MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl – 07 Brazucas Classificados para o 03º Round – Assistam ao vídeo!

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Sete brazucas vão disputar vagas nas baterias masculinas do terceiro round pelo MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl. Acessem ao link abaixo com o vídeo dos melhores momentos.

Supertubos, Peniche em Portugal. Foto: Damien Poullenot – WSL

ASSISTAM AO VÍDEO CLICANDO NO PLAYER ABAIXO:

Highlights Day 2 | John John Florence Becomes The Man To Beat In Peniche:

TRANSMISSÃO AO VIVO:  O MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl,  A Primeira chamada foi as 7h30 do sábado em Portugal, 4h30 no Brasil, onde ocorreu 5 baterias do terceiro round feminino. A  próxima chamada será as 11h30 do sábado em Portugal, 9h30 aqui no Brasil  ao vivo pelo WorldSurfLeague.com, pelo WSL app, ou pelo YouTube da WSL

O Brasil segue com quase força máxima no MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl. com apenas um sendo eliminado nesta sexta-feira. Sete vão disputar vagas para as oitavas de final masculina desta terceira etapa do World Surf League Championship Tour 2022. Quatro se classificaram na sexta-feira e João Chianca foi o destaque da seleção brasileira nos tubos de Supertubos. O vice-campeão mundial Filipe Toledo ganhou o primeiro confronto do dia e Caio Ibelli e Miguel Pupo também estrearam com vitórias em Peniche.

Filipe Toledo em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

O recordista em finais na etapa portuguesa em Supertubos, Italo Ferreira, vice-campeão na final brasileira com Filipe Toledo em 2015 e bicampeão em 2018 e 2019, vai abrir o próximo dia, disputando a primeira vaga para as oitavas de final com o havaiano Imaikalani Devault. A segunda bateria será histórica para o Brasil, com o primeiro duelo eliminatório dos irmãos Miguel e Samuel Pupo na divisão de elite da World Surf League.

Depois, ainda pela chave de cima do evento, que vai apontar o primeiro finalista do MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl, tem o vice-campeão mundial Filipe Toledo contra o australiano Owen Wright na quinta bateria e João Chianca com o californiano Conner Coffin na sétima. Os outros brasileiros vão fechar a terceira fase, em mais dois confrontos com surfistas dos Estados Unidos, logo após o peruano Lucca Mesinas enfrentar Kolohe Andino.

A penúltima bateria será entre Jadson André e Griffin Colapinto, com os dois tentando entrar na lista dos 22 primeiros colocados no ranking, que permanecerão disputando o WSL Championship Tour na segunda metade da temporada. Já a briga pela última vaga para as oitavas de final, envolverá dois integrantes do seleto grupo dos top-5 do ranking, que se classificarão para disputar o título mundial no Rip Curl WSL Finals, Caio Ibelli e Kelly Slater.

Na quinta-feira, as manobras aéreas arrancaram as maiores notas do dia, com Italo Ferreira sendo o recordista absoluto com nota 8,50 e 16,17 pontos. Na sexta-feira, as condições do mar mudaram e Supertubos fez juz ao seu nome em um dia de muitos tubos a tarde toda, depois que a competição retornou às 12h30 em Peniche, na enchente da maré. No início do dia, só foi possível realizar duas baterias na maré seca e Filipe Toledo ganhou a primeira.

“O mar estava muito difícil com a maré secando bastante. Mas, consegui fazer duas ondas medianas, que foram suficientes para passar a bateria. Nessa condição (do mar), qualquer onda acima de 3 pontos já seria muito boa, então estou amarradão por ter passado e agora é focar no próximo rounde”, disse Filipe Toledo, que está homenageando a tenista Maria Esther Bueno em sua lycra, na celebração especial promovida pela World Surf League pelo Dia Internacional da Mulher.

Outra vitória brasileira marcou o retorno da primeira fase do MEO Pro Portugal no início da tarde da sexta-feira. As condições do mar ainda não estavam boas, principalmente pela força do vento agindo negativamente na formação das ondas. Mas, Caio Ibelli achou um bom tubo no começo da bateria. A nota 5,67 que recebeu, foi a maior do confronto que terminou com a vitória do número 4 do ranking por 8,20 pontos, contra 7,73 do português Frederico Morais e 7,67 de Conner Coffin, que foi para a repescagem.

Caio Ibelli em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

“Eu tava vendo o mar antes da bateria e não tinha nada de onda surfável. Então, quando consegui a nota 5 (5,67), já fiquei até mais aliviado”, contou Caio Ibelli. “Depois, fui em várias ondas que fecharam e até fiz um ‘claim’ numa onda que os juízes me deram uma nota 2 (2,53). Com ela, garanti a vitória e veio na hora certa, então não fiquei envergonhado de vibrar não… talvez só um pouquinho (risos)”.

HONRANDO O CONVITE: Caio Ibelli perdeu sua vaga na elite do CT no ano passado, mas foi chamado para substituir o tricampeão mundial Gabriel Medina no Havaí e aproveitou muito bem o convite da World Surf League. Ele chegou nas semifinais das duas etapas, em Pipeline e em Sunset Beach, passando a ser o melhor brasileiro no ranking neste início de temporada. Agora, terá um confronto direto no G-5, contra Kelly Slater na terceira fase.

Na campanha promovida pela WSL em Portugal, pelo Dia Internacional da Mulher, Caio está homenageando na sua lycra de competição, a surfista australiana campeã mundial de 2005, Chelsea Hedges: “Ela foi a primeira mulher que eu vi em filmes de surfe e pensava: nossa, ela está muito a frente no tempo, com um surfe muito moderno. Acho que se ela estivesse no Tour hoje em dia, estaria brigando pelo título mundial. Ela tinha um surfe muito radical, como nunca tinha visto antes. Ela é um ídolo para mim”.

NOVOS RECORDES: Logo após a bateria de Caio Ibelli, Supertubos bombou altas ondas e o bicampeão mundial John John Florence comandou o show nos tubos, batendo os recordes dos aéreos de Italo Ferreira na quinta-feira. O primeiro que completou foi incrível, ficando muito profundo numa direita e saindo na baforada para receber nota 9,07 dos juízes, a maior do MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl. O outro havaiano da bateria, Ezekiel Lau, também fez um belo tubo que valeu 7,17. Mas, John John surfou outro tubaço impressionante nas esquerdas, para atingir 17,57 pontos com nota 8,50.

John John Florence em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

O brasileiro João Chianca aproveitou esta boa hora do mar, para fazer a melhor apresentação brasileira do dia. Criado nas ondas de Saquarema, Chumbinho já começou a bateria botando pra dentro de uma craca e largou na frente com nota 6,17. Depois, surfou um tubão incrível que valeu nota 8,00, para vencer por 14,17 pontos. O novato na seleção brasileira da WSL este ano, voltou a derrotar a sensação australiana, Jack Robinson, como tinha feito em Pipeline. Os dois mandaram o italiano Leonardo Fioravanti para a repescagem.

João Chianca em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

“Eu estava bem empolgado quando vi quem estava na bateria comigo. Os dois são ótimos nessas condições, então imaginei que a bateria ia ser boa e é sempre bom começar um evento com vitória”, disse João Chianca. “Eu me sinto bem confortável aqui. Já vim umas oito vezes pra cá, tenho ótimos amigos, gosto da cultura e é um lugar onde me divirto bastante. A gente pegou uns cinco dias consecutivos de altas ondas, com tubos perfeitos o dia inteiro, antes do campeonato. Então, estou feliz por ter vencido a minha primeira bateria aqui”.

João Chianca é irmão do campeão mundial de ondas gigantes, Lucas Chumbo Chianca. Ele escolheu a guerreira brasileira Silvana Lima como inspiração para homenagear em sua lycra: “Ela fez um ótimo trabalho representando o Brasil por tantos anos no Circuito Mundial. É uma pessoa muito gente boa, sempre me tratou superbem, sempre foi gentil comigo e tenho muito respeito pela sua história, então tiro o chapéu para ela”.

Logo após a estreia do João Chianca, Miguel Pupo entrou no mar e as ondas praticamente sumiram na sua bateria. Mesmo assim, ele conseguiu fazer boas manobras para derrotar dois australianos por 7,67 pontos, contra 7,17 de Morgan Cibilic e 5,40 de Ryan Callinan. Assim como Filipe Toledo, Miguel Pupo está competindo com o nome da tenista Maria Esther Bueno na sua lycra do MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl.

Miguel Pupo em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

ÚNICA BAIXA: A única baixa na seleção brasileira em Portugal foi Deivid Silva. Ele estreou numa bateria duríssima, contra o líder do ranking e o número 6, Barron Mamiya e Ethan Ewing, respectivamente. DVD não surfou nada nessa sua primeira participação em Supertubos. Depois, não conseguiu aproveitar a segunda chance de classificação na bateria que fechou a sexta-feira, sendo eliminado por Ryan Callinan e Leonardo Fioravanti na última repescagem. Com a derrota em 33.o lugar, deve perder seu lugar no grupo dos top-22 do ranking.

Deivid Silva em ação. Foto: Damien Poullenot – WSL

PRÓXIMOS CONFRONTOS DO MEO PRO PORTUGAL:

TERCEIRA FASE – 17.o lugar com US$ 10.000 e 1.330 pontos:

1.a: Italo Ferreira (BRA) x Imaikalani Devault (HAV)
2.a: Miguel Pupo (BRA) x Samuel Pupo (BRA)
3.a: Jordy Smith (AFR) x Barron Mamiya (HAV)
4.a: Morgan Cibilic (AUS) x Connor O´Leary (AUS)
5.a: Filipe Toledo (BRA) x Owen Wright (AUS)
6.a: Leonardo Fioravanti (ITA) x Jake Marshall (EUA)
7.a: Conner Coffin (EUA) x João Chianca (BRA)
8.a: Jack Robinson (AUS) x Callum Robson (AUS)
9.a: Kanoa Igarashi (JPN) x Justin Becret (FRA)
10: Ezekiel Lau (HAV) x Frederico Morais (PRT)
11: Ethan Ewing (AUS) x Nat Young (EUA)
12: John John Florence (HAV) x Ryan Callinan (AUS)
13: Seth Moniz (HAV) x Jackson Baker (AUS)
14: Kolohe Andino (EUA) x Lucca Mesinas (PER)
15: Griffin Colapinto (EUA) x Jadson André (BRA)
16: Kelly Slater (EUA) x Caio Ibelli (BRA)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com US$ 13.000 e 2.610 pontos:

1.a: Johanne Defay (FRA) x Molly Picklum (AUS)
2.a: Sally Fitzgibbons (AUS) x Stephanie Gilmore (AUS)
3.a: Brisa Hennessy (CRI) x Courtney Conlogue (EUA)
4.a: Lakey Peterson (EUA) x Isabella Nichols (AUS)
5.a: Carissa Moore (HAV) x Bronte Macaulay (AUS)
6.a: Tyler Wright (AUS) x Gabriela Bryan (HAV)
7.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) x Luana Silva (HAV)
8.a: Malia Manuel (HAV) x India Robinson (AUS)

RESULTADOS DA SEXTA-FEIRA EM SUPERTUBOS:

PRIMEIRA FASE – 1.o e 2.o=Terceira Fase / 3.o=Segunda Fase:

Baterias que fecharam a quinta-feira:

1.a: 1-Jackson Baker (AUS)=11.70, 2-Jordy Smith (AFR)=11.10, 3-Jake Marshall (EUA)=6.00
2.a: 1-Samuel Pupo (BRA)=14.60, 2-Imaikalani Devault (HAV)=13.73, 3-Kelly Slater (EUA)=9.90
3.a: 1-Owen Wright (AUS)=12.36, 2-Seth Moniz (HAV)=9.66, 3-Lucca Mesinas (PER)=9.43
4.a: 1-Italo Ferreira (BRA)=16.17, 2-Jadson André (BRA)=9.47, 3-Vasco Ribeiro (PRT)=9.17

Baterias que abriram a sexta-feira:

5.a: 1-Filipe Toledo (BRA)=8.20, 2-Justin Becret (FRA)=6.23, 3-Connor O´Leary (AUS)=5.93
6.a: 1-Kanoa Igarashi (JPN)=9.33, 2-Callum Robson (AUS)=8.84, 3-Afonso Antunes (PRT)=0.00
7.a: 1-Caio Ibelli (BRA)=8.20, 2-Frederico Morais (PRT)=7.73, 3-Conner Coffin (EUA)=7.67
8.a: 1-John John Florence (HAV)=17.57, 2-Ezekiel Lau (HAV)=13.50, 3-Matthew McGillivray (AFR)=6.14
9.a: 1-Ethan Ewing (AUS)=12.27, 2-Barron Mamiya (HAV)=12.17, 3-Deivid Silva (BRA)=0.67
10: 1-João Chianca (BRA)=14.17, 2-Jack Robinson (AUS)=11.60, 3-Leonardo Fioravanti (ITA)=9.06
11: 1-Miguel Pupo (BRA)=7.67, 2-Morgan Cibilic (AUS)=7.17, 3-Ryan Callinan (AUS)=5.40
12: 1-Griffin Colapinto (EUA)=11.67, 2-Nat Young (EUA)=11.20, 3-Kolohe Andino (EUA)=9.67

SEGUNDA FASE – 3.o=33.o lugar com US$ 9.750 e 265 pontos:

1.a: 1-Kelly Slater (EUA)=13.10, 2-Connor O´Leary (AUS)=9.17, 3-Afonso Antunes (PRT)=2.00
2.a: 1-Lucca Mesinas (PER)=6.77, 2-Conner Coffin (EUA)=6.70, 3-Vasco Ribeiro (PRT)=4.20
3.a: 1-Kolohe Andino (EUA)=14.60, 2-Jake Marshall (EUA)=7.57, 3-Matthew McGillivray (AFR)=5.90
4.a: 1-Ryan Callinan (AUS)=12.87, 2-Leonardo Fioravanti (ITA)=12.73, 3-Deivid Silva (BRA)=7.43

COVID-19: A saúde e segurança dos atletas, staff e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League, que trabalha em estreita colaboração com as autoridades de saúde locais, para implementar um robusto protocolo de segurança para todos, em relação ao Covid-19. Os procedimentos incluem triagem pré-evento em conformidade com as diretrizes estaduais e locais, que recomenda o uso de máscara em toda a arena do evento.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

O MEO Pro Portugal apresentado pela Rip Curl, conta com o patrocínio da MEO, Rip Curl, Corona, Portugal Turismo, Red Bull, SHISEIDO, Hydro Flask, Oakley, Havaianas, Expedia, Pura Vida, EDP, Millennium, Hertz e Sambazon. O prazo desta terceira etapa do World Surf League Championship Tour 2022, vai até 13 de março em Peniche. Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: João Carvalho – World Surf League

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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