmers em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

A batalha pelas seis vagas para o World Surf League Championship Tour 2022 também centralizou as emoções na quarta-feira. Das seis surfistas que chegaram na França dentro do G-6, três ficaram na primeira fase, a líder Gabriela Bryan, a também havaiana Luana Silva e a espanhola Ariane Ochoa. A francesa Pauline Ado caiu na quarta-feira e apenas duas chegaram nas quartas de final, Brisa Hennessy, da Costa Rica e Caitlin Simmers, dos EUA.

Brisa Hennessy em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

VAGAS NO G-6: Outras três já começam a brigar por vagas dentro do G-6, a francesa Vahine Fierro, a norte-americana Alyssa Spencer e a australiana Molly Picklum. Mas, a disputa está tão acirrada no ranking feminino, que qualquer uma das surfistas das quartas de final, pode entrar na zona de classificação para o CT 2022 no Roxy Pro France. Até a jovem norte-americana Sawyer Lindblad, que fez os recordes da quarta-feira entre as meninas, atingindo 16,90 pontos com as notas 8,50 e 8,40 da vitória sobre a portuguesa Carolina Mendes nas oitavas de final.

Alyssa Spencer em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Sawyer Lindblad também vai abrir as quartas de final, enfrentando a australiana Dimity Stoyle. Na segunda bateria, Brisa Hennesy defende a vice-liderança do ranking contra a americana Alyssa Spencer. A terceira será um confronto australiano, entre India Robinson e Molly Picklum, que barrou a francesa top do CT, Johanne Defay. E a briga pela última vaga nas semifinais, será entre a americana Caitlin Simmers e a francesa Vahine Fierro.

Sawyer Lindblad em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

TRANSMISSÃO AO VIVO: O Quiksilver Pro e o ROXY Pro France estão sendo transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo da WSL, lembrando que o fuso horário é de 5 horas a mais do Brasil, então 8h00 na França são 3h00 da madrugada no Brasil. Esta terceira etapa do WSL Challenger Series 2021 é móvel e pode acontecer nas praias de Hossegor, Capbreton, Seignosse, Landes e Nouvelle-Aquitane.

ASSISTAM AO VÍDEO, CLICANDO NO PLAYER ABAIXO:

Highlights Day 3: Quiksilver/Roxy Pro France:Vídeo, com os melhores momentos da quarta-feira:

PRÓXIMAS BATERIAS DO WSL CHALLENGER SERIES DA FRANÇA:

TERCEIRA FASE DO QUIKSILVER PRO FRANCE:

1.o e 2.o=Oitavas de Final e 3.o=17.o lugar com US$ 2.000 e 2.000 pontos

1.a: Callum Robson (AUS), Alex Ribeiro (BRA), Beyrick De Vries (HOL)
2.a: Connor O´Leary (AUS), Jacob Willcox (AUS), Maxime Huscenot (FRA)
3.a: Jessé Mendes (BRA), Edgard Groggia (BRA), Marcos Correa (BRA)
4.a: Kanoa Igarashi (JPN), Lucca Mesinas (PER), Dylan Moffat (AUS)
5.a: Yago Dora (BRA), Lucas Silveira (BRA), Carlos Munoz (CRI)
6.a: João Chianca (BRA), Mateus Herdy (BRA), Aritz Aranburu (ESP)
7.a: Wade Carmichael (AUS), Samuel Pupo (BRA), Jordan Lawler (AUS)
8.a: Frederico Morais (PRT), Michel Bourez (TAH), Jorgann Couzinet (FRA)

QUARTAS DE FINAL DO ROXY PRO FRANCE:

Derrota=5.o lugar com US$ 3.500 e 5.000 pontos

1.a: Dimity Stoyle (AUS) x Sawyer Lindadas (EUA)
2.a: Brisa Hennessy (CRI) x Alyssa Spencer (EUA)
3.a: Molly Picklum (AUS) x India Robinson (AUS)
4.a: Caitlin Simmers (EUA) x Vahine Fierro (FRA)

RESULTADOS DOS SUL-AMERICANOS NO QUIKSILVER PRO FRANCE:

SEGUNDA FASE – 3.o=25.o lugar ($ 1.500 e 750 pts) e 4.o=37.o lugar ($ 1.000 d 650 pts):

1.a: 1-Alex Ribeiro (BRA), 2-Jacob Willcox (AUS), 3-Nolan Rapoza (EUA), 4-Marco Mignot (FRA)
3.a: 1-Connor O´Leary (AUS), 2-Callum Robson (AUS), 3-Caio Ibelli (BRA), 4-Thiago Camarão (BRA)
4.a: 1-Marcos Correa (BRA), 2-Lucca Mesinas (PER), 3-Rio Waida (IDN), 4-Joshua Burke (BRB)
5.a: 1-Edgard Groggia (BRA), 2-Dylan Moffat (AUS), 3-Joan Duru (FRA), 4-Kalani Ball (AUS)
6.a: 1-Kanoa Igarashi (JPN), 2-Jessé Mendes (BRA), 3-Ramzi Boukhiam (MAR), 4-Imaikalani Devault (HAV)
7.a: 1-Yago Dora (BRA), 2-Mateus Herdy (BRA), 3-Jake Marshall (EUA), 4-Weslley Dantas (BRA)
8.a: 1-João Chianca (BRA), 2-Lucas Silveira (BRA), 3-Liam O´Brien (AUS), 4-Cody Young (HAV)
10.a: 1-Wade Carmichael (AUS), 2-Michel Bourez (TAH), 3-Crosby Colapinto (EUA), 4-Alejo Muniz (BRA)
11.a: 1-Samuel Pupo (BRA), 2-Jorgann Couzinet (FRA), 3-Mason Ho (HAV), 4-Barron Mamiya (HAV)

PRIMEIRA FASE – 3.o=49.o lugar (US$ 775 e 400 pts) e 4.o=73.o lugar ($ 600 e 350 pts):

Resultados da quarta-feira:

14: 1-Mateus Herdy (BRA), 2-João Chianca (BRA), 3-Cole Houshmand (EUA), 4-Shuji Nishi (JPN)
16: 1-Liam O´Brien (AUS), 2-Weslley Dantas (BRA), 3-Willian Cardoso (BRA), 4-Marc Lacomare (FRA)
17: 1-Carlos Munoz (CRI), 2-Michel Bourez (TAH), 3-Keanu Asing (HAV), 4-Miguel Tudela (PER)
19: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Aritz Aranburu (ESP), 3-Victor Bernardo (BRA), 4-Wiggolly Dantas (BRA)
20: 1-Wade Carmichael (AUS), 2-Ian Gentil (HAV), 3-Mihimana Braye (FRA), 4-Luel Felipe (BRA)
22: 1-Samuel Pupo (BRA), 2-Eli Hanneman (HAV), 3-Alonso Correa (PER),4-Billy Kemper (HAV)

RESULTADOS DO ROXY PRO FRANCE NA QUARTA-FEIRA:

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 2.750 e 3.500 pontos:

1.a: Sawyer Lindblad (EUA) 16,90 x 11,00 Carolina Mendes (PRT)
2.a: Dimity Stoyle (AUS) 13,00 x 9,50 Kirra Pinkerton (EUA)
3.a: Alyssa Spencer (EUA) 14,70 x 8,54 Tia Blanco (PRI)
4.a: Brisa Hennessy (CRI) 15,43 x 14,27 Macy Callaghan (AUS)
5.a: Molly Picklum (AUS) 14,26 x 11,60 Johanne Defay (FRA)
6.a: India Robinson (AUS) 12,23 x 6,40 Shino Matsuda (JPN)
7.a: Vahine Fierro (FRA) 10,43 x 8,83 Keely Andrew (AUS)
8.a: Caitlin Simmers (EUA) 8,14 x 5,60 Teresa Bonvalot (PRT)

SEGUNDA FASE – Resultados das sul-americanas:

3.a=17.o lugar (US$ 2.000 e 2.000 pts) e 4.a=25.o lugar ($ 1.500 e 1.800 pts):

3.a: 1-Alyssa Spencer (EUA), 2-Brisa Hennessy (CRI), 3-Leilani McGonagle (CRI), 4-Dominic Barona (EQU)
7.a: 1-Vahine Fierro (FRA), 2-Teresa Bonvalot (PRT), 3-Sara Wakita (JPN), 4-Summer Macedo (BRA)
8.a: 1-Caitlin Simmers (EUA), 2-Keely Andrew (AUS), 3-Daniella Rosas (PER), 4-Sophie McCulloch (AUS)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

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Reportagem: Edson Andrade / João Carvalho – WSL Latin América

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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