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Final do Circuito Brasileiro de Surf Feminino em Ubatuba – Festa do Surf Feminino

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O campeonato exclusivo para as meninas, idealizado pelo surfista Wiggolly Dantas, teve a 3ª e última etapa de 2019 terminando em grande estilo neste domingo (20), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, com o bicampeonato de Camila Cássia, na categoria pro-adulto.

Camila Cássia em ação. Foto: Daniel Smorigo

“Poxa, finalmente a vitória aqui em Itamambuca. Há alguns eventos que vinha fazendo final aqui, mas nunca conseguia ganhar aqui em casa. Estou muito feliz, vitória e ainda o bicampeonato brasileiro. É mais um título para a minha carreira, que vou poder contar na minha história”, disse Camila.

VÍDEO – Vejam abaixo o vídeo com a dupla conquista de Camila Cássia na final do Circuito Brasileiro de Surf Feminino 2019, no dia 20, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, com a vitória “em casa” na etapa e o bicampeonato nacional pela Abrasp. O evento exclusivo para mulheres foi criado pelo surfista Wiggolly Dantas e reuniu mais de 100 atletas, inclusive do exterior. Imagens e edição – Patrícia Vaccarezza @pato.vacc

Competindo “em casa” ela teve uma comemoração dupla, pelo segundo título nacional seguido e também por conseguir a vitória “em casa”, depois de chegar muito perto por três anos. Quem também festejou muito foi a carioca Júlia Duarte, nova campeã brasileira pro-junior (sub18). Os dois títulos foram pela Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp) e, além deles, o evento contou com disputas na longboard (pranchões) e nas categorias de base, da sub10 a sub16, revelando novos valores e fortalecendo a formação de talentos futuros.

Júlia Duarte em ação. Foto: Daniel Smorigo

Na pro-júnior, Julia Duarte já havia assegurado o título na semifinal, mas quis encerrar o circuito com vitória, virando o resultado no último minuto, para superar a amiga Mariana Areno. “Queria encerrar com vitória. Estava pedindo para vir a onda, para eu dar um batidão. Deu certo e fiz o que tinha de fazer. Agora é pensar no Mundial”, contou a atleta, que segue para a Califórnia, para o ISA Junior Championship.

“Estou muito feliz. Estava muito empolgada para ganhar a bike elétrica (prêmio). Ano passado eu perdi o título no último minuto (para Tainá Hinckel) e agora deu tudo certo. Essa conquista representa muito, porque fui campeã pela CBSurf e agora pela Abrasp também”, vibra a surfista que ainda pode erguer mais três troféus nesta temporada. “Tem o Carioca, o ISA Junior Championship, na Califórnia, que estou indo agora, e o Sul-Americano Pro-Júnior”, conta a surfista de apenas 16 anos.

Foram mais de 100 atletas competindo nos três dias do encontro, vindas de vários estados e também da Argentina, Peru e até do Havaí exclusivamente para participar do campeonato que teve seu quinto ano consecutivo e já se tornou tradição. Nem mesmo a chuva do último dia atrapalhou a festa das meninas e Wiggolly Dantas fez questão de assistir tudo de perto, como ele mesmo diz, para ver o sorriso nos rostos das atletas.

Nas duas últimas etapas, o evento foi realizado graças convênio firmado entre a União, por intermédio da Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, e a Prefeitura Municipal de Ubatuba. A emenda parlamentar veio somar forças com os patrocinadores, que ajudam a realizar a disputa. Entre eles, a Wizard by Pearson, parceira oficial desde a edição inicial, junto com Radical Times, Ubadesklimp e Ubasurf Motors.

Nos pranchões, com atletas experientes na água, quem levou a melhor foi a carioca Mainá Thompson, que também ficou com o título geral. Além de Camila, a torcida local vibrou com uma das principais revelações locais, Nairê Marquez, que garantiu dois títulos, na sub16 e na sub14 e na etapa venceu na sua faixa etária. A catarinense Kiany Hiakutake foi a melhor da sub16 e inverteu o resultado na sub14 com Nairê.

Mainá Thompson em ação. Foto: Daniel Smorigo

Na sub12, a paranaense Gabriely Vasque venceu neste domingo e também levou o ranking. Já entre as caçulas, a peruana Catalina Zariquiey manteve a invencibilidade em Ubatuba neste ano, para ser a única atleta com 100% de aproveitamento no Circuito. A surfista veio do Peru exclusivamente para competir no evento, assim como aconteceu com a argentina Josefina Ane, na pro-adulto e que foi um dos destaques, ficando em quarto lugar, e Marina Fonseca, que mora no Havaí e pediu ao pai, o ex-juiz da ASP, Romulo Fonseca, para competir no Brasil, na categoria sub14.

Catalina Zariquiey em ação. Foto: Daniel Smorigo

Outras três atletas chegaram a duas finais e merecem destaque, a carioca Mariane Areno, vice na pro-júnior e quarta na sub16, a catarinense Laura Raupp, terceira na pro-junior e na sub14, e a paranaense Luara Mandelli, terceira na sub12 e quarta na sub14, mesmo tendo apenas 11 anos. Também merecem destaque Suelen Naraísa, que mostrou grande conhecimento do pico, com a maior nota do evento, 9,17, na pro-adulto, e a pequena Carol Bastides, de Praia Grande, a mais nova, com oito anos e terceira colocada na sub10.

Mariane Areno em ação. Foto: Daniel Smorigo

Na principal decisão do dia, a pro-adulto, Camila Cássia deu um show na final, depois do susto na semi, quando garantiu a classificação somente no final. Na bateria decisiva, ela tinha como rival pelo título a revelação Yanca Costa, cearense radicada no Rio de Janeiro. Mas a experiente surfista de 29 anos não tomou conhecimento, abrindo com um 7,33 e fechando o placar com a terceira onda, nota 8,60, para somar 15,93 pontos de 20 possíveis. A carioca Maju Freitas foi a segunda, Yanca terminou em terceiro e a argentina Josefina, depois de cometer interferência, ficou em quarto.

Yanca Costa em ação. Foto: Daniel Smorigo

Nos pranchões, Mainá comemorou muito o resultado, sobretudo por servir de exemplo para a filha, Lanay, de nove anos, que está iniciando nas competições. “Eu estava com outro foco, desde que minha filha nasceu, acabei me dedicando mais à maternidade. E quando eu vi que ela amava o mesmo esporte que eu, comecei a me envolver tudo novamente, a treinar junto. É um prazer estar na água junto com a minha filha. É uma atleta super competitiva, muito parecida comigo, parceira e me incentivou mais a voltar aos campeonatos. Ela perdeu na semifinal e disse, filha mamãe vai ganhar e essa é para você”, compartilhou a surfista de 35 anos.

Quem também vibrou muito foi Catalina Zariquiey. “Aqui é diferente do Peru, é mais divertido, vim na primeira etapa, gostei muito, me diverti muito e resolvemos voltar. Estou bem feliz”, falou a campeã peruana sub10 e sub12. Já Nairê festejou a vitória em casa e a superação. “Fraturei o dedinho do pé e passei a semana toda no sofá. Nas baterias doeu um pouco, mas foi muito bom. Tive duas disputas com a Kiany muito boas. Esse campeonato é demais”, falou.

Vale destacar que foram R$ 20 mil de premiação por etapa, R$ 15 mil para a pro-adulto e R$ 5 mil para a pro-junior, que ainda teve uma bike elétrica oferecida à campeã, além de kits e troféus em todas as categorias. Fora do mar, a estrutura do evento contou com várias tendas para dar conforto às atletas e realizar variadas ações, com brincadeiras, massoterapia, por exemplo. Outra atividade que fez sucesso foram as aulas de surf para o público nos três dias.

SÁBADO – O sábado foi repleto de grandes disputas, com a participação de atletas de sete estados e também da Argentina, Peru e até do Havaí. As competidoras vindas de outros países comemoram a presença e enaltecem o alto nível técnico, o ambiente favorável e a organização como fatores que as levaram a participar.

Camila e Yanca, competiram nas quartas-de-final da pro-adulto e avançaram para a semi mantendo aberta a disputa pelo título 2019. Yanca, 19 anos, tem de chegar à final e ficar da terceira posição para cima, desde que a rival fique, no máximo, em quarto. Já Camila, dez anos a mais, garante o título com a terceira colocação. As duas atletas não pensam em contas e são semelhantes em seus pensamentos.

Entre elas, está a argentina Josefina Ane, vitoriosa já em duas etapas do QS e que está no Brasil para treinar. “Venho sempre treinar e competir, porque são muito boas. Já tinha ouvido falar desse campeonato e gostei muito. Quero voltar no ano que vem”, falou a surfista de 21 anos, que é Mar Del Plata.

Marina Fonseca, 13 anos, veio do Havaí para competir em Ubatuba, depois de acompanhar o campeonato pela internet. Ela é filha do ex-juiz do Circuito Mundial, Rômulo Fonseca, o Rominho, que mora no arquipélago há 30 anos. “Eu sempre quis vir. Adorei. Tem uma vibe muito boa, é muito legal”, falou a surfista, que compete no Circuito Havaiano e mora em Oahu.

Marina Fonseca em ação. Foto: Daniel Smorigo

O pai também gostou muito do evento. “Era um sonho dela competir aqui. A gente sempre acompanha e é muito legal. O surf feminino estava por baixo no Brasil, o Wiggolly deu essa força, e agora está cada vez mais forte. Acho que tem tudo a ver, só meninas, essa praia linda”, diz Rominho, que foi juiz da ASP (hoje WSL) de 1989 a 98. “Depois fui técnico do Victor Ribas, Guilherme Herdy, Renan Rocha. Hoje consigo passar para ela a minha experiência”, contou.
Apesar dos dez anos, a peruana Catalina Zariquiey é a mais experiente entre as estrangeiras no evento, competindo pela terceira vez seguida e tentando a terceira vitória seguida na sub10. Na etapa anterior, a atleta teve uma nota 9,40, a maior entre todas as competidoras.

Entre as disputas de sábado, destaque para o longboard feminino, com atletas experientes no mar, como Thiara Mandelli e Mayna Thompson, que também viram suas filhas Luara Mandellli e Lanay Thompson competindo na nova geração. As duas mães garantiram vagas na final junto com Aylar Cinti, que também já venceu em Ubatuba, e Daniele Guimarães. Já na sub16, a catarinense Kiany Hyakutake foi a melhor na semi e está na final junto com a baiana Sol Carrion, a carioca Mariana Areno e o talento local Nairê Marquez, um dos grandes destaques na etapa anterior.

Thiara Mandelli em ação. Foto: Daniel Smorigo

WIGGOLLY QUER MAIS – Criador do campeonato há cinco anos, o surfista Wiggolly Dantas comemorou mais uma edição de sucesso do campeonato exclusivo para a categoria feminina. Mais ainda, vibrou com a realização de três etapas num mesmo ano e já planeja aumentar a dose para 2020. Ele não só prestigiou o evento, como participou ativamente, nas aulas de surf para alunos da comunidade indígena.

Wiggolly Dantas, feliz da vida com o evento. Foto: Daniel Smorigo

“É muito gratificante fazer as três etapas esse ano. Sonhava em fazer um circuito e esse ano consegui. Nem acreditava que conseguiríamos. Fiquei muito feliz”, festejou. “Já era para estar no Havaí, acabei não viajando ainda para prestigiar as meninas aqui nessa última etapa e ver o sorriso no rosto de todas. A estrutura está incrível, todo mundo que trabalha comigo feliz”, reforçou.

Guigui também fez questão de lembrar todos que colaboraram na realização da competição: “patrocinadores, prefeitura, minha família, a Deus, e também tenho de agradecer o Eduardo Bolsonaro (deputado federal) e seu pai (o presidente da República Jair Bolsonaro), pela emenda parlamentar, que ajudou na viabilização de duas etapas. Não tenho nem palavras. Mandei mensagem para ele falando da importância dessa colaboração”, comentou.

“Vamos dar continuidade e ano que vem e vamos ver se temos mais etapas. Esse é meu foco”, revelou o surfista, que agora viaja para o Havaí, para disputar as três últimas etapas do QS, em busca de seu retorno à elite mundial. “A esperança é voltar. Havaí é um lugar que me sinto muito à vontade, é minha segunda casa. Estou bem focado e se fizer um resultado muito bom, praticamente estou dentro”, afirma o atleta de 29 anos, que aparece na 48ª colocação no ranking, com 7.760 pontos, tendo em jogo ainda 23 mil pontos.

Para Wiggolly Dantas, que adiou sua viagem para o Havaí, para acompanhar pessoalmente as disputas, o Circuito não poderia terminar de melhor forma. “Mais um ano fazendo essa etapa aqui em Ubatuba com todas categorias lotadas. Foi incrível e estou muito feliz. O evento foi incrível. Todos mandaram mensagens falando que foi o melhor até hoje. Desde a estrutura até as ondas”, disse Guigui, que há cinco anos promove o evento. “Quando comecei imaginava que faria um evento, mas não com essa proporção. É muito gratificante”, afirmou.

Fora do mar, a estrutura do evento impressiona com várias tendas para dar conforto às atletas e realizar variadas ações, com brincadeiras, massoterapia e apresentações de capoeira. Também chamou a atenção neste sábado a visita de jovens da tribo indígena Itaxim, de Paraty, que conheceram o campeonato e tiveram aulas de surf.

SEXTA-FEIRA – Na sexta-feira, primeiro dia da final do Circuito Brasileiro de Surf Feminino em Ubatuba foi recheado de grandes momentos. Na nova geração, a carioca Júlia Duarte garantiu o título nacional pro-júnior, para atletas com até 18 anos de idade e validado pela Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp).

Outros dois grandes nomes foram a experiente Suelen Naraísa, que surfando em casa garantiu a maior nota, 9,17, e a argentina Josefine Ane, dona das melhores performances na categoria pro-adulto. O evento segue até domingo e também definirá a campeã brasileira profissional adulta. A grande favorita é Camila Cássia, que compete em casa e estreia neste sábado logo cedo.

Suelen Naraísa em ação. Foto: Daniel Smorigo

Ao sair do mar, Suelen teve de ser amparada, por queda de pressão, talvez consequência de toda a emoção. “Estou até emocionada, porque foi um ano difícil, cheia de lesões (pausa para choro). Tudo o que eu queria era estar aqui em casa competindo e me divertindo, porque competir aqui em Itamambuca é gratidão pela vida que tive no surf. Esse evento, a união da nossa família para realizar é o agradecimento por tudo que o surf nos deu”, falou.

“Competir em Itamambuca, onde aprendi a surfar, cresci e tive grandes vitórias é realmente gratificante. Na outra etapa eu não pude competir, devido a uma lesão no tornozelo, mas participei dando as aulas de surf para a criançada como parte do evento. Tudo o que mais queria era estar aqui, me divertindo com minhas amigas, minhas atletas, porque hoje já não tenho mais o foco da competição, mas trabalhando como coach de surf”, reforçou.

Apesar de falar que não tem mais o foco em disputas, a veia competidora acaba falando mais alto como ela mesmo admite. “Quando piso na beira d’água eu peço proteção e que venham as ondas boas para conseguir mostrar o meu surf, porque mais do que ninguém eu conheço essa onda”, complementou Suelen.

Na pro-adulto, que tem presença internacional, a argentina Josefina Ane comandou a festa, com as duas melhores médias até agora. A atleta que já venceu até etapa de QS no Circuito Mundial, fez 14,33 pontos na primeira fase e 13,44 no round seguinte, onde dividiu a classificação para as quartas-de-final com Suelen Naraísa.

A bicampeã brasileira ficou emocionada ao garantir a melhor nota até o momento. Além de ser a inspiração para a criação desse evento exclusivo para mulheres, pelo seu irmão Wiggolly Dantas, de ajudar em toda a organização nesses cinco anos, ela compete “em casa”, onde surfa desde criança. Além disso, é a atleta mais experiente entre todas, aos 35 anos e se recupera de uma lesão no tornozelo.

Na pro-júnior, Julia Duarte assegurou o novo título ao se classificar para a final. Dessa forma, as rivais não podem mais alcança-la na pontuação final, nem mesmo a conterrânea e amiga Mariana Areno, que também está na decisão da categoria. Julinha venceu a etapa inicial, foi vice na segunda etapa e terá, no mínimo, o quarto lugar. Também estão na final a revelação Laura Raup, de Florianópolis, e Bruna Carderelli, de São Sebastião.

Laura Raup em ação. Foto: Daniel Smorigo

Ainda nesta sexta-feira entraram no mar as atletas da sub14 e sub16. Laura Raupp, que já está na final pro-júnior, também avançou nas duas categorias e ainda teve a melhor média na sub16. Já na sub14, a melhor atuação foi de Nairê Marquez, que na etapa anterior venceu as duas faixas etárias.

Nairê Marquez em ação. Foto: Daniel Smorigo

Em paralelo às disputas nas ondas, o Circuito Brasileiro de Surf Feminino contou com várias ações, como aulas de surf para o público, atividades para as crianças e palestras socioeducativas.

RESULTADOS DA 3ª ETAPA

CATEGORIA PRO-ADULTO

1 Camila Cássia – SP
2 Maju Freitas – RJ
3 Yanca Costa – CE (RJ)
4 Josefina Ane – Argentina
CAMPEÃ BRASILEIRA ABRASP – Camila Cássia – SP
CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF FEMININO EM UBATUBA – Camila Cássia – SP

CATEGORIA PRO-JÚNIOR

1 Júlia Duarte – RJ
2 Mariana Areno – RJ
3 Laura Raupp – SC
4 Bruna Carderelli – SP
CAMPEÃ BRASILEIRA ABRASP – Júlia Duarte – RJ
CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF FEMININO EM UBATUBA – Júlia Duarte – RJ

CATEGORIA LONGBOARD

1 Mainá Thompson – RJ
2 Thiara Mandelli – PR
3 Aylar Cinti – RJ
4 Danielle Guimarães – SP
CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF FEMININO EM UBATUBA – Mayná Thompson – RJ

CATEGORIA SUB16

1 Kiany Hiakutake – SC
2 Nairê Marquez – SP
3 Sol Carrion – BA (SP)
4 Mariana Areno – RJ
CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF FEMININO EM UBATUBA – Nairê Marquez – SP

CATEGORIA SUB14

1 Nairê Marquez – SP
2 Kiany Hiakutake – SC
3 Laura Raupp – SC
4 Luara Mandelli – PR
CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF FEMININO EM UBATUBA – Nairê Marquez – SP

CATEGORIA SUB12

1 Gabriely Vasque – PR
2 Mayara Zampieri – SP
3 Luara Mandelli – PR
4 Luana Reis – SP
CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF FEMININO EM UBATUBA – Gabriely Vasque – PR

CATEGORIA SUB10

1 Catalina Zariquiey – Peru
2 Luiza Teixeira – SC
3 Carol Bastides – SP
4 Luiza Savoi – SP
CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF FEMININO EM UBATUBA – Catalina Zariquiey – Peru

Idealizado pelo surfista Wiggolly Dantas, o Circuito Brasileiro de Surf Feminino em Ubatuba é resultado de convênio firmado entre a União, por intermédio da Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, e a Prefeitura Municipal de Ubatuba. Patrocínios da Wizard by Pearson, Radical Times, Ubadesklimp e Ubasurf Motors, com apoios da Banana Wax, Padaria Itamambuca, Gangster e Quiosque Tia Albertina, Dantas e ONG Esmeralda. Colaboração: Fisioterapia Sérgio Neri, Pono Beachwear, Gigi Watery, Silva Indaiá Supermercado, Floricultura Rosa de Sarom, Pizzaria São Paulo, Lazybbag, EaD Unitau, Byrne e Firma. Divulgação: Waves e FMA Notícias. Supervisão técnica da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), Federação Paulista de Surf e Associação Ubatuba de Surf (AUS).

Reportagem: Fabio Maradei – FMA

Edição: Edson Andrade

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