Boost Mobile Margaret River Pro apresentando por Corona – 07 Brazucas nas Oitavas – Vejam os Vídeos.

Publicado por AdrenaNews 0

Mais uma vez as previsões se confirmaram, com o Boost Mobile Margaret River Pro apresentado pela Corona, prosseguindo com ondas grandes e desafiadoras em Main Break. Vejam os Vídeos.

Peterson Crisanto em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

“Eu gosto quando o mar está grande assim, porque consigo mostrar o meu surfe, ainda mais contra o Owen (Wright) que é um ótimo competidor”, disse Peterson Crisanto, que falou sobre o confronto com o havaiano na primeira oitava de final. “Ele (John John) está no topo aqui, mas vou dar o meu melhor. Gosto do surfe dele e muito também do Andy Irons (in memoriam), que pra mim foi um dos melhores surfistas que já vi. Eu tento me espelhar nele e venho treinando bastante para manter um alto nível de desempenho nas baterias”.

O show nas boas ondas devem continuar nesta terça-feira em Margareth River, com a primeira chamada as 7h00 na Austrália, 20h00 da segunda-feira aqui no Brasil. Caso as previsões mais uma vez se confirmem, o tamanho das ondas devem reduzir para 10 a 08 pés, caso se confirme existe uma possibilidade de a organização levar o evento para os tubos de The Box ou caso contrario, continuarem com as disputas em Main Break.

Yago Dora em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Os brazucas mais uma vez foram os destaques deste segundo dia de competições que foi quase que exclusivamente para a categoria masculina pois somente aconteceram duas baterias do segundo round feminino. Caio Ibelli foi um dos recordistas desta segunda-feira. Confirmando a boa fase da seleção brazuca, dos 11 que competiram, 06 conquistaram vagas para as Oitavas de final e analisando o chaveamento, já podemos confirmar a presença de um brasileiro nas semis finais.

Caio Ibelli em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

O dia começou com ondas maiores que o primeiro dia com um forte vento terral que dificultava o drop. As primeiras baterias foram as duas restantes do primeiro round. Em mais um longo dia de competição na Austrália, foram disputadas 24 baterias para definir as oitavas de final do masculino e do feminino. Afim de adiantar o evento, foi utilizado o sistema “overlapping heats” na terceira fase masculina, com duas baterias sendo disputadas simultaneamente.

Owen Wright e Jeremy Flores mandaram, Deivid Silva, para as temidas repescagens. A seguir a promessa australiana Ethan Ewing superou Caio Ibelli que terminou em segundo com Yago Dora assim como Deivid encaminhado para as temidas repescagens.

Deivid Silva em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Nas repescagens todos os três brasileiros aproveitaram a segunda chance se classificando para o terceiro round. Os 11 titulares da seleção disputaram vagas para as oitavas de final na primeira rodada de duelos homem a homem. O primeiro a se classificar foi o paranaense Peterson Crisanto, que começou forte com nota 7,83 sua bateria contra o australiano Owen Wright e vai enfrentar o bicampeão desta etapa que no domingo tirou a primeira nota 10 do ano entre os homens, John John Florence.

“Eu gosto quando o mar está grande assim, porque consigo mostrar o meu surfe, ainda mais contra o Owen (Wright) que é um ótimo competidor”, disse Peterson Crisanto, que falou sobre o confronto com o havaiano na primeira oitava de final. “Ele (John John) está no topo aqui, mas vou dar o meu melhor. Gosto do surfe dele e muito também do Andy Irons (in memoriam), que pra mim foi um dos melhores surfistas que já vi. Eu tento me espelhar nele e venho treinando bastante para manter um alto nível de desempenho nas baterias”.

Após a vitória de Peterson Crisanto, vieram três eliminações seguidas, de Deivid Silva para o norte-americano Griffin Colapinto, de Alex Ribeiro por muito pouco, 12,67 a 12,64, para o sul-africano Jordy Smith e do capitão da seleção brasileira, Adriano de Souza, para o português Frederico Morais. Os três terminaram em 17.o lugar no Boost Mobile Margaret River Pro, marcando 1.330 pontos no ranking da World Surf League.

Alex Ribeiro em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

Quem quebrou a série de derrotas foi o camisa 10 da seleção, Gabriel Medina, que escolheu boas ondas para mostrar a força do seu ataque de backside nos pontos mais críticos das direitas de Main Break. Com notas 7,50 e 7,47, aumentou para seis a sua invencibilidade sobre o australiano Connor O´Leary em baterias do CT. Com a passagem para as oitavas de final, Medina só perde a liderança do ranking se Italo Ferreira vencer esta etapa, mas os dois se encontrarão nas semifinais, caso derrotem seus adversários.

O camisa 10 da seleção, Gabriel Medina, que escolheu boas ondas para mostrar a força do seu ataque de backside nos pontos mais críticos das direitas de Main Break. Com notas 7,50 e 7,47, aumentou para seis a sua invencibilidade sobre o australiano Connor O´Leary em baterias do CT. Com a passagem para as oitavas de final, Medina só perde a liderança do ranking se Italo Ferreira vencer esta etapa, mas os dois se encontrarão nas semifinais, caso derrotem seus adversários.

Gabriel Medina em ação. Foto: Cait Miers – WSL

“Estou usando a mesma prancha de ontem e ela está ótima, bem rápida. Até tive que reduzir um pouco no botton turn, mas é muito legal ter uma prancha assim, bem progressiva, sem momentos lentos, pois fico mais confiante”, contou Gabriel Medina, que vai enfrentar o havaiano Seth Moniz nas oitavas de final. “Estou me sentindo bem e é muito legal ter boas ondas e várias oportunidades para surfar. O jet-ski ajuda muito também e só precisamos nos preocupar em escolher as ondas certas. Agora é seguir passo a passo, bateria por bateria, porque todo mundo no circuito é difícil de enfrentar, então vou manter meu foco”.

Quem também pareceu muito focado foi o atual campeão mundial Ítalo Ferreira, que perdeu a lycra amarela de número 1 do ranking para Gabriel Medina na etapa passada, em Sidney. Ele não deu qualquer chance para o veterano Adrian Buchan, usando uma combinação fatal de uma manobra forte de backside e uma mais explosiva na junção. O potiguar fez o maior placar brasileiro do dia até ali, 15,57 pontos, somando notas 8,07 e 7,50 e ainda descartou um 7,03 e um 7,00 de outras duas boas ondas que surfou na bateria.

Ítalo Ferreira em ação. Foto: Matt Dumbar – WSL

“O vento aumentou um pouco na hora da minha bateria e ficou mais difícil de dropar, não dava pra ver direito, mas foi uma bateria com bastante ondas boas para surfar”, disse Italo Ferreira. “Eu adoro baterias assim, quando consigo surfar bastante para ir trocando as notas. Esse sistema de competição (overlapping heats) é bom quando tem bastante ondas. Minhas pranchas do Tico e Teco estão incríveis. Usei uma 6’2’’ hoje, mas todas são ótimas”.

Depois de Italo foi a vez de com Caio Ibelli, que brilhou na segunda-feira fazendo o maior placar do dia com suas manobras potentes de frontside nas direitas de Main Break. O guarujaense foi semifinalista em Margaret River em 2019 e atingiu 17,04 pontos com notas 8,87 e 8,17, para bater um campeão deste evento, o taitiano Michel Bourez. Caio foi o único a superar os 17,00 pontos do francês Jeremy Flores, mas o recordista absoluto continua sendo o bicampeão desta etapa em 2017 e 2019, John John Florence, com nota 10 e 17,50 pontos.

“Nossa, estou muito feliz. Parece um pouco de nostalgia de 2019, porque estou usando a mesma prancha e as condições do mar estão parecidas também”, disse Caio Ibelli. “Eu amo o que faço e quero mais eventos assim, com ondas de verdade. Sinto que competir em beach breaks (praias com fundo de areia) não é o meu forte. Aqui eu consigo me soltar e parece até que estou fazendo um freesurf (sessão de treinos), me divertindo bastante e bem relaxado. É uma sensação incrível surfar ondas de verdade e espero que continue assim”.

Depois dessa vitória espetacular de Caio Ibelli, dois duelos brasileiros fecharam a segunda-feira definindo os últimos classificados para as oitavas de final. A penúltima bateria foi mais fraca de ondas e a vitória foi decidida nas que foram surfadas nos últimos minutos. A do potiguar Jadson André valeu 5,57 e ela fechou o resultado em 10,90 a 10,64 pontos do catarinense Yago Dora, que recebeu 5,47 na onda dele.

Jadson André em ação. Foto: Cait Miers – WSL

Já no confronto paulista que encerrou a terceira fase, Filipe Toledo já começou muito forte, destruindo uma direita da série para largar na frente com nota 8,33. No domingo, ele só pegou duas ondas para vencer sua primeira bateria, uma no início e outra no minuto final. Isso quase se repetiu, mas ele teve mais chances de surfar dessa vez, só que a última onda foi a melhor e a nota 7,17 selou a vitória sobre Miguel Pupo por 15,50 a 11,33 pontos.

Miguel Pupo em ação. Foto: Cait Miers – WSL

Miguel Pupo, Yago Dora, Adriano de Souza, Deivid Silva e Alex Ribeiro, derrotados no a terceir terminaram em 17.o lugar no Boost Mobile Margaret River Pro.

Adriano de Souza em ação. Foto: Cait Miers – WSL

Nas oitavas de final, Peterson Crisanto vai disputar a primeira bateria com John John Florence, Gabriel Medina entra na quinta com outro havaiano, Seth Moniz, e dois duelos brasileiros definem as últimas vagas nas quartas de final, Italo Ferreira com Caio Ibelli e Filipe Toledo com Jadson André.

Filipe Toledo em ação. Foto: Cait Miers – WSL

Pelo femino Sage Erickson e precisava avançar para evitar uma segunda eliminação precoce na perna australiana. Erickson postou uma onda forte em sua onda de abertura, um 6,83 para a liderança e um 5,67 para manter o controle da bateria. Keely Andrew (AUS) estava logo atrás com um 6.17 e 5.80, colocando Courtney Conlogue (EUA) sob pressão. Apesar de ganhar sólidos 7,27 e 4,17, Conlogue perdeu o requisito em sua última onda para avançar para as oitavas de final.

Sage Erickson em ação. Foto: Cait Miers – WSL

“Eu vim ontem à noite apenas para realmente ter uma ideia de quão grande era e era enorme e toda a baía estava fechando”, disse Erickson. “Mas hoje eu estava nervoso de novo quando vi que estávamos no ar. Conversei com o Jessi e o Renato sobre como estava a previsão e o que esperar, e eles querem muito elevar e empurrar as mulheres para um surf maior. Por fazer parte dessa geração, posso fazer a minha parte. Então, hoje eu pensei que fosse me divertir e Tom disse, ‘Apenas sorria, você está tão feliz e vai se divertir muito’, então é bom. ”

O Boost Mobile Margaret River Pro apresentado pela Corona está sendo transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e pelo Facebook, Youtube e aplicativo da WSL e pelos canais da ESPN Brasil. A próxima chamada será as 7h00 da segunda-feira em Margaret River, 20h0 terça-feira no Brasil.

OITAVAS DE FINAL DO BOOST MOBILE MARGARET RIVER PRO:

CATEGORIA MASCULINA – Derrota=9.o lugar com 3.320 pontos:

1.a: John John Florence (EUA) x Peterson Crisanto (BRA)
2.a: Griffin Colapinto (EUA) x Jeremy Flores (FRA)
3.a: Jordy Smith (AFR) x Julian Wilson (AUS)
4.a: Ryan Callinan (AUS) x Frederico Morais (PRT)
5.a: Gabriel Medina (BRA) x Seth Moniz (HAV)
6.a: Kanoa Igarashi (JPN) x Matthew McGillivray (AFR)
7.a: Italo Ferreira (BRA) x Caio Ibelli (BRA)
8.a: Filipe Toledo (BRA) x Jadson André (BRA)

CATEGORIA FEMININA – 9.o lugar com 2.610 pontos:

1.a: Caroline Marks (EUA) x Bronte Macaulay (AUS)
2.a: Johanne Defay (FRA) x Amuro Tsuzuki (JPN)
3.a: Tatiana Weston-Webb (BRA) x Sage Erickson (EUA)
4.a: Tyler Wright (AUS) x Brisa Hennessy (CRI)
5.a: Carissa Moore (EUA) x Macy Callaghan (AUS)
6.a: Isabella Nichols (AUS) x Keely Andrew (AUS)
7.a: Stephanie Gilmore (AUS) x Nikki Van Dijk (AUS)
8.a: Sally Fitzgibbons (AUS) x Malia Manuel (EUA)

RESULTADOS DA SEGUNDA-FEIRA EM MARGARET RIVER:

TERCEIRA FASE – Vitória=Oitavas de Final ou 17.o lugar com 1.330 pontos:

1.a: John John Florence (EUA) 16.04 x 11.00 Leonardo Fioravanti (ITA)
2.a: Peterson Crisanto (BRA) 14.76 x 12.60 Owen Wright (AUS)
3.a: Griffin Colapinto (EUA) 15.67 x 10.40 Deivid Silva (BRA)
4.a: Jeremy Flores (FRA) 17.00 x 16.50 Jack Robinson (AUS)
5.a: Jordy Smith (AFR) 12.67 x 12.64 Alex Ribeiro (BRA)
6.a: Julian Wilson (AUS) 12.67 x 10.46 Wade Carmichael (AUS)
7.a: Ryan Callinan (AUS) 15.00 x 8.80 Ethan Ewing (AUS)
8.a: Frederico Morais (PRT) 14.50 x 12.30 Adriano de Souza (BRA)
9.a: Gabriel Medina (BRA) 14.97 x 11.57 Connor O´Leary (AUS)
10.a: Seth Moniz (EUA) 15.03 x 14.84 Morgan Cibilic (AUS)
11.a: Matthew McGillivray (AFR) 14.06 x 11.83 Conner Coffin (EUA)
12.a: Kanoa Igarashi (JPN) 14.76 x 14.33 Jacob Willcox (AUS)
13.a: Ítalo Ferreira (BRA) 15.57 x 10.50 Adrian Buchan (AUS)
14.a: Caio Ibelli (BRA) 17.04 x 13.24 Michel Bourez (FRA)
15.a: Jadson André (BRA) 10.90 x 10.64 Yago Dora (BRA)
16.a: Filipe Toledo (BRA) 15.50 x 11.33 Miguel Pupo (BRA)

SEGUNDA FASE – 1.o e 2.o=Terceira Fase / 3.o=33.o lugar com 265 pontos:

1.a: 1-Conner Coffin (EUA)=14.00, 2-Alex Ribeiro (BRA)=9.94, 3-Cyrus Cox (AUS)=6.87
2.a: 1-Deivid Silva (BRA)=13.03, 2-Frederico Morais (PRT)=12.43, 3-Reef Heazlewood (AUS)=10.77
3.a: 1-Jack Robinson (AUS)=14,17, 2-Yago Dora (BRA)=13.00, 3-Mikey Wright (AUS)=12.06
4.a: 1-Morgan Cibilic (AUS)=14.74, 2-Connor O´Leary (AUS)=14.43, 3-Jack Freestone (AUS)=11.16

PRIMEIRA FASE – 1.o e 2.o=Terceira Fase / 3.o=Segunda Fase:

Baterias que abriram a segunda-feira:

11.a: 1-Owen Wright (AUS)=15.00, 2-Jeremy Flores (FRA)=11.77, 3-Deivid Silva (BRA)=10.00
12.a: 1-Ethan Ewing (AUS)=12.63, 2-Caio Ibelli (BRA)=11.60, 3-Yago Dora (BRA)=11.50

Baterias que fecharam o domingo:

1.a: 1-Seth Moniz (EUA)=11.43, 2-Kanoa Igarashi (JPN)=10.83, 3-Alex Ribeiro (BRA)=6.00
2.a: 1-Filipe Toledo (BRA)=11.50, 2-Peterson Crisanto (BRA)=10.10, 3-Connor O´Leary (AUS)=8.36
3.a: 1-John John Florence (EUA)=17.50, 2-Michel Bourez (FRA)=12.00, 3-Mikey Wright (AUS)=7.50
4.a: 1-Jordy Smith (AFR)=11.27, 2-Jadson André (BRA)=7.83, 3-Reef Heazlewood (AUS)=7.10
5.a: 1-Jacob Willcox (AUS)=15.30, 2-Italo Ferreira (BRA)=13.76, 3-Jack Robinson (AUS)=13.43
6.a: 1-Gabriel Medina (BRA)=13.93, 2-Adriano de Souza (BRA)=10.07, 3-Cyrus Cox (AUS)=7.17
7.a: 1-Matthew McGillivray (AFR)=17.33, 2-Wade Carmichael (AUS)=9.60, 3-Conner Coffin (EUA)=6.76
8.a: 1-Griffin Colapinto (EUA)=13.94, 2-Leonardo Fioravanti (ITA)=12.06, 3-Jack Freestone (AUS)=11.84
9.a: 1-Ryan Callinan (AUS)=14.46, 2-Adrian Buchan (AUS)=7.57, 3-Morgan Cibilic (AUS)=4.93
10.a: 1-Julian Wilson (AUS)=13.07, 2-Miguel Pupo (BRA)=11.60, 3-Frederico Morais (PRT)=7.93

SEGUNDA FASE FEMININA – 3.a=17.o lugar com 1.045 pontos:

1.a: 1-Malia Manuel (EUA)=11.57, 2-Stephanie Gilmore (AUS)=10.77, 3-Willow Hardy (AUS)=5.74
2.a: 1-Sage Erickson (EUA)=12.50, 2-Keely Andrew (AUS)=11.97, 3-Courtney Conlogue (EUA)=11.44

ASSISTAM AOS VÍDEOS NOS PLAYERS ABAIXO:

Melhores Ondas do Dia:

Melhores Momentos: H16 R32 Filipe Toledo x Miguel Pupo:

Melhores Momentos: H14 R32 Caio Ibelli x Michel Bourez:

Melhores Momentos: H13 R32 Italo Ferreira x Adrian Buchan:

Melhores Momentos: H9 R32 Gabriel Medina x Connor O’Leary:

Melhores Momentos: H2 R32 Peterson Crisanto x Owen Wright:

PERNA AUSTRALIANA – As próximas etapas serão na região de West Austrália, o Boost Mobile Margaret River Pro de 02 a 12 de maio em Margaret River e o Rip Curl Rottnest Search apresentado pela Corona de 16 a 26 de maio em Rottnest Island.

• Boost Mobile Margaret River Pro apresentado pela Corona: 02-12 de maio
• Rip Curl Rottnest Search apresentado pela Corona: 16-26 de maio

*Todas as etapas e datas estão sujeitas a alterações devido às restrições aplicáveis relacionadas ao COVID-19, incluindo restrições globais de viagens.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE – Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System.

A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

O Boost Mobile Margaret River Pro apresentando por Corona é orgulhosamente apoiado por nossos parceiros Boost Mobile, Tourism Western Australia, Corona, Red Bull, Oakley, Hydro Flask, Rip Curl, Harvey Norman, Bonsoy, Dometic Outdoor, Bond University, Oakberry, Healthway e Shire of Augusta Margaret River.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com

Reportagem: Edson “Adrena” Andrade e João Carvalho – WSL Latin America

Edição: Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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