Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger – John John vence com 2 brazucas confirmados na elite – Assistam aos vídeos!

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02 surfistas da nova geração brazuca, vão reforçar a “seleção brasileira” no WSL Championship Tour de 2022. Samuel Pupo e João Chianca, confirmaram suas vagas no domingo decisivo com vitória de John John Florence. Acessem aos links abaixo, com os vídeos dos melhores momentos.

Samuel Pupo em ação. Foto: Brent Bielmann – World Surf League

O evento está sendo transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo da WSL e a primeira chamada da segunda-feira será às 7h30 no Havaí, 14h30 no fuso horário de Brasília.

Ambos com 21 anos de idade, João Chianca “Chumbinho”, teve a sua vaga garantida logo na primeira bateria das quartas de final do domingo de ótimas ondas de 8-10 pés em Haleiwa Beach. Já Samuel Pupo “Samuca”, confirmou a sua com a sua classificação para as semifinais. Ele ainda chegou na final e festejou no pódio, com três tops da elite que vai enfrentar no ano que vem.

Samuel Pupo, festejando junto, com 03 tops da elite. Foto: Brent Bielmann – World Surf League

O bicampeão mundial John John Florence venceu o Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger com a única nota 10 do evento. O australiano Jack Robinson ficou em segundo, o japonês Kanoa Igarashi em terceiro e Samuel Pupo com um honroso quarto lugar no Havaí.

John John Florence em ação. Foto: Tony Heff – World Surf League

A grande meta já havia sido atingida, que era a tão desejada vaga para a elite dos melhores surfistas do mundo. Samuca só dependia dele mesmo e garantiria a classificação se passasse sua bateria das quartas de final. As condições do mar estavam difíceis e ele só surfou as duas ondas que são computadas no resultado. A nota 6,33 da primeira foi decisiva para avançar para as semifinais somando 10,83 pontos, contra 10,70 de Connor O´Leary. Outro australiano, Liam O´Brien, venceu por 12,16 e o neozelandês Billy Stairmand ficou em último.

“Foi um longo caminho para chegar aqui. Apesar de ser novo ainda, estou competindo no QS desde os 15 anos, então foi bastante tempo para me qualificar e estou muito feliz agora”, disse Samuel, que vai competir no CT 2022 junto com o irmão, Miguel Pupo. Eles são filhos do surfista que fez uma brilhante carreira no Circuito Brasileiro Profissional, Wagner Pupo. Toda a família mora na mesma Praia de Maresias do tricampeão mundial Gabriel Medina.

Samuel Pupo, festejando com seu troféu. Foto: Brent Bielmann – World Surf League

Miguel Pupo estava no Brasil, torcendo para a classificação do irmão: “Realmente, foi emocionante o dia de hoje e nem consigo acreditar no que aconteceu. Eu acreditava no surfe dele, na garra dele, mas assistir aqui de casa, pela televisão, foi muito difícil. Meus pais nem conseguiram assistir as baterias, foi muito nervosismo, mas eu assisti uma por uma. Estou feliz por ele ter conseguido realizar o sonho dele e, agora, no ano que vem, vai ter dois Pupos no Tour”.

Miguel e Samuel, comemorando a vitória em Ericeira. Foto: Damien Poullenot – World Surf League

Samuca também comentou sobre a classificação do amigo, João Chianca, o Chumbinho: “A gente vinha conversando sobre isso, desde os nossos bons resultados na Europa, mas nem parece ser verdade. Dei um abraço nele agora e é um sonho estar no Tour com meu irmão (Miguel Pupo) e com meu melhor amigo (João Chianca). Agora estou bem aliviado e sinto que posso surfar 100%. Eu estava muito nervoso e agora sinto que estou mais confiante”.

A vaga de Samuel Pupo para o CT 2022, foi conquistada na última bateria das quartas de final, que abriram o domingo do Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger. Já a classificação do João Chianca, foi garantida na primeira do dia, com a eliminação de Jacob Willcox, pelo também australiano Jack Robinson e pelo havaiano Ezekiel Lau. Outros três surfistas ainda tinham chances de entrar no G-12, mas João Chianca não sairia mais e todos fracassaram.

João Chianca em ação. Foto: Brent Bielmann – World Surf League

“Estou muito feliz por estar classificado pro CT de 2022 e agradeço muito a torcida de todos”, disse João Chianca, que quase não conseguiu assistir essa bateria de tanta ansiedade. “Foi um ano muito longo, ao mesmo tempo muito corrido. Muitas coisas aconteceram, mas a gente conseguiu a tão esperada vaga aqui nesse lugar maravilhoso. Sei que todos vocês estavam botando grande fé em mim e obrigado pela torcida, obrigado a WSL, obrigado a todos”.

De Portugal, o seu irmão mais velho, o campeão mundial de ondas gigantes, Lucas “Chumbo” Chianca, comemorou a classificação de Chumbinho: “Que momento é esse que a gente está vivendo! Era um sonho da nossa família. A gente sempre falou disso, desde criança, mas acabei indo pro lado das ondas grandes e meu irmão agora está no CT. Estou aqui em Nazaré e estava torcendo muito por ele. Infelizmente, ele perdeu, mas se classificou e estou muito feliz. Nossa família deve estar celebrando muito no Brasil e o João está de parabéns. Teve uma atuação incrível esse ano, com um surfe muito sólido e ele é minha maior aposta no Tour agora”.

SELEÇÃO BRASILEIRA: Com a entrada dos dois, o Brasil manteve a maioria entre os top-34 do CT com nove surfistas, contra oito da Austrália. A seleção brasileira que vai disputar o título mundial de 2022, será formada pelo tricampeão Gabriel Medina, o vice-campeão Filipe Toledo, o primeiro medalhista de ouro da história do surfe nas Olimpíadas, Italo Ferreira, Yago Dora, Deivid Silva, Jadson André, os irmãos Miguel Pupo e Samuel Pupo e João Chianca.

Gabriel Medina em ação. Foto: Thiago Diz – World Surf League

Na categoria feminina, a única brasileira é a vice-campeã mundial de 2021, Tatiana Weston-Webb. Já a América Latina, estará reforçada pelo peruano Lucca Mesinas e por Carlos Muñoz, da Costa Rica, que ficou com a última vaga na lista dos 12 indicados pelo WSL Challenger Series, para completar a elite dos top-34 do WSL Championship Tour 2022. As seis do ranking feminino serão definidas nesta segunda ou terça-feira em Haleiwa Beach.

AMÉRICA LATINA: Será a primeira vez que mais dois países da América Latina serão representados na elite masculina da World Surf League. Brisa Hennessy já defende a bandeira da Costa Rica entre as mulheres e o Peru teve Sofia Mulanovich, que foi campeã mundial do CT em 2004. Ela acabou com uma hegemonia da australiana Layne Beachley, que conquistou seis títulos consecutivos, desde 1998 até 2003. Depois, Piccolo Clemente foi bicampeão no Longboard, em 2013 e 2015. Agora, Lucca Mesinas vai representar o Peru na elite do World Surf League Championship Tour a partir de 2022.

Lucca Mesinas em ação. Foto: Brent Bielmann – World Surf League

“Estou supercontente, porque foram muitos anos de trabalho, de dedicação e finalmente a meta foi atingida”, disse Lucca Mesinas. “Foi muito estressante, porque eu perdi na minha primeira bateria aqui e tive de esperar que todos que estavam abaixo de mim perdessem, o que não é muito legal. Mas, eu acho que merecia e espero poder inspirar as novas gerações do surfe do meu país e de toda a América Latina, de que é possível conseguir. Será um grande orgulho para mim, estar representando o meu país no maior palco do esporte”.

Após confirmar sua vaga no domingo, Samuel Pupo realmente mostrou estar aliviado e fez sua melhor apresentação no Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger. Ele achou boas ondas na semifinal, para mostrar a potência do seu frontside e manobrou forte, para arrancar notas 8,10 e 8,03 dos juízes. O japonês Kanoa Igarashi passou em segundo lugar com 13,60 pontos e dois australianos foram eliminados, Kalani Ball que ainda buscava classificação para o CT e Liam O´Brien já garantido na elite de 2022.

A grande final foi o seu primeiro teste como novo integrante do grupo dos melhores surfistas do mundo, pois enfrentou três tops da elite. Samuca começou bem, encaixando duas manobras muito fortes que valeram 6,83. O bicampeão mundial John John Florence falhou nas duas primeiras que surfou e Kanoa Igarashi também. O mar continuava desafiador, com os quatro finalistas remando o tempo todo para não sair do pico. O australiano Jack Robinson só pegou a primeira dele na metade da bateria e escolheu bem, atacando o paredão com batidas e rasgadas no crítico da onda, para ganhar nota 7,33.

John John vem na segunda da série e também sai abrindo grandes leques de água, para assumir a ponta com 7,77. Não demora e o havaiano pega outra para mandar um layback incrível, que valeu nota 7,10 e os aplausos da torcida. A prioridade de escolher a próxima ficou para Samuel Pupo. Ele pega uma que não é boa e John John dá um show na seguinte, apresentando seu repertório de manobras modernas e progressivas, surfando até um tubo e completando a onda com um aéreo reverse, para arrancar a primeira nota 10 do campeonato.

Kanoa Igarashi também voa num “kerrupt flip” que recebeu 7,77 e pulou para segundo, com Samuca caindo para terceiro. Faltando 3 minutos, Jack Robinson pega uma boa para desferir duas manobras e recebe 7,70, saltando do quarto para o segundo lugar. John John ainda destrói outra onda no minuto final, para totalizar 18,03 pontos com nota 8,03. Ele festeja sua segunda vitória em Haleiwa Beach e é cumprimentado por Samuel Pupo dentro d´água.

Kanoa Igarashi em ação. Foto: Tony Heff – World Surf League

Todos saíram felizes do mar, pois o Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger foi encerrado com chave de ouro, com altas ondas para todos os finalistas surfarem o seu melhor. O havaiano John John Florence comandou o show, Jack Robinson terminou como vice-campeão somando 15,03 pontos, o medalhista de prata nas Olimpíadas, Kanoa Igarashi, ficou em terceiro com 14,54 e o novo top do CT, Samuel Pupo, em quarto com 10,13 pontos.

OITAVAS DE FINAL FEMININAS: Depois da decisão do título masculino, começaram as oitavas de final femininas. Um bicampeão mundial saiu do mar comemorando a vitória e entrou uma tetracampeã, para fazer sua estreia no Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger. Carissa Moore só surfou duas ondas que valeram a mesma nota 7,33 e avançou em segundo lugar, na bateria vencida pela americana Alyssa Spencer, por 15,23 a 14,66 pontos.

Alyssa Spencer em ação. Foto: Tony Heff – World Surf League

As brasileiras Tatiana Weston-Webb e Summer Macedo perderam suas baterias. Na bateria da Summer, a americana Sawyer Lindblad perdeu junto com ela e saiu da lista das seis que se classificam para o CT 2022. Três vagas já foram definidas, para Brisa Hennessy (CRI) líder do ranking, Gabriela Bryan (HAV) que está em segundo e Caitlin Simmers (EUA) em terceiro. A batalha é grande pelas outras três e o domingo terminou com a havaiana Luana Coelho Silva dividindo o quarto lugar com India Robinson e a também australiana Molly Picklum empatada em sexto com outra havaiana, Bettylou Sakura Johnson.

Brisa Hennessy em ação. Foto: Tony Heff – World Surf League

O Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger tem prazo até terça-feira para fechar o WSL Challenger Series 2021 e a lista das 6 mulheres que vão completar a elite das top-17 que disputará o título mundial de 2022 no World Surf League Championship Tour.

ASSISTAM AOS VÍDEOS, CLICANDO NOS PLAYERS ABAIXO:

Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger – Highlights Day 04:

Michelob ULTRA Pure Gold Haleiwa Challenger – Highlights Day 03:

RESULTADOS DO DOMINGO EM HALEIWA BEACH NO HAVAÍ:

FINAL DO MICHELOB ULTRA PURE GOLD HALEIWA CHALLENGER:

Campeão: John John Florence (HAV) por 18,03 pts (10+8,03) – US$ 20.000 e 10.000 pts
2.o lugar: Jack Robinson (AUS) com 15,03 pts (7,70+7,73) – US$ 10.000 e 8.000 pts
3.o lugar: Kanoa Igarashi (JPN) com 14,54 pts (7,77+6,77) – US$ 5.250 e 6.500 pts
4.o lugar: Samuel Pupo (BRA) com 10,13 pts (6,83+3,30) – US$ 4.750 e 6.100 pts

SEMIFINAIS – 3.o=5.o lugar (US$ 4.000 e 5.100 pts) e 4.o=7.o (US$ 3.400 e 4.900 pts):

1.a: 1-Jack Robinson (AUS), 2-John John Florence (HAV), 3-Ezekiel Lau (HAV), 4-Callum Robson (AUS)
2.a: 1-Samuel Pupo (BRA), 2-Kanoa Igarashi (JPN), 3-Kalani Ball (AUS), 4-Liam O´Brien (AUS)

QUARTAS DE FINAL – 3.o=9.o lugar (US$ 3.200 e 3.600 pts) e 4.o=13.o (US$ 2.950 e 3.400 pts):

1.a: 1-Jack Robinson (AUS), 2-Ezekiel Lau (HAV), 3-Jake Marshall (EUA), 4-Jacob Willcox (AUS)
2.a: 1-Callum Robson (AUS), 2-John John Florence (HAV), 3-Conner Coffin (EUA), 4-Shion Crawford (HAV)
3.a: 1-Kanoa Igarashi (JPN), 2-Kalani Ball (AUS), 3-Ian Gentil (HAV), 4-Griffin Colapinto (EUA)
4.a: 1-Liam O´Brienn (AUS), 2-Samuel Pupo (BRA), 3-Connor O´Leary (AUS), 4-Billy Stairmand (NZL)

OITAVAS DE FINAL – 3.a=17.o lugar (US$ 2.400 e 2.200 pts) e 4.a=25.o (US$ 1.900 e 1.800 pts):

1.a: 1-Alyssa Spencer (EUA), 2-Carissa Moore (HAV), 3-Zoe McDougall (HAV), 4-Pauline Ado (FRA)
2.a: 1-Yolanda Hopkins (PRT), 2-Gabriela Bryan (HAV), 3-Caitlin Simmers (EUA), 4-Brianna Cope (HAV)
3.a: 1-Brisa Hennessy (CRI), 2-Vahine Fierro (FRA), 3-Tia Blanco (EUA), 4-Philippa Anderson (AUS)
4.a: 1-Luana C. Silva (HAV), 2-Pua Desoto (HAV), 3-Dimity Stoyle (AUS), 4-Leticia C. Bilbao (ESP)
5.a: 1-Molly Picklum (AUS), 2-Savanna Stone (HAV), 3-Teresa Bonvalot (PRT), 4-Tatiana Weston-Webb (BRA)
6.a: 1-India Robinson (AUS), 2-Lakey Peterson (EUA), 3-Minami Nonaka (JPN), 4-Sara Wakita (JPN)
7.a: 1-Macy Callaghan (AUS), 2-Sarah Baum (AFR), 3-Summer Macedo (BRA), 4-Sawyer Lindblad (EUA)
8.a: 1-Bettylou Sakura Johnson (HAV), 2-Amuro Tsuzuki (JPN), 3-Coco Ho (HAV), 4-Caroline Marks (EUA)

BATERIAS QUE VÃO ABRIR A SEGUNDA-FEIRA NO HAVAÍ:

QUARTAS DE FINAL – 3.a=9.o lugar (US$ 3.200 e 3.600 pts) e 4.a=13.o (US$ 2.950 e 3.400 pts):

1.a: Vahine Fierro (FRA), Alyssa Spencer (EUA), Yolanda Hopkins (PRT), Pua Desoto (HAV)
2.a: Carissa Moore (HAV), Brisa Hennessy (CRI), Gabriela Bryan (HAV), Luana C. Silva (HAV)
3.a: India Robinson (AUS), Molly Picklum (AUS), Amuro Tsuzuki (JPN), Sarah Baum (AFR)
4.a: Lakey Peterson (EUA), Macy Callaghan (AUS), Bettylou Sakura Johnson (HAV), Savanna Stone (HAV)

G-12 DO RANKING FINAL DO WSL CHALLENGER SERIES 2021:

*- vaga garantida pelo CT 2021

*1: Kanoa Igarashi (JPN) – 19.500 pontos
02: Ezekiel Lau (HAV) – 18.600
03: Liam O´Brien (AUS) – 14.900
04: Connor O´Leary (AUS) – 14.250
*5: Griffin Colapinto (EUA) – 14.150
06: Jake Marshall (EUA) – 14.100
*7: Jack Robinson (AUS) – 13.750
08: Callum Robson (AUS) – 13.400
09: Samuel Pupo (BRA) – 13.100
10: Nat Young (EUA) – 12.100
11: Imaikalani Devault (HAV) – 12.000
12: Lucca Mesinas (PER) – 11.000
12: João Chianca (BRA) – 11.000
14: Jackson Baker (AUS) – 10.700
15: Carlos Muñoz (CRI) – 10.650

Próximos sul-americanos até 50:

19: Lucas Silveira (BRA) – 9.250 pontos
19: Mateus Herdy (BRA) – 9.250
22: Thiago Camarão (BRA) – 9.200
25: Alex Ribeiro (BRA) – 8.800
30: Alonso Correa (PER) – 8.100
34: Wiggolly Dantas (BRA) – 7.600
35: Alejo Muniz (BRA) – 7.500
36: Jessé Mendes (BRA) – 7.450
38: Edgard Groggia (BRA) – 7.250
*50: Deivid Silva (BRA) – 5.800
51: Ian Gouveia (BRA) – 5.650

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

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Reportagem: João Carvalho – WSL Latin América

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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