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MEO Rip Curl Pro Portugal – Day-off, segunda e terça-feira – 05 Brazucas nas Quartas de final – Vejam os Vídeos !!!

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Nesta segunda-feira de ondas fracas, abaixo de meio metro a organização da WSL, decretou “day off “(Dia de folga) no MEO Rip Curl Pro Portugal e não somente para esta segunda, mas também para a terça-feira. As previsões indicam a chegada de um novo swell para quarta ou quinta-feira, mas de ondas fracas e inconsistentes.

Line Up de Peniche em ação. Foto: Damien Poullenot / WSL

Mas se as previsões se confirmarem, as baterias das quartas de final do masculino e do feminino, devem ocorrer somente na sexta-feira e no sábado, ultimo dia do prazo de encerramento. O MEO Rip Curl Pro Portugal ainda tem prazo até o dia 28. A próxima chamada foi marcada uma às 8h00 da quarta-feira em Supertubos, 4h00 da manhã no Brasil. No domingo, com a classificação para as quartas de final, Filipe Toledo adiou a decisão do título mundial de 2019 para a última etapa em Pipeline, no Havaí.

Filipe Toledo em ação. Foto: Damien Poullenot / WSL

“Estou feliz em levar o título para ser decidido no Havaí, o que será mais interessante para todos e, também terei mais tempo para me recuperar dessas dores nas costas”, disse Filipe Toledo, que falou sobre a difícil condição do mar no domingo em Supertubos. “Nesse tipo de mar, tem que ter uma estratégia, um jogo de prioridade (de escolha da onda), saber qual onda escolher e fiz isso bem para sair com o resultado que eu buscava. Está sendo difícil ver toda a galera surfando, treinando e eu só nas baterias por causa das dores. Mas, dou meu máximo e estou conseguindo fazer o meu surfe do jeito que eu quero. Só que sigo o tratamento, porque é uma lesão que leva tempo e eu preciso de repouso. Estou me sentindo abençoado por Deus, por estar conseguindo fazer o que eu mais amo fazer, que é surfar”.

Duas baterias depois, Gabriel Medina vencia a oitava de final brasileira com Caio Ibelli, porém cometeu uma interferência de prioridade no fim e foi eliminado. Com isso, o sul-africano Jordy Smith, o californiano Kolohe Andino e o potiguar Italo Ferreira, automaticamente ficaram com chances de ainda serem campeões da temporada. Caio Ibelli vai enfrentar outro brasileiro nas quartas de final, Peterson Crisanto, logo após o duelo entre Filipe e o japonês Kanoa Igarashi e antes de Italo disputar a última vaga para as semifinais com o australiano Jack Freestone.

Caio Ibelli em ação. Foto: Laurent Masurel / WSL

Kanoa Igarashi pode ser o sexto concorrente ao título mundial no Billabong Pipe Masters, mas só se chegar na grande final do MEO Rip Curl Pro Portugal. Para isso, terá de passar por Filipe Toledo, que também precisa chegar na decisão desta penúltima etapa do World Surf League Championship Tour, para retomar a lycra amarela do Jeep Leaderboard de Gabriel Medina. Além dele, Jordy Smith e Italo Ferreira são os outros dois únicos surfistas que podem sair da Europa em primeiro lugar no ranking, mas somente com a vitória em Portugal, desde que a final não seja contra o ainda vice-líder, Filipe Toledo.

Antes de Filipe entrar no domingo, dois concorrentes ao título mundial já tinham passado para as quartas de final. O número 3 do ranking, Jordy Smith, ganhou fácil do americano Griffin Colapinto por 10,84 a 3,76 pontos, assim como o quinto colocado, Kolohe Andino, que fez o maior placar do dia contra o cearense Michael Rodrigues, 14,84 a 11,57 pontos. Apesar do mar difícil, com poucas ondas boas, Supertubos ainda formava algumas rampas para voar e os aéreos arrancaram as maiores notas do dia. Foi assim que Filipe superou o power-surf do australiano Wade Carmichael, por uma larga vantagem de 14,60 a 9,27 pontos. Na sequência, o japonês Kanoa Igarashi despachou o mito Kelly Slater por 10,53 a 9,10 para manter as esperanças de ainda lutar pelo título mundial, antes do primeiro duelo brasileiro do dia.

Foi uma bateria fraca de ondas, mas Gabriel Medina largou na frente com nota 5,33 e liderava com folgas com o 6,17 conseguido em sua terceira onda. Caio Ibelli só tinha uma nota 5,40, mas no final Medina achava que a prioridade de escolha era dele e não era. Ele então remou numa onda junto com o Caio, que não conseguiu surfar e reclamou levantando os braços, com os juízes assinalando a interferência.

Gabriel Medina em ação. Foto: Laurent Masurel / WSL

Medina ainda completou um aéreo que valeu a maior nota da bateria, 8,17, porém a penalidade lhe deixou só com essa onda computada. Caio ainda teve tempo de surfar uma ondinha que rendeu 3,10, para virar o placar para 8,50 a 8,17 pontos. O bicampeão mundial não se conformou e foi até a comissão técnica, que acabou confirmando a interferência. Com isso, Medina terminou em nono lugar no MEO Rip Curl Pro Portugal, abrindo a chance para quatro surfistas automaticamente terem chances de título mundial no Havaí.

“Eu tinha pego uma direita antes, ele (Medina) pegou uma esquerda e eu cheguei no outside antes dele para ganhar a prioridade”, contou Caio Ibelli. “Aí quando veio a onda, ele estava muito perto de mim, mas vi que a prioridade era minha, então remei com força para aquela onda. Eu sei que ele não comete esse tipo de erro, mas aconteceu, pois era minha vez de pegar a onda. Para mim, o Gabriel é o melhor surfista do mundo e eu o admiro e o respeito muito. Ele realmente venceu a bateria no surfe, mas foi eu que me classifiquei, felizmente”.

VAGAS NO CT 2020 – Enquanto Medina lamentou, Caio ibelli deu um passo gigante para confirmar seu nome entre os top-34 que vai disputar o CT 2020, com a passagem para as quartas de final. Ele não faz parte da elite esse ano, mas participou de todas as etapas da temporada, sempre na vaga de algum top contundido. Nessas duas últimas, substitui o capitão da “seleção brasileira”, Adriano de Souza, que não compete mais esse ano.

Caio Ibelli chegou em Portugal fora do grupo dos 22 primeiros do ranking que são mantidos, mas agora já aparece em 17.o lugar. Quem também entrou no G-22 no domingo foi Peterson Crisanto, que fez mais uma grande apresentação em Supertubos na outra bateria brasileira, contra o paulista Jessé Mendes. O paranaense completou seus aéreos de novo e somou notas 6,67 e 7,67 na vitória por 14,34 a 12,46 pontos, assumindo a 22.a posição no ranking. Só que eles acabaram tirando dois brasileiros da lista, os catarinenses Willian Cardoso e Yago Dora.

Peterson Crisanto em ação. Foto: Laurent Masurel / WSL

DEFENSOR DO TÍTULO – Foi usando os aéreos também, que Italo Ferreira despachou o californiano Conner Coffin, para seguir tentando o bicampeonato consecutivo no MEO Rip Curl Pro. Com a eliminação de Medina em nono lugar, se o potiguar repetir o título do ano passado, pode até sair da Europa com a lycra amarela do Jeep Leaderboard. Isso desde que não seja uma reedição da decisão brasileira de 2015 em Portugal com Filipe Toledo, que foi o campeão e já confirma a liderança do ranking se chegar na final.

Italo Ferreira em ação. Foto: Laurent Masurel / WSL

“Foi uma bateria legal e eu só pensava em surfar, em pegar o máximo de ondas possível”, disse Italo Ferreira, que saiu mancando do mar. “As esquerdas estão boas para mandar os aéreos e foi o que eu fiz. Tentei umas manobras, mas não consegui boas notas, então optei por arriscar mais, mas estava bem difícil pra conseguir velocidade. Eu senti uma lesão em um aéreo hoje (domingo) treinando pela manhã, mas faz parte. Estou muito tempo viajando, sem treinar muito, mas estou cuidando disso. Parece que vai ter uns dias sem evento por causa das ondas que vão diminuir bastante, então terei tempo pra me tratar para mandar bala aqui”.

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 18.000 e 4.745 pontos:

1.a: Jordy Smith (AFR) x Kolohe Andino (EUA)
2.a: Filipe Toledo (BRA) x Kanoa Igarashi (JPN)
3.a: Caio Ibelli (BRA) x Peterson Crisanto (BRA)
4.a: Italo Ferreira (BRA) x Jack Freestone (AUS)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 14.100 e 3.320 pontos:

1.a: Jordy Smith (AFR) 10.84 x 3.76 Griffin Colapinto (EUA)
2.a: Kolohe Andino (EUA) 14.84 x 11.57 Michael Rodrigues (BRA)
3.a: Filipe Toledo (BRA) 14.60 x 9.27 Wade Carmichael (AUS)
4.a: Kanoa Igarashi (JPN) 10.53 x 9.10 Kelly Slater (EUA)
5.a: Caio Ibelli (BRA) 8.50 x 8.17 Gabriel Medina (BRA)
6.a: Peterson Crisanto (BRA) 14.34 x 12.46 Jessé Mendes (BRA)
7.a: Italo Ferreira (BRA) 13.83 x 10.83 Conner Coffin (EUA)
8.a: Jack Freestone (AUS) 13.83 x 12.40 Soli Bailey (AUS)

VEJAM ABAIXO OS VÍDEOS COM AS BATERIAS DOS BRAZUCAS NAS OITAVAS DE FINAL:

Tatiana Weston-Webb garante sua vaga nas Olimpíadas de Tokyo 2020 no Japão

A gaúcha Tatiana Weston-Webb conquistou neste domingo a primeira classificação do Brasil para a estreia do surfe nas Olimpíadas de Tokyo 2020 no Japão, pelos rankings da World Surf League. Ela confirmou seu nome com a passagem para as quartas de final do MEO Rip Curl Portugal, mas a cearense Silvana Lima foi eliminada e segue na disputa pela última vaga com a neozelandesa Paige Hareb, que também perdeu nas oitavas de final do domingo de mar difícil e poucas ondas boas em Supertubos. Tatiana passou pela havaiana Coco Ho e vai enfrentar a australiana Sally Fitzgibbons, uma das concorrentes ao título mundial que ainda pode ser decidido na etapa portuguesa do World Surf League Championship Tour.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Damien Poullenot / WSL

“Estou realmente muito empolgada em poder representar o Brasil nas Olimpíadas e por ser eu a conseguir a primeira classificação do meu país”, disse Tatiana Weston-Webb, que foi criada nas ondas do Havaí. “É uma grande honra e nem sei o que dizer, mas tenho muito orgulho por representar o Brasil, que foi onde eu nasci e é onde está o meu coração, sem esquecer de onde eu cresci e que realmente me fez a surfista que sou hoje”.

“Participar das Olimpíadas sempre foi um sonho meu desde que eu era bem mais jovem, mas sabia que não seria possível como surfista, pois o esporte não era olímpico”, destaca Tatiana Weston-Webb. “Mas, agora, com o surfe fazendo parte das Olimpíadas, eu queria muito estar lá no Japão e hoje (domingo) consegui confirmar minha vaga entre as top-8 do CT. Lembro de assistir as Olimpíadas com minha mãe e ela dizia: ‘Sonhe grande meu amor, porque tudo é possível’. Então, agora, esse sonho está se tornando realidade”.

Além de Tatiana Weston-Webb, a francesa Johanne Defay também festejou sua classificação para as Olimpíadas no domingo em Portugal. No momento, são as únicas 100% confirmadas, enquanto pelo ranking masculino a World Surf League já oficializou quatro garantidos, Jordy Smith pela África do Sul, Kolohe Andino pelos Estados Unidos, Kanoa Igarashi pelo Japão e Jeremy Flores pela França. A batalha pelas duas vagas do Brasil está entre os três que estão na disputa direta do título mundial, Gabriel Medina, Filipe Toledo e Italo Ferreira.

Apesar de não estar vivendo sua melhor temporada como integrante do seleto grupo das dezessete surfistas que disputam o título mundial no World Surf League Championship Tour, Tatiana ganhou uma posição no ranking com a classificação para as quartas de final do MEO Rip Curl Pro Portugal. A gaúcha subiu para o sétimo lugar e vai enfrentar a número 3 do Jeep Leaderboard, Sally Fitzgibbons, na disputa pela segunda vaga nas semifinais.

TÍTULO MUNDIAL – No momento, a batalha pelo título mundial está aberta e a australiana precisa chegar na final em Portugal, para ter chances matemáticas de seguir na briga na última etapa em Maui, no Havaí. É a mesma situação da californiana Caroline Marks, mas somente se a líder, Carissa Moore, perder sua próxima bateria em Supertubos para Johanne Defay. Caso a havaiana chegue nas semifinais, ambas terão que vencer o MEO Rip Curl Pro. Se passar para a final, Sally sai da briga, mas Caroline seguirá na disputa com a vitória em Portugal.

Caroline Marks em ação. Foto: Damien Poullenot / WSL

Carissa Moore competiu logo após a gaúcha Tatiana Weston-Webb despachar outra havaiana, Coco Ho, por 14,67 a 10,60 pontos, somando notas 8,17 e 6,50. A número 1 do Jeep Leaderboard não conseguiu uma nota tão alta como a da brasileira, mas fez o suficiente para derrotar a neozelandesa Paige Hareb por 13,20 a 11,00 pontos. Enquanto Gabriel Medina viu acabar sua chance de conseguir o tricampeonato mundial antecipado em Portugal, Carissa ainda pode garantir seu quarto título com a vitória no MEO Rip Curl Pro.

Carissa Moore em ação. Foto: Laurent Masurel / WSL

“Estou apenas tentando me manter feliz, positiva, e ter um ótimo apoio do público aqui e em casa também, ajuda muito, certamente”, disse Carissa Moore. “Está havendo muita conversa sobre o título mundial, mas, como já disse antes, sou realista com as expectativas e sei que a decisão pode ir para Maui. A Lakey (Peterson), a Caroline (Marks) e a Sally (Fitzgibbons), estão trabalhando forte para isso, então não tem como tirar o pé do pedal, tem que acelerar”.

A principal concorrente para impedir o tetracampeonato mundial de Carissa Moore esse ano é a vice-líder do ranking, Lakey Peterson. A californiana barrou a cearense Silvana Lima por 13,43 a 8,54 pontos na penúltima bateria do domingo em Supertubos e poderá ter um confronto direto com a havaiana nas semifinais, caso passe pela australiana Nikki Van Dijk. Terá que derrotá-la, pois Carissa confirmará o tetra antecipado, se ganhar dela e vencer o MEO Rip Curl Pro Portugal, como na última vez que Supertubos sediou um CT feminino em 2010.

Lakey Peterson em ação. Foto: Laurent Masurel / WSL

VAGA NAS OLIMPÍADAS – Carissa e Lakey estão se classificando para as Olimpíadas de Tokyo 2020 pelos Estados Unidos, mas Caroline Marks ainda está na briga. Já as duas vagas da Austrália estão praticamente definidas para Sally Fitzgibbons e Stephanie Gilmore, pois elas têm uma grande vantagem sobre a próxima surfista do seu país, Nikki Van Dijk. A lista das oito indicadas pelo ranking feminino do CT só tem dois nomes 100% confirmados neste domingo em Portugal, da brasileira Tatiana Weston-Webb e da francesa Johanne Defay.

Sally Fitzgibbons em ação. Foto: Damien Poullenot / WSL

As outras duas vagas que restam, estão sendo disputadas pela costa-ricense Brisa Hennessy, pela brasileira Silvana Lima e pela neozelandesa Paige Hareb. Brisa está na vantagem, pois é a décima colocada no ranking com 27.060 pontos, ocupando o último lugar no grupo das top-10 que são mantidas na elite do CT. Silvana está em 12.o com 23.585 e Paige em 16.o com 19.315.

Silvana Lima em ação. Foto: Laurent Masurel / WSL

Para ultrapassar a cearense na última etapa em Maui, a surfista da Nova Zelândia vai precisar chegar nas semifinais, feito que só conseguiu duas vezes e muito tempo atrás, em 2009 e 2012. A brasileira também confirma sua vaga nas Olimpíadas se conseguir o mesmo resultado, ou se Paige perder antes disso nas ondas de Honolua Bay, em dezembro no Havaí.

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 18.000 e 4.745 pontos:

1.a: Caroline Marks (EUA) x Stephanie Gilmore (AUS)
2.a: Sally Fitzgibbons (AUS) x Tatiana Weston-Webb (BRA)
3.a: Carissa Moore (HAV) x Johanne Defay (FRA)
4.a: Lakey Peterson (EUA) x Nikki Van Dijk (AUS)

RESULTADOS DO DOMINGO EM PORTUGAL:

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 14.100 e 2.610 pontos:

1.a: Caroline Marks (EUA) 12.67 x 9.83 Bronte Macaulay (AUS)
2.a: Stephanie Gilmore (AUS) 13.07 x 12.13 Macy Callaghan (AUS)
3.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 12.67 x 9.50 Keely Andrew (AUS)
4.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) 14.67 x 10.60 Coco Ho (HAV)
5.a: Carissa Moore (HAV) 13.20 x 11.00 Paige Hareb (NZL)
6.a: Johanne Defay (FRA) 10.66 x 9.54 Brisa Hennessy (CRI)
7.a: Lakey Peterson (EUA) 13.43 x 8.54 Silvana Lima (BRA)
8.a: Nikki Van Dijk (AUS) 12.40 x 12.34 Courtney Conlogue (EUA)

VEJAM ABAIXO OS VÍDEOS COM AS BATERIAS DAS BRAZUCAS NAS OITAVAS DE FINAL:

O MEO Rip Curl Pro Portugal ainda tem prazo até o dia 28 para ser encerrado e está sendo transmitido ao vivo de Peniche pelo www.worldsurfleague.com e pelo Facebook Live e pelo aplicativo da World Surf League. No Brasil, os canais ESPN também estão passando toda a competição ao vivo de Portugal, onde o fuso horário é de 4 horas a mais. As previsões indicam que os próximos dias serão de ondas bem baixas, mas foi marcada uma chamada às 8h00 da quarta-feira em Supertubos, 4h00 da manhã no Brasil.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão. A WSL vem promovendo os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 230 eventos globais masculinos e femininos no ano para definir os campeões mundiais do World Surf League Championship Tour, Big Wave Tour, Redbull Airborne, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, além do WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, enquanto incentiva a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial. Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis da WSL. A World Surf League é pioneira em streaming online para uma enorme legião de fãs apaixonados e interessados em ver as grandes estrelas, como Kelly Slater, Stephanie Gilmore, John John Florence e muitos brasileiro, como Gabriel Medina, Adriano de Souza, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb, competindo no campo de jogo mais dinâmico e imprevisível de todos os esportes no mundo. Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

Reportagem: Edson Andrade – João Carvalho – WSL Latin America

Edição: Edson Andrade

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