Oi Rio Pro apresentado pela Corona – Show de tubos e aéreos na sexta-feira de sol e praia lotada – Assistam aos vídeos!

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Sexta-feira de sol, boas ondas com show de tubos e aéreos, que levaram o publico ao delírio em Itaúna, pelo Oi Rio Pro apresentado pela Corona. Acessem aos links abaixo com os vídeos dos melhores momentos.

Saquarema, Rio de Janeiro, Brasil. Foto: Thiago Diz – World Surf League

ASSISTAM AOS VÍDEOS, CLICANDO NOS PLAYERS ABAIXO:

Oi Rio Pro apresentado pela Corona – Highlights Day 2:

Perfect 10! Caio Ibelli’s Deep Barrel Is Perfection | Oi Rio Pro apresentado pela Corona:

Oi Rio Pro apresentado pela Corona – Top 5 Moments Day 2:

O Oi Rio Pro apresentado pela Corona em Saquarema teve mais um dia de praia lotada vibrando com o show de tubos e aéreos na Praia de Itaúna. Destaque para Caio Ibelli que surfou um tubaço recebendo nota 10 unânime dos cinco juízes. Já Mateus Herdy usou os aéreos para fazer a maior somatória deste ano em um dia de muitas surpresas, como a eliminação do tricampeão mundial Gabriel Medina. Mas, Tatiana Weston-Webb fechou a sexta-feira vencendo a última vaga para as semifinais da etapa brasileira do World Surf League (WSL) Championship Tour. A Próxima chamada provavelmente será para as oitavas de final masculina, com oito brazucas nas disputas pelo título.

Caio Ibelli “entocado” no tubo nota 10. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

TRANSMISSÃO AO VIVO: Oi Rio Pro apresentado pela Corona em Saquarema, terá a primeira chamada deste sábado às 7h15. O evento está sendo transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com, pelo WSL app, pelo YouTube da WSL  Globoplay e SporTV. Para os fãs do Brasil, a transmissão pelo YouTube é interrompida quando começarem as quartas de final e continuam apenas pelo canal SporTV e WorldSurfLeague.com

As disputas começaram às 7h30, com as baterias femininas do (elimination) segundo round, com ondas irregulares por causa da maré, estava difícil de encontrar boas ondas na primeira bateria, a líder do ranking a havaiana Carissa Moore, por muito pouco não foi surpreendida pela peruana, Sol Aguirre. Por uma pequena vantagem, de 8,50 a 8,33 pontos, Carissa venceu a disputa.

Carissa Moore em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

Na sequencia, Isabella Nichols achou poucas ondas, mas suficiente para vencer a heptacampeã mundial, Stephanie Gilmore. A francesa Johanne Defay, superou a americana, Courtney Conlogue e fechando esta fase, a americana Lakey Peterson, derrotou a costarissence, Brisa Hennessy.

SHOW DE MANOBRAS: Depois das meninas baterias femininas do (elimination) segundo round, foi a vez das baterias eliminatórias dos homens, que deram um show para a torcida que mais uma vez lotou o Maracanã do surfe brasileiro, desde as primeiras horas da manhã até o pôr do Sol. A Praia de Itaúna bombou altas ondas, com as direitas rodando tubos perfeitos e as esquerdas formando rampas para os aéreos. Na primeira bateria o californiano Griffin Colapinto, abriu a bateria no primeiro tubaço do dia nas direitas de Itaúna, largando na frente com nota 7,50. Miguel Tudela respondeu numa esquerda, já arriscando um aéreo rodando de frontside que valeu 7,10. Nos minutos finais, a bateria estava empatada em 12,60 pontos, com Tudela precisando de 5,51 para vencer. Ele pegou uma onda nos últimos segundos e mandou outro aéreo, girando alto no ar e completou a aterrissagem. Os juízes deram nota 7,20 para Miguel Tudela, derrotar Griffin Colapinto por 14,30 pontos.

Miguel Tudela em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

“Eu sabia que a bateria com o Griffin (Colapinto) ia ser muito difícil, porque ele estava vindo de vitória (em El Salvador semana passada)”, disse Miguel Tudela. “Eu escolhi surfar as esquerdas para mandar uns aéreos, mas nem sei como consegui aterrissar nesse último. Estou muito feliz por ter recebido a nota que precisava para vencer a bateria. Eu fiquei surpreso quando recebi o e-mail do convite para participar do Oi Rio Pro. Nem acreditei no início, mas confirmei na hora e estou muito feliz por estar vivendo tudo isso aqui”.

TUBO NOTA 10: A seguir no duelo brasileiro entre Jadson André e Caio Ibelli, o potiguar, Jadson começou botando pra dentro de grab-rail, liderando a bateria, mas o tubaço do dia foi surfado no último minuto. Caio ficou entocado lá dentro, as placas caindo a sua frente e ele saiu já pedindo a nota 10, que foi unânime entre os cinco juízes.

Jadson André em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

“Eu passei a bateria inteira precisando de uma nota baixa e já estava quase me conformando que não ia vir mais onda”, contou Caio Ibelli. “Aí surgiu aquela onda, só que eu estava muito atrasado para entrar, então fui acelerando e não acreditei que consegui sair depois da baforada. Essa é a primeira vez que consigo competir com toda a minha família junto aqui e eu só queria fazer uma boa apresentação, então estou feliz por essa nota 10”.

Caio Ibelli pedindo 10. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

Essa foi a primeira nota 10 em etapas do CT da carreira de Caio Ibelli e apenas a segunda em Saquarema, desde 2017 quando a etapa brasileira mudou da Barra da Tijuca para a Capital Nacional do Surf. A única era a do Filipe Toledo em 2018, no primeiro ano do seu bicampeonato consecutivo em Saquarema. Nos 5 anos da história do Oi Rio Pro, o tubo de Caio Ibelli foi a sexta onda a receber nota 10 dos juízes. As quatro primeiras saíram no Postinho da Barra, duas para o Filipe em 2015 e duas para o Gabriel Medina em 2016.

MELHOR MÉDIA: Assim como o peruano Tudela, quem também usou os aéreos foi Mateus Herdy, que fez um novo recorde de 16,00 pontos para o Oi Rio Pro apresentado pela Corona em Saquarema. O jovem catarinense foi chamado para substituir o havaiano Barron Mamiya e despachou outro top-5 do ranking, Kanoa Igarashi. Mateus achou o lugar certo das rampas nas direitas de Itaúna para voar muito alto em duas ondas seguidas. Na primeira, já ganhou a maior nota da bateria, 7,17. Mas, o segundo aéreo foi mais impressionante e valeu 8,83, que só ficou abaixo da nota 10 do Caio Ibelli.

Mateus Herdy em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

“A energia aqui é muito forte e quando acertei aquele primeiro aéreo, todo mundo vibrou, gritou e isso me deu mais empolgação”, disse Mateus Herdy. “Quando eu recebi um wildcard (convite) em 2019, eu me machuquei e não consegui surfar, mas esse ano eu sabia que seria diferente. Estou muito feliz, porque cresci surfando junto com o João (Chianca), o Samuel (Pupo), então é um sonho poder estar junto com eles, competindo em um CT no Brasil”.

LOCAL SE DESPEDE: A quinta bateria foi super disputada com o surfista de Saquarema, João Chianca, com o apoio da torcida iniciar a bateria liderando, surfando a primeira onda com muita energia e a seguir encontrou o caminho dos tubos nas ondas seguintes.

João Chianca em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

Porém o seu adversário foi melhor, o constante australiano, Ethan Ewing, também surfou duas ondas no mesmo nível do saquaremense, vencendo a disputa por uma diferença de um décimo, sobre o brazuca, 13,67 a 13,57.

Ethan Ewing em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

Samuel Pupo aproveitou a segunda chance de classificação para as oitavas de final do Oi Rio Pro apresentado por Corona em Saquarema. Samuca também acertou os aéreos para vencer o californiano Kolohe Andino, que não se encontrou com as séries, vencido por 11,00 a 6,27 pontos.

Samuel Pupo em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

MEDINA ELIMINADO: O tricampeão mundial Gabriel Medina acabou sendo a grande surpresa do dia. Ele até começou bem, fazendo um aéreo que valeu nota 7,50. Mas, acabou caindo em sua segunda onda quando levou uma pancada da prancha no joelho direito em sua aterrissagem.

Gabriel Medina em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

Medina por causa das dores, não conseguiu mais surfar direito, enquanto isso o australiano Callum Robson ia pegando tubos e voando nos aéreos, para somar notas 8,17 e 7,40 no segundo maior placar do Oi Rio Pro apresentado por Corona em Saquarema, 15,57 pontos.

Callum Robson em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

“Eu escorreguei no meu segundo aéreo e a prancha bateu no lado do joelho (direito), que está um pouco dolorido. Até tentei mandar outros aéreos, mas sem confiança para aterrissar, com medo de piorar ainda mais”, contou Gabriel Medina. “É sempre incrível competir em casa e agradeço a toda a torcida por tanto apoio. Eu queria ter avançado mais, mas esse ano está sendo para voltar ao ritmo das competições. O ano que vem é quando quero estar 100% para ir atrás de outro título mundial e da classificação para as Olimpíadas de 2024”.

QUARTAS DE FINAL: As meninas fecharem a sexta-feira com as quatro baterias das quartas de final. Na primeira bateria a francesa Johanne Defay, barrou a última campeã da etapa brasileira em 2019, Sally Fitzgibbons. Depois, foi a vez da jovem havaiana estreante na elite do CT, Gabriela Bryan, derrotar a americana Lakey Peterson, que defendia o terceiro lugar no ranking. Na sequencia, Carissa Moore, foi para a sua segunda bateria do dia em Itaúna, onde achou ondas melhores para mostrar seu surfe e vencer a californiana Caroline Marks por 12,47 a 10,50 pontos.

Gabriela Bryan em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

E no apagar das luzes solares, a vice-campeã mundial surfou as melhores ondas contra Isabella Nichols, derrotando a australiana por uma larga vantagem de 11,40 a 4,50 pontos. Era um confronto direto pelo sexto lugar no ranking e Tatiana começou bem, botando pressão para a jovem australiana. Com a vitória, Tatiana Weston-Webb agora fica na porta de entrada das top-5, que vão disputar o título mundial da temporada no Rip Curl WSL Finals, em setembro em Trestles, na Califórnia.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Daniel Smorigo – World Surf League

“Foi uma bateria bem difícil, porque ela (Isabella Nichols é uma ótima competidora”, disse Tatiana Weston-Webb. “No início, eu fui mais para o meio da praia, porque tinha visto algumas esquerdas lá. Depois, remei de volta para o pico e peguei uma direita boa, que rendeu nota 6. Acabei surfando outra direita para somar minha segunda nota e estou feliz em ter passado para as semifinais”.

Ainda tem mais duas etapas depois do Brasil para fechar o grupo das top-5, mas Tatiana já pode entrar na lista se vencer o Oi Rio Pro apresentado por Corona em Saquarema. Para isso, terá que passar pela líder do ranking e pentacampeã mundial, Carissa Moore. A havaiana ganhou a melhor de três com a brasileira no Rip Curl WSL Finals de 2021 e elas já se enfrentaram em 23 baterias do CT, três neste ano. A última na primeira fase na quinta-feira, quando Tatiana diminuiu a vantagem da Carissa para 14 a 9. As outras duas no CT 2022 foram também em semifinais. A brasileira ganhou a primeira em Supertubos e foi campeã do MEO Pro Portugal. A havaiana deu o troco em G-Land, passando para a final na Indonésia.

OI RIO PRO APRESENTADO POR CORONA EM SAQUAREMA:

RESULTADOS DA SEXTA-FEIRA NA PRAIA DE ITAÚNA:

SEGUNDA FASE – 9.o lugar com 2.610 pontos e US$ 13.500:

1.a: Carissa Moore (HAV) 8,50 x 8,33 Sol Aguirre (PER)
2.a: Isabella Nichols (AUS) 11,16 x 10,70 Stephanie Gilmore (AUS)
3.a: Johanne Defay (FRA) 8,90 x 7,10 Courtney Conlogue (EUA)
4.a: Lakey Peterson (EUA) 11,33 x 5,80 Brisa Hennessy (CRI)

SEGUNDA FASE – 17.o lugar com 1.330 pontos e US$ 12.125:

1.a: Miguel Tudela (PER) 14,30 x 12,60 Griffin Colapinto (EUA)
2.a: Caio Ibelli (BRA) 14,43 x 8,83 Jadson André (BRA)
3.a: Mateus Herdy (BRA) 16,00 x 12,90 Kanoa Igarashi (JPN)
4.a: Nat Young (EUA) 12,00 x 10,17 Jordy Smith (AFR)
5.a: Ethan Ewing (AUS) 13,67 x 13,57 João Chianca (BRA)
6.a: Samuel Pupo (BRA) 11,00 x 6,27 Kolohe Andino (EUA)
7.a: Callum Robson (AUS) 15,57 x 10,37 Gabriel Medina (BRA)
8.a: Matthew McGillivray (AFR) 11,40 x 10,53 Jake Marshall (EUA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 20.000 e 4.745 pontos:

1.a: Johanne Defay (FRA) 9,43 x 8,10 Sally Fitzgibbons (AUS)
2.a: Gabriela Bryan (HAV) 8,94 x 8,33 Lakey Peterson (EUA)
3.a: Carissa Moore (HAV) 12,47 x 10,50 Caroline Marks (EUA)
4.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) 11,40 x 4,50 Isabella Nichols (AUS)

BATERIAS DA PRÓXIMA CHAMADA:

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 13.500 e 3.320 pontos:

1.a: Jack Robinson (AUS) x Mateus Herdy (BRA)
2.a: Caio Ibelli (BRA) x Samuel Pupo (BRA)
3.a: Italo Ferreira (BRA) x Michael Rodrigues (BRA)
4.a: Miguel Pupo (BRA) x Nat Young (EUA)
5.a: Filipe Toledo (BRA) x Miguel Tudela (PER)
6.a: Connor O`Leary (AUS) x Matthew McGillivray (AFR)
7.a: Ethan Ewing (AUS) x Yago Dora (BRA)
8.a: Callum Robson (AUS) x Jackson Baker (AUS)

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$ 40.000 e 6.085 pontos:

1.a: Johanne Defay (FRA) x Gabriela Bryan (HAV)
2.a: Carissa Moore (HAV) x Tatiana Weston-Webb (BRA)

Covid-19: A saúde e segurança dos atletas, staff e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League, que trabalha em estreita colaboração com as autoridades de saúde locais, para implementar um robusto protocolo de segurança para todos, em relação ao Covid-19.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o www.worldsurfleague.com A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com

O Oi Rio Pro Apresentado pela Corona tem os patrocínios da Oi, Corona, Havaianas, Oakley, Hydro Flask, Expedia, Banco do Brasil, BB Asset Management, Secretaria de Esporte e Lazer do Governo do Rio de Janeiro, Prefeitura de Saquarema, Enel, TikTok, 51 Ice, Localiza, Oakberry, Australian Gold, Pura Vida, NewOn (Grupo Prevent Senior), UniCesumar, BFGoodrich e EY.

Reportagem: João Carvalho – World Surf League (WSL)

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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