Corona Open México apresentado pela Quiksilver – 13 Brazucas no Terceiro Round.

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Treze brazucas já estão classificados para o terceiro round do Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver.

Filipe Toledo em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Com boas ondas de 4-6 pés nas direitas de Barra de La Cruz, a quarta-feira da sétima etapa do WSL Championships Tour 2021, os doze surfistas que ficaram em último lugar nas suas baterias da primeira fase, foram divididos em quatro confrontos também formados por três competidores na repescagem. Esta é a primeira fase eliminatória das etapas do CT e quem fica em último novamente, termina em 33.o lugar no evento, marcando apenas 265 pontos no ranking.

Alex Ribeiro em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

O dia começou com a vitória de Peterson Crisanto sobre o japonês Kanoa Igarashi que eliminou o mexicano, Diego Cadena e a seguir dobradinha brazuca com Deivid Silva e Yago Dora que eliminaram outro mexicano, Jhony Corzo

Deivid Silva em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Na sequencia Jadson André venceu a bateria com a eliminação do brasileiro Alex Ribeiro. Apenas Alex, terminou não se classificando neste segundo round e terá que lutar por uma vaga na elite nas etapas do WSL Challenger Series, ainda neste ano.

Jadson André em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Um número recorde de seis brasileiros disputaram a repescagem do Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver e na terceira bateria 100% verde-amarela, terminou com o segundo lugar de Adriano de Souza.

Adriano de Souza em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Na terça-feira com ondas regulares de 3-4 pés nas direitas de Barra de La Cruz, começou nesta a sétima etapa do WSL Championships Tour 2021. Oito surfistas da “seleção brasileira da WSL” se classificaram na abertura do evento que marca a volta do México ao World Surf League Championship Tour depois de 15 anos.

Mateus Herdy em ação. Foto: Tony Heff – WSL

Filipe Toledo, Miguel Pupo, Caio Ibelli e o jovem Mateus Herdy, estrearam com vitórias e os campeões mundiais Gabriel Medina e Italo Ferreira, Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima, passaram em segundo lugar nas suas baterias. Seis brasileiros ficaram em último e terão que disputar a repescagem, que vai abrir a quarta-feira com a primeira chamada marcada para as 7h15 no México, 9h15 no Brasil, ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

Caio Ibelli em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

O peruano Lucca Mesinas é o outro participante da América do Sul na etapa mexicana que também avançou na segunda bateria em Barra de La Cruz. Ele é um dos surfistas que competiram nas Olimpíadas de Tóquio e acabou mandando o primeiro brasileiro para a repescagem, Jadson André. O confronto foi vencido pelo americano Griffin Colapinto, que defende a quinta posição no grupo dos top-5 que vai disputar o título mundial no Rip Curl WSL Finals, em setembro.

Lucca Mesinas em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

Três brasileiros estão no topo do ranking e o único que começou com vitória foi Filipe Toledo, que recuperou a terceira posição com o título na final verde-amarela com Gabriel Medina no Jeep Surf Ranch Pro. Filipe fez uma boa escolha de ondas para usar seu repertório de manobras progressivas, variando batidas, rasgadas e os aéreos, para derrotar o francês Jeremy Flores e o mexicano Jhony Corzo, por 13,46 pontos na quarta bateria do dia.

“É sempre muito bom estar no México. É um dos meus lugares preferidos para fazer uma surftrip, porque sempre têm muitas ondas boas em várias praias”, disse Filipe Toledo, que respondeu sobre as ondas de Barra de La Cruz. “A maré tem uma grande influência aqui. Na seca, tem um tubo que quebra por trás das pedras, mas independente da maré, a onda é muito boa. O vento está calmo e espero que as ondas aumentem nos próximos dias”.

MEDALHISTA DE OURO – A bateria seguinte foi 100% brasileira, com o primeiro medalhista de ouro na história do surfe nas Olimpíadas, Italo Ferreira, fazendo sua primeira apresentação depois da conquista inédita nos Jogos de Tóquio, no Japão. Mas, o convidado para reforçar a seleção brasileira da WSL no México, Mateus Herdy, começou melhor, já mostrando um ataque aéreo poderoso para largar na frente com nota 7,33.

Italo Ferreira em ação. Foto: Tony Heff – WSL

O atual campeão mundial logo assumiu a ponta com notas 5,67 e 6,50 nas primeiras ondas que surfou e chegou a aumentar o recorde de pontos do Corona Open Mexico, quando destruiu uma direita com uma série de manobras potentes de backside que valeram nota 7,43. Com ela, atingiu 13,93 pontos. Peterson Crisanto entrou na briga surfando bem também duas ondas seguidas, que renderam notas 5,73 e 7,30.

Peterson Crisanto em ação. Foto: Tony Heff – WSL

Só que Mateus Herdy achou outra onda boa para mostrar a força e variedade do seu surfe moderno e ganhou 6,80 dos juízes para totalizar 14,13 pontos. Italo ainda tentou a vitória em mais duas ondas, mas as notas 6,33 e 6,50 recebidas, foram insuficientes para aumentar seus 13,93 pontos. Com isso, o campeão mundial Pro Junior da WSL em 2018, derrotou o campeão mundial do CT 2019 e Peterson ficou em terceiro com 13,03 pontos.

O catarinense Mateus Herdy foi entrevistado na transmissão ao vivo e começou respondendo sobre o convite da World Surf League para competir no Corona Open Mexico apresentado pela marca que o patrocina, a Quiksilver: “Foi uma surpresa total. Eu estava aqui no México fazendo umas fotos para a Quiksilver, quando recebi o e-mail do Renato (Hickel) com o convite para o evento. Fiquei amarradão, porque eu já estava surfando aqui todos os dias”.

Mateus também falou sobre a bateria: “Todo mundo no Tour surfa muito bem e essa bateria foi bem acirrada, com notas altas. Na verdade, o que me deixou mais tranquilo foi o fato de eu estar 100% saudável. Na última vez que participei de um CT, eu estava machucado e não consegui mostrar o meu melhor. Com tantos talentos no Tour, se você ficar com medo ou nervoso, vai ser um desafio extra. Então, só tentei surfar como eu faço diariamente”.

LÍDER DO RANKING – Depois da bateria brasileira, entrou no mar o bicampeão mundial e líder disparado do ranking, Gabriel Medina. Ele decidiu o título em cinco das seis etapas do WSL Championship Tour 2021 já disputadas e ganhou dois na Austrália, em Sidney e em Rottnest Island. A vantagem é tão grande que Medina já está confirmado entre os top-5 que vão disputar o título mundial no Rip Curl WSL Finals e só perde o primeiro lugar no ranking se Italo Ferreira ganhar esta etapa do México e a próxima no Taiti, ou Filipe Toledo conseguir uma vitória e um segundo lugar nos dois eventos.

Gabriel Medina em ação. Foto: Tony Heff – WSL

Medina não vai competir no Outerknown Tahiti Pro, que começa no próximo dia 24, porque ainda não tomou a vacina contra o Covid-19, mas já pode confirmar o primeiro lugar no ranking agora, sem depender dos resultados do Italo e do Filipe. Ele garante isso se chegar nas semifinais do Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver e já deu o primeiro passo, avançando direto para a terceira fase, também em segundo lugar na sua bateria.

As condições do mar já estavam diferentes com a mudança da maré em Barra de La Cruz e Medina não achou ondas tão boas para mostrar todo o potencial do seu surfe. O australiano Jack Robinson teve mais sorte na escolha e venceu a bateria por 13,83 pontos, somando notas 7,50 e 6,33. Medina só pegou ondas para usar a combinação base-lip, sem rampas para voar como gosta, porém foi suficiente para superar o mexicano Diego Cadena por 10,13 a 7,90 pontos, na briga pela segunda vaga direta para a terceira fase.

MAIS DUAS VITÓRIAS – Mais cinco surfistas da seleção brasileira da WSL competiram depois da estreia dos líderes do ranking e apenas dois conseguiram vencer suas baterias. Yago Dora foi mandado para a repescagem pelos irmãos Owen e Mikey Wright. Caio Ibelli ganhou a disputa seguinte, mas Alex Ribeiro perdeu a briga pela segunda vaga desta bateria para o português Frederico Morais.

Yago Dora em ação. Foto: Tony Heff – WSL

O campeão mundial Adriano de Souza também ficou em último, contra o taitiano Michel Bourez e o australiano Ethan Ewing, que tirou a maior nota do dia, 8,83. Já Miguel Pupo fechou a primeira fase vencendo uma disputa acirrada, definida por décimos de diferença. A quarta e última vitória brasileira da terça-feira foi conquistada por 11,43 pontos, contra 11,37 do australiano Wade Carmichael e 10,46 do havaiano Seth Moniz.

Miguel Pupo em ação. Foto: Thiago Diz – WSL

“Tenho surfado muito aqui nos últimos dias, cada sessão de no mínimo 3 horas e só ontem (segunda-feira) tirei uma folga pra descansar antes do campeonato”, contou Miguel Pupo, que está em 14.o lugar no ranking que garante os 20 primeiros para o CT de 2022. “Fiquei feliz de pegar umas ondas boas na bateria e conseguir uma sintonia com o mar. Está bem quente aqui, então procurei não usar muita força para remar e concentrei na respiração. Acho que funcionou e espero pegar mais ondas boas nas próximas baterias, até chegar na final”.

CATEGORIA FEMININA – Depois da primeira fase masculina, começou a feminina com Silvana Lima na primeira bateria. Curiosamente, ela enfrentou as duas surfistas que derrotou nas últimas finais que disputou em etapas do CT, conquistando os títulos do Movistar Peru Classic 2010 contra Sally Fitzgibbons em San Bartolo e do Swatch Pro Trestles 2017 contra a também australiana Keely Andrew na Califórnia.

Silvana Lima em ação. Foto: Tony Heff – WSL

A cearense fez parte da elite do CT até 2019 e foi convidada para substituir a norte-americana Lakey Peterson, que está contundida, no Corona Open Mexico. Silvana e Sally vieram direto do Japão, onde participaram da estreia do surfe como esporte olímpico e a brasileira começou bem a bateria, manobrando forte com batidas e rasgadas executadas com pressão e velocidade, ganhando notas 5,50 e 7,40 em duas ondas seguidas.

Sally Fitzgibbons respondeu com 6,67 e 6,33 acertando até um aéreo e confirmou a vitória com a nota 7,60 da sua melhor onda. Com ela, atingiu 14,27 pontos e Silvana também passou direto para as oitavas de final totalizando 12,90 pontos, contra 11,96 de Keely Andrew. Os recordes de Sally Fitzgibbons foram logo batidos nas disputas seguintes por duas havaianas. Malia Manuel ganhou a segunda bateria por 14,93 pontos somando uma nota 8,00 e a líder do ranking, Carissa Moore, conseguiu um 8,33 para atingir 14,96 pontos.

Sally Fitzgibbons em ação. Foto: Tony Heff – WSL

TATIANA VICE-LÍDER – O Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver é a penúltima etapa para definir as top-5 do ranking que vão disputar o título mundial no Rip Curl WSL Finals, de 09 a 17 de setembro em Trestles, na Califórnia. A gaúcha Tatiana Weston-Webb chegou em Barra de La Cruz em quarto lugar, mas já recuperou a segunda posição com a classificação para as oitavas de final, na bateria vencida pela californiana Courtney Conlogue.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Tony Heff – WSL

Isto porque são computados no ranking os seis melhores resultados nas oito etapas do CT 2021 e o primeiro descarte dos dois piores resultados está acontecendo agora no México. Tatiana já está trocando 1.045 pontos da última colocação na etapa de Rottnest Island, na Austrália, por 2.610 do nono lugar garantido nas oitavas de final do Corona Open Mexico.

A francesa Johanne Defay e a australiana Sally Fitzgibbons, que estão à sua frente, descartam 2.610 pontos, então permanecem com as pontuações que estavam antes desta etapa, 34.645 e 34.270 pontos, respectivamente. Já Tatiana Weston-Webb aumentou os 33.625 que tinha, para 35.190 pontos, retomando o segundo lugar no ranking que era dela após sua vitória no Boost Mobile Margaret River Pro apresentado pela Corona na Austrália.

Johanne Defay em ação. Foto: Tony Heff – WSL

TRANSMISSÃO AO VIVO – O Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver é patrocinado pela Corona, Quiksilver, Jeep, Red Bull, Oakley, Hydro Flask, Expedia, DraftKings e está sendo transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo aplicativo grátis da WSL, com os brasileiros podendo acompanhar esta sétima etapa do World Surf League Championship Tour 2021 também pelos canais ESPN Brasil.

COVID-19 – A saúde e segurança dos atletas, staff e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League e já existe um robusto protocolo de segurança para ser seguido nos eventos, incluindo a implementação de testes, mantendo uma zona de bolha protegida para atletas e staff, com limitação do acesso do público na praia. A WSL incentiva os fãs a assistirem o evento ao vivo pelo WorldSurfLeague.com, que está sendo transmitido em três idiomas, inglês, espanhol e português.

RIP CURL WSL FINALS – Restam apenas duas etapas para definir os grupos dos top-5 e das top-5 que vão disputar os títulos mundiais da temporada 2021 no Rip Curl WSL Finals. A decisão será no melhor dia de ondas no período de 9 a 17 de setembro em Lower Trestles, na Califórnia, Estados Unidos. Depois do Corona Open Mexico apresentado pela Quiksilver em Barra de La Cruz, em Oaxaca, de 10 a 20 de agosto no México, vem o Outerknown Tahiti Pro, de 24 de agosto a 3 de setembro nos perigosos tubos de Teahupoo.

BATERIAS INICIAIS DO CORONA OPEN MEXICO NA QUARTA-FEIRA:

SEGUNDA FASE – REPESCAGEM – 3.o=33.o lugar com 265 pontos:

1.a: 1-Peterson Crisanto (BRA)=14.33, Kanoa Igarashi (JPN)=13.66, Diego Cadena (MEX)=10,37
2.a: 1-Deivid Silva (BRA)=10,44, Yago Dora (BRA)=9.33, Jhony Corzo (MEX)=7.93
3.a: 1-Jadson André (BRA)=10.84, Adriano de Souza (BRA)=9.07, Alex Ribeiro (BRA)=7.57
4.a: 1-Seth Moniz (HAV)=15.37, Matthew McGillivray (AFR)=11,87, Connor O´Leary (AUS)=8.67

RESULTADOS DO CORONA OPEN MEXICO NA TERÇA-FEIRA:

PRIMEIRA FASE – 1.o e 2.o=Terceira Fase / 3.o=Segunda Fase:

01: 1-Kolohe Andino (EUA)=13.60, 2-Kelly Slater (EUA)=11.00, 3-Kanoa Igarashi (JPN)=10.77
02: 1-Griffin Colapinto (EUA)=13.00, 2-Lucca Mesinas (PER)=11.73, 3-Jadson André (BRA)=9.43
03: 1-Morgan Cibilic (AUS)=10.00, 2-Rio Waida (IDN)=9.70, 3-Deivid Silva (BRA)=8.27
04: 1-Filipe Toledo (BRA)=13.46, 2-Jeremy Flores (FRA)=11.33, 3-Jhony Corzo (MEX)=6.87
05: 1-Mateus Herdy (BRA)=14.13, 2-Italo Ferreira (BRA)=13.93, 3-Peterson Crisanto (BRA)=13.03
06: 1-Jack Robinson (AUS)=13.83, 2-Gabriel Medina (BRA)=10.13, 3-Diego Cadena (MEX)=7.90
07: 1-Adrian Buchan (AUS)=11.83, 2-Conner Coffin (EUA)=11.77, 3-Matthew McGillivray (AFR)=11.34
08: 1-Mikey Wright (AUS)=12.73, 2-Owen Wright (AUS)=11.80, 3-Yago Dora (BRA)=10.76
09: 1-Caio Ibelli (BRA)=13.77, 2-Frederico Morais (PRT)=12.77, 3-Alex Ribeiro (BRA)=8.87
10: 1-Leonardo Fioravanti (ITA)=15.17, 2-Ryan Callinan (AUS)=10.13, 3-Connor O´Leary (AUS)=9.50
11: 1-Ethan Ewing (AUS)=15.16, 2-Michel Bourez (TAH)=12.40, 3-Adriano de Souza (BRA)=12.06
12: 1-Miguel Pupo (BRA)=11.43, 2-Wade Carmichael (AUS)=11.37, 3-Seth Moniz (HAV)=10.46

PRIMEIRA FASE – 1.a e 2.a=Oitavas de Final / 3.a=Segunda Fase:

1.a: 1-Sally Fitzgibbons (AUS)=14.27, 2-Silvana Lima (BRA)=12.90, 3-Keely Andrew (AUS)=11.96
2.a: 1-Malia Manuel (HAV)=14.93, 2-Johanne Defay (FRA)=11.00, 3-Shelby Detmers (MEX)=7.43
3.a: 1-Carissa Moore (HAV)=14.96, 2-Bronte Macaulay (AUS)=12.60, 3-Regina Pioli (MEX)=5.07
4.a: 1-Courtney Conlogue (EUA)=14.24, 2-Tatiana Weston-Webb (BRA)=11.24, 3-Macy Callaghan (AUS)=8.30
5.a: 1-Stephanie Gilmore (AUS)=13.07, 2-Brisa Hennessy (CRI)=12.60, 3-Isabella Nichols (AUS)=10.94
6.a: 1-Caroline Marks (EUA)=15.03, 2-Tyler Wright (AUS)=11.97, 3-Sage Erickson (EUA)=11.53

BATERIAS DO CORONA OPEN MEXICO NA QUARTA-FEIRA:

SEGUNDA FASE – REPESCAGEM – 3.a=17.o lugar com 1.045 pontos:

1.a: Isabella Nichols (AUS), Macy Callaghan (AUS), Regina Pioli (MEX)
2.a: Keely Andrew (AUS), Sage Erickson (EUA), Shelby Detmers (MEX)

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: João Carvalho – WSL Latin America

Edição: Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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