Corona Open Montañita Surf City – Sexta-feira de 06 baterias – Assistam ao Vídeo!

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Sexta-feira com apenas seis baterias que restavam para fechar a segunda fase masculina. As baterias continuam a partir das 8h00 do sábado no Equador, 10h00 no Brasil, ao vivo pelo www.wlslatinamerica.com – Assistam ao Vídeo!

Visual de Montañita. Foto: Pascal Rosales / Montañita

Com a previsão de ondas bem maiores para o fim de semana no point break de direitas de Montañita, para a continuidade do Corona Open Montañita Surf City apresentado por Hyundai New Tucson 2022 no Equador, a organização decidiu por apenas terminar o segundo round, apesar das ondas pequenas, alguns surfistas mostraram o seu potencial e Santiago Muniz até bateu um recorde do seu irmão, Alejo. Ele aumentou de 14,50 para 14,75 a maior pontuação desta etapa do WSL Qualifying Series, que marca a volta do Equador ao Circuito Mundial Profissional, depois de 15 anos.

Santiago Muniz em ação. Foto: Pascal Rosales / Montañita

“Estou muito feliz porque Deus me mandou boas ondas, que, apesar de pequenas, estão bem divertidas e consegui surfar bem as direitinhas”, disse Santiago Muniz, que compete como argentino, enquanto seu irmão representa o Brasil, onde eles moram desde crianças. “Estou contente também pelo Equador estar fazendo uma etapa do QS. A América do Sul está precisando de mais eventos do Circuito Mundial e é muito bom ter uma etapa aqui. Eu já conhecia o Equador, mas é a primeira vez que venho a Montañita e as ondas são muito boas. A previsão é de que vão subir, então estou feliz por passar pra próxima fase”.

A bateria que Santiago Muniz fez um novo recorde de pontos foi a penúltima da sexta-feira. Ele começou bem, achando uma boa direita para fazer uma série de manobras com pressão e velocidade, para largar na frente com nota 7,75. Ainda conseguiu pegar outra onda boa, com o mesmo potencial, repetindo a dose com um forte ataque nos pontos mais críticos para receber nota 7,00 e totalizar 14,75 pontos. O brasileiro Edgard Groggia passou junto com ele, eliminando dois equatorianos, José Loor e Carlos Gonçalves.

Edgard Groggia em ação. Foto: Pascal Rosales / Montañita

Um total de quatorze surfistas do Brasil competiu nas seis baterias da sexta-feira e só metade avançou para a terceira fase. Antes da derrota dupla do Equador, o surfista local de Montañita, Alex Suarez, tinha derrotado três brasileiros, João Ricardo e os eliminados Eduardo Motta e Uriel Sposaro. Alex foi o terceiro surfista do Equador a passar para a terceira fase, com Jonathan Zambrano e Snaider Parrales se classificando na quinta-feira.

Alex Suarez em ação. Foto: Pascal Rosales / Montañita

“Estou muito emocionado, feliz e bem focado. Eu venho trabalhando forte há alguns meses e consegui aplicar o que tenho aprendido nesta bateria”, disse Alex Suarez, que nunca tinha participado de uma etapa profissional da World Surf League. “Foi muito treinamento, com fé, perseverança e um campeonato desse nível era muito esperado. Estes eventos motivam para seguir adiante e estou feliz por ter feito bem meu trabalho. Agora é focar na próxima fase”.

Depois dessa etapa do QS 1000 em Montañita, tem outra no Equador começando na quarta-feira, o Corona Open Salinas Surf City apresentado por Hyundai New Tucson 2022. Estes dois eventos decidem os dez homens e as cinco mulheres indicados pelo ranking da WSL Latin America, para competir nas etapas do Challenger Series que definirão as vagas para completar a elite do World Surf League Championship Tour de 2022.

Victor Bernardo em ação. Foto: Pascal Rosales / Montañita

Dois surfistas que estão na lista dos dez competiram na sexta-feira e foram eliminados em suas estreias no Corona Open Montañita Surf City, o brasileiro Rafael Teixeira e o uruguaio Marco Giorgi, que perdeu nas ondas surfadas nos minutos finais do último confronto do dia. Essa bateria teve o resultado mais surpreendente, com o panamenho Luis Lopez passando em primeiro lugar e o chileno Gustavo Dvorquez em segundo.

SEIS PAÍSES – Os confrontos da sexta-feira fecharam a lista dos 32 classificados para a terceira fase e surfistas de seis países seguem na disputa do título do QS 1000 de Montañita. A maioria é do Brasil, com 19 concorrentes contra três do Equador, três da Argentina, três do Peru, três do Chile e a grande surpresa do Panamá.

Matheus Navarro em ação. Foto: Pascal Rosales / Montañita

O ainda recordista de nota (8,25), Alejo Muniz, está na primeira das oito baterias, com o também brasileiro Robson Santos, o equatoriano Snaider Parrales e o peruano Gabriel Arturo Vargas. Já o seu irmão, o novo recordista de pontos, Santiago Muniz, vai disputar as duas últimas vagas para a quarta fase com o panamenho Luis Lopez e dois brasileiros, Luan Hanada e João Ricardo.

Luan Hanada em ação. Foto: Pascal Rosales / Montañita

A participação da Argentina nas direitas do Equador merece destaque, pois três dos quatro inscritos seguem na briga, o classificado para as Olimpíadas, Leandro Usuña, na terceira bateria e Jose Gundesen na segunda. O outro atleta olímpico na terceira fase, é o peruano Lucca Mesinas na quarta bateria.

TÍTULO FEMININO – Na categoria feminina, são 16 surfistas de 7 países que seguem na briga do título, 5 do Brasil, 4 do Peru, 3 da Argentina, 1 do Havaí, 1 de Porto Rico, 1 do Panamá e Dominic Barona, do Equador. Elas estão divididas em quatro baterias, valendo duas vagas para as quartas de final em cada uma. A equatoriana vai competir na estreia do surfe como modalidade olímpica no Japão e está em sexto lugar no ranking da WSL Latin America, então tenta entrar no grupo das cinco indicadas para o Challenger Series.

Duas surfistas que também vão disputar as Olimpíadas de Tóquio 2020, estão no grupo das top-5, a líder Daniella Rosas e a brasileira Silvana Lima, que ocupa a quinta posição. Daniella está na terceira bateria com a número 3 do ranking e também peruana Sol Aguirre, a argentina Lucia Indurain e a brasileira Julia Duarte. Dominic entra no confronto seguinte com a brasileira Taina Hinckel e duas peruanas, Melanie Giunta e Arena Vargas. E Silvana está na última com a quarta do ranking, Josefina Ané, a também argentina Coco Cianciarulo e a panamenha Andrea Vlieg.

A primeira chamada do sábado será as 8h00 no Equador, 10h00 no Brasil, para as duas categorias. O Corona Open Montañita Surf City apresentado por Hyundai New Tucson 2022 no point break de Montañita, está sendo transmitido ao vivo da Província de Santa Elena pelo www.worldsurfleague.com e www.wsllatinamerica.com e pelo aplicativo grátis da World Surf League, clicando em EVENTS e QS.

ASSISTAM AO VÍDEO NO PLAYER ABAIXO:

Highlights Day 2: QS1000 Corona Montañita Open:

PRÓXIMAS BATERIAS DO CORONA OPEN MONTAÑITA SURF CITY:

TERCEIRA FASE MASCULINA – 3.o=17.o lugar (200 pts) e 4.o=25.o lugar (75 pts):

1.a: Alejo Muniz (BRA), Robson Santos (BRA), Gabriel A. Vargas (PER), Snaider Parrales (ECU)
2.a: Marcos Correa (BRA), Jose Gundesen (ARG), Roberto Araki (CHL), Kim Matheus (BRA)
3.a: Leandro Usuna (ARG), Renan Peres Pulga (BRA), Pedro Neves (BRA), Pedro Bianchini (BRA)
4.a: Samuel Pupo (BRA), Lucca Mesinas (PER), Guillermo Satt (CHL), Ryan Kainalo (BRA)
5.a: Victor Bernardo (BRA), Matheus Navarro (BRA), Jonathan Zambrano (ECU), Diego Aguiar (BRA)
6.a: Wesley Leite (BRA), Leo Casal (BRA), Luan Carvalho (BRA), Felipe Oliveira (BRA)
7.a: Edgard Groggia (BRA), Raul Rios (PER), Gustavo Dvorquez (CHL), Alex Suarez (ECU)
8.a: Santiago Muniz (ARG), Luan Hanada (BRA), João Ricardo (BRA), Luis Lopez (PAN)

SEGUNDA FASE FEMININA – 1.a e 2.a=Quartas de Final / 3.a=9.o lugar (350 pts) e 4.a=13.o lugar (295 pts):

1.a: Summer Macedo (HAV), Jolari Carreras (PRI), Isabela Saldanha (BRA), Naire Marquez (BRA)
2.a: Daniella Rosas (PER), Sol Aguirre (PER), Julia Duarte (BRA), Lucia Indurain (ARG)
3.a: Dominic Bartona (ECU), Melanie Giunta (PER), Tainá Hinckel (BRA), Arena Rodriguez Vargas (PER)
4.a: Silvana Lima (BRA), Josefina Ané (ARG), Coco Cianciarulo (ARG), Andrea Vlieg (PAN)

RESULTADOS DA SEXTA-FEIRA EM MONTAÑITA:

SEGUNDA FASE MASCULINA – 3.o=33.o lugar (66 pts) e 4.o=49.o lugar (60 pts):

11.a: 1-Luan Carvalho (BRA), 2-Victor Bernardo (BRA), 3-Darshan Antequera (CRI), 4-Kaue Germano (BRA)
12.a: 1-Felipe Oliveira (BRA), 2-Matheus Navarro (BRA), 3-Andy Chacon (CRI), 4-Vitor Ferreira (BRA)
13.a: 1-Raul Rios (PER), 2-Luan Hanada (BRA), 3-Rafael Teixeira (BRA), 4-Gustavo Borges (BRA)
14.a: 1-Alex Suarez (ECU), 2-João Ricardo (BRA), 3-Eduardo Motta (BRA), 4-Uriel Sposaro (BRA)
15.a: 1-Santiago Muniz (ARG), 2-Edgard Groggia (BRA), 3-Jose Loor (ECU), 4-Carlos Gonçalves (ECU)
16.a: 1-Luis Lopez (PAN), 2-Gustavo Dvorquez (CHL), 3-Marco Giorgi (URY), 4-Pericles Dimitri (BRA)

Baterias que fecharam a quinta-feira:

1.a: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Kim Matheus (BRA), 3-Jorge Sangachi (ECU), 4-Niccolas Padaratz (BRA)
2.a: 1-Robson Santos (BRA), 2-Roberto Araki (CHL), 3-Santiago Garcia (ECU), 4-Junior Rocha (BRA)
3.a: 1-José Gundesen (ARG), 2-Gabriel Arturo Vargas (PER), 3-Tomas Lopez Moreno (ARG), 4-Adrian Zambrano (ECU)
4.a: 1-Marcos Correa (BRA), 2-Snaider Parrales (ECU), 3-Manuel Selman (CHL), 4-Leon De La Torre (CHL)
5.a: 1-Leandro Usuna (ARG), 2-Ryan Kainalo (BRA), 3-Juliano Auad Klaere (ECU), 4-Juan Yanez (ECU)
6.a: 1-Renan Peres Pulga (BRA), 2-Guillermo Satt (CHL), 3-Pedro Dib (BRA), 4-Rafael Silva (PRT)
7.a: 1-Lucca Mesinas (PER), 2-Pedro Neves (BRA), 3-Theo Fresia (BRA), 4-Igor Moraes (BRA)
8.a: 1-Samuel Pupo (BRA), 2-Pedro Bianchini (BRA), 3-Israel Barona (ECU), 4-Adrian Dapelo (ECU)
9.a: 1-Jonathan Zambrano (ECU), 2-Wesley Leite (BRA), 3-Alberto Herrera (CRI), 4-João Chianca (BRA)
10: 1-Diego Aguiar (BRA), 2-Leo Casal (BRA), 3-Fernando Junior (BRA), 4-Rafael Clemente (ECU)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: João Carvalho – WSL Latin America

Edição: Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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