Boost Mobile Gold Coast Pro – Fim de semana com boas ondas em Snapper Rocks – Assistam aos vídeos!

Publicado por AdrenaNews 0

Pelo segundo dia do Boost Mobile Gold Coast Pro no domingo mais um show nas longas e perfeitas direitas de 3-4 pés em Snapper Rocks. Acessem aos links abaixo com os vídeos dos melhores momentos.

Line Up Gold Coast, Queensland, Austrália. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

ASSISTAM AOS VÍDEOS COM OS MELHORES MOMENTOS, CLICANDO NOS PLAYERS ABAIXO:

Boost Mobile Gold Coast Pro Day 2 Highlights:

Boost Mobile Gold Coast Pro Day 1 Highlights:

Kelly Slater ganhou a primeira nota alta do dia (8,0) numa onda iniciada com um belo tubo. Foram realizadas mais 19 baterias, as 6 últimas da primeira fase masculina e 13 da feminina, quando saíram mais 14 notas no critério excelente do julgamento, de 8,00 para cima.

Kelly Slater em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Na última do dia, Stephanie Gilmore registrou um novo recorde de pontos na história do World Surf League Challenger Series (CS), 18,77 somando notas 9,77 e 9,00. Restaram três baterias para fechar a primeira fase feminina, que ficaram para abrir a segunda-feira na Austrália, ao vivo pelo WorldSurfLeague.com.

Stephanie Gilmore em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Cinco surfistas do Brasil e uma do Peru se classificaram no domingo. Alejo Muniz e Matheus Navarro estrearam com vitórias no Boost Mobile Gold Coast Pro e Alex Ribeiro, Lucas Silveira e Tatiana Weston-Webb, passaram em segundo lugar nas suas baterias. A peruana Arena Rodriguez Vargas foi a outra única sul-americana a avançar para a segunda fase, igualmente em segundo lugar na sua primeira vez competindo na Austrália.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

O domingo começou com Alex Ribeiro tendo que disputar a segunda vaga da bateria com o argentino Santiago Muniz, no confronto vencido pelo australiano Julian Wilson. Na segunda do dia, Eduardo Motta chegou até a tirar a maior nota, 7,50, mas foi a única onda boa que surfou e ficou em último lugar. Depois, Alejo Muniz e Matheus Navarro venceram suas primeiras baterias em Snapper Rocks e Lucas Silveira avançou em segundo lugar na dele.

Eduardo Motta em ação. Foto: Andrew Shield – World Surf League

“Só quero agradecer a Deus pela oportunidade em estar aqui surfando essas ondas. É um sonho para mim e seria outro sonho poder enfrentar o Kelly Slater neste evento”, disse Matheus Navarro. “A galera do Brasil sabe o quanto foi difícil para mim estar aqui, realizando esse sonho de surfar essas direitas de Snapper Rocks. O Challenger Series é uma nova etapa na minha vida e estou feliz por ter começado bem, com duas notas boas. E, se eu conseguir surfar com o Kelly em alguma bateria, vai ser demais”.

Matheus Navarro ficou com a última vaga do ranking da WSL Latin America para o Challenger Series 2022, no desempate com Jessé Mendes. Ele foi o último brasileiro a estrear no Boost Mobile Gold Coast Pro e mostrou o seu repertório de manobras em duas longas ondas, na pista de direitas perfeitas de Snapper Rocks. Com notas 7,50 e 7,23, derrotou os americanos Cam Richards, Michael Dunphy e o sul-africano Adin Masencamp, por 14,73 pontos.

Matheus Navarro viu Slater entrando no confronto seguinte e poderia enfrentar o maior ídolo do esporte na segunda fase, se ele vencesse a bateria. E Kelly começou bem, já achando um belo tubo e fazendo várias manobras na onda, que até parecia as do Surf Ranch, de tão perfeitas. No entanto, depois ele só conseguiu pegar mais uma e foi ultrapassado por Jorgann Couzinet. O francês também surfou apenas duas ondas, mas destruiu a última do início ao fim, com a nota 8,77 recebida lhe garantindo a vitória.

Com isso, Matheus Navarro não vai realizar seu sonho de enfrentar Kelly Slater, pelo menos na segunda fase do Boost Mobile Gold Coast Pro. O francês acabou indo para a sua bateria, além do havaiano Ezekiel Lau e de outro brasileiro, Lucas Silveira. O onze vezes campeão mundial completou a penúltima bateria da segunda fase, a que já estava Alejo Muniz, o italiano Leonardo Fioravanti e o norte-americano Cam Richards. No total, doze brasileiros e um peruano seguem na briga pelo título masculino do primeiro WSL Challenger Series de 2022.

INÍCIO DO FEMININO: A categoria feminina foi iniciada logo após o término da primeira fase masculina e já com uma eliminação brasileira, de Summer Macedo, para as havaianas Gabriela Bryan e Zoe McDougall. Na disputa seguinte, caiu a atual campeã sul-americana da WSL Latin America, Sophia Medina. A irmã do tricampeão mundial, Gabriel Medina, não conseguiu mostrar o seu surfe nesta sua primeira vez competindo na Austrália. A norte-americana Kirra Pinkerton e a experiente australiana, Sally Fitzgibbons, se classificaram nesta bateria.

Gabriela Bryan em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

A próxima sul-americana a competir foi outra jovem surfista, a peruana Arena Rodriguez Vargas. Ela entrou na sexta bateria, logo após a havaiana Malia Manuel dar um show com uma performance incrível nas direitas de Snapper Rocks. Ela perdeu sua vaga na elite com o novo corte no meio da temporada e tenta a reclassificação pelo WSL Challenger Series. Malia venceu totalizando 18,60 pontos, somando notas 9,67 e 8,93, recordes do dia até ali.

PRIMEIRA CLASSIFICAÇÃO: A bateria da Arena Rodriguez não foi tão boa de ondas, mas ela surfou muito bem uma que valeu 6,50. Essa nota foi decidiu a primeira classificação sul-americana feminina do WSL Challenger Series 2022. A norte-americana Caitlin Simmers venceu a bateria por 14,87 pontos e a peruana passou em segundo com 11,20, eliminando duas australianas que já fizeram parte da elite do CT, India Robinson e Keely Andrew.

Caitlin Simmers em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Três baterias depois, estreou mais um talento da nova geração brasileira, Laura Raupp, já vivendo o privilégio de enfrentar uma bicampeã mundial, Tyler Wright. A australiana confirmou o favoritismo, somando notas 8,93 e 7,50 na vitória por 16,43 pontos. A brasileira conseguiu mostrar o seu surfe e perdeu por pouco a disputa pela segunda vaga da bateria. Laura ganhou 6,93 na melhor onda, mas o 5,57 recebido na última de Kobie Enright, confirmou a classificação da australiana por uma pequena vantagem de 12,57 a 12,26 pontos.

A melhor onda surfada por Laura Raupp, foi no mesmo nível da melhor que a vice-campeã mundial Tatiana Weston-Webb na sua bateria. A última brasileira a se apresentar, avançou para a segunda fase com notas 6,83 e 6,97. A japonesa Amuro Tsuzuki venceu por 13,97 a 13,80 pontos da brasileira, que eliminou duas espanholas do País Basco, Ariane Ochoa e Nadia Erostarbe.

RECORDE HISTÓRICO: Depois, tiveram somente mais duas baterias e na última do dia, a heptacampeã mundial Stephanie Gilmore fechou o domingo com uma apresentação impressionante. Ela registrou um recorde histórico no World Surf League Challenger Series. Com os 18,77 pontos atingidos pelas notas 9,77 e 9,00 das duas últimas ondas que surfou, superou os 18,66 da havaiana Bettylou Sakura Johnson na etapa de Portugal no ano passado.

Esse era o maior placar deste circuito da World Surf League que estreou em 2021, como o novo caminho para se chegar na elite do Championship Tour. Stephanie Gilmore só não conseguiu superar o recorde de nota do ano passado, a 9,80 recebida pela havaiana Luana Silva na grande final do MEO Vissla Pro Ericeira em Portugal. Nessa bateria da Stephanie Gilmore, a portuguesa Yolanda Hopkins avançou em segundo e a peruana Daniella Rosas foi eliminada em 49.o lugar no Boost Mobile Gold Coast Pro.

“Há muito tempo que eu não surfo aqui em Snapper sem ninguém, então foi um verdadeiro privilégio”, disse Stephanie Gilmore. “Eu estava na última bateria e eu só queria que chegasse logo, porque as ondas estavam muito boas o dia todo. Eu consegui surfar alguns tubos, mas acho que amanhã (segunda-feira) pode ser ainda melhor. Foi bom ter passado pelo corte (da elite do CT), para poder vir para cá mais relaxada. Cada bateria boa e cada vitória vão me ajudar muito para ter mais confiança. E essa primeira foi boa”.

Ainda restaram três baterias para fechar a primeira fase feminina do Boost Mobile Gold Coast Pro, que ficaram para abrir a segunda-feira em Snapper Rocks. As duas únicas sul-americanas classificadas, já sabem quem são suas próximas adversárias. A peruana Arena Rodriguez está na quarta das oito baterias da segunda fase, com a atual número 1 do mundo, Brisa Hennessy da Costa Rica e as australianas Nikki Van Dijk e Macy Callaghan. A brasileira Tatiana Weston-Webb entra na bateria seguinte com a bicampeã mundial Tyler Wright, a havaiana Coco Ho e a francesa Vahine Fierro.

SÁBADO: No sábado com boas ondas de 2-3 pés nas direitas de Snapper Rocks, na Gold Coast, Austrália. Foram realizadas 18 baterias, com quinze dos vinte participantes do Brasil e dois peruanos estreando no primeiro dia.

Lineup de Snapper Rock. Foto: Andrew Shield – World Surf League

Apenas oito brasileiros e Lucca Mesinas se classificaram, com Jadson André e Michael Rodrigues sendo os recordistas de pontos no sábado, com 17,50 e 17,47, respectivamente. A primeira fase masculina continua neste domingo, com transmissão ao vivo do WorldSurfLeague.com.

Jadson André em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

“É muito bom estar de volta aqui em Snapper Rocks”, disse Jadson André. “Este sempre foi um dos meus lugares favoritos no Tour e a onda é incrível, que eu gosto bastante. Tem muita gente do Brasil que mora na Gold Coast, então sempre sentimos muito apoio da torcida nos eventos aqui. Foi bom pegar algumas ondas boas hoje e poder surfar do jeito que eu queria. A previsão é de que continue assim por alguns dias, então estou animado para a próxima bateria”.

Jadson André está competindo sem qualquer pressão por resultados no Challenger Series, pois conseguiu confirmar sua permanência no CT, com a vitória sobre Kelly Slater na terceira fase do Margaret River Pro. Ele entrou na quinta bateria do sábado, fazendo as marcas a serem batidas no Boost Mobile Gold Coast Pro. Com notas 9,00 e 8,50 nas melhores ondas que surfou, atingiu imbatíveis 17,50 pontos no primeiro dia. Outro brasileiro estreou junto com ele, Edgard Groggia, que acabou eliminado pelo neozelandês Billy Stairmand.

A nota 9,00 do potiguar foi igualada por Imaikalani Devault no confronto seguinte e só foi superada na 11.a bateria, pelo 9,43 que o australiano Jordan Lawler recebeu em outra disputa sem brasileiros. O cearense Michael Rodrigues também conseguiu uma nota maior de 9,00 na 14.a bateria e foi quem chegou mais perto do outro recorde do Jadson André. Ele somou 9,07 com 8,40 para totalizar 17,47 pontos, em outro confronto com participação dupla do Brasil. Michael venceu, mas Robson Santos foi barrado pelo japonês Reo Inaba.

Imaikalani Devault em ação. Foto: Andrew Shield – World Surf League

SEM DOBRADINHAS: Isso aconteceu cinco vezes no sábado. Na terceira bateria do dia, o indonesiano Rio Waida também impediu uma dobradinha brasileira. Na briga pela segunda vaga para a próxima fase, os aéreos do jovem Mateus Herdy, fizeram a diferença para superar Deivid Silva, um dos tops do CT 2022 que saíram da elite com o novo corte no meio da temporada, implantado esse ano. O DVD, o João Chianca e o peruano Lucca Mesinas, agora têm que tentar recuperar suas vagas pelo Challenger Series.

Mateus Herdy em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Mais dois brasileiros competiram juntos na quarta bateria e o resultado se repetiu, com Marco Fernandez ganhando de Jessé Mendes, a disputa pelo segundo lugar na vitória de mais um top do CT cortado da elite, o norte-americano Conner Coffin. O confronto seguinte foi o do Jadson André com Edgard Groggia sendo eliminado. Depois, teve o do Michael Rodrigues com Robson Santos e outro na última bateria do dia, vencida por João Chianca com Peterson Crisanto sendo eliminado pelo mexicano Alan Cleland.

João Chianca em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Chumbinho foi um dos destaques da primeira metade do World Surf League Championship Tour, fez as melhores baterias do ano contra o bicampeão mundial John John Florence, porém não conseguiu ficar entre os 22 primeiros do ranking e foi cortado da elite. Ele agora tenta se classificar novamente pelo Challenger Series, como no ano passado. Já seu grande amigo, Samuel Pupo, confirmou a permanência dele e se classificou na bateria que abriu o Boost Mobile Gold Coast Pro no sábado.

Samuel Pupo em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Samuca avançou em segundo lugar para a segunda fase, assim como Mateus Herdy na terceira bateria, Marco Fernandez na quarta, Willian Cardoso na nona que o peruano Alonso Correa terminou em último e Thiago Camarão na 15.a. Apenas três brasileiros estrearam com vitórias no Challenger Series 2022, João Chianca e os recordistas Jadson André e Michael Rodrigues. Oito se classificaram, enquanto sete não passaram das suas primeiras baterias na Gold Coast, Deivid Silva na terceira, Jessé Mendes na quarta, Edgard Groggia na quinta, Wesley Leite na 13.a, Robson Santos na 14.a, Ian Gouveia na 17.a e Peterson Crisanto na 18.a e última do dia.

SUL-AMERICANOS: O peruano Lucca Mesinas também começou bem na busca para recuperar sua vaga na elite. Ele despachou o australiano Matt Banting e o havaiano Koa Smith, para avançar em segundo lugar na 16.a bateria, vencida pelo marroquino Ramzi Boukhiam. Lucca Mesinas competiu depois do outro surfista do Peru ser eliminado, Alonso Correa. Já o outro participante da América do Sul na abertura do Challenger Series 2022, o argentino Santiago Muniz, vai estrear na bateria que ficou para abrir o domingo, junto com Alex Ribeiro.

Mais quatro brasileiros vão competir nos confrontos da primeira fase que ficaram para o segundo dia, Eduardo Motta na vigésima bateria, Alejo Muniz na 21.a, Lucas Silveira na 22.a e Matheus Navarro na 23.a. Os que passaram pelo sábado, já estão escalados na segunda fase. Mateus Herdy e Marco Fernandez ficaram juntos na primeira bateria, Samuel Pupo entra na segunda, Jadson André na terceira, Willian Cardoso na sexta, na sétima tem Michael Rodrigues junto com Thiago Camarão e o peruano Lucca Mesinas e João Chianca está na nona bateria.

CATEGORIA FEMININA: Na categoria feminina, seis surfistas da América do Sul vão participar do Boost Mobile Gold Coast Pro, quatro brasileiras e duas peruanas. A brasileira Summer Macedo ganhou um convite da World Surf League e vai enfrentar três havaianas na primeira bateria, a vice-campeã do Margaret River Pro, Gabriela Bryan, Zoe McDougall e Keala Kennelly.

Na segunda, estreia a atual campeã sul-americana da WSL Latin America e irmã do tricampeão mundial, Sophia Medina. Depois, tem a peruana Arena Rodriguez Vargas na sexta bateria, as brasileiras Laura Raupp na nona com a bicampeã mundial Tyler Wright e Tatiana Weston-Webb na 11.a, com outra peruana fechando a participação sul-americana, Daniella Rosas na 13.a bateria, encabeçada pela heptacampeã mundial Stephanie Gilmore.

CHALLENGER SERIES: O Challenger Series é o novo caminho para a elite do World Surf League Championship Tour. Em sete das oito etapas confirmadas para 2022, participam 96 surfistas na categoria masculina e 64 na feminina. As duas primeiras serão na Austrália, depois passa pela África do Sul, Estados Unidos, Portugal, França e a do Brasil é a penúltima, com o Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil nos dias 5 a 13 de novembro, sendo decisivo na batalha pelas vagas para o CT 2023. Apenas na última etapa, no Havaí, o número de competidores é reduzido para 80 homens e 48 mulheres.

Para definir os dez classificados para completar o grupo dos top-34 que vão disputar o CT em 2023 e as cinco últimas vagas para a elite feminina das top-17, os rankings irão computar apenas os cinco melhores resultados de cada surfista. Os top-34 e as top-17 deste ano, têm participação garantida em todas as oito etapas, mas quem já está garantido para o CT 2023 e terminar entre os dez primeiros colocados, ou entre as cinco melhores do Challenger Series, dispensam a vaga para os próximos dos rankings. Já os que não competirem nos eventos, seus lugares serão ocupados por surfistas convidados pela World Surf League. Quem não é top do CT, para chegar neste novo campo de batalha por vagas na elite, tem que se classificar pelos rankings regionais do Qualifying Series dos sete escritórios da WSL no mundo.

O QS da WSL Latin America indicou dez homens e quatro mulheres na temporada 2021/2022, encerrada no LayBack Pro apresentado pela Prefeitura de Florianópolis na Praia Mole. Os classificados foram o argentino Santiago Muniz e os brasileiros Michael Rodrigues, Alex Ribeiro, Wilian Cardoso, Eduardo Motta, Wesley Leite, Marco Fernandez, Robson Santos, Matheus Navarro e Raoni Monteiro, que não foi para a Austrália e Jessé Mendes entrou no seu lugar. Na categoria feminina, foram duas brasileiras, a campeã sul-americana Sophia Medina e Laura Raupp, e duas peruanas, Daniella Rosas e Arena Rodriguez Vargas.

PRÓXIMAS BATERIAS DOS SUL-AMERICANOS NA GOLD COAST:

BATERIAS DOS SUL-AMERICANOS BOOST MOBILE PRO GOLD COAST:

SEGUNDA FASE – 3.o=25.o lugar (750 pts) e 4.o=37.o lugar (650 pts):

1.a: Mateus Herdy (BRA), Sheldon Simkus (AUS), Ian Gentil (HAV), Marco Fernandez (BRA)
2.a: Conner Coffin (EUA), Samuel Pupo (BRA), Vasco Ribeiro (PRT), Rio Waida (IDN)
3.a: Jadson André (BRA), Imaikalani Devault (HAV), Hiroto Ohhara (JPN), Adu Amatriain (ESP)
6.a: Willian Cardoso (BRA), Jordan Lawler (AUS), Dylan Moffat (AUS), Alister Reginato (AUS)
7.a: Callum Robson (AUS), Lucca Mesinas (PER), Michael Rodrigues (BRA), Thiago Camarão (BRA)
9.a: Jackson Baker (AUS), João Chianca (BRA), Alex Ribeiro (BRA), Mihimana Braye (TAH)
11: Kelly Slater (EUA), Leonardo Fioravanti (ITA), Alejo Muniz (BRA), Cam Richards (EUA)
12: Ezekiel Lau (HAV), Lucas Silveira (BRA), Jorgann Couzinet (FRA), Matheus Navarro (BRA)

SEGUNDA FASE – 3.a=17.o lugar (2.000 pts) e 4.a=25.o lugar (1.800 pts):

4.a: Brisa Hennessy (CRI), Macy Callaghan (AUS), Nikki Van Dijk (AUS), Arena Rodriguez (PER)
5.a: Tyler Wright (AUS), Tatiana Weston-Webb (BRA), Coco Ho (HAV), Vahine Fierro (FRA)

RESULTADOS DOS SUL-AMERICANOS NO DOMINGO EM SNAPPER ROCKS:

PRIMEIRA FASE – 3.o=49.o lugar (400 pts) e 4.o=73.o lugar (350 pts):
———-baterias que abriram o domingo:

19: 1-Julian Wilson (AUS), 2-Alex Ribeiro (BRA), 3-Santiago Muniz (ARG), 4-Ryan Callinan (AUS)
20: 1-Matthew McGillivray (AFR), 2-Mihimana Braye (TAH), 3-Joshe Faulkner (AFR), 4-Eduardo Motta (BRA)
21: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Ezekiel Lau (HAV), 3-Gaspard Larsonneur (FRA), 4-Eli Hanneman (HAV)
22: 1-Leonardo Fioravanti (ITA), 2-Lucas Silveira (BRA), 3-Slade Prestwich (AFR), 4-Tristan Guilbaud (FRA)
23: 1-Matheus Navarro (BRA), 2-Cam Richards (EUA), 3-Michael Dunphy (EUA), 4-Adin Masencamp (AFR)
24: 1-Jorgann Couzinet (FRA), 2-Kelly Slater (EUA), 3-Ketut Agus (IDN), 4-Stuart Kennedy (AUS)

PRIMEIRA FASE – 3.o=49.o lugar (400 pts) e 4.o=73.o lugar (350 pts):

01: 1-Ian Gentil (HAV), 2-Samuel Pupo (BRA), 3-Crosby Colapinto (EUA), 4-Maikai Burdine (HAV)
03: 1-Rio Waida (IDN), 2-Mateus Herdy (BRA), 3-Deivid Silva (BRA), 4-Joshua Moniz (HAV)
04: 1-Conner Coffin (EUA), 2-Marco Fernandez (BRA), 3-Jessé Mendes (BRA), 4-Eli Beukes (AFR)
05: 1-Jadson André (BRA), 2-Billy Stairmand (NZL), 3-Lei Slawson (EUA), 4-Edgard Groggia (BRA)
09: 1-Owen Wright (AUS), 2-Willian Cardoso (BRA), 3-Taichi Wakita (JPN), 4-Alonso Correa (PER)
13: 1-Callum Robson (AUS), 2-Oscar Berry (AUS), 3-Wesley Leite (BRA), 4-Max Elkington (AFR)
14: 1-Michael Rodrigues (BRA), 2-Reo Inaba (JPN), 3-Robson Santos (BRA), 4-Jett Schilling (EUA)
15: 1-Kyuss King (AUS), 2-Thiago Camarão (BRA), 3-Kade Matson (EUA), 4-Frederico Morais (PRT)
16: 1-Ramzi Boukhiam (MAR), 2-Lucca Mesinas (PER), 3-Matt Banting (AUS), 4-Koa Smith (HAV)
17: 1-Jackson Baker (AUS), 2-Nolan Rapoza (EUA), 3-Jacob Willcox (AUS), 4-Ian Gouveia (BRA)
18: 1-João Chianca (BRA), 2-Alan Cleland (MEX), 3-Peterson Crisanto (BRA), 4-Gatien Delahaye (FRA)

PRIMEIRA FASE – 3.a=33.o lugar (700 pts) e 4.a=49.o lugar (600 pts):

01: 1-Gabriela Bryan (HAV), 2-Zoe McDougall (HAV), 3-Summer Macedo (BRA), 4-Keala Kennelly (HAV)
02: 1-Kirra Pinkerton (EUA), 2-Sally Fitzgibbons (AUS), 3-Pauline Ado (FRA), 4-Sophia Medina (BRA)
06: 1-Catilin Simmers (EUA), 2-Arena Rodriguez (PER), 3-India Robinson (AUS), 4-Keely Andrew (AUS)
09: 1-Tyler Wright (AUS), 2-Kobie Enright (AUS), 3-Laura Raupp (BRA), 4-Chelsea Tuach (BRB)
11: 1-Amuro Tsuzuki (JPN), 2-Tatiana Weston-Webb (BRA), 3-Ariane Ochoa (ESP), 4-Nadia Erostarbe (ESP)
13: 1-Stephanie Gilmore (AUS), 2-Yolanda Hopkins (PRT), 3-Sawyer Lindblad (EUA), 4-Daniella Rosas (PER)

COVID-19: A saúde e segurança dos atletas, staff e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League, que trabalha em estreita colaboração com as autoridades de saúde locais, para implementar um robusto protocolo de segurança para todos, em relação ao Covid-19. Os procedimentos incluem triagem pré-evento em conformidade com as diretrizes estaduais e locais, que recomenda o uso de máscara em toda a arena do evento.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

TRANSMISSÃO AO VIVO: O evento está sendo transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com, pelo WSL app, pelo YouTube da WSL

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: João Carvalho – World Surf League

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

Tenha lindas artes exclusivas
mag72