MEO Vissla Pro Ericeira – 08 Brazucas já estão classificados para o 02º round em Portugal.

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08 brazucas se classificaram neste domingo na abertura do MEO Vissla Pro Ericeira. O primeiro round continua nesta segunda-feira, a partir das 8:00 em Portugal, 4h00 no Brasil.

Deivid Silva em ação. Damien Poullenot – WSL

Neste domingo começou a segunda etapa do WSL Challenger Series 2021, com vitórias brasileiras nas ondas de 3-5 pés em Ribeira D´Ilhas, Ericeira, Portugal. Deivid Silva ganhou a primeira bateria com o uruguaio Marco Giorgi passando em segundo e a seguinte terminou com dobradinha verde-amarela de Marcos Correa e João Chianca. Ian Gouveia também estreou com vitória e mais quatro avançaram em segundo lugar, o campeão mundial Italo Ferreira, o defensor do título desta etapa em Ericeira, Samuel Pupo, Thiago Camarão e Mateus Herdy.

Marcos Correa em ação. Damien Poullenot – WSL

Diferente do US Open of Surfing na Califórnia, o saldo do primeiro dia do Brasil no MEO Vissla Pro Ericeira foi positivo, com oito classificações contra seis eliminações. Mais sete ainda vão competir em cinco das seis baterias que ficaram para fechar a rodada inicial na segunda-feira.

Willian Cardoso em ação. Damien Poullenot – WSL

Os outros quatro participantes da América do Sul em Portugal já competiram no domingo. O uruguaio Marco Giorgi e Lucca Mesinas se classificaram em segundo lugar, mas os outros dois peruanos perderam, Alonso Correa e Miguel Tudela.

Lucca Mesinas em ação. Damien Poullenot – WSL

Marco Giorgi despachou o espanhol Vicente Romero e o francês Tristan Guilbaud, no confronto que abriu o WSL Challenger Series de Portugal, vencido por um dos titulares da “seleção brasileira do CT”, Deivid Silva. Na segunda bateria, Marcos Correa também mostrou a força do seu backside numa onda detonada por uma série de cinco manobras, que valeram 7,67. Essa nota lhe garantiu a vitória e João Chianca confirmou a dobradinha brasileira, sobre o australiano Reef Heazlewood e o japonês Shuji Nishi.

“As condições do mar estavam muito difíceis, com vento forte, as ondas bem mexidas, mas eu estava me sentindo bem na bateria”, disse Marcos Correa. “Eu consegui pegar uma onda boa, que tirei um 7,67, mas não consegui trocar um 2 e pouco da minha segunda nota. Mesmo assim, estou feliz por ter passado a bateria em primeiro e agora vamos para a próxima fase. Se Deus quiser, vai dar tudo certo de novo”.

Depois dessa dupla classificação, vieram duas eliminações de surfistas que já fizeram parte da divisão de elite da World Surf League, Willian Cardoso e Wiggolly Dantas, na quinta e na sexta bateria, respectivamente. Na sequência, quatro brasileiros se classificaram em segundo lugar, Mateus Herdy na nona bateria, Thiago Camarão na 11.a, a grande atração, Italo Ferreira, na 12.a e o defensor do título nas ondas de Ribeira D´Ilhas, Samuel Pupo, na 13.a.

Wiggolly Dantas em ação. Damien Poullenot – WSL

Toda a expectativa do público que encheu a praia no domingo, estava voltada para a estreia do campeão mundial de 2019, que conquistou a primeira medalha de ouro da história do surfe nas Olimpíadas. Italo Ferreira, começou com uma onda fraca, mas a segunda direita que surfou foi melhor e abriu a parede para ele atacar cinco vezes, com as duas últimas manobras mais explosivas para receber nota 8,00 dos juízes. Depois, pegou uma esquerda para voar em um aéreo rodando de frontside e finalizar a onda na areia, bem perto da torcida.

Italo Ferreira em ação. Damien Poullenot – WSL

RECORDE BATIDO: Com a nota 5,23 recebida, o potiguar abriu uma boa vantagem sobre seus adversários. Mas, o japonês Hiroto Ohhara roubou a cena nos minutos finais. Ele surfou muito forte duas ondas seguidas, para ganhar notas 7,23 e 8,40 e registrar um novo recorde de 15,63 pontos no WSL Challenger Series 2021. Italo ainda pega outra direita no minuto final, para buscar os 7,64 pontos da vitória, mas só consegue 6,80 e se classifica com 14,80 no total, eliminando Ian Gentil e o português Tomas Fernandes.

“Estou aqui me divertindo num dos meus lugares favoritos no mundo, que é Portugal. Tenho boas memórias daqui e é muito bom estar de volta, surfando e reencontrando meus amigos”, disse um relaxado Italo Ferreira. “A bateria foi legal. Eu peguei umas ondas boas, apesar da correnteza bem forte, mas o Hiroto (Ohhara) também surfou duas muito boas. Eu já estou de férias e querendo só me divertir, porque daqui a alguns meses começo a treinar de verdade, para virar a chave pro próximo ano, porque tenho grandes objetivos para alcançar”.

Depois do campeão olímpico fazer sua primeira apresentação, entrou o medalha de prata na final dos Jogos de Tóquio com o brasileiro. O japonês Kanoa Igarashi já começou forte a bateria, fazendo uma série de manobras que arrancaram nota 8,50 dos juízes. O campeão da última etapa da WSL disputada em Ericeira em 2019, Samuel Pupo, seguiu seu ritmo com nota 6,50 na primeira onda. Na segunda deles, Kanoa somou 6,60 para vencer por 15,10 pontos e Samuca conseguiu a maior nota brasileira do dia, 8,23. Com ela, garantiu o segundo lugar por 14,73 pontos, contra 11,24 do capixaba Rafael Teixeira e 10,70 do australiano Kalani Ball.

FAMÍLIA GOUVEIA: Outra dobradinha brasileira foi frustrada no confronto seguinte, pelo norte-americano Patrick Gudauskas. Esta 14.a bateria foi mais fraca de ondas, mas Ian Gouveia, feliz pelo nascimento da sua segunda filha, conseguiu a maior nota na última que surfou. Com o 5,73, totalizou 10,60 pontos para passar em primeiro lugar na praia onde seu pai, Fabio Gouveia, conquistou em 1994, a segunda das suas sete vitórias em etapas do WSL Qualifying Series. Gudauskas avançou junto com Ian, superando Edgard Groggia por 9,90 e 8,20 e o espanhol Aritz Aranburu ficou em último.

Ian Gouveia em ação. Damien Poullenot – WSL

“Eu me lesionei um pouco antes do US Open e não sabia se ia conseguir competir no Challenger Series. Mas, a gente ficou tanto tempo esperando para a retomada dos eventos, então queria muito competir e estou aqui”, contou Ian Gouveia. “Mesmo com um pouco de dor, consegui surfar e pegar duas ondas que foram suficientes para avançar. Hoje (domingo) foi um dia que já acordei muito feliz, porque foi o nascimento da minha segunda filha, a Bela, então, independente do que acontecesse, eu já estava amarradão por isso”.

DERROTAS DOS TOPS SUL-AMERICANOS: Após essas duas participações duplas do Brasil, vieram duas baterias com um brasileiro e um peruano sendo eliminados. Entre eles, Alonso Correa e Lucas Silveira, os únicos sul-americanos que estão no G-12 do Challenger Series, grupo dos doze surfistas que vão completar a elite do WSL Championship Tour 2022. O peruano Alonso era o nono do ranking e perdeu junto com Lucas Vicente, na bateria que Dylan Moffat registrou novos recordes no WSL Challenger Series 2021.

O japonês Hiroto Ohhara já havia ultrapassado os 15,34 pontos do recorde do peruano Lucca Mesinas no US Open of Surfing, com os 15,63 que totalizou na vitória sobre Italo Ferreira em Portugal. Mas, o australiano atingiu 15,93 somando notas 8,93 e 7,00 nas duas melhores ondas que surfou. Dylan Moffat só não é o recordista absoluto do MEO Vissla Pro Ericeira, porque o norte-americano Nat Young conseguiu um 9,00 na décima bateria do dia, que também é a maior nota do ano no WSL Challenger Series até agora.

Outro surfista que começou bem na batalha pelas vagas para o CT 2022 no US Open, foi barrado em mais uma dupla eliminação sul-americana. O carioca Lucas Silveira estava no G-12 e não passou da sua estreia na praia de Ribeira D´Ilhas, onde ele ganhou o título mundial Pro Junior da WSL de 2015. Em uma bateria muito disputada, o brasileiro ficou em terceiro com 10,80 pontos e o peruano Miguel Tudela em último com 10,20, contra 11,76 do francês Kauli Vaast e 11,60 do australiano Wade Carmichael, que se classificaram.

PRÓXIMAS ESTREIAS: Dos 21 brasileiros que formaram o maior pelotão entre os 96 participantes do MEO Vissla Pro Ericeira, 14 competiram no domingo conquistando 3 vitórias e mais 5 classificações em segundo lugar, com seis sendo eliminados em terceiro nas baterias. Mais sete vão estrear em cinco dos seis confrontos restantes da primeira fase, que ficaram para abrir a segunda-feira, a partir das 8h00 em Portugal, 4h00 da madrugada no Brasil.

Na primeira do dia, o marroquino Ramzi Boukhiam e Weslley Dantas, que decidiram o título do último Oi Hang Loose Pro Contest em Fernando de Noronha, em 2020, vão enfrentar o holandês Beyrick De Vries e o americano Crosby Colapinto. Nas duas seguintes, serão dois brasileiros contra dois surfistas de outros países. Caio Ibelli e Luel Felipe estão juntos na vigésima bateria e Alex Ribeiro e Jessé Mendes na 21.a. Depois, tem Michael Rodrigues na 22.a e Alejo Muniz na 24.a e última bateria.

As participações duplas continuarão na segunda fase. Os oito brasileiros já classificados, ficaram divididos em seis baterias. Na primeira, tem Deivid Silva e Marcos Correa, contra o australiano Connor O´Leary e o líder do ranking do WSL Challanger Series, Jake Marshall, dos Estados Unidos. Na segunda, estão João Chianca e o uruguaio Marco Giorgi. Na terceira, tem o peruano Lucca Mesinas, depois Italo Ferreira compete junto com Thiago Camarão na quinta, Mateus Herdy na sexta, Ian Gouveia na sétima e Samuel Pupo na oitava.

Thiago Camarão em ação. Damien Poullenot – WSL

VAGAS PARA O CT 2022: O WSL Challenger Series vai completar a elite que disputará os títulos mundiais no World Surf League Championship Tour 2022, classificando 12 surfistas para a categoria masculina e seis para a feminina. Serão quatro etapas e os rankings irão computar três resultados, com um deles podendo ser a maior pontuação obtida nas etapas do WSL Qualifying Series 2020 disputadas até o mês de março, antes do Circuito Mundial ser cancelado por causa da pandemia do Covid-19.

O US Open of Surfing apresentado pela Shiseido abriu a batalha pelas vagas para o CT semana passada na Califórnia. Agora, tem o MEO Vissla Pro Ericeira, que vai até o próximo domingo em Ribeira D´Ilhas, Portugal, depois o Quiksilver Pro France de 16 a 24 também de outubro em Hossegor, França, com o Haleiwa Challenger fechando o WSL Challenger Series 2021 de 26 de novembro a 7 de dezembro em Haleiwa Beach, no Havaí.

TRANSMISSÃO AO VIVO: O MEO Vissla Pro Ericeira está sendo transmitido ao vivo de Ribeira D´Ilhas pelo WorldSurfLeague.com e pelo aplicativo grátis da WSL, lembrando que o fuso horário de Portugal é de 4 horas a mais do Brasil, então se a competição começar as 8h00 na Reserva Mundial de Surf de Ericeira, serão 4h00 da madrugada no horário de Brasília.

BATERIAS DOS SUL-AMERICANOS NO MEO VISSLA PRO ERICEIRA:

PRIMEIRA FASE – 3.o=49.o lugar (US$ 775 e 400 pts) e 4.o=73.o lugar (US$ 600 e 350 pts):

1.a: 1-Deivid Silva (BRA), 2-Margo Giorgi (URU), 3-Vicente Romero (ESP), 4-Tristan Guilbaud (FRA)
2.a: 1-Marcos Correa (BRA), 2-João Chianca (BRA), 3-Reef Heazlewood (AUS), 4-Shuji Nishi (JPN)
5.a: 1-Jorgann Couzinet (FRA), 2-Carlos Munoz (CRI), 3-Willian Cardoso (BRA), 4-Michel Bourez (TAH)
6.a: 1-Jordan Lawler (AUS), 2-Joan Duru (FRA), 3-Wiggolly Dantas (BRA), 4-Oney Anwar (IDN)
7.a: 1-Jacob Willcox (AUS), 2-Lucca Mesinas (PER), 3-Jordan Maree (AFR), 4-Timothee Bisso (FRA)
9.a: 1-Charles Martin (FRA), 2-Mateus Herdy (BRA), 3-Kade Matson (EUA), 4-Shun Murakami (JPN)
11: 1-Cam Richards (EUA), 2-Thiago Camarão (BRA), 3-Ruben Vitoria (ESP), 4-Mason Ho (HAV)
12: 1-Hiroto Ohhara (JPN), 2-Italo Ferreira (BRA), 3-Ian Gentil (HAV), 4-Tomas Fernandes (PRT)
13: 1-Kanoa Igarashi (JPN), 2-Samuel Pupo (BRA), 3-Rafael Teixeira (BRA), 4-Kalani Ball (AUS)
14: 1-Ian Gouveia (BRA), 2-Patrick Gudauskas (EUA), 3-Edgard Groggia (BRA), 4-Aritz Aranburu (ESP)
15: 1-Dylan Moffat (AUS), 2-Cole Houshmand (EUA), 3-Lucas Vicente (BRA), 4-Alonso Correa (PER)
17: 1-Kauli Vaast (FRA), 2-Wade Carmichael (AUS), 3-Lucas Silveira (BRA), 4-Miguel Tudela (PER)

Até a 18.a bateria no domingo:

19: Ramzi Boukhiam (MAR), Weslley Dantas (BRA), Beyrick De Vries (HOL), Crosby Colapinto (EUA)
20: Caio Ibelli (BRA), Shane Sykes (AFR), Jackson Baker (AUS), Luel Felipe (BRA)
21: Alex Ribeiro (BRA), Callum Robson (AUS), Jessé Mendes (BRA), Ian Crane (EUA)
22: Michael Dunphy (EUA), Rio Waida (IDN), Michael Rodrigues (BRA), Cody Young (HAV)
24: Frederico Morais (PRT), Sheldon Simkus (AUS), Alejo Muniz (BRA), Afonso Antunes (PRT)

SEGUNDA FASE – baterias dos sul-americanos já formadas:

3.o=25.o lugar ($ 1.500 e 750 pts) e 4.o=37.o lugar ($1.000 e 650 pts):

1.a: Deivid Silva (BRA), Connor O´Leary (AUS), Jake Marshall (EUA), Marcos Correa (BRA)
2.a: Sebastian Zietz (HAV), Ezekiel Lau (HAV), João Chianca (BRA), Marco Giorgi (URU)
3.a: Lucca Mesinas (PER), Jorgann Couzinet (FRA), Jordan Lawler (AUS), Slade Prestwich (AFR)
5.a: Italo Ferreira (BRA), Nat Young (EUA), Thiago Camarão (BRA), Charles Martin (FRA)
6.a: Cam Richards (EUA), Hiroto Ohhara (JPN), Gatien Delahaye (FRA), Mateus Herdy (BRA)
7.a: Kanoa Igarashi (JPN), Ian Gouveia (BRA), Cole Houshmand (EUA), Eli Hanneman (HAV)
8.a: Liam O´Brien (AUS), Patrick Gudauskas (EUA), Samuel Pupo (BRA), Dylan Moffat (AUS)

PRIMEIRA FASE – 3.a=33.o lugar (US$ 1.000 e 700 pts) e 4.o=49.o lugar (US$ 775 e 600 pts):

1.a: Keely Andrew (AUS), Leilani McGonagle (CRI), Amuro Tsuzuki (JPN), Sophia Medina (BRA)
2.a: Sophie McCulloch (AUS), Dimity Stoyle (AUS), Ellie Brooks (AUS), Summer Macedo (BRA)
4.a: Pauline Ado (FRA), Sawyer Lindblad (EUA), Tessa Thyssen (FRA), Silvana Lima (BRA)
8.a: Sarah Baum (AFR), Yolanda Hopkins (PRT), Zoe McDougall (HAV), Josefina Ane (ARG)
13: Macy Callaghan (AUS), Daniella Rosas (PER), Luana Coelho Silva (HAV), Janire Gonzalez Etxabarri (ESP)
14: Caitlin Simmers (EUA), Mahina Maeda (JPN), Dominic Barona (EQU), Sol Aguirre (PER)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

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Reportagem: João Carvalho – WSL Latin América

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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