Michelob ULTRA Pure Haleiwa Challenger – Prazo da etapa final do WSL Challenger Series 2021 começa nesta sexta-feira no Havaí

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Começa nesta sexta-feira no Havaí, prazo do Michelob ULTRA Pure Haleiwa Challenger, etapa final do WSL Challenger Series 2021.

Haleiwa em ação. Foto: Tony Heff – WSL

O evento será transmitido ao vivo pelo: www.worldsurfleague.com

Chegou a hora de fechar a lista de quem vai disputar os títulos mundiais de 2022 no World Surf League Championship Tour. Os últimos nomes serão indicados pelos rankings do Challenger Series, que têm até o dia 7 de dezembro para serem encerrados no Alii Beach Park de Haleiwa na ilha de Oahu, no Havaí.

Joao Chianca em ação. Foto: Tony Heff – WSL

Com 21 sul-americanos participando das duas categorias, 18 do Brasil e 3 do Peru. Os brasileiros João Chianca e Samuel Pupo e o peruano Lucca Mesinas, estão entre os doze surfistas que o Challenger Series classifica para completar a elite dos top-34 de 2022.

Samuel Pupo em ação. Foto: Kevin Moncayo – WSL

O fuso do Havaí é de 7 horas a menos do Brasil, então com a primeira chamada sendo as 7h00 da sexta-feira em Haleiwa Beach, serão 14h00 no horário de Brasília. Se o MIchelob ULTRA Pure Haleiwa Challenger começar pelos homens, já tem Brasil em dose dupla na primeira bateria, com Rafael Teixeira e Ian Gouveia disputando duas vagas para a segunda fase, com o espanhol Aritz Aranburu e o australiano Kalani Ball.

Ian Gouveia em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Caso a comissão técnica escolha iniciar pela categoria feminina, a participação sul-americana começa na segunda bateria, com a brasileira Summer Macedo enfrentando a sul-africana Sarah Baum, a australiana Sophie McCulloch e a norte-americana Samantha Sibley. Também estreiam na primeira fase, Silvana Lima e a peruana Daniella Rosas. Elas foram escaladas na sétima bateria, com a havaiana Keala Tomoda-Bannert e a portuguesa Yolanda Hopkins.

Summer Macedo em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Também estreiam na primeira fase, Silvana Lima e a peruana Daniella Rosas. Elas foram escaladas na sétima bateria, com a havaiana Keala Tomoda-Bannert e a portuguesa Yolanda Hopkins.

Silvana Lima em ação. Foto: Pascal Rosales – WSL

TOPS DO CT: A outra participante do Brasil é a vice-campeã mundial Tatiana Weston-Webb, que faz parte da lista das 16 cabeças de chave que entram na segunda fase. Entre elas, estão a tetracampeã Carissa Moore e mais cinco surfistas que disputaram o WSL Championship Tour em 2021.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

Entre os homens, têm quinze tops da elite e as principais atrações são os campeões mundiais Kelly Slater e John John Florence. Dos 11 titulares da seleção brasileira desse ano, apenas três vão competir, Deivid Silva, Caio Ibelli e Alex Ribeiro.

Deivid Silva em ação. Foto: Matt Dunbar – WSL

Deivid já está garantido no CT 2022, por ter ficado entre os vinte primeiros do ranking encerrado na etapa do México, onde ele foi vice-campeão na final com o australiano Jack Robinson, nas direitas de Barra de La Cruz. Além dele, já confirmaram seus nomes o novo tricampeão mundial, Gabriel Medina, o vice-campeão Filipe Toledo, o campeão olímpico Italo Ferreira, Yago Dora, Jadson André e Miguel Pupo. O campeão mundial Adriano de Souza também ficou entre os top-20, porém decidiu encerrar sua carreira esse ano.

SELEÇÃO BRASILEIRA DE 2022: Para manter o mesmo número de 11 surfistas na seleção brasileira do CT 2022, quatro teriam que se classificar pelo WSL Challenger Series. O saquaremense João Chianca é o mais bem colocado, dividindo o sexto lugar no ranking com Lucca Mesinas, que pode ser o primeiro peruano na elite masculina do CT, pois na feminina já teve a campeã mundial de 2004, Sofia Mulanovich. Samuel Pupo também está no G-12, fechando a lista em 15.o lugar, junto com o australiano Jordan Lawler. Ele está na zona de classificação, porque três surfistas já garantidos entre os top-20 do CT 2021, estão na frente dele, o líder Kanoa Igarashi (JPN), Griffin Colapinto (EUA) em nono lugar e Leonardo Fioravanti (ITA) em 14.o.

Lucca Mesinas em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

E na porta de entrada do G-12, logo abaixo de Samuel Pupo, estão Lucas Silveira e Mateus Herdy, dividindo a 17.a posição no ranking. Os quatro são as maiores esperanças para que a seleção brasileira permaneça com onze concorrentes ao título no CT de 2022. Os próximos sul-americanos são o peruano Alonso Correa em 26.o lugar e os brasileiros Thiago Camarão em 28.o, Alejo Muniz em 29.o, Alex Ribeiro em 32.o e Edgard Groggia em 33.o

Mateus Herdy em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Alonso, Camarão, Alejo e Alex, estão no grupo dos que precisam chegar nas quartas de final do Michelob ULTRA Pure Haleiwa Challenger, para superar os 9.500 pontos de Samuel Pupo e Jordan Lawler, que estão fechando o G-12 no momento. Groggia só consegue isso nas semifinais. Já Lucas Silveira e Mateus Herdy, ultrapassam essa pontuação nas oitavas de final, ou seja, se passarem pelas suas baterias de estreia na segunda fase no Havaí.

Alex Ribeiro em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

O primeiro deles a competir será Edgard Groggia, que é um dos pré-classificados da segunda bateria desta segunda fase. Ele está junto com dois surfistas que defendem vagas no G-12, o americano Nat Young e o australiano Liam O´Brien. Lucas Silveira entra na quarta com um concorrente para entrar na lista, Michael Dunphy, dos Estados Unidos. Já Mateus Herdy está na oitava bateria, com o australiano Jack Freestone e o americano Jake Marshall do G-12.

Lucas Silveira em ação. Foto: Laurent Massurel – WSL

Na disputa seguinte, tem um confronto direto pelas últimas vagas, com o número 15 do ranking, Samuel Pupo, estreando junto com o número 12, Callum Robson, da Austrália. Depois de Samuca, tem Alex Ribeiro e Lucca Mesinas na décima bateria. Na 12.a, entra João Chianca também fazendo sua primeira defesa da sexta posição no G-12 como o peruano, contra Caio Ibelli, o americano Nolan Rapoza e mais um que vier da primeira fase. João viajou para o Havaí embalado, depois de decidir o título do Saquarema Surf Festival em casa no domingo, que foi vencido por Yago Dora.

TRÊS BRASILEIROS: Antes de João Chianca, tem Wiggolly Dantas estreando junto com o melhor surfista de todos os tempos, o onze vezes campeão mundial Kelly Slater. Depois, entra Jessé Mendes na 14.a das 16 baterias dessa segunda fase e a penúltima já tem três brasileiros para disputar duas vagas para as oitavas de final, Deivid Silva já garantido no CT 2022 e dois tentando entrar no G-12 do Challenger Series, Thiago Camarão e Alejo Muniz.

Wiggolly Dantas em ação. Foto: Daniel Smorigo – WSL

BATERIAS DOS SUL-AMERICANOS NO HALEIWA CHALLENGER:

PRIMEIRA FASE – 3.o=65.o lugar (US$ 650 e 300 pts) e 4.o=73.o (US$ 600 e 250 pts):

1.a: Rafael Teixeira (BRA), Ian Gouveia (BRA), Aritz Aranburu (ESP), Kalani Ball (AUS)
7.a: Ian Gentil (BRA), Weslley Dantas (BRA), Charles Martin (FRA), Barron Mamiya (HAV)

SEGUNDA FASE – entrada dos 48 pré-classificados:

—–3.o=33.o lugar (US$ 1.200 e 700 pts) e 4.o=49.o (US$ 750 e 600 pts)

2.a: Nat Young (EUA), Liam O´Brien (AUS), Edgard Groggia (BRA), 2.o da 1.a da 1.a Fase
4.a: Matthew McGillivray (AFR), Michael Dunphy (EUA), Lucas Silveira (BRA), 2.o da 2.a
8.a: Jack Freestone (AUS), Jake Marshall (EUA), Mateus Herdy (BRA), 2.o da 4.a
9.a: Griffin Colapinto (EUA), Samuel Pupo (BRA), Callum Robson (AUS), 1.o da 5.a
10: Alex Ribeiro (BRA), Lucca Mesinas (PER), Beyrick De Vries (HOL), 2.o da 5.a
11: Kelly Slater (EUA), Wiggolly Dantas (BRA), Cam Richards (EUA), 1.o da 6.a
12: Caio Ibelli (BRA), João Chianca (BRA), Nolan Rapoza (EUA), 2.o da 6.a
14: Connor O´Leary (AUS), Shun Murakami (JPN), Jessé Mendes (BRA), 2.o da 7.a
15: Deivid Silva (BRA), Thiago Camarão (BRA), Alejo Muniz (BRA), 1.o da 8.a
16: Michel Bourez (TAH), Alonso Correa (PER), Hiroto Ohhara (JPN), 2.o da 8.a

PRIMEIRA FASE – 3.a=33.o lugar (US$ 1.200 e 700 pts) e 4.a=41.o (US$ 1.125 e 650 pts):

2.a: Sarah Baum (AFR), Sophie McCulloch (AUS), Samantha Sibley (AUS), Summer Macedo (BRA)
7.a: Keala Tomoda-Bannert (HAV), Yolanda Hopkins (PRT), Daniella Rosas (PER), Silvana Lima (BRA)

SEGUNDA FASE – entrada das 16 cabeças de chave:

—-3.a=17.o lugar (US$ 2.400 e 2.200 pts) e 4.a=25.o (US$ 1.900 e 1.800 pts)

1.a: Carissa Moore (HAV), Sawyer Lindblad (EUA), 1.a da 1.a da 1.a Fase e 2.a da 2.a
2.a: Lakey Peterson (EUA), Gabriela Bryan (HAV), 1.a da 2.a e 2.a da 1.a
3.a: Sage Erickson (EUA), Caitlin Simmers (EUA), 1.a da 3.a e 2.a da 4.a
4.a: Malia Manuel (HAV), Vahine Fierro (FRA), 1.a da 4.a e 2.a da 3.a
5.a: Tatiana Weston-Webb (BRA), India Robinson (AUS), 1.a da 5.a e 2.a da 6.a
6.a: Macy Callaghan (AUS), Molly Picklum (AUS), 1.a da 6.a e 2.a da 5.a
7.a: Brisa Hennessy (CRI), Coco Ho (HAV), 1.a da 7.a e 2.a da 8.a
8.a: Caroline Marks (EUA), Luana Coelho Silva (HAV), 1.a da 8.a e 2.a da 7.a

G-12 DO WSL CHALLENGER SERIES – 3 etapas de 2021 + 1 do QS 2020:

*-vaga no CT 2022 já garantida

*01: Kanoa Igarashi (JPN) – 15.500 pontos
02: Ezekiel Lau (HAV) – 14.250
03: Jake Marshall (EUA) – 12.500
04: Imaikalani Devault (HAV) – 12.000
05: Nat Young (EUA) – 11.900
06: Connor O´Leary (AUS) – 11.000
06: Lucca Mesinas (PER) – 11.000
06: João Chianca (BRA) – 11.000
*09: Griffin Colapinto (EUA) – 10.750
09: Liam O´Brien (AUS) – 10.750
11: Carlos Muñoz (CRI) – 10.650
12: Callum Robson (AUS) – 10.500
13: Jackson Baker (AUS) – 10.400
*14: Leonardo Fioravanti (ITA) – 10.000
15: Samuel Pupo (BRA) – 9.500
15: Jordan Lawler (AUS) – 9.500

——–Próximos sul-americanos até 100:

17: Lucas Silveira (BRA) – 9.250 pontos
17: Mateus Herdy (BRA) – 9.250
26: Alonso Correa (PER) – 7.900
28: Thiago Camarão (BRA) – 7.650
29: Alejo Muniz (BRA) – 7.500
32: Alex Ribeiro (BRA) – 7.375
33: Edgard Groggia (BRA) – 7.250
40: Jessé Mendes (BRA) – 5.900
42: Wiggolly Dantas (BRA) – 5.800
44: Ian Gouveia (BRA) – 5.650
*48: Yago Dora (BRA) – 5.250
50: Weslley Dantas (BRA) – 5.050
*51: Jadson André (BRA) – 5.000
*62: Deivid Silva (BRA) – 4.000
65: Marcos Correa (BRA) – 3.750
68: Caio Ibelli (BRA) – 3.500
75: Michael Rodrigues (BRA) – 3.150
78: Marco Giorgi (URU) – 3.000
81: Willian Cardoso (BRA) – 2.800
83: Rafael Teixeira (BRA) – 2.700
85: Victor Bernardo (BRA) – 2.550
*87: Filipe Toledo (BRA) – 2.500
87: Leandro Usuna (ARG) – 2.500
98: Lucas Vicente (BRA) – 1.800
100: Renan Pulga Peres (BRA) – 1.750
100: Leo Casal (BRA) – 1.750

G-6 DO WSL CHALLENGER SERIES – 3 etapas de 2021 + 1 do QS 2020:

1.a: Brisa Hennessy (CRI) – 21.500 pontos
2.a: Gabriela Bryan (HAV) – 21.000
3.a: Caitlin Simmers (EUA) – 17.200
4.a: India Robinson (AUS) – 13.300
5.a: Vahine Fierro (FRA) – 12.500
5.a: Sawyer Lindblad (EUA) – 12.500

——–Sul-americanas até 100:

33: Silvana Lima (BRA) – 6.350 pontos
35: Summer Macedo (BRA) – 6.050
40: Daniella Rosas (PER) – 5.300
46: Dominic Barona (EQU) – 4.400
55: Sol Aguirre (PER) – 3.250
65: Josefina Ané (ARG) – 2.275
78: Anali Gomez (PER) – 1.500
94: Tatiana Weston-Webb (BRA) – 700
94: Sophia Medina (BRA) – 700

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: João Carvalho – WSL Latin América

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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