Hawaiian Pro – 03 Brazucas, já estão nas oitavas de final. Próxima chamada, hoje às 14:30, horário de Brasília.

Publicado por AdrenaNews 242 views0

Mais um dia de folga em Haleiwa Beach, na quarta-feira pelo QS 10000 Hawaiian Pro. A WSL aguarda a chegada de um sweel, para reiniciar as disputas. A próxima chamada para o retorno do terceiro round, será nesta quinta-feira às 14:30, horário de Brasília.

Haleiwa Beach. Foto: Keoki Saguibo – WSL

O Brasil ganhou todas as quatro etapas com status máximo do WSL Qualifying Series neste ano e vai tentar manter essa hegemonia nos dois QS 10000 da Tríplice Coroa Havaiana, que fecham a lista dos dez indicados para a elite dos top-34 do Championship Tour em 2020. Quatro vagas já estão confirmadas pelos brasileiros que encabeçam o ranking, o potiguar Jadson André em primeiro lugar, o catarinense Yago Dora em segundo e os paulistas Alex Ribeiro em terceiro e Miguel Pupo em quarto.

Jadson André em ação. Foto: Kelly Cestari – WSL

DOMINGO – No domingo Haleiwa Beach amanheceu bombando séries de 8-10 pés, para o primeiro dia cheio de competição no QS 10000 Hawaiian Pro na ilha de Oahu. Foram realizadas dezesseis baterias, as oito que restavam da segunda fase e as oito primeiras da rodada dos principais cabeças de chave. Eles estreiam já disputando vagas para as oitavas de final e três brasileiros se classificaram, o paulista Deivid Silva, o catarinense Tomas Hermes e o pernambucano Ian Gouveia. Outro catarinense, Alejo Muniz, outro pernambucano, Luel Felipe, e o peruano Alonso Correa, também passaram baterias no domingo, mas pela segunda fase.

Deivid Silva em ação. Foto: Keoki Saguibo – WSL

Alonso Correa avançou em segundo lugar no segundo confronto do dia e terá a chance de poder competir com o maior ídolo do esporte em todos os tempos. O peruano foi para a nona bateria da terceira fase, encabeçada pelo onze vezes campeão mundial, Kelly Slater, que ficou para abrir o próximo dia do Hawaiian Pro. Os dois vão enfrentar ao sul-africano Michael February e ao norte-americano Cole Houshmand.

O pernambucano Luel Felipe ganhou a quarta bateria do domingo, com o paulista Weslley Dantas sendo eliminado nessa, pelo americano Caleb Tancred. Ainda teve outra participação dupla do Brasil na segunda fase e novamente apenas um se classificou, o catarinense Alejo Muniz, também com vitória. O paulista Samuel Pupo estreou junto com ele, mas ficou em último em sua primeira defesa do nono lugar no ranking do WSL Qualifying Series. Com a derrota, deve sair da lista dos dez que se classificam para a elite dos top-34 do CT.

Luel Felipe em ação. Foto: Keoki Saguibo – WSL

CABEÇAS DE CHAVE – Depois, foi iniciada a última rodada de dezesseis baterias, quando entram os principais cabeças de chave do Hawaiian Pro. O catarinense William Cardoso foi o primeiro brasileiro a competir e terminou em último lugar na segunda bateria, que classificou o italiano Leonardo Fioravanti e o australiano Morgan Cibilic. Na disputa seguinte, o paulista Deivid Silva foi o primeiro a se classificar para as oitavas de final, impedindo uma dobradinha sul-africana, ao superar Adin Masencamp na vitória de David Van Zyl.

O catarinense Tomas Hermes também avançou em segundo lugar na quarta bateria, eliminando o número 7 do ranking, Jorgann Couzinet, da França, no confronto vencido pelo australiano Wade Carmichael. Na sequência, caíram dois brasileiros que já garantiram suas vagas no G-10 do QS para o CT 2020, antes da Tríplice Coroa Havaiana, o terceiro e quarto colocados no ranking, Alex Ribeiro e Miguel Pupo, respectivamente. O pernambucano Ian Gouveia ganhou o confronto direto entre Brasil e Austrália da sexta bateria. Ele acabou empatado em 1 a 1, pois Jack Freestone passou em segundo e o Alex ficou em último.

OITAVAS DE FINAL – Deivid Silva e Tomas Hermes vão disputar as duas primeiras vagas para as quartas de final do QS 10000 Hawaiian Pro, com o italiano Leonardo Fioravanti e o australiano Ethan Ewing. Já Ian Gouveia foi para a terceira oitava de final e vai competir contra o australiano e dois concorrentes diretos por vagas no G-10 do QS, o americano Evan Geiselman e o costa-ricense Carlos Muñoz. Apenas as quatro primeiras baterias já foram formadas com os resultados do domingo no Ali´i Beach Park de Haleiwa.

Mais sete brasileiros ainda vão disputar classificação para as oitavas de final da primeira joia da Tríplice Coroa Havaiana na segunda metade da terceira fase, que ficou para abrir o próximo dia de boas ondas no North Shore da ilha de Oahu. O peruano Alonso Correa está com Kelly Slater na primeira a entrar no mar. O catarinense Yago Dora estreia na segunda, o paulista Caio Ibelli entra na seguinte e Luel Felipe na quarta do dia. Depois, tem duas participações duplas do Brasil valendo duas vagas para as oitavas de final do Hawaiian Pro.

O líder do ranking do WSL Qualifying Series, Jadson André, vai estrear na 14.a bateria, a sexta do próximo dia. O catarinense Alejo Muniz se classificou no domingo e vai competir junto com ele, contra o americano Griffin Colapinto e o havaiano Elijah Hanneman. Na disputa seguinte, entram dois que precisam de bons resultados no Havaí para manter suas vagas na divisão de elite da World Surf League, o cearense Michael Rodrigues e o paulista Jessé Mendes, enfrentando o americano Nat Young e o big-rider havaiano, Billy Kemper.

Alejo Muniz em ação. Foto: Tony Heff – WSL

SÁBADO – A comissão técnica acertou em aguardar um pouco no sábado, para dar sequência a primeira joia da Tríplice Coroa Havaiana em condições épicas, com Haleiwa Beach bombando altas ondas de até 15 pés no segundo dia do penúltimo desafio do WSL Qualifying Series na ilha de Oahu. Como a competição só iniciou as 11h00, foram realizadas apenas dez baterias, as duas que restavam da primeira fase e metade das dezesseis da segunda. Sete sul-americanos enfrentaram o mar desafiador do sábado e, apenas o catarinense Tomas Hermes e o pernambucano Ian Gouveia, se classificaram no dia em que novos recordes foram registrados no Hawaiian Pro.

Ian Gouveia em ação. Foto: Tony Heff – WSL

O baiano Marco Fernandez estreou no primeiro confronto do dia e terminou em terceiro lugar, sendo eliminado por dois norte-americanos, Luke Gordon e Tanner Gudauskas, que venceu a bateria e anunciou sua aposentadoria das competições nesta Tríplice Coroa Havaiana. Na disputa seguinte, o big-rider havaiano Billy Kemper já bateu os recordes do paulista Wiggolly Dantas na sexta-feira. Ele aumentou a maior nota do brasileiro de 8,67 para 9,40 e os pontos de 16,67 para 17,73. Estes números já incríveis, ainda foram superados durante o dia.

Na abertura da segunda fase, o australiano Ethan Ewing também surfou uma onda no critério excelente, que valeu nota 9,37. Mas, as apresentações mais fantásticas aconteceram nos confrontos que fecharam o sábado. Na penúltima bateria do dia, o sul-africano Beyrick De Vries atacou uma seção supercrítica com um batidão vertical, em uma onda quase triple-overhead. Ele mostrou um bom posicionamento no mar, ficando mais profundo no pico para aproveitar todo o poder e potencial das direitas de Haleiwa. Os juízes deram nota 9,90 para ele nessa onda, que o sul-africano somou com 7,10 para atingir 17,00 pontos.

O recordista absoluto da sexta-feira, Wiggolly Dantas, estava nessa bateria e terminou em terceiro lugar, por uma pequena diferença de 14,10 a 14,07 pontos para o costa-ricense Carlos Muñoz, que avançou em segundo. O paulista quase conseguiu a virada em sua última onda, mas a nota saiu 6,50 e ele precisava de 6,54 para se classificar. Outro paulista, Thiago Camarão, tinha ficado em último na bateria anterior e o saquaremense João Chianca, perdeu em terceiro na que fechou o sábado.

O irmão mais jovem do big-rider Lucas “Chumbo” Chianca, conquistou o título sul-americano da WSL Latin America esse ano e está participando da Tríplice Coroa Havaiana pela primeira vez. Ele tinha estreado com vitória na sexta-feira e até surfou bem uma onda no sábado que valeu 7,27. No entanto, foi eliminado pelo americano Evan Geiselman por 13,33 a 12,67 e quem brilhou foi O´Neill Massin. O taitiano fez um novo recorde de 18,20 pontos para o QS 10000 Hawaiian Pro, somando notas 9,60 e 8,60 nas morras de Haleiwa Beach.

CLASSIFICAÇÕES BRASILEIRAS – As duas únicas classificações sul-americanas no sábado de condições ameaçadoras no Havaí, aconteceram na segunda fase. O catarinense Tomas Hermes, que no ano passado integrava a elite mundial do World Surf League Championship Tour, venceu a quarta bateria por 13,43 pontos, com notas 7,10 e 6,33. Na briga pela segunda vaga para enfrentar os cabeças de chave que estreiam na terceira fase, o sul-africano Adin Masencamp despachou dois franceses, Tristan Guilbauld e Gatien Delahaye.

Tomas Hermes em ação. Foto: Tony Heff – WSL

No confronto seguinte, o pernambucano Ian Gouveia surfou até melhor do que Tomas Hermes, mas se classificou em segundo lugar com os 14,00 pontos que totalizou. Ele só conseguiu superar os 12,20 do francês Charles Martin na última onda que surfou e valeu 7,67. O vencedor foi o australiano Cooper Chapman por 15,24 pontos e o argentino Leandro Usuña terminou em último, com apenas 11,60 nas duas ondas computadas.

SEXTA-FEIRA – Os brasileiros se destacaram no primeiro dia do Hawaiian Pro, com os paulistas Wiggolly Dantas e Thiago Camarão e o saquaremense João Chianca, começando bem nas ondas de 6-8 pés da sexta-feira em Haleiwa Beach.

Wiggolly Dantas em ação. Foto: Tony Heff – WSL

“Eu adoro surfar em Haleiwa e as ondas estão superdivertidas hoje (sexta-feira)”, disse Wiggolly Dantas. “Eu surfei esta manhã e não consegui pegar boas ondas para treinar. Mas, senti que a prancha que usei, era a minha prancha mágica para essa condição de mar. Eu só queria ir lá fora pegar as ondas para fazer minhas manobras e consegui o que queria. É muito bom estar mais um ano competindo aqui no Havaí e quero aproveitar ao máximo”.

Wiggolly fez a melhor apresentação da sexta-feira em Haleiwa Beach, na sétima das quatorze baterias da primeira fase, disputadas no primeiro dia do Hawaiian Pro. Ele escolheu bem sua primeira onda, que abriu uma parede lisa para mandar uma série de cinco batidas e rasgadas de backside executadas com pressão, para ganhar nota 8,67 dos juízes. Repetiu a dose na onda seguinte, que valeu 8,00, para ser o recordista absoluto do primeiro dia com 16,67 pontos. Na briga pela segunda vaga para a próxima fase, O`Neill Massin superou o também taitiano por 11,73 a 10,00 e o australiano Callum Robson ficou em último com 8,34.

Seu irmão mais jovem, Weslley Dantas, que no ano passado foi premiado como “Estreante do Ano” na Tríplice Coroa Havaiana, também começou com vitória na 12.a bateria. No entanto, as ondas já não estavam tão boas, como quando o Wiggolly competiu, então as notas 5,83 e 4,00 que conseguiu nas últimas que surfou, foram suficientes para derrotar o sul-africano Jordy Maree e eliminar dois havaianos, Cody Young e Shayden Pacarro.

Weslley Dantas em ação. Foto: Tony Heff – WSL

“Eu me senti bem na bateria e já estou ansioso pelo swell (ondulação) que está chegando amanhã (sábado), com ondas maiores que hoje”, disse Weslley Dantas. “Hoje (sexta-feira), as ondas estavam boas também. Consegui surfar uma com três manobras, que foi bem legal e estou feliz por estar aqui mais uma vez, com meus amigos e o meu irmão”.

CAMPEÕES SUL-AMERICANOS – Outros destaques do Brasil no primeiro dia do Hawaiian Pro foram dois surfistas que têm em seus currículos, o título de campeão sul-americano de surfe profissional da WSL Latin America. O paulista Thiago Camarão, que foi o melhor do continente em 2017, venceu a sexta bateria por 13,37 pontos, somando uma nota 7,67.

Thiago Camarão em ação. Foto: Tony Heff – WSL

Outros dois competidores da América do Sul estrearam junto com ele e o argentino Leandro Usuña, único não brasileiro a conquistar o título sul-americano em 2016, ficou com a outra vaga para a segunda fase. Ele superou o peruano Miguel Tudela por 11,16 a 8,27 pontos.

O saquaremense João Chianca entrou na galeria dos campeões sul-americanos da WSL Latin America este ano e está participando da Tríplice Coroa Havaiana pela primeira vez. O irmão mais jovem do big-rider Lucas “Chumbo” Chianca, destaque do World Surf League Big Wave Tour, ganhou a oitava bateria da sexta-feira por 13,00 pontos, com nota 7,33 na melhor onda. Ele e o americano Michael Dunphy, despacharam os havaianos Koa Smith e Torrey Meister.

João Chianca em ação. Foto: Tony Heff – WSL

“Essa é a minha primeira vez na Tríplice Coroa Havaiana e estou muito empolgado por isso”, disse João Chianca. “Eu consegui surfar bem uma onda agora e já estou ansioso para competir de novo. Espero que tenha boas ondas na minha próxima bateria, para poder mostrar o meu surfe. Meu objetivo esse ano era conseguir disputar a Tríplice Coroa e aqui estou eu, então só posso estar feliz em participar desses eventos e quero mostrar o que posso fazer”.

SUL-AMERICANOS – No total, dez surfistas da América do Sul competiram em oito das quatorze baterias realizadas na sexta-feira em Haleiwa Beach. Sete eram do Brasil e quatro estrearam com vitórias no QS 10000 Hawaiian Pro, os irmãos Wiggolly e Weslley Dantas, Thiago Camarão e João Chianca. O catarinense Tomas Hermes passou em segundo na sua e dois foram eliminados em terceiro lugar, Flavio Nakagima e Matheus Navarro.

Dois dos três peruanos também ficaram na primeira fase, Joaquim del Castillo e Miguel Tudela, na bateria que o brasileiro Thiago Camarão e o argentino Leandro Usuña se classificaram. Já o vice-campeão sul-americano do ano passado, Alonso Correa, garantiu a primeira vitória do “Inka Team” nas ondas de Haleiwa. Ele mostrou toda a potência do seu surfe na única onda boa que conseguiu surfar. Alonso recebeu a segunda maior nota do dia, 7,83, para superar o australiano Sheldon Simkus por 11,23 a 11,00 pontos. O catarinense Matheus Navarro ficou em terceiro com 8,90 e o havaiano Michael O´Shaughnessy em último com 3,56 apenas.

O QS 10000 Hawaiian Pro está sendo transmitido ao vivo de Haleiwa Beach no Havaí pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis da World Surf League.

OITAVAS DE FINAL DO HAWAIIAN PRO – baterias já formadas:
—-3.o=17.o lugar (US$ 2.600 e 2.300 pts) e 4.o=25.o lugar (US$ 2.200 e 2.100 pts)

1.a: Deivid Silva (BRA), Leonardo Fioravanti (ITA), Tomas Hermes (BRA), Ethan Ewing (AUS)
2.a: Wade Carmichael (AUS), Connor O´Leary (AUS), David Van Zyl (AFR), Morgan Cibilic (AUS)
3.a: Adrian Buchan (AUS), Carlos Muñoz (CRI), Evan Geiselman (EUA), Ian Gouveia (BRA)
4.a: Jordy Smith (AFR), Jack Freestone (AUS), Beyrick De Vries (AFR), Dylan Lightfoot (AFR)

BATERIAS DOS SUL-AMERICANOS NAS PRIMEIRAS FASES:

TERCEIRA FASE – entrada dos 32 principais cabeças de chave:
—–3.o=33.o lugar (US$ 1.500 e 1.100 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 1.100 e 1.000 pts)

2.a: 1-Leonardo Fioravanti (ITA), 2-Morgan Cibilic (AUS), 3-Nolan Rapoza (EUA), 4-Willian Cardoso (BRA)
3.a: 1-David Van Zyl (AFR), 2-Deivid Silva (BRA), 3-Adin Masencamp (AFR), 4-Soli Bailey (AUS)
4.a: 1-Wade Carmichael (AUS), 2-Tomas Hermes (BRA), 3-Jorgann Couzinet (FRA), 4-Matt Banting (AUS)
5.a: 1-Adrian Buchan (AUS), 2-Dylan Lightfoot (AFR), 3-Miguel Pupo (BRA), 4-Cooper Chapman (AUS)
6.a: 1-Ian Gouveia (BRA), 2-Jack Freestone (AUS), 3-Liam O´Brien (AUS), 4-Alex Ribeiro (BRA)

Até a 8.a bateria no domingo:

9.a: Kelly Slater (EUA), Michael February (AFR), Cole Houshmand (EUA), Alonso Correa (PER)
10: Yago Dora (BRA), Ezekiel Lau (HAV), Charly Quivront (FRA), Jacob Willcox (AUS)
11: Caio Ibelli (BRA), Jake Marshall (EUA), Mitch Crews (AUS), Caleb Tancred (AUS)
12: Conner Coffin (EUA), Ricardo Christie (NZL), Luel Felipe (BRA), Matthew McGillivray (AFR)
14: Griffin Colapinto (EUA), Jadson André (BRA), Alejo Muniz (BRA), Elijah Hanneman (HAV)
15: Michael Rodrigues (BRA), Jessé Mendes (BRA), Nat Young (EUA), Billy Kemper (HAV)

SEGUNDA FASE – 3.o=65.o lugar (US$ 700 e 600 pts) e 4.o=81.o lugar (US$ 500 e 500 pts):

09.a bateria abriu o domingo:

10: 1-Charly Quivront (FRA), 2-Alonso Correa (PER), 3-Makai McNamara (HAV), 4-Stu Kennedy (AUS)
12: 1-Luel Felipe (BRA), 2-Caleb Tancred (AUS), 3-Weslley Dantas (BRA), 4-Vicente Romero (ESP)
14: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Finn McGill (HAV), 3-Nicholas Squiers (AUS), 4-Samuel Pupo (BRA)

Resultados do sábado:

4.a: 1-Tomas Hermes (BRA), 2-Adin Masencamp (AFR), 3-Tristan Guilbauld (FRA), 4-Gatien Delahaye (FRA)
5.a: 1-Cooper Chapman (AUS), 2-Ian Gouveia (BRA), 3-Charles Martin (FRA), 4-Leandro Usuña (ARG)
6.a: 1-Liam O´Brien (AUS), 2-Dylan Lightfoot (AFR), 3-Imaikalani Devault (HAV), 4-Thiago Camarão (BRA)
7.a: 1-Beyrick De Vries (AFR), 2-Carlos Munoz (CRI), 3-Wiggolly Dantas (BRA), 4-Michael Dunphy (EUA)
8.a: 1-O´Neill Massin (HAV), 2-Evan Geiselman (EUA), 3-João Chianca (BRA), 4-Hiroto Ohhara (JPN)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão. A WSL vem promovendo os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 230 eventos globais masculinos e femininos no ano para definir os campeões mundiais do World Surf League Championship Tour, Big Wave Tour, Redbull Airborne, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, além do WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, enquanto incentiva a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial. Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis da WSL. A World Surf League é pioneira em streaming online para uma enorme legião de fãs apaixonados e interessados em ver as grandes estrelas, como Kelly Slater, Stephanie Gilmore, John John Florence e muitos brasileiro, como Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb, competindo no campo de jogo mais dinâmico e imprevisível de todos os esportes no mundo. Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

Reportagem: João Carvalho – WSL South America

Edição: Edson Andrade

Tenha lindas artes exclusivas
mag72