Boost Mobile Gold Coast Pro – Caitlin Simmers e Callum Robson vencem em Snapper Rocks – Assistam aos vídeos!

Publicado por AdrenaNews 0

Nesta quarta-feira a americana Caitlin Simmers e o australiano Callum Robson, venceram o Boost Mobile Gold Coast Pro apresentado pela Rip Curl, a primeira etapa da WSL Challenger Series 2022. Acessem aos links abaixo com os vídeos dos melhores momentos.

Caitlin Simmers em ação. Foto: Andrew Shield – World Surf League

ASSISTAM AOS VÍDEOS COM OS MELHORES MOMENTOS, CLICANDO NOS PLAYERS ABAIXO:

Boost Mobile Gold Coast Pro Final Day Highlights:

Boost Mobile Gold Coast Pro Day 04 Highlights:

Após quatro dias seguidos de ondas perfeitas em Snapper Rocks, o ultimo dia foram de ondas desafiadoras de um metro e meio a dois metros com fortes ventos prejudicando a formação das ondas. A final masculina foi um confronto totalmente australiano entre Callum Robson e Sheldon Simkus.

Callum Robson em ação. Foto: Andrew Shield – World Surf League

Caitlin Simmers, com apenas 16 anos, venceu a etapa de abertura da temporada Challenger Series 2022. A vitória de hoje marcou a segunda vitória da surfista em etapas do Challenger Series. Simmers venceu o US Open of Surfing no ano passado e também conquistou a vaga final para o elite WSL Championship Tour (CT). Depois que Simmers recusou a vaga no CT para 2021, Molly Picklum recebeu entrada como a próxima na lista de qualificação. Dado o quão perto eles estavam no ranking da Challenger Series de 2021, não foi surpresa ver os dois se enfrentarem na primeira final da temporada Challenger aqui em Snapper Rocks.

Callum Robson, Molly Picklum, Sheldon Simkus e Caitlin Simmers. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

“Estou muito feliz por vencer o primeiro evento da Challenger Series do ano”, disse Simmers. “Foi muito difícil lá fora e eu nem sabia onde estava na metade da bateria. Eu estava meio que adivinhando essa a nota da última e achava que conseguia a pontuação, mas Molly é minha surfista favorita é tão divertido compartilhar a final com ela. Meus objetivos para a temporada são definitivamente tentar vencer a Challenger Series, eu adoraria fazer isso.”

“Estou muito feliz por vencer o primeiro evento da Challenger Series do ano”, disse Simmers. “Este foi um evento incrível com ondas incríveis, embora hoje tenha sido extremamente difícil lá fora. O vento e a chuva uivavam e era difícil ouvir no mar lá fora. Eu realmente não tinha ideia de qual era minha situação naquele minuto final, mas senti que precisava de uma boa pontuação na segunda onda, peguei a última onda e surfei o melhor que pude e consegui a pontuação.”

A final entre Simmers e Picklum testemunhou um confronto intenso, enquanto as duas lutavam contra as condições tempestuosas pela primeira vitória da Challenger Series da temporada. Picklum permaneceu ocupada durante toda a bateria, fechando em 6,50 e 4,77 (cada um de 10 possíveis). Embora Simmers tenha tido uma nota forte de abertura, ela ficou perseguindo uma pontuação de backup para superar a australiana. No minuto final da bateria, Simmers utilizou sua prioridade para uma última oportunidade. Precisando apenas de um 5,45, Simmers superou o com um 6,03 para tirar a vitória de Picklum.

“Estou um pouco desapontada”, disse Picklum. “É sempre bom vencer, mas estou muito feliz por Caity. Ela é uma surfista incrível e uma competidora incrível, e nem todo mundo tem essas duas coisas. Mal posso esperar pelo nosso ano juntos e espero estarmos em várias finais juntos. Claro, espero que eu consiga uma dessas finais. Estou pronto para Manly na próxima semana. Esse será um evento diferente de surf, mas estou ansioso pela próxima parada no Challenger e em toda esta série.”

Molly Picklum em ação. Foto: Andrew Shield – World Surf League

A final masculina foi um confronto totalmente australiano entre Callum Robson e Sheldon Simkus. Robson, representante do CT 2022 derrotou e Simkus, local da Gold Coast. A vitória marca a primeira vitória de Robson no Challenger Series, após seu excelente resultado em segundo lugar no CT no Rip Curl Pro Bells Beach no mês passado.

Sheldon Simkus em ação. Foto: Andrew Shield – World Surf League

“Foi um grande dia para mim e um evento incrível com surf fantástico e vencer é incrível para mim”, disse Robson. “O ano até agora tem sido melhor do que eu poderia ter imaginado. Eu tive um enorme apoio de toda a comunidade da minha cidade natal em Evans Head para surfar nesta turnê e estou feliz em retribuir e colocar Evans Head no mapa.”

O herói da cidade natal, Simkus, foi destaque em todos os dias do evento, postando grandes pontuações e escolhendo algumas das melhores ondas do evento, mostrando todo o seu conhecimento local. Na final, Simkus ficou ficou mais seletivo porém a tática não deu certo, mas ficou orgulhoso de hastear a bandeira de Coolangatta no dia das finais em frente de uma torcida enorme de amigos e familiares.

“Foram alguns dias incríveis para mim e um surf fantástico em minha casa para este grande evento”, disse Simkus. “É um objetivo meu há muito tempo surfar neste evento, acabei de entrar no circuito neste ano e chegar à final e surfar contra Callum na frente da minha torcida foi incrível. É realmente um bom começo para a temporada do Challenger Series e tenho confiança para continuar no Circuito.”

TERÇA-FEIRA COM ELIMINAÇÕES BRAZUCAS: Na terça-feira os brazucas se despediram dos títulos do primeiro World Surf League (WSL) Challenger Series de 2022 na Austrália. Tatiana Weston-Webb foi barrada na primeira bateria da terça-feira em Snapper Rocks. Depois, Jadson André, Alex Ribeiro, Michael Rodrigues e Lucas Silveira, também foram eliminados na disputa pelas vagas para as oitavas de final do Boost Mobile Gold Coast Pro apresentado pela Rip Curl.

Tatiana Weston-Webb em ação. Foto: Andrew Shield – World Surf League

O dia já começou com a vice-campeã mundial, Tatiana Weston-Webb, perdendo na primeira bateria com a última onda surfada pela havaiana Coco Ho. Com a nota 6,40 recebida, superou a brasileira por 14,00 a 13,17 no confronto vencido pela bicampeã mundial Tyler Wright, por 14,33 pontos.

Tyler Wright em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Após as quatro baterias restantes da segunda fase feminina, começou a terceira rodada do masculino também valendo classificação para as oitavas de final. As ondas não estavam tão perfeitas como nos outros dias, mas ainda entravam umas boas com tubos e abrindo longas paredes para fazer várias manobras usando a borda da prancha. O potiguar Jadson André, que encabeçou as listas de recordes no primeiro dia, não conseguiu pegar boas ondas e foi barrado pelo português Vasco Ribeiro e pelo havaiano Ian Gentil na primeira bateria.

Vasco Ribeiro em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Na quinta, Alex Ribeiro foi eliminado por 2 décimos de diferença em um dos confrontos mais disputados do dia. Ele detonou a onda que surfou nos últimos segundos, com batidas e rasgadas abrindo grandes leques de água, porque precisava de 7,13 para se classificar. No entanto, a nota saiu 6,93 e os dois australianos que ele enfrentou, vibraram com a dupla classificação. Oscar Berry venceu por 11,77 pontos e Callum Robson passou em segundo lugar com 11,30, contra 11,10 do Alex Ribeiro.

Oscar Berry em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Na disputa seguinte, o australiano Jackson Baker já começou surfando um tubaço, some lá dentro, reaparece e segue fazendo uma série de manobras para ganhar nota 9,17, recorde da terça-feira e a terceira maior do Boost Mobile Gold Coast Pro. Michael Rodrigues foi guerreiro, mostrou muita raça tentando tirar o máximo das ondas que surfou e passou a frente de Ramzi Boukhiam nos minutos finais. Porém, mais uma vez, um brasileiro foi eliminado em ondas surfadas nos últimos segundos. O marroquino pegou uma onda que armou a parede para ele usar seu power surf e conseguir nota 6,00, suficiente para superar Michael Rodrigues por 12,17 a 10,93 pontos. Jackson Baker passou em primeiro lugar com 13,17.

Jackson Baker em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

O carioca Lucas Silveira era a última esperança de classificação do Brasil, mas a eliminação nos segundos finais se repetiu. O italiano Leonardo Fioravanti conseguiu duas notas na casa dos 7 pontos que lhe garantiram a vitória. O brasileiro estava se classificando em segundo lugar e pegou uma onda no último minuto, que abriu para ele tentar trocar sua nota mais baixa. Mas, o norte-americano Nolan Rapoza vem na última onda, surfando forte de backside em mais uma direita muito longa e vibra no final. A expectativa fica para a análise dos juízes. Lucas trocou o 4,00 por 5,60 e aumentou a vantagem. O americano ficou precisando de 6,36 e recebeu 6,50, tirando o último brasileiro por uma pequena vantagem de 11,67 a 11,53 pontos. O italiano venceu por 14,60, somando 7,60 e 7,00.

Leonardo Fioravanti em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Com isso, Lucas Silveira terminou empatado com Jadson André, Michael Rodrigues e Alex Ribeiro, em 17.o lugar no Boost Mobile Gold Coast Pro apresentado pela Rip Curl, marcando 2.000 pontos no primeiro ranking do WSL Challenger Series 2022. Os que avançaram para as oitavas de final, já garantiram um mínimo de 3.500 pontos. Para os brasileiros, agora é se preparar para a próxima batalha pelas vagas para o World Surf League Championship Tour 2023, que será travada no GWM Sydney Surf Pro apresentado pela Rip Curl, que começa no dia 17 em Manly Beach, Sidney, também na Austrália.

A terça-feira terminou com as oitavas de final femininas utilizando o sistema “overlapping heats”, com duas baterias sendo disputadas simultaneamente. As condições do mar melhoraram no fim do dia e duas jovens surfistas que saíram do World Surf League Championship Tour com o novo corte na elite no meio da temporada, se destacaram com as maiores notas. Molly Picklum ganhou 9,50 na vitória sobre Coco Ho e Bettylou Sakura Johnson conseguiu 9,30 no último duelo do dia, contra Yolanda Hopkins.

Bettylou Sakura Johnson em ação. Foto: Matt Dunbar – World Surf League

Boost Mobile Gold Coast Pro pres. by Rip Curl Women’s Final Results:

1 – Caitlin Simmers (USA) 11.86
2 – Molly Picklum (AUS) 11.27

Boost Mobile Gold Coast Pro pres. by Rip Curl Women’s Semifinal Results:

HEAT 1: Caitlin Simmers (USA) 16.50 DEF. Sally Fitzgibbons (AUS) 7.67
HEAT 2: Molly Picklum (AUS) 16.23 DEF. Bettylou Sakura Johnson (HAW) 15.66

Boost Mobile Gold Coast Pro pres. by Rip Curl Women’s Quarterfinal Results:

HEAT 1: Sally Fitzgibbons (AUS) 11.60 DEF. Gabriela Bryan (HAW) 7.67
HEAT 2: Caitlin Simmers (USA) 13.00 DEF. Nikki Van Dijk (AUS) 11.60
HEAT 3: Molly Picklum (AUS) 13.67 DEF. Tyler Wright (AUS) 7.03
HEAT 4: Bettylou Sakura Johnson (HAW) 13.50 DEF. Bronte Macaulay (AUS) 9.47

Boost Mobile Gold Coast Pro pres. by Rip Curl Men’s Final Results:

1 – Callum Robson (AUS) 16.07
2 – Sheldon Simkus (AUS) 15.37

Boost Mobile Gold Coast Pro pres. by Rip Curl Men’s Semifinal Results:

HEAT 1: Sheldon Simkus (AUS) 16.33 DEF. Maxime Huscenot (FRA) 13.33
HEAT 2: Callum Robson (AUS) 14.33 DEF. Nolan Rapoza (USA) 12.67

Boost Mobile Gold Coast Pro pres. by Rip Curl Men’s Quarterfinal Results:

HEAT 1: Sheldon Simkus (AUS) 13.66 DEF. Conner Coffin (USA) 6.66
HEAT 2: Maxime Huscenot (FRA) 13.67 DEF. Dylan Moffat (AUS) 8.27
HEAT 3: Callum Robson (AUS) 12.00 DEF. Ramzi Boukhiam (MAR) 11.17
HEAT 4: Nolan Rapoza (USA) 14.90 DEF. Leonardo Fioravanti (ITA) 14.50

Boost Mobile Gold Coast Pro pres. by Rip Curl Men’s Round of 16 Results:

HEAT 1: Sheldon Simkus (AUS) 12.10 DEF. Vasco Ribeiro (PRT) 11.30
HEAT 2: Conner Coffin (USA) 10.57 DEF. Ian Gentil (HAW) 10.54
HEAT 3: Maxime Huscenot (FRA) 10.10 DEF. Connor O’Leary (AUS) 8.04
HEAT 4: Dylan Moffat (AUS) 12.87 DEF. Morgan Cibilic (AUS) 11.00
HEAT 5: Ramzi Boukhiam (MAR) 14.66 DEF. Oscar Berry (AUS) 9.24
HEAT 6: Callum Robson (AUS) 12.50 DEF. Jackson Baker (AUS) 11.00
HEAT 7: Leonardo Fioravanti (ITA) 15.00 DEF. Ezekiel Lau (HAW) 8.17
HEAT 8: Nolan Rapoza (USA) 12.33 DEF. Julian Wilson (AUS) 9.67

RESULTADOS DA TERÇA-FEIRA EM SNAPPER ROCKS:

SEGUNDA FASE – 3.a=17.o lugar (2.000 pts) e 4.a=25.o lugar (1.800 pts):

5.a: 1-Tyler Wright (AUS), 2-Coco Ho (HAV), 3-Tatiana Weston-Webb (BRA), 4-Vahine Fierro (TAH)
6.a: 1-Molly Picklum (AUS), 2-Kobie Enright (AUS), 3-Teresa Bonvalot (PRT), 4-Amuro Tsuzuki (JPN)
7.a: 1-Bronte Macaulay (AUS), 2-Bettylou Sakura Johnson (HAV), 3-Sophie McCulloch (AUS), 4-Stephanie Gilmore (AUS)
8.a: 1-Yolanda Hopkins (PRT), 2-Zahli Kelly (AUS), 3-Isabella Nichols (AUS), 4-Brianna Cope (HAV)

OITAVAS DE FINAL – 9.o lugar com 3.500 pontos:

1.a: Gabriela Bryan (HAV) 15,07 x 11,67 Luana Silva (HAV)
2.a: Sally Fitzgibbons (AUS) 14,84 x 9,03 Kirra Pinkerton (AUS)
3.a: Nikki Van Dijk (AUS) 13,24 x 12,50 Malia Manuel (HAV)
4.a: Caitlin Simmers (EUA) 12,33 x 12,10 Macy Callaghan (AUS)
5.a: Tyler Wright (AUS) 13,83 x 9,90 Kobie Enright (AUS)
6.a: Molly Picklum (AUS) 13,17 x 10,50 Coco Ho (HAV)
7.a: Bronte Macaulay (AUS) 16,73 x 14,07 Zahli Kelly (AUS)
8.a: Bettylou Sakura Johnson (HAV) 15,73 x 7,87 Yolanda Hopkins (PRT)

TERCEIRA FASE MASCULINA – 1.o e 2.o=Oitavas de Final:
———-3.o=17.o lugar com 2.000 pontos

1.a: 1-Vasco Ribeiro (PRT)=13.50, 2-Ian Gentil (HAV)=10.37, 3-Jadson André (BRA)=8.84
2.a: 1-Conner Coffin (EUA)=10.33, 2-Sheldon Simkus (AUS)=9.83, 3-Adur Amatriain (ESP)=8.00
3.a: 1-Connor O´Leary (AUS)=14.34, 2-Morgan Cibilic (AUS)=13.03, 3-Alister Reginato (AUS)=9.10
4.a: 1-Dylan Moffat (AUS)=11.63, 2-Maxime Huscenot (FRA)=10.10, 3-Timothee Bisso (FRA)=8.73
5.a: 1-Oscar Berry (AUS)=11.77, 2-Callum Robson (AUS)=11.30, 3-Alex Ribeiro (BRA)=11.10
6.a: 1-Jackson Baker (AUS)=13.17, 2-Ramzi Boukhiam (MAR)=12.17, 3-Michael Rodrigues (BRA)=10.93
7.a: 1-Leonardo Fioravanti (ITA)=14.60, 2-Nolan Rapoza (EUA)=11.67, 3-Lucas Silveira (BRA)=11.53
8.a: 1-Julian Wilson (AUS)=9.87, 2-Ezekiel Lau (HAV)=9.40, 3-Cam Richards (EUA)=7.60

CHALLENGER SERIES: O Challenger Series é o novo caminho para a elite do World Surf League Championship Tour. Em sete das oito etapas confirmadas para 2022, participam 96 surfistas na categoria masculina e 64 na feminina. As duas primeiras serão na Austrália, depois passa pela África do Sul, Estados Unidos, Portugal, França e a do Brasil é a penúltima, com o Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil nos dias 5 a 13 de novembro, sendo decisivo na batalha pelas vagas para o CT 2023. Apenas na última etapa, no Havaí, o número de competidores é reduzido para 80 homens e 48 mulheres.

Para definir os dez classificados para completar o grupo dos top-34 que vão disputar o CT em 2023 e as cinco últimas vagas para a elite feminina das top-17, os rankings irão computar apenas os cinco melhores resultados de cada surfista. Os top-34 e as top-17 deste ano, têm participação garantida em todas as oito etapas, mas quem já está garantido para o CT 2023 e terminar entre os dez primeiros colocados, ou entre as cinco melhores do Challenger Series, dispensam a vaga para os próximos dos rankings. Já os que não competirem nos eventos, seus lugares serão ocupados por surfistas convidados pela World Surf League. Quem não é top do CT, para chegar neste novo campo de batalha por vagas na elite, tem que se classificar pelos rankings regionais do Qualifying Series dos sete escritórios da WSL no mundo.

O QS da WSL Latin America indicou dez homens e quatro mulheres na temporada 2021/2022, encerrada no LayBack Pro apresentado pela Prefeitura de Florianópolis na Praia Mole. Os classificados foram o argentino Santiago Muniz e os brasileiros Michael Rodrigues, Alex Ribeiro, Wilian Cardoso, Eduardo Motta, Wesley Leite, Marco Fernandez, Robson Santos, Matheus Navarro e Raoni Monteiro, que não foi para a Austrália e Jessé Mendes entrou no seu lugar. Na categoria feminina, foram duas brasileiras, a campeã sul-americana Sophia Medina e Laura Raupp, e duas peruanas, Daniella Rosas e Arena Rodriguez Vargas.

COVID-19: A saúde e segurança dos atletas, staff e da comunidade local, são de extrema importância para a World Surf League, que trabalha em estreita colaboração com as autoridades de saúde locais, para implementar um robusto protocolo de segurança para todos, em relação ao Covid-19. Os procedimentos incluem triagem pré-evento em conformidade com as diretrizes estaduais e locais, que recomenda o uso de máscara em toda a arena do evento.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE: Estabelecida em 1976, a World Surf League (WSL) é a casa do melhor surf do mundo. Uma empresa global de esportes, mídia e entretenimento, a WSL supervisiona circuitos e competições internacionais, tem uma divisão de estúdios de mídia que cria mais de 500 horas de conteúdo ao vivo e sob demanda, por meio da afiliada WaveCo, empresa que criou a melhor onda artificial de alto desempenho do mundo.

Com sede em Santa Monica, Califórnia, a WSL possui escritórios regionais na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e EMEA. A WSL coroa anualmente os campeões mundiais de surf profissional masculino e feminino. A divisão global de Circuitos supervisiona e opera mais de 180 competições globais a cada ano do Championship Tour e dos níveis de desenvolvimento, como o Challenger Series, Qualifying Series e Junior Series, bem como os circuitos de Longboard e Big Wave.

Lançado em 2019, o WSL Studios é um produtor independente de projetos de televisão sem roteiros, incluindo documentários e séries, que fornecem acesso sem precedentes a atletas, eventos e locais globalmente. Os eventos e o conteúdo da WSL, são distribuídos na televisão linear para mais de 743 milhões de lares no mundo inteiro e em plataformas de mídia digital e social, incluindo o WorldSurfLeague.com. A afiliada WaveCo inclui as instalações do Surf Ranch Lemoore e a utilização e licenciamento do Kelly Slater Wave System. A WSL é dedicada a mudar o mundo por meio do poder inspirador do surfe, criando eventos, experiências e histórias autênticas, afim de motivar a sempre crescente comunidade global para viver com propósito, originalidade e entusiasmo.

Mais informações sobre o surfe mundial no www.worldsurfleague.com e notícias em português no www.wsllatinamerica.com 

Reportagem: Edson “Adrena” Andrade / João Carvalho – World Surf League

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

Tenha lindas artes exclusivas
mag72