MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl – Tatiana e Griffin, são os campeões nas ondas de Supertubos – Assistam aos vídeos!

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A brazuca, Tatiana Weston-Webb e o yankee, Griffin Colapinto, venceram suas baterias nesta segunda-feira nas pequenas e inconstantes ondas em Supertubos e se sagraram os campeões do MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl,  etapa portuguesa do WSL Championship Tour 2022. Acessem aos links abaixo com os vídeos dos melhores momentos.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

ASSISTAM AO VÍDEO CLICANDO NO PLAYER ABAIXO:

Finals Day Highlights | Colapinto and Weston-Webb Champions:

Griffin Colapinto vs Filipe Toledo MEO Pro Portugal – Final Heat Replay:

Lakey Peterson vs Tatiana Weston-Webb MEO Pro Portugal – Final Heat Replay:

Foram duas finais Brasil x Estados Unidos as decisões dos títulos. Tatiana Weston-Webb conseguiu a vitória contra Lakey Peterson, depois de passar pela pentacampeã mundial Carissa Moore. Já Filipe Toledo ganhou a semifinal brasileira com Italo Ferreira, mas perdeu por 0,14 de diferença para Griffin Colapinto, que venceu sua primeira final em etapas do World Surf League Championship Tour. A próxima é o Rip Curl Pro Bells Beach, nos dias 10 a 20 de abril na Austrália.

Filipe Toledo em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Curiosamente, as outras duas vitórias da carreira da Tatiana no CT, foram conquistadas em uma dobradinha brasileira com Filipe no pódio. Foi assim no ano passado, quando ganharam o Boost Mobile Margaret River Pro na Austrália e no US Open of Surfing de 2016, na Califórnia. Filipe tentava seu segundo título na etapa portuguesa, pois em 2015, venceu o show de aéreos na decisão brasileira com Italo Ferreira. A dupla Filipe e Tatiana, também foi vice-campeã mundial de 2021 e agora assumiram o mesmo quarto lugar no grupo dos top-5 dos rankings com estes resultados. Tatiana saltou da 14.a posição com a vitória e Filipe estava na sétima.

Tatiana, Lakey, Filipe e Griffin no pódio. Foto: Damien Poullenot – WSL

“Estou muito grata. Deus tem um plano para tudo e acredito nisso, sempre”, disse Tatiana Weston-Webb. “Foi uma final emocionante, com várias trocas na liderança a cada onda. Eu me senti em sintonia com as ondas, mas o mar estava congelante. Foi a primeira vez que eu usei roupa de borracha com manga curta aqui e meus braços estavam queimando de tanto frio”.

Tatiana e Filipe comemorando. Foto: Thiago Diz – WSL

Filipe Toledo queria o bicampeonato em Portugal, mas estava feliz por voltar ao pódio: “É muito bom estar aqui em Portugal de novo. É um lugar que me sinto bem confortável, as pessoas são muito acolhedoras e sempre tenho bons resultados aqui. O evento inteiro foi de muito surfe e me diverti bastante. Deu altas ondas e estou feliz em estar no pódio novamente. Parabéns para a Tatiana, para a Lakey, para o Griffin pela vitória e estou pronto para a Austrália”.

PRIMEIRA DECISÃO: O último dia foi iniciado logo ao amanhecer, para aproveitar as melhores condições do mar. As semifinais começaram as 7h00 em Portugal, 4h00 da madrugada no Brasil. Lakey Peterson derrotou a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore na primeira bateria e Tatiana Weston-Webb passou pela pentacampeã Carissa Moore na segunda. As semifinais masculinas foram realizadas em seguida e o título feminino foi o primeiro a ser decidido no MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl.

Carissa Moore em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

A disputa começou nas esquerdas de Supertubos, com a camisa 9 da seleção brasileira, Tatiana Weston-Webb, largando na frente com nota 7,33 na segunda onda, finalizada com uma manobra explosiva na junção, que arrancou aplausos da torcida. Depois de duas ondas fracas, Lakey Peterson achou outra esquerda boa e entrou na briga com nota 6,17. A brasileira somou um 4,67, enquanto a americana verticalizou as manobras de backside na onda de trás, para ganhar 7,10 e assumir a ponta.

Lakey pegou outra onda boa para fazer uma combinação de duas pancadas muito fortes que valeram 7,17. Tatiana passou a precisar de 6,94 para vencer, mas o 6,10 recebido foi insuficiente. Depois, conseguiu combinar duas manobras potentes de frontside e virou o placar com nota 8,00, abrindo 8,16 pontos de vantagem nos 10 minutos finais. Lakey não conseguiu isso e Tatiana Weston-Webb venceu por 15,33 a 14,17 pontos. Ela festejou a sua terceira vitória no CT e saltou da 14.a para a quarta posição no ranking após as três etapas completadas.

No pódio, Tatiana agradeceu o apoio do público, que encheu a praia na manhã desta segunda-feira, com a maioria torcendo para a brasileira: “Foi muito legal e vocês foram incríveis. Eu amo Portugal, aqui é um dos meus lugares favoritos no mundo. Eu sofri uma lesão em Sunset Beach e achei que não ia conseguir competir aqui, mas me recuperei e a final com a Lakey foi muito legal. Ela é uma guerreira, um monstro na água, com um surfe letal de backside, então tive que dar meu máximo e fazer o meu melhor pra poder ganhar”.

VICE-CAMPEÃ DUAS VEZES: O troféu que Lakey Peterson recebeu no MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl, foi o segundo dela de vice-campeã na etapa portuguesa. Em 2019, ela tinha perdido também a final norte-americana com Caroline Marks. Já Tatiana Weston-Webb vingou a derrota sofrida para Lakey na decisão do Margaret River Pro de 2019 na Austrália, na última vez que as duas haviam se enfrentado em baterias do CT. No ano passado, a brasileira conseguiu vencer esta etapa, derrotando a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore na segunda dobradinha vitoriosa com Filipe Toledo no alto do pódio.

Lakey Peterson em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

“Supertubos é uma onda muito legal e desafiadora”, disse Lakey Peterson. “É bem parecida com a que surfo em casa, o frio também e foi um pouco decepcionante não vencer de novo. Mas, parabéns para a Tati. Ela surfou bem a semana inteira e sempre tira o melhor de mim nas baterias. Tive que acordar bem cedo hoje, porque minha bateria era a primeira do dia e, mesmo não vencendo, estou feliz. Parabéns para o Griffin, que mora perto de mim na Califórnia, pro Filipe e pra Tati também”.

FINAL MASCULINA: Filipe Toledo abraçou a campeã Tatiana Weston-Webb na areia, antes de entrar no mar para tentar o bicampeonato em Portugal. Ele e Griffin Colapinto moram em San Clemente, na Califórnia. O americano pegou a primeira onda nas direitas e voou num aéreo nose pick de frontside, que valeu 4,67. Filipe começou nas esquerdas, só acertando a primeira manobra e errando a segunda. Na terceira onda, conseguiu atacar forte três vezes de backside e ganhou 6,67. Logo, repetiu a dose com uma série de três manobras que valeu 5,50.

Griffin Colapinto em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Griffin entrou no jogo, mostrando a potência do seu backside com três marretadas muito fortes numa esquerda boa, assumindo a ponta com 7,67. Filipe ficou precisando de 5,68 para vencer nos 10 minutos finais em uma onda fez uma combinação de três ataques explosivos, retomando a liderança com nota 7,53. Mas, Griffin veio na onda seguinte, que era maior e com duas manobras potentes conseguiu 6,67 abrindo 6,82 pontos de vantagem sobre o brasileiro nos últimos 5 minutos. Sem rampas para voar, o máximo que Filipe conseguiu foi 5,90 e Griffin Colapinto festejou a primeira vitória da sua carreira, por uma pequena vantagem de 14,34 a 14,20 pontos.

“É muito louco tudo isso. Só penso nos meus pais e minha família, que sempre me apoiaram. Lembro do meu pai me filmando da areia e minha mãe dando dicas, mesmo sem saber surfar (risos)”, contou Griffin Colapinto. “Eu estava treinando numas ondas iguais a essas antes de vir pra cá, nas mesmas condições dessas da final. Eu nem acredito nos nomes que passei pra chegar na final. É louco, porque nos dois eventos do Havaí, eu não passei da terceira fase e estava preocupado com o corte no meio da temporada. Mas, mantive a fé e acreditei no desconhecido. Sempre estou aprendendo e isso é o que me motiva no surfe”.

PRIMEIRA NOTA 10: No domingo, Griffin Colapinto conseguiu a primeira nota 10 da temporada no WSL Championship Tour, com um aéreo incrível de backside nas esquerdas de Supertubos, muito alto e com grande amplitude. O feito aconteceu no duelo com o amigo Kolohe Andino pelas quartas de final. Na segunda-feira, ele também acertou os aéreos e manobrou forte para despachar o bicampeão mundial John John Florence nas semifinais. E, com os 10.000 pontos da vitória no MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl, ganhou vinte posições no ranking, saltando do 27.o para o sétimo lugar.

John John Florence em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Agora, está no grupo dos 22 primeiros colocados, que seguirão disputando o WSL Championship Tour na segunda metade da temporada, já com as vagas confirmadas para a elite de 2023. Essa lista será definida nas duas etapas da Austrália, o Rip Curl Pro Bells Beach de 10 a 20 de abril e o Margaret River Pro do dia 24 a 4 de maio. O vice-campeão em Portugal, Filipe Toledo, decidiu os últimos títulos destes dois eventos. Perdeu o de Bells Beach para John John Florence em 2019, mas ganhou o de Margaret River contra Jordy Smith.

SEMIFINAL BRASILEIRA: Filipe Toledo não conseguiu a 11.a vitória na sua 15.a final disputada em etapas do CT, mas subiu no primeiro pódio esse ano, depois de ganhar a reedição da decisão brasileira de 2015 nas ondas de Supertubos. Ele e Italo Ferreira tentaram repetir o show de aéreos daquela final, com Filipe garantindo a terceira vitória da sua carreira com uma nota 10. Dessa vez, as ondas não estavam tão boas para isso e eles mais caíram do que completaram as manobras, nas condições difíceis do mar na segunda-feira.

Italo Ferreira em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Italo tentava um tricampeonato consecutivo no MEO Pro Portugal, pois tinha vencido as duas últimas edições, em 2018 e 2019. Ele começou muito bem a semifinal brasileira, voando alto num aéreo full rotation, completando a onda com mais duas manobras, para ganhar a maior nota do último dia, 8,83. Só que não conseguiu nada melhor do um 3,83 depois, enquanto Filipe somou 7,50 do seu melhor aéreo, com 6,17 das manobras em outra onda, para vencer a primeira vaga para a grande final por 13,67 a 12,66 pontos.

JAPÃO NO TOPO: Com a classificação, Filipe já assumiu o quarto lugar no ranking, tirando Caio Ibelli do seleto grupo dos top-5, que no final do ano vai disputar o título mundial no Rip Curl WSL Finals em Trestles, na Califórnia. Caio agora é o sexto colocado e, pela primeira vez na história, o ranking da World Surf League é liderado pelo Japão, por Kanoa Igarashi. O ex-líder, Barron Mamiya, passou a dividir a segunda posição com Kelly Slater, Filipe Toledo está na quarta e Seth Moniz caiu do segundo para o quinto lugar.

Kanoa Igarashi em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

Com a terceira colocação no MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl, o campeão olímpico Italo Ferreira subiu da 16.a para a décima posição. Miguel Pupo desceu da nona para a 11.a e seu irmão, Samuel, é o outro brasileiro na lista dos 22 primeiros colocados no ranking, que seguirão disputando o CT na segunda metade da temporada. Samuel Pupo ocupa o 18.o lugar, empatado com o peruano Lucca Mesinas, que também está dentro do G-22.

Outros cinco integrantes da seleção brasileira desse ano, terão que tentar entrar neste grupo que já garante vaga no CT 2023, nas duas etapas da Austrália. João Chianca é quem está mais próximo, em 23.o lugar. Deivid Silva e Jadson André dividem a 27.a posição, enquanto o tricampeão mundial Gabriel Medina e o contundido Yago Dora, não competiram esse ano e só aparecem na 39.a colocação.

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO MEO PRO PORTUGAL:

Campeão: Griffin Colapinto (EUA) por 14,34 pts (7,67+6,67) – US$ 80.000 e 10.000 pontos
Vice-campeão: Filipe Toledo (BRA) por 14,20 pts (7,53+6,67) – US$ 45.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$ 25.000 e 6.085 pontos:

1.a: Filipe Toledo (BRA) 13,67 x 12,66 Italo Ferreira (BRA)
2.a: Griffin Colapinto (EUA) 13,76 x 10,50 John John Florence (HAV)

DECISÃO FEMININA DO MEO PRO PORTUGAL:

Campeã: Tatiana Weston-Webb (BRA) por 15,33 pts (8,00+7,33) – US$ 80.000 e 10.000 pontos
Vice-campeã: Lakey Peterson (EUA) por 14,27 pts (7,17+7,10) – US$ 45.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$ 25.000 e 6.085 pontos:

1.a: Lakey Peterson (EUA) 12,34 x 12,00 Stephanie Gilmore (AUS)
2.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) 10,76 x 10,17 Carissa Moore (HAV)

TOP-22 DO WSL CHAMPIONSHIP TOUR 2022 – 3 etapas:

1.o- Kanoa Igarashi (JPN) – 17.290 pontos
2.o- Kelly Slater (EUA) – 14.650
2.o- Barron Mamiya (HAV) – 14.650
4.o- Filipe Toledo (BRA) – 14.440
5.o- Seth Moniz (HAV) – 13.875
6.o- Caio Ibelli (BRA) – 13.500
7.o- Griffin Colapinto (EUA) – 12.660
8.o- John John Florence (HAV) – 12.160
9.o- Jordy Smith (AFR) – 11.385
10.o- Italo Ferreira (BRA) – 10.735
11.o- Miguel Pupo (BRA) – 9.670
12.o- Kolohe Andino (EUA) – 9.395
12.o- Jake Marshall (EUA) – 9.395
14.o- Ethan Ewing (AUS) – 8.745
15.o- Connor O´Leary (AUS) – 7.970
15.o- Callum Robson (AUS) – 7.970
15.o- Nat Young (EUA) – 7.970
18.o- Conner Coffin (EUA) – 7.405
18.o- Jack Robinson (AUS) – 7.405
18.o- Ezekiel Lau (HAV) – 7.405
18.o- Samuel Pupo (BRA) – 7.405
18.o- Lucca Mesinas (PER) – 7.405

Outros sul-americanos:

23.o- João Chianca (BRA) – 5.980 pontos
27.o- Deivid Silva (BRA) – 4.915
27.o- Jadson André (BRA) – 4.915
35.o- Miguel Tudela (PER) – 1.330
39.o- Gabriel Medina (BRA) – 795
39.o- Yago Dora (BRA) – 795

TOP-10 DO WSL CHAMPIONSHIP TOUR 2022 – 3 etapas:

1.a- Brisa Hennessy (CRI) – 17.355 pontos
2.a- Carissa Moore (HAV) – 16.495
2.a- Lakey Peterson (EUA) – 16.495
4.a- Tatiana Weston-Webb (BRA) – 15.220
5.a- Malia Manuel (HAV) – 15.155
6.a- Johanne Defay (FRA) – 14.235
7.a- Tyler Wright (AUS) – 13.440
8.a- India Robinson (AUS) – 12.100
9.a- Gabriela Bryan (HAV) – 11.305
10.a- Moana Jones Wong (HAV) – 11.045

COVID-19: A saúde e segurança dos atletas, staff e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League, que trabalha em estreita colaboração com as autoridades de saúde locais, para implementar um robusto protocolo de segurança para todos, em relação ao Covid-19. Os procedimentos incluem triagem pré-evento em conformidade com as diretrizes estaduais e locais, que recomenda o uso de máscara em toda a arena do evento.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

O MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl, contou com o patrocínio da MEO, Rip Curl, Corona, Portugal Turismo, Red Bull, SHISEIDO, Hydro Flask, Oakley, Havaianas, Expedia, Pura Vida, EDP, Millennium, Hertz e Sambazon. O prazo desta terceira etapa do World Surf League Championship Tour 2022, vai até 13 de março em Peniche. Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: João Carvalho – World Surf League

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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