Corona Open J-Bay – Ótimas ondas na quarta-feira em Jeffreys Bay – Assistam aos vídeos!

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As previsões se confirmaram em Jeffreys Bay com ótimas ondas na quarta-feira pelo Corona Open J-Bay na África do Sul. Acessem aos links abaixo com os vídeos dos melhores momentos.

Lineup Jeffreys Bay, Eastern Cape, South África. Foto: Alan van Gysen – World Surf League

ASSISTAM AOS VÍDEOS COM OS MELHORES MOMENTOS, CLICANDO NOS PLAYERS ABAIXO:

Corona Open J-Bay – Highlights Day 1:

Corona Open J-Bay – Top 5 Moments Day 1:

TRANSMISSÃO AO VIVO: A próxima foi marcada para as 7h15 da quinta-feira na África do Sul, 2h15 da madrugada no Brasil. O show de surfe dos melhores do mundo nas direitas de Jeffreys Bay continuam com transmissão ao vivo pelo Globoplay e Sportv no Brasil e pelo WorldSurfLeague.com e Aplicativo e YouTube da WSL

Dos oito brazucas, três estrearam com vitórias nas longas direitas de Supertubes. Samuel Pupo e Yago Dora passaram direto para as oitavas de final e Tatiana Weston-Webb para as quartas de final. A nona etapa do WSL Championship Tour, é a penúltima para definir os top-5 e as top-5 que irão decidir os títulos mundiais de 2022 no Rip Curl WSL Finals em Trestles, na Califórnia.

Samuel Pupo em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

Dois nomes já tinham sido confirmados no Oi Rio Pro em Saquarema, os líderes dos rankings, Filipe Toledo e Carissa Moore. Na África do Sul, quem também já se garantiu foi a francesa Johanne Defay, com sua classificação para as quartas de final na repescagem que fechou o dia.

Filipe Toledo em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

Já Carissa ganhou sua primeira bateria, mas Filipe perdeu e terá que disputar a repescagem, como Italo Ferreira, Miguel Pupo, Caio Ibelli e Jadson André. Os sul-africanos estavam com saudades dos melhores surfistas do mundo e encheram a praia na quarta-feira, assim como a torcida brasileira lotou a Praia de Itaúna em todos os dias. O Oi Rio Pro e o Corona Open J-Bay não foram realizados em 2020 e 2021, por causa da pandemia.

Caio Ibelli em ação. Foto: Alan Van Gysen – World Surf League

A derrota do campeão olímpico, Italo Ferreira, aconteceu na primeira vitória do Brasil. Yago Dora destruiu uma direita perfeita, com uma série de sete batidas e rasgadas atacando sempre o ponto mais crítico da onda, que valeram nota 8,67. Na análise dos juízes, foi a melhor apresentação do dia em Supertubes.

Yago Dora em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

“Eu entrei no mar achando que ia pegar várias ondas boas, mas a bateria acabou sendo um pouco lenta”, disse Yago Dora. “Meus oponentes já tinham conseguido um 7 (7,33) e eu sabia que poderia superar essa nota, se achasse a onda certa. Quando veio aquela onda da série, eu surfei o meu melhor e consegui a nota que precisava para vencer. Para mim, é uma honra surfar essa onda com os melhores do mundo. O Italo (Ferreira) tem um dos melhores backsides do Tour e o Jordy (Smith) é um monstro aqui, sou muito fã dele desde criança. Estou feliz, me sentindo bem confiante e já ansioso para a próxima bateria”.

Dos três surfistas que competiram nesta segunda bateria do Corona Open J-Bay, o sul-africano Jordy Smith, bicampeão em Jeffreys Bay em 2010 e 2011, foi quem começou melhor, com nota 7,33. A primeira onda do Yago valeu 5,17 e a do Italo foi 5,00. O campeão olímpico logo achou outra onda boa para atacar forte de backside e fazer um tubo, igualando o 7,33 do sul-africano. Mas, Yago Dora pegou a maior onda da bateria para fechar sua participação com o recorde de nota do dia, superando Italo Ferreira por 13,84 a 13,10 com o 8,67 recebido.

MESMA NOTA: Na bateria do líder, Filipe Toledo, dois surfistas também receberam a mesma nota. O atual vice-campeão mundial começou bem, largando na frente com 8,17. No entanto, foi a única boa que conseguiu achar e acabou somando o 2,33 da segunda que surfou. Ao contrário, o norte-americano Nat Young iniciou com duas notas baixas, mas igualou o 8,17 do brasileiro na terceira e ainda surfou outra boa, que valeu 6,33. Com essa nota, venceu por 14,50 pontos, contra 10,40 do Filipe Toledo e 7,13 do sul-africano Joshe Faulkner.

Nat Young em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

Filipe e Joshe vão voltar a se enfrentar no primeiro duelo eliminatório do Corona Open J-Bay. Aliás, as cinco primeiras baterias da repescagem terão brasileiros tentando aproveitar a segunda chance de classificação para as oitavas de final. Miguel Pupo está na segunda com o havaiano Seth Moniz, Italo Ferreira na terceira com o sul-africano Luke Thompson, Caio Ibelli na quarta com Jake Marshall e Jadson André na quinta com outro norte-americano, Griffin Colapinto.

Miguel Pupo em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

SEGUNDA VITÓRIA: A segunda e última vitória brasileira na quarta-feira, foi conquistada pelo estreante na seleção brasileira deste ano, Samuel Pupo, que nunca havia competido nas direitas geladas de Jeffreys Bay. Ele chegou na África do Sul mais confiante, depois de fazer sua primeira final em etapas do CT, no Oi Rio Pro contra Filipe Toledo em Saquarema. Samuca entrou na penúltima bateria da primeira fase e mostrou segurança nas manobras de frontside, para largar na frente com nota 6,50. Logo surfou outra onda boa que valeu 5,87 e sacramentou a vitória com o 6,07 da última, totalizando 12,57 pontos contra 9,77 do australiano Callum Robson e 9,43 do americano Jake Marshall.

“Essa foi a minha primeira bateria aqui, mas J-Bay é a minha onda preferida desde que conheci em 2017”, disse Samuel Pupo. “Eu queria muito competir aqui e estou amarradão por ter vencido a minha primeira bateria. Eu não consegui treinar muito antes do evento, porque as condições não estavam boas, mas deu tudo certo na hora da bateria e estou muito feliz. Só quero me divertir e surfar o melhor possível nestas últimas etapas. Não estou pensando muito nos top-5, mas quem sabe com mais um bom resultado, eu consigo atingir essa meta”.

O Corona Open J-Bay é a penúltima etapa para definir os top-5 e as top-5, que vão disputar os títulos mundiais da temporada no Rip Curl WSL Finals. As decisões serão realizadas em um único dia no período de 8 a 16 de setembro, o que tiver as melhores ondas em Lower Trestles, na Califórnia. Depois da África do Sul, resta o Outerknown Tahiti Pro de 11 a 21 de agosto nos tubos de Teahupoo, para fechar as listas dos concorrentes aos títulos de 2022 nos Estados Unidos.

VAGA NAS TOP-5: Apenas dois surfistas da seleção brasileira estão neste grupo atualmente, o já confirmado Filipe Toledo e Italo Ferreira em terceiro no ranking. A vice-campeã mundial na primeira edição do Rip Curl WSL Finals em 2021, Tatiana Weston-Webb, está na porta de entrada das top-5. Ela subiu da nona para a sexta posição, com o terceiro lugar conquistado nas semifinais do Oi Rio Pro em Saquarema. Para ingressar na lista na África do Sul, a condição mínima é chegar na grande final do Corona Open J-Bay.

Italo Ferreira em ação. Foto: Beatriz Ryder – World Surf League

Tatiana começou bem na busca por este objetivo. Ela fez uma boa escolha de ondas e só surfou três para vencer a disputa pela última vaga direta para as quartas de final. A primeira valeu 5,83, a segunda 5,60 e a última foi melhor, abriu mais parede para ela mostrar a potência do seu backside nas direitas de Jeffreys Bay e confirmar a vitória com nota 7,50. Com ela, Tatiana Weston-Webb atingiu 13,33 pontos, superando os 12,97 da norte-americana Lakey Peterson e os 10,13 da bicampeã mundial Tyler Wright.

QUARTAS DE FINAL: As duas surfistas que a brasileira derrotou, acabaram se enfrentando nas baterias da repescagem, que fecharam a quarta-feira já definindo as quartas de final do Corona Open J-Bay. Tyler Wright também está na briga por vaga nas top-5 e derrotou Lakey Peterson, que já caiu da terceira para a quinta posição no ranking. Ou seja, está logo acima da Tatiana Weston-Webb em sexto lugar e da australiana, que subiu da oitava para a sétima colocação.

Depois de eliminar a número 3 do ranking, Tyler Wright agora vai enfrentar a vice-líder já garantida nos top-5, Johanne Defay, na abertura das quartas de final. A segunda bateria será um confronto de gerações, entre a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore e a estreante na elite, Gabriela Bryan. Na terceira, tem a tetracampeã, Carissa Moore, contra Caroline Marks. E Tatiana Weston-Webb vai disputar a última vaga para as semifinais com a costa-ricense Brisa Hennessy, que agora divide o terceiro lugar no ranking com Steph Gilmore.

Johanne Defay em ação. Foto: Alan Van Gysen – World Surf League

RESULTADOS DA QUARTA-FEIRA NA ÁFRICA DO SUL:

CATEGORIA MASCULINA – 1.o=Oitavas de Final / 2.o e 3.o=Segunda Fase:

1.a: 1-Matthew McGillivray (AFR)=15.33, 2-Griffin Colapinto (EUA)=14.84, 3-Jadson André (BRA)=9.83
2.a: 1-Yago Dora (BRA)=13.84, 2-Italo Ferreira (BRA)=13.10, 3-Jordy Smith (AFR)=10.50
3.a: 1-Jack Robinson (AUS)=15.17, 2-Luke Thompson (AFR)=14.77, 3-Kolohe Andino (EUA)=6.64
4.a: 1-Nat Young (EUA)=14.50, 2-Filipe Toledo (BRA)=10.40, 3-Joshe Faulkner (AFR)=7.13
5.a: 1-Ethan Ewing (AUS)=14.34, 2-Barron Mamiya (HAV)=12.50, 3-Jackson Baker (AUS)=6.30
6.a: 1-Kanoa Igarashi (JPN)=11.54, 2-Caio Ibelli (BRA)=9.93, 3-Seth Moniz (HAV)=9.10
7.a: 1-Samuel Pupo (BRA)=12.57, 2-Callum Robson (AUS)=9.77, 3-Jake Marshall (EUA)=9.43
8.a: 1-Connor O´Leary (AUS)=14.33, 2-Miguel Pupo (BRA)=13.56, 3-Kelly Slater (EUA)=9.07

CATEGORIA FEMININA – 1.a=Quartas de Final / 2.a e 3.a=Segunda Fase:

1.a: 1-Brisa Hennessy (CRI)=10.33, 2-Courtney Conlogue (EUA)=9.03, 3-Stephanie Gilmore (AUS)=9.03
2.a: 1-Carissa Moore (HAV)=14.50, 2-Gabriela Bryan (HAV)=14.17, 3-Tia Blanco (EUA)=7.24
3.a: 1-Caroline Marks (EUA)=14.66, 2-Johanne Defay (FRA)=12.17, 3-Isabella Nichols (AUS)=11.67
4.a: 1-Tatiana Weston-Webb (BRA)=13.33, 2-Lakey Peterson (EUA)=12.97, 3-Tyler Wright (AUS)=10.13

SEGUNDA FASE – 1.a=Quartas de Final ou 9.o lugar (US$ 13.500 e 2.610 pts):

1.a: Johanne Defay (FRA) 13,10 x 6,64 Tia Blanco (EUA)
2.a: Stephanie Gilmore (AUS) 14,87 x 10,34 Courtney Conlogue (EUA)
3.a: Tyler Wright (AUS) 11,84 x 5,50 Lakey Peterson (EUA)
4.a: Gabriela Bryan (HAV) 10,94 x 10,83 Isabella Nichols (AUS)

PRÓXIMAS BATERIAS DO CORONA OPEN J-BAY:

SEGUNDA FASE – 1.o=Oitavas de Final ou 17.o lugar (US$ 12.125 e 1.330 pts):

1.a: Filipe Toledo (BRA) x Joshe Faulkner (AFR)
2.a: Miguel Pupo (BRA) x Seth Moniz (HAV)
3.a: Italo Ferreira (BRA) x Luke Thompson (AFR)
4.a: Caio Ibelli (BRA) x Jake Marshall (EUA)
5.a: Griffin Colapinto (EUA) x Jadson André (BRA)
6.a: Barron Mamiya (HAV) x Kelly Slater (EUA)
7.a: Callum Robson (AUS) x Jackson Baker (AUS)
8.a: Jordy Smith (AFR) x Kolohe Andino (EUA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 20.000 e 4.745 pontos:

1.a: Johanne Defay (FRA) x Tyler Wright (AUS)
2.a: Stephanie Gilmore (AUS) x Gabriela Bryan (HAV)
3.a: Carissa Moore (HAV) x Caroline Marks (EUA)
4.a: Brisa Hennessy (CRI) x Tatiana Weston-Webb (BRA)

Covid-19: A saúde e segurança dos atletas, staff e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League, que trabalha em estreita colaboração com as autoridades de saúde locais, para implementar um robusto protocolo de segurança para todos, em relação ao Covid-19.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o www.worldsurfleague.com A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com

O Corona Open J-Bay tem prazo até o dia 21 de julho para fechar esta nona etapa do World Surf League Championship Tour na África do Sul, realizada com patrocínio da Corona, Pura Vida, Red Bull, Oakley, Hydro Flask, Expedia, além da Kouga Municipality, South Africa Tourism, Eastern Cape Parks e Tourism Agency.

Reportagem: João Carvalho – World Surf League (WSL)

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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