Eleições na CBSurf, seguem em clima nebuloso, jurídico e de incertezas quanto a legitimidade do processo eleitoral.

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O Portal AdrenaNews continuará seguindo sua linha editorial de imparcialidade e transparência e sempre com democracia publicando e oferecendo espaços para todas as partes envolvidas se manifestarem.

No processo das conturbadas eleições da Confederação Brasileira de Surf (CBSurf), não será diferente desta vez mantendo seu real compromisso com a imparcialidade seguem abaixo as matérias do editor Marcos Aurélio Chagas do site Vision Surf, que gentilmente cedeu na integra as reportagens no intuito de esclarecer dentro do seu conhecimento os fatos que estão ocorrendo neste processo eletivo.

CBSurf descumpre ordem judicial e realizará eleição fictícia.

O Presidente da CBSurf, o Sr. Adalvo Argolo, está pronto para operar o maior vexame que o surfe brasileiro já foi acometido desde que foram criadas entidades para gerir esse esporte. Argolo, que está no comando da instituição desde 2010, por tanto há onze anos, vem produzido uma série de documentos que mostram toda sua nocividade ao surfe brasileiro, Atas e balanços fraudados, declarações fraudulentas junto ao COB, realização de contratos fantasmas, desvio de dinheiro junto a SUDESB em 2012 e 2013, descumprimento das Leis que regem o esporte como Lei Pelé e Lei Agnelo Piva, além de querer impor sua presença a uma comunidade que na pratica, lhe despreza.

Adalvo tem assumido pessoalmente riscos altíssimos no tocante a todo imbróglio que ele mesmo envolveu a CBSurf, mas quando nós imaginávamos que todos os absurdos já haviam sido produzidos, o presidente da Confederação Brasileira de Surfe optou em dobrar a aposta. Como? Descumprindo decisão judicial.

Não é segredo para ninguém que a comissão eleitoral responsável pelo edital de convocação da eleição, que tinha como um de seus membros o Advogado Particular do presidente, tirou de sete Federações o direito de participar das eleições, sem qualquer explicação, apenas considerando-as inaptas. Quando a CBSurf foi questionada por essas Federações o motivo pelos quais elas estariam inaptas, respondeu simplesmente que haviam documentos pendentes junto a entidade, mais uma vez sem explicar quais eram esses documentos.

Como todos já sabem, as Federações entraram com um pedido de liminar para que as eleições que seriam realizadas no dia 18/12/20 fossem realizadas em nova data, com uma série de atos que garantiriam transparência ao pleito eleitoral, a justiça deferiu o pedido das Federações em duas instâncias, obrigando a CBSurf a obedecer às seguintes decisões:

(i) Publicar novo edital de convocação das eleições para Presidente, Vice-Presidente e Conselho Fiscal da Entidade;

(ii) Publicar novo edital de convocação das eleições para Comissão de Atletas e realizar novo pleito, formando uma nova comissão na forma da lei e do estatuto;

(iii) Assegurar votação não presencial, conforme exige o art. 22, IV, da Lei Pelé.

Como é possível ver no item (i), a justiça ordena que a CBSurf faça um NOVO EDITAL, mas para surpresa de todos, no dia 22/12/20 a CBSurf publicou um adendo do edital anterior, um documento genérico, com uma única folha, ao final assinada por Adalvo Argolo.

No item (ii), é clara a ordem de PUBLICAR NOVO EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ELEIÇÕES PARA COMISSÃO DE ATLETAS E REALIZAR NOVO PLEITO, FORMANDO UMA NOVA COMISSÃO. Nesse adendo publicado dia 22/12 não existe uma única linha falando do assunto, ele ignora por completo essa ordem.

O item (iii), é o único que a CBSurf finge obedecer, no adendo do dia 22/12 a entidade diz. “Fica convocada a Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada no dia 30 de dezembro de 2020, em conformidade com a decisão judicial, será realizada de maneira virtual, não presencial, através de plataforma cujo o link individual será enviado para todos os participantes”.

Existem alguns questionamentos a serem levantados com relação a esse item, vamos a eles:

1. Qual a plataforma será realizada?

2. Porque esse link não é disponibilizado para o público e imprensa assistirem?

3. Qual seria o horário dessa eleição?

4. O art. 22, III, da Lei Pelé, obriga que o edital seja vinculado em três jornais de grande circulação. Alguém viu isso?

Como podemos ver, Adalvo trata a CBSurf como um negócio particular, com inteiro descaso com as consequências que tudo isso pode gerar para o surfe. Argolo vem se mantendo no poder ao longo dos anos através de Assembleias esvaziadas, com a conivência de algumas poucas Federações, sobretudo Bahia e Pará. O deboche com o surfe é tamanho, ao ponto dessas duas Federações serem consideradas aptas no edital de Eleição.

Como já dissemos em outra matéria, essas entidades vêm votando a favor de Adalvo ao longo dos anos, contudo aqueles que se dizem presidentes, Srs. Marcelo Barros e Noélio Sobrinho, fiéis escudeiros de Adalvo Argolo, pessoas que assinam as ATAS da CBSurf por essas entidades, na verdade não são responsáveis pelas Federações junto à Receita Federal.

É importante salientar que, Marcelo Barros, Noélio Sobrinho, Ricardo Vargas, Rosaldo Cavalcanti e Bruno Galini, formam uma “equipe” que vem deixando suas digitais em todo tipo de irregularidades cometidas por Adalvo Argolo, Eles abusam de uso de procurações sempre convenientes às necessidades de Adalvo, roubam o direito de representatividade dos atletas, aprovam contas que ninguém jamais recebeu os balancetes, ao final de todo esse imbróglio, certamente essas pessoas responderão por seus atos.

Por falar em roubar representatividade, em tese, alguns atletas teriam sido eleitos em maio de 2019, contudo, não existe edital de convocação ou qualquer registro dessa suposta eleição no site da CBSurf, se isso por si só já não fosse demasiadamente prejudicial aos interesses dos atletas, dois deles são dirigentes de modalidades, fato que descaracteriza a figura do representante de atleta, são eles: Luiz Phelipe Monteiro Nobre e Ivan Tadeu dos Santos, esses senhores são dirigentes das entidades ParaSurf e Stand Up Paddle, respectivamente. Ao longo do adendo do edital que convoca para a eleição de 30/12/20, a CBSurf não apresentou uma linha sequer esclarecendo como essas pessoas foram eleitas.

Afinal, quando ocorreram as eleições para representante dos atletas?

Ainda com relação aos representantes de atletas, o representante do Parasurf votou aprovando as contas de Argolo na Assembleia de 07.03.20, contudo na ATA consta o nome do Sr. Rosaldo Cavalcanti, sem que haja nenhuma procuração anexada. Rosaldo Cavalcanti é alguém que figurava até o ano passado como diretor técnico da CBSurf, recebendo a bagatela de R$ 12.000,00 mensais.

Em mais uma tentativa de burlar a justiça, como uma das justificativas para que a eleição pudesse acontecer no dia 30/12/20, Adalvo alegou que a não realização da eleição prejudicaria o ciclo olímpico e a preparação da equipe brasileira para as Olimpíadas de Tóquio 2021. Para quem não conhece o mundo do surfe isso pode até parecer plausível, mas todos no surfe sabem que os atletas que disputarão os Jogos Olímpicos são os renomados surfistas profissionais Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Silvana Lima e Tatiana Weston-Webb, que disputam competições pela World Surf League, entidade privada que organiza o circuito mundial de Surfe Profissional, e que treinam com suas próprias equipes técnicas, sem qualquer gerencia ou suporte mínimo da CBSurf.

Esse é o modus operandi de Adalvo Argolo, ele está a tanto tempo ludibriando as ilegalidades de seus atos para se manter no poder, se acostumou tanto a remendar suas fraturas expostas com procurações por telefone, se safou de tantas situações estatutárias, registrou tantas ATAs irregulares, se acostumou tanto à impunidade, que hoje, ele se quer sabe reconhecer ordens judiciais, mas, o fato dele não saber, não quer dizer que elas não existam.

Se o circo que Adalvo Argolo armou acontecer, seus fiéis escudeiros de sempre, assim como ele, certamente responderão por desobediência à justiça, o nome disso? CRIME! Vamos ver até onde eles puxarão as cordas amarradas em seus pescoços.

Indiferente ao que possa acontecer, caso o circo que ele armou realmente aconteça, vencendo a chapa que vencer, essa eleição NÃO TERÁ VALIDADE, será anulada, até que se cumpra todas as exigências de transparência imposta por duas instâncias da justiça.

Infelizmente estamos acompanhando cenas jamais imaginadas no cenário do surfe, contudo, depois de tudo que vimos ao longo dos últimos anos, não é surpresa que assistamos a esse filme de terror. Depois de desobedecer decisões judiciais, ficou claro que a única possibilidade de acontecer eleições limpas na CBSurf é havendo uma intervenção na entidade, e, do jeito que o processo está sendo conduzindo, mais cedo ou mais tarde isso vai acontecer.

A nós só resta aguardar, vamos ver onde esse filme de terror vai chegar, ao final, mesmo com quatro milhões de motivos para acreditar na impunidade, todos responderão por seus atos, o ator principal e também os coadjuvantes.

A chapa Projeto Surfa Brasil emite comunicado.

Estão circulando na internet muitas informações falsas, muito lixo virtual, com o objetivo de prejudicar o processo eleitoral na CBSurf. No intuito de tentarmos reverter as muitas Fake News espalhadas a respeito das chapas concorrentes para a presidência da entidade, publicamos as manifestações da Chapa Nação surfe Brasil, agora, obedecendo a nosso critério de transparência e igualdade, publicaremos também o comunicado da Chapa encabeçada por Jojó de Olivença, Projeto Surfa Brasil.

Você surfista, Federações ou qualquer pessoa que se interesse pela eleição na CBSurf, não se permita ser enganado, quando quiser informações ou tirar dúvida com relação a quaisquer comunicados, vá diretamente nas redes sociais das chapas, vamos nos comprometer em não espalhar Fake News, as eleições limpas começam conosco.

É importante deixar claro que essa introdução é de autoria da redação da Vision Surf

Segue abaixo o comunicado da Chapa Projeto Surfa Brasil.

NOTA OFICIAL – 19/12/2020

Em respeito a toda a comunidade do surfe brasileiro, a CHAPA PROJETO SURFA BRASIL informa que continuará trabalhando para uma eleição limpa, transparente e democrática para a Confederação Brasileira de Surfe e que, por conta disso, mesmo sabendo da liminar imposta por uma das chapas concorrentes e que invalidou o pleito,  compareceu nesta sexta-feira (18/12) ao local da votação supra indicada, como forma de se precaver a respeito de qualquer fato novo ou inusitado que pudesse vir a acontecer.

É fato que a nossa modalidade clama por mudanças e, sem dúvidas, entendemos ser esse o momento de reajustarmos a direção do surfe e solidificarmos os nossos laços com os atletas, federações e parceiros comerciais, a fim de reerguemos a modalidade no Brasil.

Para isso, seguiremos fortes e preparados para essa transformação que se faz ultra necessária, ressaltando a força e o poder do nosso grupo, que se preparou para efetivamente indicar e gerir tais mudanças, sempre com transparência, trabalho duro e alegria em guiar esse novo processo do surfe no Brasil.

Ademais, ressaltamos que não compactuaremos e não nos intimidaremos com qualquer ação que não seja da DEMOCRACIA e da TRANSPARÊNCIA e continuaremos representando todos os atletas e dirigentes de federações que já se posicionaram a favor deste grupo.

Sabíamos que não seria fácil, mas temos a plena convicção que sairemos vencedores e fortes para um NOVO SURFE NO BRASIL. Avante!
Jojó de Olivença – Presidente
Brigitte Mayer – Vice-Presidente

Ricardo Bocão emite Nota de Esclarecimento e fala sobre a judicialização na Eleição da CBSurf.

Desde 1988 a liberdade de expressão é um direito constitucional dos brasileiros, graças à Deus. Com o advento da tecnologia e facilidade de propagação que as redes sociais propiciam, sobre tudo o Whatssap, o nosso direito constitucional tem sido frequentemente confundido com licença poética para mentir, infelizmente.

Em um linguajar moderno, diríamos que liberdade de expressão e um pouquinho de desinformação tem sido frequentemente transformado em FAKE NEWS, a maior praga dos dias atuais. Com a judicialização da eleição da CBSurf, estão circulando nas redes inúmeras versões desse fato, em sua grande maioria nascidas de pessoas que não querem alternância de poder na entidade, ou daquelas que acreditam que podem tumultuar o processo apenas baseados em narrativas.

A CBSurf anunciou lá atrás a eleição para presidente no dia 18/12/20, por tanto ontem, duas lendas do surfe brasileiro se candidataram com o compromisso de mudar completamente o cenário atual, Jojó de Olivença e Ricardo Bocão. As duas chapas têm nomes de peso, outras tantas pessoas com história de sucesso e idoneidade no mundo do surfe se uniram a essas lendas com o intuito de devolver o surfe ao surfe.

Contudo, uma campanha de desinformação, oportunismo e em alguns casos até má fé, vêm sugerindo que a chapa de Ricardo Bocão judicializou o processo porque sabia que iria perder. É importante dizer que, todo esse processo eleitoral foi bastante conturbado, com seis Federações excluídas do pleito sob a alegação de irregularidades na documentação, ao mesmo tempo em que, Federações como Bahia e Pará são consideradas APTAS a votar, entidades cujo as pessoas que se intitulam presidentes são Marcelo Barros e Noelio Sobrinho, más que, junto a Receita Federal são os Srs. Carlos Abdalla e Roberto Lisboa respectivamente.

Com tudo isso e muito mais, as seis Federações se uniram a chapa de Ricardo Bocão para exigir transparência e correção no processo eleitoral, como administrativamente não foi possível, o único recurso restante foi a judicialização. Para estabelecer a verdade dos fatos, Ricardo Bocão fez um conjunto de informações baseadas em uma nota de esclarecimento e dois textos abertos, um deles para os atletas. É importante deixar claro que essa introdução é de autoria da redação da Vision, seguem abaixo os textos de Ricardo Bocão, na seguinte ordem:

Desde 1988 a liberdade de expressão é um direito constitucional dos brasileiros, graças à Deus. Com o advento da tecnologia e facilidade de propagação que as redes sociais propiciam, sobre tudo o Whatssap, o nosso direito constitucional tem sido frequentemente confundido com licença poética para mentir, infelizmente. Em um linguajar moderno, diríamos que liberdade de expressão e um pouquinho de desinformação tem sido frequentemente transformado em FAKE NEWS, a maior praga dos dias atuais.

Com a judicialização da eleição da CBSurf, estão circulando nas redes inúmeras versões desse fato, em sua grande maioria nascidas de pessoas que não querem alternância de poder na entidade, ou daquelas que acreditam que podem tumultuar o processo apenas baseados em narrativas.

A CBSurf anunciou lá atrás a eleição para presidente no dia 18/12/20, por tanto ontem, duas lendas do surfe brasileiro se candidataram com o compromisso de mudar completamente o cenário atual, Jojó de Olivença e Ricardo Bocão. As duas chapas têm nomes de peso, outras tantas pessoas com história de sucesso e idoneidade no mundo do surfe se uniram a essas lendas com o intuito de devolver o surfe ao surfe.

Contudo, uma campanha de desinformação, oportunismo e em alguns casos até má fé, vêm sugerindo que a chapa de Ricardo Bocão judicializou o processo porque sabia que iria perder. É importante dizer que, todo esse processo eleitoral foi bastante conturbado, com seis Federações excluídas do pleito sob a alegação de irregularidades na documentação, ao mesmo tempo em que, Federações como Bahia e Pará são consideradas APTAS a votar, entidades cujo as pessoas que se intitulam presidentes são Marcelo Barros e Noelio Sobrinho, más que, junto a Receita Federal são os Srs. Carlos Abdalla e Roberto Lisboa respectivamente.

Com tudo isso e muito mais, as seis Federações se uniram a chapa de Ricardo Bocão para exigir transparência e correção no processo eleitoral, como administrativamente não foi possível, o único recurso restante foi a judicialização. Para estabelecer a verdade dos fatos, Ricardo Bocão fez um conjunto de informações baseadas em uma nota de esclarecimento e dois textos abertos, um deles para os atletas.

É importante deixar claro que essa introdução é de autoria da redação da Vision Surf

Segue abaixo o comunicado da Chapa Nação Surf Brasil

Rio de Janeiro, 15/12/20 – Nota de Esclarecimento

Com relação à “Ação Declaratória e Obrigacional”, com pedido urgente de liminar de forma a suspender a
eleição da CBSurf, convocada para o dia 18 de Dezembro de 2020, proposta por 06 Federações Estaduais de
Surf brasileiras, vimos à público esclarecer que:

Com o apoio e a concordância da Federação Pernambucana de Surf, da Federação de Surf do Espírito Santo,
da Federeção Paraibana de Surf, da Federação Sergipana de Surf, da Federação de Surf do Estado de Alagoas
e da Federação de Surf do Estado do Ceará, foi da chapa Nação Surf Brasil, parte da iniciativa de desenhar
a ação com os advogados Dr. Vantuíl Gonçalves Junior, Dr. Rodrigo Darbilly e Dra. Lizandra Colossi Oliveira.

Esta iniciativa foi tomada após a constatação, pelas federações citadas acima e pela nossa chapa, com a
confirmação técnica-jurídica dos advogados, também citados acima, dos vários vícios e irregularidades
perpetradas no edital de convocação para a eleição da nova direção da CBSurf, que desrespeitam os requisitos
previstos na Lei Pelé e no próprio Estatuto da entidade, o que coloca em risco o aspecto democrático da
eleição e a real representatividade das Federações e Atletas.

São muitos os pontos contestados, como edital de convocação que não respeita o prazo de antecedência
exigido por lei e é ainda deficiente em seu conteúdo. A CBSurf também não garante a votação virtual, como
determina a Lei Pelé, obrigando eleitores a se deslocarem dos seus estados de origem em momento crescente
de casos da pandemia de COVID-19, com enorme número de óbitos.

Ainda, a nomeação de Comissão Eleitoral “parcial” e com estreitas relações profissionais com a própria CBSurf e seu atual presidente, candidato à reeleição, além da ilegalidade na formação da Comissão de Atletas, sem a garantia de eleição direta e com ampla participação dos mesmos.

Como desde ontem, dia 14/12/20, a ação se tornou pública, estamos enviando-a junto com essa Nota de
Esclarecimento, para que as pessoas interessadas na questão possam entender exatamente os motivos de
tal inciativa. Destacamos um parágrafo, na página 20, que resume os motivos da ação:

A probabilidade do direito está demonstrada nos inegáveis vícios formais e materiais na convocação do processo eleitoral, quais sejam: (i) nulidade dos atos convocatórios, seja por não respeitar o prazo de antecedência de 30 (dias), seja pela insuficiência e clareza de seu conteúdo, ou por contrariarem o próprio estatuto; (ii) ausência de previsão que garanta a votação não presencial, nos exatos termos do artigo 22, IV, da Lei Pelé; (iii) a ilegalidade cometida pela CBSurf ao nomear Comissão Eleitoral parcial e com estreitas relações profissionais com a própria entidade e com o Presidente que é candidato à reeleição, fazendo dela parte advogado da própria CBSurf e do Presidente; e (iv) evidente ilegalidade na constituição e composição da Comissão de Atletas.

Aproveitamos a oportunidade para afirmar o nosso inequívoco propósito e compromisso em incluir formalmente
o Bodyboard na diretoria da CBSurf, se assim os atletas da categoria o quiserem, assim como com
todas as categorias que já são contempladas pelo atual estatuto.

Nosso compromisso é trabalhar arduamente para equilibrar a relevância de todas as categorias e trazer equilíbrio
também à realização de eventos e parcerias com TODAS as Federações do Norte, Nordeste, Sudeste
e Sul do Brasil.

A chapa Nação Surf Brasil não se coloca contra a CBSurf, seus atuais dirigentes ou qualquer atleta,
mas busca garantir uma eleição justa, democrática, isenta e transparente, em que as federações e
atletas tenham representatividade real, participando de forma clara e ampla da escolha de seus representantes.

Ricardo B dos Santos Lima (Ricardo Bocão)
Paulo Marcello Soares de Moura (Paulo Moura)

Reportagem: Marcos Aurélio Chagas – Vision Surf

Edição: Edson “Adrena” Andrade

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