24º Expedição Surf na Pororoca – 04 dias de muitas aventuras com a descoberta da melhor pororoca já registrada.

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O 24º Surf na Pororoca, além de celebrar a memória da primeira expedição de surfe ao Arquipélago do Marajó, marcou a descoberta da melhor pororoca já registrada em território paraense, com real potencial para quebra de recordes com ondas que podem passar fácil os 60 minutos ininterruptos.

Maior Pororoca. Foto: Raimundo Paccó

Com uma verdadeira infraestrutura de cinema composta por 1 helicóptero, 7 jet skis, 3 bananas-boat, 2 lanchas, 3 barcos de apoio e uma tripulação de mais de 30 profissionais entre tripulantes e profissionais de imprensa, a expedição foi considerada o maior sucesso superando as melhores expectativas de todos os participantes.

Alguns dos maiores astros do surfe e do skimboard do Brasil e do Mundo, entre eles Fábio Gouveia, Raoni Monteiro e Lucas Fink, fizeram parte de uma expedição que definitivamente entrou para os anais da história do surfe e da pororoca no Brasil.

Fábio Gouveia e Raoni Monteiro em ação. Foto: Raimundo Paccó

Mas, testemunhar a descoberta da nova fronteira da pororoca brasileira não foi a única coisa que impressionou os visitantes. Luta Marajoara, a exótica gastronomia da Região Norte do Brasil, a participação na implantação da 1ª Escolinha de Surf na Pororoca do município de Chaves, o Festival da Pororoca, o recolhimento de lixo no Pororoca Ambiental, a exuberância do Rio Amazonas e da Floresta Amazônica e muitas outras experiências compuseram um cenário único que chocou os visitantes e marcou o início de uma nova era na exploração das pororocas brasileiras.

Escolinha de Surf na Pororoca. Foto: Rogério Fernandez

In The Jungle:

Ir ao Marajó, por si só, já é uma grande aventura e uma experiência inesquecível e que vale a pena ser vivida. A Rota do Queijo Marajoara, a imersão na natureza, a grandeza da floresta, o oxigênio puro e a magnitude dos rios é algo impressionante até mesmo para quem está habituado ao cenário. Imagine para os neófitos que pela primeira vez iriam surfar a pororoca. Assim, a viagem até o município de Chaves já foi dando o tom do que a expedição reservava aos aventureiros…

Muitas aventuras. Foto: Rogério Fernandez

1º Dia – 1º de Abril?

Logo na chegada, ainda de madrugada, depois de uma longa e cansativa viagem, o líder do grupo, Noélio Sobrinho, comunicou que o mapeamento da área a ser surfada, que estava previsto para o dia seguinte, seria feito naquele dia. Então todos deveriam tirar suas pranchas das capas e ficar prontos para sair logo que o sol nascesse. Jet skis, bananas-boat e lanchas na água, todos embarcamos e partimos confiando que a onda viria grande e perfeita, para a alegria de todos. Mas, como toda a dinâmica para o surfe nessa pororoca foi adaptada com o passar dos anos, apenas após o primeiro dia é que poderíamos saber a hora que a onda chegaria, seu tamanho e sua qualidade. E foram quase três infinitas horas de espera até o primeiro grito de: “É elaaaaaaaaa!!!”.

Nessa hora o coração dispara. Não tem jeito. Você está no meio do maior rio em que já entrou em toda a sua vida, com uma onda vindo em sua direção que simplesmente se estende de uma margem a outra em quilômetros de extensão, e você não tem como saber o que vai e o que pode acontecer. É nesse instante que começa a ação e tem início a “caçada” pela “Onda Perfeita Sem Fim”.

Assim que percebeu que a onda tinha quebrado de margem à margem, Marcelo Bibita foi o primeiro a cair no rio e rapidamente ficar de pé em seu longboard. Logo em seguida vieram os profissionais Fabinho, Raoni e Lucas, todos ávidos por surfar a pororoca pela primeira vez. A onda veio forte e durou cerca de 30 minutos. Apesar da condição de muita espuma e pouca parede pra surfar, foi um ótimo primeiro dia de operação, pois, todos não somente presenciaram, como também experimentaram o surfe na pororoca. Além disso, após o mapeamento passamos a saber onde ela estava vindo e principalmente seu horário. Os mais experientes, Nayson Costa e Noélio Sobrinho, se deram muito bem no primeiro dia.

Marcelo Bibita em ação. Foto: Rogério Fernandez

Mas, Lucas Fink também provou que é puro talento dando um verdadeiro show em sua prancha quase sem flutuação para se tornar o primeiro skimboarder que se tem notícia na história, a surfar a pororoca. A expectativa era de um segundo dia melhor, já que a onda costuma aumentar nos dias que seguem a Lua, no nosso caso, a Lua Nova de abril. E por falar em abril, no seu dia mais famoso, todos os participantes da expedição comprovaram que a pororoca está mais viva que nunca, que é possível fazer coisas incríveis no Fenômeno como surfar de skimboard, e que isso tudo não é conversa de 1º de Abril.

Mas, o primeiro dia de expedição ainda reservava muitas outras emoções para os aventureiros de plantão. Após o banquete gastronômico regado a Filhote (o mais famoso peixe da culinária paraense) com camarão, foi a vez do grupo se dirigir à Arena Bora Bora para conferir a Luta Marajoara, tradicional luta local que tem suas raízes na história milenar dos índios da Região do Marajó e que também fazia parte das atividades oficiais do 24º Surf na Pororoca. A Luta Marajoara consiste em uma disputa em que dois adversários se enfrentam em uma arena de areia onde o objetivo é “sujar” as costas do oponente colocando-a completamente no chão. Mas, para isso vale apenas a força e a técnica, sendo proibido golpes com as mãos, com os pés e golpes baixos. Os campeões foram 1º Ediclebson e 2º Isaías, no masculino e 1ª Angelina e 2ª Alice, na categoria Feminino. Contudo, o grande destaque foi o Bombeiro Militar Cabo Gustavo, que além de ter participado da segurança da operação do surfe na pororoca, ainda venceu o campeão local do ano passado perdendo nas semifinais. Ao final todos se reuniram para confraternizar e comemorar o resultado do bombeiro que dali em diante ficou conhecido como Buffalo Soldier.

Lutadores em ação. Foto: Rogério Fernandez

“Hoje foi um sucesso. Começamos com o pé direito. Já sabemos que a onda está potente e agora só precisamos encontrar as melhores partes da onda para que os profissionais possam mostrar cada um a sua arte”, comentou Noélio Sobrinho.

2º Dia – A grande expectativa:

O segundo dia normalmente é o mais importante e curioso para quem surfa a pororoca pela primeira vez. Você já sabe como é a pororoca, a imaginação e as fantasias dão lugar às memórias da vivência e a partir dali o surfista já tem uma condição melhor de aproveitar o fenômeno em toda sua plenitude. Contudo, um forte vento levantou dúvidas a respeito da qualidade da onda que encontraríamos nessa expedição. Pra completar perdemos duas bananas-boat com problemas nas turbinas dos jet skis por conta do excesso de galhos e sementes em um determinado trecho do rio. Nesse dia quem melhor aproveitou a onda foi Marcelo Bibita, que por ironia do destino, surfou a melhor parte da pororoca sem apoio algum, entrando na onda no braço e surfando por mais tempo que todos os demais integrantes:

Marcelo Bibita em ação. Foto: Rogério Fernandez

“Foi muito complicado. Ter de me posicionar em um rio de largura quilométrica sem a ajuda do jet sky é algo muito difícil. Por muito pouco eu não perco a onda. Mas, deu certo e foi um desafio incrível!”, contou Marcelo Bibita, pioneiro e um dos mais experientes surfistas de pororoca do Brasil.

Completando o segundo dia ainda tivemos o Pororoca Ambiental, uma séria de ações de limpeza, reciclagem e palestras, com a presença de especialistas em meio ambiente e o recolhimento de mais de 200kg de lixo do rio e das ruas do município de Chaves, O Ritual das Águas Auêra-Auára, além do Festival da Pororoca com apresentações de Grupos Locais de Carimbó e DJ’s de Tecno Brega, Reggae e Trance. Mas, aqui é preciso fazer um adendo para falar do Ritual. Comandado por Marcelo Bibita, a Cerimônia de Batismo é repleta de simbolismo e compromisso com o meio ambiente. Usando pintura tribal ao redor de uma fogueira, os surfistas de pororoca, autointitulados Guerreiros da Tribo dos Auêra-Auára, ouvem as palavras do Arauto da Pororoca, que lembra a todos a importância da ação de cada um em preservar a natureza e sobretudo, respeitar a cultura local, como forma de sermos merecedores de desfrutar o melhor que a floresta tem a oferecer, principalmente as ondas da pororoca:

“O Ritual das Águas Auêra-Auára foi a maneira que nós encontramos para sempre estarmos lembrando e passando adiante a reflexão sobre a importância da preservação do meio ambiente e que apenas os seres humanos podem desfazer o que outro ser humano fez de errado… Tem mais a ver com uma peça, uma encenação teatral, do que com uma cerimônia religiosa propriamente dita. Mas, uma coisa é fato, dá certo, porque depois do ritual sempre vem uma boa pororoca e cada vez mais espalhamos essa consciência por onde quer que andemos”, explicou Bibita.

3º Dia – A Redenção:

O terceiro dia de expedição talvez tenha sido o mais importante para esse novo capítulo da história do surfe na pororoca no Brasil. Depois de uma noite de chuva o rio amanheceu igual a um espelho, de tão liso que estava. Não havia uma brisa e, diferente do dia anterior, o longo trajeto de mais de 40 minutos, dos barcos até o local do surfe, foi bem mais suave, apesar do horizonte escuro já anunciar a chuva que enfrentaríamos. Os equipamentos estavam todos em ordem e funcionando perfeitamente, inclusive com o helicóptero a postos. E mal chegamos ao local a pororoca já vinha em nossa direção. Como nos dias anteriores a onda começou a se formar com uma espuma de mais ou menos meio metro. Mas, rapidamente essa espuma se transformou em uma parede longa, perfeita e o mais impressionante, infinita, com cerca de 2m de tamanho, para delírio de todos que estavam presentes. Os mais experientes, como o cearense Marcelo Bibita, chegaram a registrar quase 20 minutos de gravação da mesma onda sem interrupção. E o melhor, com longa duração das melhores sessões da onda.

“Estivemos aqui no mês passado, eu e o Noélio e sabíamos que daria uma onda espetacular. Mas, confesso que superou minhas melhores expectativas. Podemos até ter perdido aquela que um dia chamamos de Havaí das Pororocas, com a extinção da Pororoca do Rio Araguari, no Amapá. Mas, acredito que acabamos de documentar a onda que, quem sabe, poderá vir a se tornar o Taiti das Pororocas, a atual maior e mais potente pororoca que se tem registro na Região Norte do Brasil”, afirmou Marcelo Bibita.

Os estreantes fizeram a festa e surfaram as ondas mais longas de suas vidas. Raoni Monteiro, Fabinho Gouveia e Lucas Fink mostraram porque são considerados alguns dos melhores atletas de boardsports do Brasil, em paredes infinitas, elevando o nível das performances na pororoca. Nayson Costa, atual melhor surfista profissional paraense, foi um show a parte. O salinense mostrou todo o seu talento e habilidade em dominar o Fenômeno, impressionando os visitantes com uma abordagem agressiva e confiante, até mesmo nas partes mais críticas da onda.

Raoni Monteiro e Marcelo Bibita em ação. Foto: Rogério Fernandez

No melhor dia de surfe praticamente todos quebraram seus recordes pessoais de tempo de surfe na pororoca, inclusive Marcelo Bibita, o primeiro recordista da modalidade, marcando 19’47”, superando em mais de 1 minuto sua melhor marca.

Mas, como diz o ditado, nem tudo são flores, no melhor dia de surfe também experimentamos a sensação que todo surfista de pororoca sabe que pode passar, mas que ninguém gosta, ou quer enfrentar: ficar perdido no rio. E foi justamente o que aconteceu com Lucas Fink em um dos dias mais intensos de sua vida. Como a onda foi a mais extensa de todos os dias, os surfistas se distanciaram muito uns dos outros. Lucas estava em um jet sky exclusivo para ele e Raoni Monteiro que, por um problema de comunicação, voltou para o barco acreditando que Lucas já havia sido resgatado. Quando a última banana-boat chegou e detectou-se a ausência de Lucas, rapidamente uma operação de resgate foi montada com os 7 jet skis, lanchas e o helicóptero indo em busca do atleta. Contudo, ele já havia sido resgatado em um barco que passava e já estava chegando com mais uma incrível história pra contar.

A turma do resgate em ação. Foto: Rogério Fernandez

A despedida da Floresta:

O quarto e último dia de operação começou de maneira auspiciosa. Assim como no dia anterior, o rio amanheceu lisinho indicando que teríamos mais um grande dia de surfe. Chegamos na hora exata, praticamente junto com a pororoca e tivemos mais um dia de “pernas pra que te quero”, com o maior show de surfe de toda a operação. Após quatro dias, os participantes já estavam habituados à onda e puderam extrair dela o máximo de suas performances. Fábio Gouveia se mostrou bem adaptado, mostrando inclusive as particularidades de se surfar a onda que vem atrás da pororoca. Raoni estava solto, e surfava como um gromet, executando manobras nas partes mais críticas e arriscando tudo, já que, cair da onda em uma pororoca pode representar o fim do surfe naquele dia. E Silvinho Santos, o pioneiro que há 24 anos esteve junto com Noélio Sobrinho desbravando o surfe no Arquipélago do Marajó-PA, fez questão de relatar o que estava sentindo, 24 anos depois da primeira vez que alguém ousou pensar que se poderia surfar nas pororocas do Marajó:

Fábio Gouveia em ação. Foto: Rogério Fernandez

“Pra mim é uma emoção muito grande poder retornar aqui neste lugar tão incrível e com pessoas tão importantes para o surfe brasileiro. Vendo isso acontecer tenho certeza que tudo o que fizemos, todas as dificuldades que enfrentamos para chegar até aqui, valeram a pena”, declarou o pioneiro.

1ª Escolinha de Surfe na Pororoca do município de Chaves-PA:

Um dos pontos altos de todo esse projeto foi a implantação da 1ª Escolinha de Surfe na Pororoca do Município de Chaves-PA. Com a doação de 10 pranchas próprias para surfar a pororoca e feitas pelo especialista no Fenômeno, Marcelo Bibita, a ABRASPO-Associação Brasileira de Surf na Pororoca, inaugurou a Escola da Surfe na Pororoca Auêra-Auára. A ação visa incentivar que crianças e jovens do município de Chaves tenham a oportunidade de, aos poucos, irem se familiarizando com a dinâmica do Fenômeno para que em breve eles possam se divertir nas ondas da pororoca e também atuar no promissor mercado do Turismo de Aventura que se vislumbra para essa região após tudo o que foi visto nessa expedição.

Alunos e Instrutores em ação. Foto: Rogério Fernandez

“Estou impressionado com tudo o que vi e confesso que a onda que encontramos superou as minhas melhores expectativas. Há muitos anos que eu devo a mim mesmo essa visita ao Fenômeno da Pororoca e não poderia ter sido melhor. Costumo até dizer que demorei pra poder esperar tudo ficar mais organizado. Ao aceitar o convite/desafio do Noélio eu sabia dos riscos que estava assumindo. Mas, vi que o alto nível de experiência dos envolvidos traz muita segurança a todos e só tenho a agradecer. Foi uma das experiências mais incríveis que já vivi na minha vida”, declarou Fábio Gouveia.

Segundo André Dias, Secretário de Turismo do Pará, o 24º Surf na Pororoca provou o real potencial de desenvolvimento turístico que toda a Região do Marajó possui: “Estamos muito contentes com tudo o que aconteceu no 24º Surfe na Pororoca. As ações ambientais, a nossa cultura em evidência com o Carimbó, a Luta Marajoara e claro, a pororoca, tudo isso nos faz acreditar que estamos no caminho certo e que, assim como fez em outros lugares, a pororoca irá trazer muito desenvolvimento e prosperidade ao Marajó”, declarou o Secretário.

O Prefeito de Chaves, Pastor Zequinha, fez questão de agradecer por tudo que o 24º Surf na Pororoca proporcionou aos habitantes de Chaves e municípios vizinhos durante os quatro dias de evento: “A população de Chaves está muito feliz com a realização deste grande evento. Foi muito bom ver nossas crianças aprendendo o surfe com alguns dos maiores atletas do Brasil. Sabemos que é apenas o começo de uma grande história e que a pororoca de Chaves ainda será muito conhecida mundo a fora”, falou o Prefeito.

Para Noélio Sobrinho, organizador da expedição e Presidente da ABRASPO-Associação Brasileira de Surf na Pororoca, o 24º Surf na Pororoca provou mais uma vez a maior vocação da entidade, que é desbravar lugares e levar a pororoca ao maior número de pessoas que desejem se aventurar no fenômeno: “Estamos muito felizes em finalizar mais um projeto de sucesso. Conseguimos apresentar uma onda espetacular a alguns dos melhores surfistas do Brasil, levamos alegria, diversão e muita cultura em uma troca de experiências inédita entre grandes astros do surfe brasileiro e a população de Chaves e principalmente, conseguimos deixar plantada uma semente de desenvolvimento e prosperidade para o turismo de Chaves e de todo o Marajó. Temos certeza de termos aberto uma nova fronteira do surfe na pororoca no Norte do Brasil e agora é só trabalhar para que tudo isso se reverta em crescimento para esse lugar que abraçou de maneira tão especial o surf na pororoca”, declarou Noélio.

SOBRE A ORIGEM DO EVENTO:

No ano de 1998 um grupo de quatro pioneiros desbravadores adentraram a Floresta Amazônica em busca do Fenômeno Natural conhecido pelos índios e ribeirinhos como Poroc-Poroc, o Grande Estrondo. Munidos apenas de um jet ski, um pequeno barco e muita coragem e fé, os quatro amigos enveredaram na imensidão da mata, mais precisamente no Canal do Perigoso, e se depararam com uma das maiores descobertas dos esportes radicais modernos: a onda da pororoca. De lá pra cá muita coisa mudou e o Fenômeno hoje já é conhecido nos quatro cantos do mundo.

Noélio Sobrinho em ação. Foto: Jeremy Dias

Contudo, ainda existe muita superstição, mitos e lendas em torno do que seja a pororoca e nesses 24 anos a Associação Brasileira de Surf na Pororoca-ABRASPO, vem se dedicando a desbravar lugares, desmistificar essas lendas e levar o fenômeno ao maior número possível de pessoas, sejam elas surfistas, ou entusiastas que acompanham as matérias e reportagens que sistematicamente costumam circular pelo mundo.

Assim, o 24º Surf na Pororoca celebrou a saga dos amigos que descobriram o surfe na pororoca no Arquipélago do Marajó, a mais promissora região para essa modalidade em todo o planeta e também, gerou os registros que irão fazer parte da 2ª Edição do Livro Auêra-Auára: A História do Surf na Pororoca.

O 24º Surf na Pororoca contou com o Patrocínio do Governo do Estado do Pará, Prefeitura de Chaves, ALEPA-Assembleia Legislativa do Estado do Pará, através de uma Emenda Parlamentar Compartilhada dos Deputados Francisco Melo Chicão, Miro Sanova, Professora Nilse, Luth Rebelo, Igor Normando e Fábio Freitas, Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó (AMAM), Pororoca Esportes, Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará (GRAESP), Coronel Hayman Apolo Gomes De Souza e Secretaria de Segurança Pública do Estado do Pará na pessoa de seu Comandante o Delegado da Polícia Federal Ualame Machado. Realização: Associação Brasileira de Surf na Pororoca (ABRASPO) e Federação Paraense de Surf (FEPASURF)

Reportagem: George Noronha – W. Noronha Comunicação

Edição Textos e Imagens: Edson “Adrena” Andrade

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