Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver – Australianos vencem ultima etapa do WSL Championship Tour – Assistam ao vídeo!

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O Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver foi encerrado com chave-de-ouro, com os classificados para o último dia dando um show nas melhores ondas da semana em Barra de La Cruz. Assistam ao vídeo abaixo, com os melhores momentos do evento.

Jack Robinson em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Depois do amplo domínio da seleção brasileira, vencendo cinco das seis etapas do World Surf League Championship Tour 2021 disputadas antes do México, foi a vez dos australianos fazerem a festa na sexta-feira, com as vitórias de Jack Robinson e Stephanie Gilmore.

Stephanie Gilmore em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Mas, foi por muito pouco, pois o paulista Deivid Silva perdeu o título por 2 centésimos de diferença no placar de 15,16 a 15,14 pontos, para muitos que assistiam a grande final a onda decisiva do australiano, foi mais valorizada pelos juízes do que as ondas surfadas pelo brasileiro. Já a final feminina também foi super acirrada com a australiana terminando com 15,83 a frente da havaiana Malia Manuel, que terminou com 15,27 pontos.

Deivid Silva em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

“Quero agradecer a Deus pela oportunidade de estar nessa final. Eu queria ter vencido, mas estou muito amarradão por ter feito um bom evento”, disse Deivid Silva. “Estou feliz por ter vencido grandes surfistas, como o Adriano (de Souza) que está se aposentando, o Gabriel (Medina) e fico muito amarradão em estar representando o Brasil muito bem também. O Jack (Robinson) quebrou a bateria. Foi uma bateria muito boa, bem disputada, mas o ano que vem estarei de novo no tour e vamos nessa. Acho que o sonho de vencer uma etapa não acabou ainda e vamos com tudo pro ano que vem”.

Na sexta-feira decisiva do Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver, o Brasil foi representado por dois surfistas que já comemoravam seus melhores resultados em etapas do CT. O último dia do Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver foi iniciado pelas semifinais com as melhores ondas em Barra de La Cruz, de durante os dias da competição.

Barra de La Cruz em ação. Foto: Tony Heff

Deivid Silva surfou a primeira onda da sexta-feira decisiva. O italiano Leonardo Fioravanti demorou cerca de 15 minutos para pegar a primeira onda e escolheu bem, uma onda lisa para atacar forte de frontside, sempre trabalhando com as bordas de sua prancha nas partes críticas recebendo 5,33 e Deivid logo respondeu marcando 5,73, mostrando a mesma potência do backside vertical que eliminou o bicampeão mundial e número 1 do CT 2021, Gabriel Medina, nas quartas de final.

Leonardo Fioravanti em ação. Foto: Tony Heff – WSL

As séries estavam demorando a entrar em Barra de La Cruz e o tempo passou rápido, com o italiano só pegando sua segunda onda quando restavam 4 minutos para o término da bateria. Ele repetiu o ataque com uma pancada forte, seguida por várias batidas e rasgadas até o fim. Os juízes deram nota 5,57 e Deivid ficou precisando de 5,17 para vencer. O brasileiro não demorou para dar o troco, surfando com muita pressão com batidas verticais, até explodir na junção, confirmando a vitória por 13,23 a 10,90 com nota uma nota 7,50.

A segunda semifinal começou com os dois surfistas errando as primeiras manobras. Mas, na segunda Jack Robinson acertou um alley-oop gigante no começo da onda e fez mais alguns cutbacks e batidas largando na frente com 7,33. Mateus Herdy já viu que teria que fazer algo diferente também e tentou um aéreo, sem completar. O australiano pegou a onda seguinte surfando um pequeno tubo recebendo 5,83. Herdy enfim acertou um aéreo e completou a onda com uma batida forte na junção, ganhando nota 5,27.

A bateria chegou nos 10 minutos finais com o catarinense Mateus Herdy, precisando de 7,89 pontos para garantir uma terceira final brasileira no CT 2021. Só que ele não conseguiu achar boas ondas com potencial para tirar notas mais altas, enquanto o australiano pegou uma onda próximo as pedras e já botou pra dentro de um tubaço mais longo, emendando com um batidão no crítico e seguiu variando as manobras até a finalização no inside, recebendo dos juízes 8,67, e praticamente confirmando a passagem do australiano para sua primeira final em etapas do CT, por 16,00 a 11,50 pontos.

Mateus Herdy em ação. Foto: Tony Heff – WSL

“É difícil chegar até aqui e eu queria ter vencido, para passar pra final”, disse Mateus Herdy. “Mas, ao mesmo tempo, analisando todas as baterias que surfei até agora, competindo contra meus ídolos, um terceiro lugar está ótimo. Lembro do Yago (Dora), quando conseguiu um terceiro lugar em Saquarema, como convidado também. Somos vizinhos em Florianópolis, então estou amarradão e muito obrigado a todos que estavam na torcida, minha família e meus amigos. Amo vocês e esse resultado é para Floripa e para o Brasil”.

Os derrotados nas semifinais, Leonardo Fioravante e Mateus Herdy, dividiram o terceiro lugar no evento, junto com a tetracampeã mundial Carissa Moore e a australiana Sally Fitzgibbons, que também perderam a briga pelas vagas na grande final.

Sally Fitzgibbons em ação. Foto: Tony Heff – WSL

HOMENAGEM A ADRIANO DE SOUZA – Entre as semifinais e finais, foi realizada uma homenagem especial para o campeão mundial de 2015, Adriano de Souza, que encerrou sua carreira de competidor no Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver. Mineirinho entrou sozinho no mar, para surfar sua última onda em 15 temporadas seguidas na divisão de elite do esporte. Depois, foi recebido e carregado pelos surfistas que o aguardavam na areia.

Adriano de Souza nos braços dos amigos. Foto: Thiago Diz – WSL

Sua despedida oficial aconteceu na quarta-feira, na terceira fase contra Deivid Silva, quando completou 514 baterias disputadas contra 153 surfistas, ganhando 275 delas em 145 etapas. Adriano de Souza é o único surfista da história da World Surf League, a ser campeão mundial Pro Junior, campeão do Qualifying Series e campeão mundial do Championship Tour.

Adriano de Souza em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

O capitão da seleção brasileira da WSL tem uma relação curiosa com o número 13. Ele sempre competiu com a camisa 13, fez 13 finais em etapas do CT ganhando 7 delas e entrou no mar na sexta-feira em 13.o lugar no seu último ranking mundial. E para fechar as coincidências, encerrou a carreira no dia 13, surfando sua última onda as 13h13 do Brasil.

FINAL MASCULINA: A decisão do título começou com Jack Robinson pegando um belo tubo e variando batidas e rasgadas, até finalizar com um aéreo 180 para largar na frente com uma nota 6,83. Deivid Silva demorou um pouco para surfar, mas escolheu uma boa onda iniciando com duas batidas retas de cabeça pra baixo no crítico da onda, seguindo seu ataque de backside com manobras executadas com bastante pressão abrindo grandes leques de água. Os juízes deram nota 7,27.

Depois de uma calmaria, Jack Robinson pegou uma onda menor, mas que rendeu um tubo mais longo, saiu limpo e emendou um cubtback e várias batidas. Deivid Silva respondeu com uma onda maior, começando com duas manobras gigantes e vai marretando a onda de forma impressionante até o fim. O australiano recebeu 5,17 na onda e a onda do brasileiro valeu 6,93 assumindo a ponta, deixando o australiano precisando de 7,37 há 15 minutos do fim.

Jack e Daivid . Foto: Tony Heff – WSL

Faltando 9 minutos, Robinson pegou uma boa onda e mudou a abordagem, começou entubando seguido por um aéreo, finalizando com uma variação de manobras progressivas. Deivid repetiu a dose com suas pauladas verticais no pocket da onda e fazendo fortes batidas e rasgadas. O brasileiro ganhou 7,87, mas o australiano recebeu 8,33 e virou o placar para 15,16 a 15,14 pontos. Isso faltando 5 minutos do fim e não entrou mais ondas, com Jack Robinson festejando sua primeira vitória em sua primeira final assim como Deivid Silva que mesmo terminando em segundo comemorou muito a sua primeira final em etapas do CT.

“Nem sei por onde começar, mas é uma sensação parecida quando eu me qualifiquei para o CT”, disse Jack Robinson, que é casado com uma brasileira e passou a ser treinado pelo pai de Yago Dora, Leandro Dora, esse ano. “Ainda estou processando tudo. Eu estava muito motivado e com esse objetivo em mente. Estou com uma equipe excelente, os Doras, minha esposa Júlia, minha família e meus patrocinadores. Certamente, eu não ia conseguir sem vocês”.

O australiano seguiu comentando sobre o melhor resultado do seu primeiro ano na elite do CT: “Eu tentei criar uma energia antes de chegar aqui. Todo mundo surfa muito bem, então é incrível conseguir superar todos eles. Senti que podia vencer as baterias e acho que isso foi o resultado dessa mentalidade positiva. Foi um ano muito louco, com altos e baixos, então é impressionante chegar aonde estou agora. Sou muito grato por esse evento, a WSL, os patrocinadores e pela segurança de fazer um evento desses aqui nessa época”. E encerrou o discurso da vitória no pódio com um: “Viva México”.

VITÓRIA DA HEPTACAMPEÃ: Depois da homenagem para Adriano de Souza, começou a final masculina e a decisão do título feminino fechou o Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver nas ótimas ondas de Barra de La Cruz. A heptacampeã mundial Stephanie Gilmore voltou a provar que é quase imbatível em ondas para a direita, mostrando toda sua classe fazendo grandes manobras e longos arcos, com uma escolha impecável das melhores ondas. A australiana derrotou duas havaianas na sexta-feira. Gilmore começou vencendo o clássico de campeãs mundiais com a tetracampeã Carissa Moore, com a nota 6,57 da sua última onda.

Carissa Moore em ação. Foto: Tony Heff – WSL

Na grande final, a australiana surfou apenas duas ondas, que foram muito bem aproveitadas para ganhar notas 8,50 e 7,33 e superou Malia Manuel por uma pequena vantagem de 15,83 a 15,27 pontos. A havaiana precisava da vitória para entrar no grupo das nove surfistas que permanecem no CT para 2022.

Malia Manuel em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Porém a australiana também queria ganhar sua primeira etapa neste ano e melhorar sua posição, subindo do quinto para o quarto lugar no ranking. “Quando fiquei sabendo do cancelamento do Taiti, o foco mudou e a pressão aumentou para manter um lugar nos Top-5 aqui e queria terminar a temporada com um bom resultado”, disse Stephanie Gilmore. “Esse lugar é incrível, foi um evento muito especial e agradeço a comunidade local e os surfistas por deixarem a gente surfar aqui. Essa onda é bem parecida com a da minha praia, Snapper Rocks, só que com menos gente na água (risos). Eu já vim algumas vezes para cá e sempre tem boas ondas, então estou muito feliz com essa vitória”.

Gilmore e Robinson. Foto: Tony Heff – WSL

O Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver foi realizado com patrocínio da Corona, Quiksilver, Jeep, Red Bull, Oakley, Hydro Flask, Expedia, DraftKings e mais informações, notícias, resultados, fotos e vídeos podem ser acessados na página do evento no www.worldsurfleague.com e no aplicativo.

ASSISTAM AO VÍDEO NO PLAYER ABAIXO:

ALL THE HIGHLIGHTS Corona Open Mexico presented by Quiksilver:

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO CORONA OPEN MEXICO:

Campeão: Jack Robinson (AUS) por 15,16 pontos (8,33+6,83) – 10.000 pts
Vice-campeão: Deivid Silva (BRA) com 15,14 pontos (7,87+7,27) – 7.800 pts

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.085 pontos:

1.a: Deivid Silva (BRA) 13.23 x 10.90 Leonardo Fioravanti (ITA)
2.a: Jack Robinson (AUS) 16.00 x 11.50 Mateus Herdy (BRA)

DECISÃO DO TÍTULO FEMININO:

Campeã: Stephanie Gilmore (AUS) por 15,83 pontos (8,50+7,33) – 10.000 pts
Vice-campeã: Malia Manuel (HAV) com 15,27 pontos (8,27+7,00) – 7.800 pts

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.085 pontos:

1.a: Malia Manuel (HAV) 15.20 x 14.87 Sally Fitzgibbons (AUS)
2.a: Stephanie Gilmore (AUS) 14.40 x 12.57 Carissa Moore (HAV)

TOP-20 DO RANKING 2021 PARA O CT 2022:

Top-5 do Rip Curl WSL Finals:

01: Gabriel Medina (BRA) – 43.400 pontos
02: Italo Ferreira (BRA) – 31.660
03: Filipe Toledo (BRA) – 30.735
04: Conner Coffin (EUA) – 25.355
05: Morgan Cibilic (AUS) – 25.270

TOP-20 DO RANKING 2021 PARA O CT 2022:

06: Griffin Colapinto (EUA) – 22.905
07: Jordy Smith (AFR) – 22.505
08: Kanoa Igarashi (JPN) – 22.215
09:- Yago Dora (BRA) – 20.875
10: Frederico Morais (PRT) – 20.790
11: John John Florence (HAV) – 19.660
12: Jack Robinson (AUS) – 19.300
13: Leonardo Fioravanti (ITA) – 18.800
14: Deivid Silva (BRA) – 16.535
15: Ryan Callinan (AUS) – 15.470
15: Ethan Ewing (AUS) – 15.470
15: Adriano de Souza (BRA) – 15.470 Se aposentou
18: Kelly Slater (EUA) – 14.680
19: Jadson André (BRA) – 14.610
20: Jeremy Flores (FRA) – 14.045 Se aposentou
20: Julian Wilson (AUS) – 14.045 Se aposentou
20: Seth Moniz (HAV) – 14.045
20: Miguel Pupo (BRA) – 14.045

Brasileiros fora dos top-20:

25: Caio Ibelli (SP) – 12.620 pontos
27: Peterson Crisanto (PR) – 10.630
33: Alex Ribeiro (SP) – 6.650
35: Mateus Herdy (SC) – 6.085
41: Lucas Vicente (SC) – 1.330

TOP-9 DO RANKING 2021 PARA O CT 2022:

Top-5 do Rip Curl WSL Finals:

01: Carissa Moore (HAV) – 37.770 pontos
02: Tatiana Weston-Webb (BRA) – 34.715
03: Sally Fitzgibbons (AUS) – 33.000
04: Stephanie Gilmore (AUS) – 32.035
04: Johanne Defay (FRA) – 32.035

TOP-9 DO RANKING 2021 PARA O CT 2022:

06: Caroline Marks (EUA) – 26.050
06: Tyler Wright (AUS) – 26.050
08: Isabella Nichols (AUS) – 24.645
09: Courtney Conlogue (EUA) – 22.930

RIP CURL WSL FINALS: Agora, todas as atenções ficam para a decisão dos títulos mundiais na estreia do Rip Curl WSL Finals, com o cancelamento do Outerknown Tahiti Pro pelo governo da Polinésia Francesa, por causa da pandemia do Covid-19, os rankings do WSL Championship Tour 2021 foram encerrados no Corona Open Mexico.

Teahupoo em ação. Foto: Kelly Cestari – WSL

Os top-5 e as top-5 que vão disputar os títulos mundiais da temporada no Rip Curl WSL Finals foram definidos na quinta-feira e quatro surfistas da seleção brasileira estão classificados para o evento, que será realizado no melhor dia de ondas no período de 9 a 17 de setembro, nas ondas de alta performance de Trestles, na Califórnia, Estados Unidos.

O Brasil dominou o ranking masculino, com Gabriel Medina em primeiro lugar, Italo Ferreira em segundo e Filipe Toledo em terceiro. O californiano Conner Coffin ficou na quarta posição e o australiano Morgan Cibilic na quinta. Na categoria feminina, a havaiana Carissa Moore é a primeira colocada, seguida pela brasileira Tatiana Weston-Webb em segundo lugar, as australianas Sally Fitzgibbons e Stephanie Gilmore e a francesa Johanne Defay.

Gabriel Medina em ação. Foto: Tony Heff – WSL

FORMATO DA DECISÃO : Um formato especial será inaugurado no Rip Curl WSL Finals. Os títulos mundiais serão definidos em um único dia e começa com o confronto do quinto no ranking com o quarto colocado. Quem vencer, enfrenta o terceiro. Quem passar, encara o segundo colocado e, o vencedor desse duelo, vai disputar uma melhor de três com o líder do ranking para apontar o campeão. O mesmo sistema será utilizado na categoria feminina.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: Edson “Adrena” Andrade e João Carvalho – WSL Latin America

Edição: Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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